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Duarte Drago

As melhores lojas para homem em Lisboa

Porque a vaidade corre-lhes nas veias, fazemos um roteiro pelas melhores lojas para homem em Lisboa.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Da alfaiataria ao streetwear, o roteiro de lojas de roupa e acessórios exclusivamente dedicadas ao universo masculino está a crescer. Com a vaidade aumenta a exigência, por isso nesta ronda pelas melhores lojas para homem em Lisboa também vai encontrar algumas das mais bonitas, além daquelas famosas concept stores onde apetece perder a cabeça e comprar tudo. Do fato por medida aos ténis de edição especial, passando pelas marcas atentas à sustentabilidade, os senhores também têm direito a um universo de compras só para eles. Eles que avancem sem medos e encham os armários.

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As melhores lojas para homem em Lisboa

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  • Princípe Real

Há quase uma década que esta é uma montra reservada a vestuário e acessórios masculinos, com especial destaque para as malas, sacos e mochilas em pele e tecido, tudo feito no país. Mas não fica por aí — há carteiras, pequenas marroquinarias, malhas e peças em algodão.

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  • Campo de Ourique
  • preço 3 de 4

É verdade, parece que o velho hábito de ir ao alfaiate está de volta, mas com muito sangue novo à mistura. Costumava respirar-se desta tradição lá para os lados de São Bento, agora é em Campo de Ourique. A Alphaiate foi criada por gente nova, mas o mestre, o senhor Alfredo, já soma mais de 50 anos de experiência. Tudo começa com uma visita ao site, onde escolhe cores, padrões, cortes e outros pormenores da futura fatiota. Depois, é só marcar uma hora com o grande alfaiate e tirar as medidas.

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  • Moda
  • Avenida da Liberdade

Foram anos a conquistar a clientela lisboeta com um estilo minimalista de inspiração mediterrânica. Em 2021, a francesa American Vintage decidiu expandir-se na capital portuguesa e abrir uma loja na artéria mais luxuosa da cidade, a Avenida da Liberdade. Com cerca de 150 metros quadrados, o espaço reúne as colecções feminina e masculina da marca e faz parte de um plano de novas aberturas que contempla várias cidades europeias.

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  • Lisboa

É um dos sítios a ir se está farto de borbotos na roupa à segunda lavagem. Contam dois ou três turistas por semana, mas alguns clientes antigos ainda tocam à porta do escritório do fundador Durbalino Figueiredo, do outro lado da rua. Quando estava à frente do negócio, ora estava no armazém, ora no escritório, e assim se criou o hábito. Hoje são os netos Tomás e Tiago Marques que mantêm o espírito de bairro, a qualidade dos artigos e dão um cheirinho de inovação ao negócio de família, apostando em designers emergentes. Tiago e Tomás são novos, mas têm um saber antigo. “O avô ensinou, mas também temos aprendido alguns métodos com os fabricantes”, explicam. A decorar a loja estão as malas onde Durbalino carregava as amostras de tecidos que mostrava a clientes por todo o país.

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  • Moda
  • Baixa Pombalina

É uma das marcas internacionais de culto que fez morada na Baixa Pombalina. Com uma clientela fiel, a loja Carhartt WIP resiste à passagem do tempo, recheada de peças também elas intemporais, inspiradas pelo workwear que faz parte da história da marca. Do vestuário aos acessórios, sempre com atenção redobrada à robustez dos materiais, parece que a loja, tal como a roupa, está para durar.

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  • Sapatos
  • Chiado

A Citadin Shoes é uma marca de sapatos para homem, feitos em Portugal e que está no mercado nacional e internacional desde 2014. Funcionava só online até abrir a sua primeira loja no Chiado, onde pode encontrar as várias propostas de cada colecção – tudo com inspiração nas cidades mais emblemáticas do mundo. A Citadin Shoes apresenta mais de 20 modelos divididos por quatro categorias, Casual, Smart, Charmer e Boots, todos com um toque clássico mas com o conforto a ser posto em primeiro lugar –  exemplo disso é a sola de borracha com pitons que mantém o sentido estético, mas aumenta o conforto.

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  • Lisboa

Bráulio Amado é um ponta de lança do design gráfico nacional: trabalha com o New York Times, a New Yorker e a Vanity Fair. E agora tem um trabalho nos Anjos – o logótipo da Couve, a novidade mais fresca do bairro. É uma loja de vestuário e calçado vegan. Sapatos sem pele; meias, gorros e cachecóis sem lã. Atrás do balcão está Vasco Monteiro, que quer provar que se pode vestir com consciência “mas com pinta”. “Precisamos de abandonar a imagem de que o calçado vegan é chinelo ou Paez, que tem de ser freak. Sempre tive uma preocupação com o estilo”, diz. As botas da Good Guys Don’t Wear Leather, marca francesa  produzida em Portugal, estão nas prateleiras prontas para o Inverno. (Feliz coincidência: na porta ao lado encontra uma mercearia de um casal hindu vegetariano: Kumar e Meeta.)

