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A Outra Face da Lua
Duarte Drago

Nem tudo o que luz é novo. Conheça estas lojas de segunda mão em Lisboa

Dos clássicos sem idade às peças que o fazem viajar no tempo. Recorde outras modas nestas lojas de segunda mão em Lisboa.

Escrito por
Francisca Dias Real
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Nunca se falou tanto em sustentabilidade como agora – não pela falta de aviso, mas pela urgência na mudança de hábitos que nos dizem respeito e que só nós podemos mudar. Comprar em segunda mão ou apostar nas peças vintage não é só sinal de moda, é mais que isso – é reflexo de um comportamento mais sustentável. Recheie o armário nestas lojas de roupa em segunda mão em Lisboa, e quando fizer limpeza do armário, lembre-se que nem tudo é lixo e pode canalizar a sua imaginação para o upcycling, a chamada reutilização criativa que transforma peças ou produtos que já não usa ou em fim de vida em novos materiais.

Recomendado: Comprar usado? Na net também dá: as melhores lojas vintage online

Lojas de segunda mão em Lisboa

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É a única loja de segunda mão vintage, em Lisboa, exclusivamente para homem. Além disso, é uma verdadeira caixa de surpresas. Dos donos da famosa Ás de Espadas, a NewJester Vintage exige tempo e paciência para vasculhar cada expositor. Os maiores achados estão onde menos se espera, dos casacos desportivos de outros tempos aos intemporais blusões de cabedal.
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Na Flamingos Vintage Kilo, quem dita os preços é a balança. A marca espanhola de roupa em segunda mão ao kilo abriu agora a primeira loja em Lisboa. Como funciona este sistema? É simples: os preços variam por categorias (apesar de haver algumas peças com preço único). A balança trata do resto, tal como numa mercearia a granel ou num supermercado. A loja é uma autêntica viagem no tempo, totalmente recheada de relíquias de outras décadas – aqui será difícil encontrar um espaço vazio. Roupa desportiva, camisolas e vestidos coloridos, casacos com cortes clássicos e uma grande selecção de gangas: a ideia é que consiga criar um guarda-roupa só com peças da loja. A juntar, há também uma grande colecção de calçado e vestidos de pedraria e de noiva que abrangem várias décadas do século passado.  

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A Outra Face da Lua mostrou à cidade que do fundo do baú podem sair relíquias com muito estilo: dos brincos gigantes e douradinhos da época às calças de ganga com os mais diversos cortes, vestidos de corte direito, lenços com franjinhas, uma secção só de kimonos e ainda muita roupa desportiva que não podia estar mais na moda. A loja vintage de Carla Belchior na Baixa é uma orgia de cores e padrões de outras décadas e, de tempos a tempos, organiza eventos ligados ao reaproveitamento e à sustentabilidade, como é o caso das iniciativas de upcycling. Eventos que pretendem ajudar a combater o desperdício nesta indústria, onde 80% da roupa produzida acaba a ser queimada em aterros. A loja desafia a clientela a criar novas peças de roupa a partir de outras que já não estão na sua melhor performance. É estar atento às redes sociais d’A Outra Face da Lua.

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A roupa divide-se em várias salas, e nelas, várias épocas. Os mesmos responsáveis pela Ás de Espadas, pela Joker Store e pela Jupiter Shop, Tiago Andrade e Bruno Lopes, decidiram assinalar mais uma morada no mapa lisboeta, desta vez mais direccionado para o streetwear. “Na Heartcore temos um conceito mais jovem, mais edgy e excêntrico”, explica Tiago, que continua a viajar para trazer para as suas lojas peças únicas, sobretudo dos anos 70. Roupa e acessórios que podem ir dos 5€ aos 200€.
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  • Castelo de São Jorge
Fica na Mouraria e é uma perdição para quem, além de roupa vintage, é apaixonado por vinis com uns bons pares de anos. A Tropical Bairro tem exposta nos charriots muita roupa de marcas, quase sempre italianas, e os preços são sempre de amigo, mesmo que a fasquia da peça seja elevada. Camisas, saias, vestidos ou blusões, encontra de tudo. Isto para não falar na secção de discos, essa é extensa.     
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Se um roupeiro com umas quantas peças kitsch for o ideal para quebrar o monopólio da fast-fashion, a Retro City Lisboa é, muito provavelmente, o sítio perfeito para o conseguir. Por lá, no 43 da Rua Maria Andrade, Esther Martinez apresenta uma selecção que vai dos casacos aos cintos, das calças às camisas, t-shirts e calçado, num buffet interminável de cores, materiais e décadas sem necessidade de perder o amor à carteira.

