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ISTO - Campo de Ourique
Melissa Vieira

As melhores lojas para homem em Lisboa

Porque eles estão cada vez mais vaidosos, fazemos um roteiro pelas melhores lojas para homem em Lisboa

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Da alfaiataria ao streetwear, as lojas de roupa e acessórios exclusivamente dedicadas ao universo masculino estão a crescer a olhos vistos. Com a vaidade aumenta a exigência, por isso neste roteiro pelas melhores lojas para homem em Lisboa também vai encontrar algumas das mais bonitas, além daquelas famosas concept stores onde apetece perder a cabeça e comprar tudo. 

Do fato por medida aos ténis de edição especial, passando pelas marcas atentas à sustentabilidade, os senhores também têm direito a um universo de compras só para eles para poderem encher o armário à vontade.

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As melhores lojas para homem em Lisboa

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  • Lisboa

Bráulio Amado é um ponta de lança do design gráfico nacional: trabalha com o New York Times, a New Yorker e a Vanity Fair. E agora tem um trabalho nos Anjos – o logótipo da Couve, a novidade mais fresca do bairro. É uma loja de vestuário e calçado vegan. Sapatos sem pele; meias, gorros e cachecóis sem lã. Atrás do balcão está Vasco Monteiro, que quer provar que se pode vestir com consciência “mas com pinta”. “Precisamos de abandonar a imagem de que o calçado vegan é chinelo ou Paez, que tem de ser freak. Sempre tive uma preocupação com o estilo”, diz. As botas da Good Guys Don’t Wear Leather, marca francesa  produzida em Portugal, estão nas prateleiras prontas para o Inverno. (Feliz coincidência: na porta ao lado encontra uma mercearia de um casal hindu vegetariano: Kumar e Meeta.)

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O nome é como o algodão, não engana nem o leva por outros caminhos que não sejam aqueles que vão dar a São Bento. A Parlamento joga com a democracia de marcas de streetwear como a Carhartt, Stussy, Deus, Brixton, New Balance ou Comme des Garçons, muitas delas difíceis de encontrar em Lisboa e fora do universo online. Os donos, Alexandra e João Figueiredo, já tinham apanhado o comboio da streetwear ainda nos anos 90, com a Big Punch, uma loja que marcou uma geração. Quando esta fechou ficaram apenas com a Carhartt da Baixa, que ainda mantêm. Na Parlamento voltaram às origens, com uma mão cheia de marcas que continuam a apostar nesse estilo, mais clássico do que nas cadeias de fast fashion, criando aquilo a que Alexandra gosta de chamar de “uma assembleia de diálogo de marcas”. 

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  • Campo de Ourique

As atenções estão todas nelas, todas catitas em charriots, cada uma de sua nação e com tecidos vindos directamente da Índia para Campo de Ourique. Falamos de camisas, a estrela da Otherwise, que quer homens e mulheres a desfilar com atitude na calçada portuguesa. Manuel Ochoa abriu a loja numa das laterais do Mercado de Campo de Ourique para dar casa à marca criada em 2017. As camisas são desenhadas em Portugal e feitas numa fábrica local na Índia, com tecidos indianos. Há três modelos de camisas para deitar o olho: a de manga comprida, a de manga curta básica e outra também de manga curta mas sem botões no colarinho. Quanto aos materiais, Manuel tem uma camisa de algodão orgânico, com fibra de bananeira, outras 100% algodão e ainda modelos feitos com block print, uma técnica indígena onde artesãos cravam em blocos de madeira os padrões e pintam para depois estamparem os tecidos. Coloridos ou mais discretos, os padrões são únicos e irrepetíveis: há para todos os gostos, feitios e usa quem quer, homem ou mulher.

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  • Chiado

A Citadin Shoes é uma marca de sapatos para homens, feitos em Portugal e que está no mercado nacional e internacional desde 2014. Funcionavam só online até abrirem a sua primeira loja na Rua Duques de Bragança, onde pode encontrar as várias propostas de cada colecção – tudo com inspiração nas cidades mais emblemáticas do mundo.  A Citadin Shoes apresenta mais de 20 modelos divididos por quatro categorias (Casual, Smart, Charmer e Boots), todas elas com um toque clássico mas com o conforto a ser posto em primeiro lugar –  exemplo disso é a sola de borracha com pitons que mantém o sentido estético, mas aumenta o conforto.