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  • Moda
  • Bairro Alto
  • preço 2 de 4

Fica em pleno Chiado, mas faça chuva ou faça sol, o ambiente é sempre o mesmo, algures entre Bali e o Rio de Janeiro. É a loja mais veraneante das redondezas: tem um sofá, puffs, uma corda a delimitar a zona de recreio, um aquário e, claro, os calções de banho portugueses que nasceram em 2015 e que a cada ano que passa ganham mais modelos, cores e padrões. 

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  • Moda
  • Princípe Real

Este espaço agora dedicado à moda já foi, nos longínquos anos 70, uma padaria de bairro. Aberta há menos de um mês, a Entourage 41 é um ponto de encontro de marcas independentes: a II (Dois), marca produzida em Portugal e com uma queda para os bordados contemporâneos, a Julie, com básicos versáteis, com um toque de modernidade, confeccionados a partir de tecidos orgânicos ou de stocks parados, e ainda os sacos de Brigitte Tanaka, em organza, bordados com uma leve dose de humor e vindos directamente de Paris.

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  • Avenida da Liberdade
  • preço 3 de 4

O alfaiate italiano mais conhecido do mundo tem dois andares por sua conta em Lisboa. É no primeiro que os ilustres cavalheiros que passeiam pela Avenida da Liberdade podem fazer fatos à medida, com direito a consultoria de imagem. Já no piso térreo espera-os uma generosa selecção das colecções de pronto a vestir da Ermenegildo Zegna. Um luxo italiano que já tem lugar cativo em Lisboa.

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  • Moda
  • Princípe Real

A estética minimalista e a atenção redobrada aos materiais fazem parte dos códigos basilares da Fairly Normal. Com colecções produzidas em Portugal, a marca assentou arraiais na Embaixada, no Príncipe Real, onde apresenta uma selecção de básicos intemporais.

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  • Moda
  • Baixa Pombalina

Apesar de ser uma etiqueta estrangeira, a loja é já um clássico da Baixa, não fosse também esta uma marca de modelitos intemporais, a começar pelo famoso polo. Anos depois da abertura, a Fred Perry da Rua Áurea transformou-se num ponto de passagem obrigatório para todos os aficionados. O espaço passou a receber as colecções mais exclusivas da marca britânica, que até há bem pouco tempo não eram vendidas em Portugal.

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  • Moda
  • Avenida da Liberdade

É uma das mais importantes alfaiatarias internacionais com morada da avenida mais luxuosa da cidade, além de ser também uma das lojas mais bonitas de Lisboa. Além das peças já feitas — que vão dos cortes mais clássicos às soluções mais práticas para o fim-de-semana —, o espaço dispõe de atendimento personalizado, especializado nos fatos por medida.

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  • Moda
  • Princípe Real

Primeiro, a ISTO. saltou do online para o segundo piso da Embaixada. A marca de básicos de moda masculina independente e transparente tem estado a aumentar também a oferta em produtos de algodão orgânico. Uma história que começou com t-shirts, sweatshirts e camisas, mas que já evoluiu para calças e casacos. Entretanto, abriu mais duas lojas: em Campo de Ourique e no Chiado.

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  • Sapatos
  • Chiado

A JAK Shoes  é uma marca 100% portuguesa fundada por dois empreendedores, Isabel Henriques e José Reffoios. Fundada em 2014, abriram mais tarde a flagship no Porto e, em 2021, a loja no coração da Baixa lisboeta. A aposta é num conceito slow fashion, cujo objectivo passa por produzir produtos com maior qualidade e maior durabilidade. A produção das sapatilhas e sapatos da JAK é sustentável e tem base num fabrico artesanal e nacional.