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  • Chiado

A Oslo é bem portuguesa e tem loja em pleno Chiado, na Rua do Carmo. A praia e todo o universo envolvente é o centro das atenções das colecções de roupa e acessórios da marca. São fortes nos calções de banho com padrões catitas, mas não falham nos do dia-a-dia, nas t-shirts, nas camisas e nos bonés. Dedicam também parte da produção a colecções de mulher com vestidos, macacões, toalhas e outra com calções de banho para miúdos. Se precisar daquelas almofadinhas de praia impermeáveis a Oslo também tem, coloridas que só elas.

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  • Avenida da Liberdade

O atendimento personalizado é um dos bastiões desta Massimo Dutti, uma loja única no mundo da marca do grupo Inditex com provadores inteligentes e até um corner da editora alemã Taschen. Destaque para o serviço de personal tailoring para homem onde é possível fazer fatos e camisas à medida e a gosto. Há ainda personal styling, se o que precisa é aconselhamento sobre o que comprar. Os dois serviços são gratuitos, exigem apenas marcação. E se por acaso mandar fazer à medida, na segunda vez já nem vai precisar de tirar medidas – fica tudo aqui guardado. A par disso recebe todas as colecções da marca.

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  • Chiado/Cais do Sodré

O minimalismo espanhol tem casa no bairro e quem manda é a catalã Marta Lopez-Fanjul, que trouxe para os charriots o design clássico, intemporal e duradouro traduzido em camisolas, calças, saias, camisas, casacos e sobretudos. Tudo isto em algodões puros, caxemira e outros materiais nobres que douram as prateleiras da Shon Mott, marca dos irmãos Pep e Kiko Buxó que Marta trouxe para Lisboa. Os acessórios, incluindo as malas da marca norte-americana de São Francisco Utility Canvas, seguem a mesma linha funcional e minimalista, sem preços proibitivos. À porta está uma tigela com água, vantagem para quem leva o animal de estimação que por aqui é sempre bem-vindo.

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  • Moda
  • Lisboa

É um dos sítios a ir se está farto de borbotos na roupa à segunda lavagem. Contam dois ou três turistas por semana, mas alguns clientes antigos ainda tocam à porta do escritório do fundador Durbalino Figueiredo, do outro lado da rua. Quando estava à frente do negócio, ora estava no armazém, ora no escritório, e assim se criou o hábito. Hoje são os netos Tomás e Tiago Marques que mantêm o espírito de bairro, a qualidade dos artigos e dão um cheirinho de inovação ao negócio de família, apostando em designers emergentes. 

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  • Moda
  • Bairro Alto
  • preço 2 de 4

É uma marca portuguesa e, desde que abriu em pleno Chiado, que os adeptos de Verão o ano todo não querem outra coisa. É que entrar na DCK é uma pequena viagem a um daqueles destinos paradisíacos e, por estes dias, há umas boas dezenas de modelitos a experimentar com mais de 300 padrões. Os produtos são limitados e quando esgotam não são repetidos, por isso é estar de olho neles. Quer mais um fun fact? O Presidente da República é fã da marca e faz questão de se vestir a rigor nos mais variadíssimos mergulhos que dá. 

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  • Chiado

A cadeia de lojas existe desde 2012, altura em que se atingia o auge da “cultura dos shoppings”, onde não existiam lojas especializadas em ténis. Desde essa altura, a marca evoluiu e foram criadas BSTRONG Gold, onde se vendiam apenas edições limitadas e até BSTRONG Kids, loja dedicadas aos miúdos. Actualmente já conta com 15 lojas por todo o país e a bandeira mais recente é no Chiado, a primeira loja de rua, que conta com um leque extenso de produtos e com um segmento mais premium. Encontra por lá marcas como Adidas, Asics, Converse, Crep Protect, Eastpak, Diadora, Fila, Fred Perry, Lacoste, Le Coq Sportif, New Balance, Nike, Puma, Ralph Lauren, Reebok, Merrel, Timberland e Vans.

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  • Campo de Ourique

ISTO já é mais que uma t-shirt. A ISTO já é camisas, casacos e calças, e até já é para mulher também. A ISTO cresceu nas colecções e para os lados, chegando agora a uma esquina de Campo de Ourique, além da primeira loja que tem na Embaixada. A marca portuguesa de básicos mantém a mesma política de sustentabilidade e transparência de sempre, agora com uma segunda casa em Lisboa. Os janelões deixam que tudo fique a descoberto: as cores pastel que são a cara da marca e os charriots com as peças dipostas, tudo o mais minimalista possível. 

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  • Moda
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

Se acha que Lisboa não tem peças especiais para homens, então é porque ainda não conhece a Slou, onde a selecção de marcas internacionais são do mais cool que há. Comme des Garçons, A.P.C. e os ténis de Raf Simons para a Adidas são só uma amostra do que ainda lhe pode soar familiar. Mas há outros campeonatos. Marcas menos conhecidas como a Très Bien e a Gosha Rubchinskiy já chegaram à loja, só para os gostos mais entendidos.

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  • Sapatos
  • Chiado

A Jak Shoes é uma marca 100% portuguesa fundada por dois empreendedores, Isabel Henriques e José Reffoios. Fundada em 2014, abriram mais tarde a flagship no Porto e a loja na Embaixada em Lisboa, já que até aí o universo online era o principal canal de vendas – coisa que retomam agora. A aposta é num conceito slow fashion, cujo objectivo passa por produzir produtos com maior qualidade e maior durabilidade. A produção das sapatilhas e sapatos da JAK é sustentável e tem base num fabrico artesanal e nacional.

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  • Chiado

É daqueles que gosta de um boa colecção limitada? Ou de pisar as ruas com aqueles ténis que sabe que só outras três pessoas vão usar igual, por exemplo. A Latte é uma loja de streetwear cheia de pinta e onde muitas das peças são unissexo, mas o foco está nos ténis da Fila, com edições mega limitadas, onde a loja até costuma anunciar o lançamento dos modelos para dar alento aos sneakerheads – o nome que se dá às pessoas que coleccionam ténis. 

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  • Avenida da Liberdade

É uma estreia em Portugal e fica na Avenida, esta que é a primeira loja da marca italiana de moda masculina. Tem 290m2 e apresenta as linhas Formal e Easy Formal da marca, num espaço clean e bem modernaço, que conta com uma área lounge, onde os clientes podem relaxar e pensar bem no que vão comprar. A Boggi Milano é feita para aqueles senhores cosmopolitas que gostam de envergar aquele look de "vou trabalhar, mas depois tenho um jantar de amigos e preciso de ir bem mas confortável". Está a ver o tipo? A Boggi Milano abriu também um outro espaço, ainda que seja em formato outlet, no Freeport.

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  • Moda
  • Chiado
  • preço 3 de 4

A The Feeting Room desceu até Lisboa e mantém-se fiel à nobre missão de servir de montra às marcas e designers nacionais, se bem que os sapatos continuam a ser a alma da casa. Mas a nova loja subiu a outro nível, aquele em que tudo é pensado de raiz para deixar expositores, luzes e balcões no sítio certo e ainda para deixar à vista vestígios dos antigos usos, como o tecto do antigo forno da Panificação do Chiado. As marcas nacionais estão em maioria, mas não é por isso que a The Feeting Room ergue a bandeira. Há etiquetas estrangeiras já bem conhecidas da casa, quase todas no vestuário, onde a produção caseira continua a ter alguns buracos por preencher. Uma delas, a Daniel Wellington, tem espaço próprio. Esta e todas as outras convivem harmoniosamente, dos sabonetes Claus Porto e dos cadernos Fine & Candy às mochilas da sueca Sandqvist e às peças de desfile de Luís Carvalho.

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  • Chiado/Cais do Sodré

A loja mais recente da +351, no Cais do Sodré, é bastante mais arejada, com espaço para circular livremente entre os charriots que acolhem as criações minimalistas de Ana Penha e Costa, a criadora da marca com indicativo português. Com prints associados ao oceano e o logótipo a dar o ar
da sua graça, as peças são simples e quase todas elas unissexo – há t-shirts, sweats, calças e casacos, os básicos necessários em que deve apostar.