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  • Moda
  • Chiado

É a última aventura de Branko, conhecido DJ e produtor musical lisboeta. A Komum fica em pleno Chiado e junta no mesmo espaço marcas de roupa locais e independentes, ténis de culto (com alguns modelos raros pelo meio) e discos da Enchufada. "Quisemos pegar em histórias de Lisboa e transportá-las para peças de roupa. Qual é a silhueta da cidade? Como é que as pessoas evoluíram? A este hub da cultura local aliámos a cultura dos sneakers, que é algo que faz parte de mim", começa por explicar o responsável à Time Out. Um projecto independente, recanto dedicado à cultura urbana, à música e ao streetwear, a começar pela selecção de marcas de roupa: a linha recentemente lançada por Dino d'Santiago, a JAR Project, uma reinterpretação urbana e contemporânea de velhas máximas populares e as peças de edição limitada do próprio Branko, que destaca o espaço, algures entre as grandes marcas e as linhas de merchandising, como solo cada vez mais fértil para novas investidas criativas.

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  • Chiado

É daqueles que gosta de um boa colecção limitada? Ou de pisar as ruas com aqueles ténis que sabe que só outras três pessoas vão usar igual, por exemplo. A Latte é uma loja de streetwear cheia de pinta e onde muitas das peças são unissexo, mas o foco está nos ténis da Fila, com edições mega limitadas, onde a loja até costuma anunciar o lançamento dos modelos para dar alento aos sneakerheads – o nome que se dá às pessoas que coleccionam ténis. 

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  • Moda
  • Avenida da Liberdade

Esta é uma loja única no mundo da marca do grupo Inditex, e não é por ter um atendimento personalizado com provadores inteligentes ou até um corner da editora alemã Taschen. É única porque o espaço é que ditou o que seria esta Massimo Dutti. O edifício, classificado como Monumento de Interesse Público desde 2012, foi recuperado com um projecto do arquitecto André Caiado (Contacto Atlântico). Já a decoração interior ficou a cargo do estúdio de Lázaro Rosa-Violán. Aqui não há nada que destoe, cada peça, cada cor combina com a sala onde está. Dois exemplos: na Sala Flores, piso 0, talvez a mais pitoresca, estão as cores mais vivas, enquanto na Sala Noite, no piso 1, reinam os tons mais escuros. E há ainda um pequeno jardim nas traseiras do palacete. Percebeu agora porque precisa de tempo para vir a esta loja?

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  • Lojas de segunda mão
  • Chiado
  • preço 2 de 4

É a única loja de segunda mão vintage, em Lisboa, exclusivamente para homem. Além disso, é uma verdadeira caixa de surpresas. Dos donos da famosa Ás de Espadas, a NewJester Vintage exige tempo e paciência para vasculhar cada expositor. Os maiores achados estão onde menos se espera, dos casacos desportivos de outros tempos aos intemporais blusões de cabedal.

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  • Campo de Ourique

As atenções estão todas nas camisas, as estrelas da OtherwiseManuel Ochoa abriu a loja numa das laterais do Mercado de Campo de Ourique para dar casa à marca criada em 2017. As camisas são desenhadas em Portugal e feitas numa fábrica local na Índia, com tecidos indianos. Há três modelos de camisas para deitar o olho: a de manga comprida, a de manga curta básica e outra também de manga curta mas se botões no colarinho. Quanto aos materiais, Manuel tem uma camisa de algodão orgânico, com fibra de bananeira, outras 100% algodão e ainda modelos feitos com block print. Coloridos ou mais discretos, os padrões são irrepetíveis.

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  • Chiado/Cais do Sodré

O nome é como o algodão, não engana nem o leva por outros caminhos que não sejam aqueles que vão dar a São Bento. A Parlamento joga com a democracia de marcas de streetwear como a Carhartt, Stussy, Deus, Brixton, New Balance ou Comme des Garçons, muitas delas difíceis de encontrar em Lisboa e fora do universo online. Os donos, Alexandra e João Figueiredo, já tinham apanhado o comboio da streetwear ainda nos anos 90, com a Big Punch, uma loja que marcou uma geração. Quando esta fechou ficaram apenas com a Carhartt da Baixa, que ainda mantêm. Na Parlamento voltaram às origens, com uma mão cheia de marcas que continuam a apostar nesse estilo, mais clássico do que nas cadeias de fast fashion, criando aquilo a que Alexandra gosta de chamar de “uma assembleia de diálogo de marcas”. 

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  • Moda
  • Chiado

Não é todos os dias que damos de caras com uma nova loja interiamente dedicada à moda masculina. A Refém abriu em pleno Chiado e quer reunir tudo o que um homem precisa para renovar o guarda-roupa. Nos expositores, há marcas nacionais, outras trazem etqieutas estrangeiras, embora sejam feitas em Portugal. As camisas estampadas e os linhos em tons mais sóbrios estão entre os best-sellers estivais. Na estação fria, dão lugar a malhas aconchegantes, numa selecção que mistura itens clássicos com moda casual. Os extras tão logo ao lado – roupa interior, calçado, calções de banho, luvas em pele, uma marca de óculos de sol vinda directamente do Brasil e lenços de seda estampados com detalhes da cidade.