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  • Avenida da Liberdade
  • preço 2 de 4

Havia quem aproveitasse uma escapadinha ao país vizinho para se abastecer nesta loja só para homens. Afinal, a moda espanhola é muito apreciada por estas bandas e a marca sempre soube manter aquelas peças que nenhum homem dispensa no guarda-roupa, dando-lhes um toque muito próprio. Os cavalheiros do século XXI andam de caveira ao peito, usam gravatas às cornucópias e não têm medo de calçar ténis com fato. Assim sendo, bem-vindos à Scalpers.

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  • Lojas de segunda mão
  • Chiado
  • preço 2 de 4

É a única loja de segunda mão vintage, em Lisboa, exclusivamente para homem. Além disso, é uma verdadeira caixa de surpresas. Dos donos da famosa Ás de Espadas, a NewJester Vintage exige tempo e paciência para vasculhar cada expositor. Os maiores achados estão onde menos se espera, dos casacos desportivos de outros tempos aos intemporais blusões de cabedal.

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  • Bairro Alto
  • preço 2 de 4

Sempre foi e continua a ser um daqueles destinos de romaria para quem vai às compras ao Bairro Alto. E estilo mais urbano que este, não há. Edwin, Komono, Herschel, Penfield, Arkk e Puma são algumas das marcas já a postos para o Natal. O difícil vai ser escolher entre roupa e acessórios.

+ As melhores lojas para comprar ténis em Lisboa

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  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade
  • preço 4 de 4

O JNcQUOI tem três andares com tudo e mais alguma coisa: um restaurante, um bar, uma mercearia e uma loja de moda de luxo... só para homens. A loja da Fashion Clinic que ficava no número 192 da Avenida foi substituída pelo novo conceito e, se a antiga casa já tinha uma boa dose de charme, esta então nem se fala. Dolce & Gabbana e Saint Laurent são as marcas estrela, mas o luxo não fica por aí. Há uma montra dedicada a charutos e ainda um serviço de alfaiataria para os homens a quem o pronto-a-vestir não enche as medidas.

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  • Moda
  • Campo de Ourique
  • preço 3 de 4

É verdade, parece que o velho hábito de ir ao alfaiate está de volta, mas com muito sangue novo à mistura. Costumava respirar-se desta tradição lá para os lados de São Bento, agora é em Campo de Ourique. A Alphaiate foi criada por gente nova, mas o mestre, o senhor Alfredo, já soma mais de 50 anos de experiência. Tudo começa com uma visita ao site, onde escolhe cores, padrões, cortes e outros pormenores da futura fatiota. Depois, é só marcar uma hora com o grande alfaiate e tirar as medidas.

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  • Moda
  • Avenida da Liberdade
  • preço 3 de 4

A alfaiataria dos tempos modernos é assim: convidativa, rápida a tirar as medidas e sem receio de ceder aos pedidos mais arrojados. A UOY mudou-se do Príncipe Real para a Avenida da Liberdade (a classe continua lá, mesmo com a mudança de bairro) para fazer deste espaço um sítio mais amigo do homem. Trouxe com ela um catálogo quase infindável de tecidos e o resto, fica ao gosto do freguês, mas atenção que isto não é só vender um simples fato, trata-se de uma experiência personalizada do início ao fim. Faça-se à vida e marque uma visita no site da UOY e terá um Alfaiate Pessoal que o vai guiar pelo maravilhoso mundo da alfaiataria. Os acessórios estão lá para completar o visual e se o que quer é um fato cor-de-laranja, vai mesmo sair de lá com um.

Mais compras em Lisboa

As melhores lojas para comprar ténis em Lisboa
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  • Moda

A moda rebentou e ainda não deu sinais de abrandamento. Basicamente, o mundo percebeu que os ténis são calçado para toda a obra. Dão para ir trabalhar, para ir jantar fora, para sair à noite e até para dar nas vistas numa festa (e o melhor de tudo é que servem para palmilhar Lisboa e as suas sete colinas). Mas têm de ser especiais e, em Lisboa, há um punhado de lojas especialistas na matéria.

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  • Decoração

Lisboa tem algumas das melhores lojas de decoração mesmo à mão de semear. Dos candeeiros às cadeiras, do vintage às linhas mais contemporâneas, as novas tendências já espreitam e se a missão dos próximos tempos é mesmo redecorar então prepare-se para abrir os cordões à bolsa. 

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