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  • Moda
  • Avenida da Liberdade
  • preço 2 de 4

Começou por ser uma referência no que toca ao vestuário masculino, mas entretanto já se expandiu para o guarda-roupa feminino. Na nova loja da Scalpers na Avenida da Liberdade nem os acessórios ficam de fora. A caveira continua a ser o símbolo da marca espanhola, mas a loja entra directamente para o ranking das mais perfumadas de Lisboa.

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  • Chiado
  • preço 3 de 4

The Feeting Room desceu até Lisboa e mantém-se fiel à nobre missão de servir de montra às marcas e designers nacionais, se bem que os sapatos continuam a ser a alma da casa. Mas a nova loja subiu a outro nível, aquele em que tudo é pensado de raiz para deixar expositores, luzes e balcões no sítio certo e ainda para deixar à vista vestígios dos antigos usos, como o tecto do antigo forno da Panificação do Chiado. O contraste é nítido: o cinzento industrial e o ferro predominam, as plantas suspensas, uma oliveira a dar as boas-vindas logo à entrada e as mesas de madeira a aquecerem o espaço. O resultado final é qualquer coisa que vai além de um simples destino de compras.

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  • Moda
  • Bairro Alto
  • preço 2 de 4

Sempre foi e continua a ser um daqueles destinos de romaria para quem vai às compras ao Bairro Alto. E estilo mais urbano que este, não há. Edwin, Komono, Herschel, Penfield, Arkk e Puma são algumas das marcas expostas. O difícil vai ser escolher entre roupa e acessórios.

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  • Alfama

Há mais de uma década, Filipe e Sérgio começaram a fazer as primeiras peças. Entre elas, calções de banho confeccionados a partir de velhos guarda-chuvas. Depois da lição de reaproveitamento e sustentabilidade, a wetheknot cresceu e tomou conta de todo o guarda-roupa masculino, da roupa aos acessórios. Predominam as peças em algodão orgânico e materiais reciclados e, claro, os calções de banho feitos de guarda-chuvas estragados continuam a ser um best-seller.

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  • Chiado/Cais do Sodré

O Cais do Sodré ganhou um novo indicativo, semelhante ao do Chiado, mas com mais metros quadrados. A loja da +351 em Santos é bastante mais arejada, com espaço para circular livremente entre os charriots que acolhem as criações minimalistas de Ana Penha e Costa, a criadora da marca. Com prints associados ao oceano e o logótipo a dar o ar
da sua graça, as peças são simples e quase todas elas unissexo – há t-shirts, sweats, calças e casacos, os básicos necessários em que deve apostar.

Mais compras em Lisboa

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Reunimos as novas lojas que abriram nos últimos meses para que não perca o fio à meada na hora de renovar o armário, de repensar a decoração da sala ou até mesmo de pensar numa mudança de visual. Há espaços que dão nova vida aos bairros e outras que vão buscar inspiração ao outro lado do mundo ou a outras épocas. Mesmo para aqueles que se preocupam com a sustentabilidade, há sítios à espera de visita. As lojas abriram e nós registámos. Agora é só definir o orçamento e fazer a lista de compras, ou simplesmente deixar-se levar por este roteiro de novidades.

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Poucas peças são tão democráticas e transversais a géneros, idades e estilos como um par de ténis. Dão para ir trabalhar, para ir jantar fora, para sair à noite e até para dar nas vistas numa festa (e o melhor de tudo é que servem para palmilhar Lisboa e as suas sete colinas) – e não só para fazer desporto, como noutros tempos. Mas têm de ser especiais e, em Lisboa, há um punhado de lojas que se especializaram na matéria. Dos modelos mais raros das marcas que todos conhecemos a etiquetas que só os entendidos sonham ter, sem esquecer as marcas portuguesas, estas são as melhores lojas para comprar ténis em Lisboa.

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São lojas com universos próprios, com espaço para moda, decoração, livros, acessórios e até comida. E ninguém se chateia, todos ganham em ver os diferentes produtos reunidos em torno de um único conceito. Se procura uma peça especial, é muito provável que a encontre numa destas concept stores lisboetas, afinal a curadoria é a alma destes negócios e propor objectos que não se encontram ao virar da esquina é a sua especialidade. Resumindo, é uma espécie de elite dentro do roteiro de compras da cidade. Fique a conhecer as melhores concept stores de Lisboa.

Recomendado: As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer

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