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Esta loja de roupa em segunda mão divide-se entre duas salas e há muito para absorver. As peças de roupa estão penduradas em andaimes coloridos, há cacifos com peças mais desportivas  ou, pasme-se, um balcão de refrigeração desactivado com óculos de sol e bijuteria. Tudo impecavelmente arrumado, a maior parte de marcas bem conhecidas, da Adidas à Marc Jacobs, passando por Prada ou Moschino. E tudo tem um ar necessidade de perder o amor à carteira.

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Pertence aos donos da Ás de Espadas e da NewJester Vintage (todas na Calçada do Carmo), mas dedica-se apenas aos acessórios vintage, dos brincos gigantes aos lenços, pins estilo rock ‘n’ roll ou óculos de sol (sabe, daqueles com as lentes em forma de coração?). Faça as compras dos trapinhos nas lojas vintage da rua e seja extravagante na hora de escolher os acessórios. 
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  • Lisboa

Antes de ser loja, é uma associação sem fins lucrativos que trabalha a favor da proteção do meio ambiente através da reutilização têxtil. A Humana tem os seus próprios contentores, onde se faz posteriormente a selecção da roupa, ou então pode sempre entregar as suas roupas usadas numa das lojas da rede (normalmente até lhe dão um vale de desconto). Em Lisboa há nove lojas, distribuídas por zonas como Arroios, Avenida de Roma ou Avenidas Novas (veja a lista aqui) onde pode encontrar verdadeiros achados em segunda mão – reza a lenda que até peças de grandes designers disfarçadas entre outros modelitos e a preço de amigo.

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Tiago Andrade e Bruno Lopes começaram o seu império de lojas vintage há quase uma década e o pontapé de saída foi dado com a Ás de Espadas, a loja que dedica o seu recheio ao universo feminino, dos anos 20 aos 80. Viaje no tempo entre saias plissadas, blusas de seda ou maiôs coloridos.

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  • Campo de Ourique

Chanel, Valentino, Prada, Gucci, Louis Vuitton – quem sonha ter no armário peças de assinatura, mas não tem orçamento para a Avenida da Liberdade, encontra na Du Chic à Vendre, em  Campo de Ourique, uma bela oportunidade. Os artigos em segunda mão da loja da libanesa Monique Gealland podem chegar aos milhares de euros – são raridades vintage valiosas que nasceram antes dos anos 80 e sobreviveram até agora para ir morar para outros armários.

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  • Grande Lisboa

A pandemia trocou-lhe as voltas, mas a loja resistiu e reabriu portas após o segundo confinamento. No coração do Bairro Alto, a Charade não é só mais uma loja de roupa em segunda mão. A seleção de peças obedece a uma inspiração vintage bem marcada. Quase como se fosse uma máquina do tempo, estes charriots transportam-nos para os anos 40 e 50, as décadas das saias rodadas, dos lenços de seda, dos óculos cateye e do rock'n'roll.

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  • Campo de Ourique

Fica em Campo de Ourique, mesmo junto ao Jardim da Parada, e é um mundo de roupa em segunda-mão que tem de descobrir no bairro. Sob o lema "Reduzir, reutilizar e reciclar", não encontra aqui qualquer peça – a loja baseia-se na comercialização de marcas seleccionadas e a preços convidativos, uma forma de continuar a dar vida e uso a peças de vestuário que já tiveram outras histórias, na casa de outras pessoas. Uma percentagem das vendas remete para o Movimento Rotário.

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  • São Sebastião

Na Troca Moda, em Sebastião, há modelitos para todos os gostos e tamanhos, por isso é bom que vá com tempo porque vai quere olhar cada charriot com atenção. Tem peças com um preço mais elevado, de marcas de designer, ainda que já levem com um valente desconto de roupa usada em cima. 

Mais compras em Lisboa

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  • Estilo de vida

Reunimos marcas sustentáveis que tem de conhecer, desde a cosmética ao calçado passando pelo vestuário feminino, masculino ou infantil, sem esquecer os sapatos ou até mesmo roupa de banho e decoração para a casa. Olhe com atenção para estas estas marcas amigas do ambiente se quiser encher o armário a pensar num consumo sustentável.  

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Chaves, porta-moedas, creme de mãos, carregadores, pastilhas, lenços, snacks, água, canetas, batons ou álcool gel, está aqui uma bela lista de coisas que as malas e carteiras têm por hábito carregar. São autênticas caixinhas de pandora quando abertas, cheia de surpresas que não sabia que andavam por lá, seguindo aquela velha máxima de “cabe sempre mais alguma coisa”. Enfim, as malas são acessórios de moda, é verdade, mas também peças essenciais no dia-a-dia, para carregarmos connosco este mundo e o outro. Já não vale não ter consciência na hora de comprar, por isso mais vale esquecer as marcas que gostam de estampar em letras garrafais o seu nome nas ditas cujas e optar por comprar o que é nosso, comprar português e com consciência. Conheça estas marcas portuguesas de malas e carteiras, das mais clássicas em couro às que recuperam a tradição do junco.

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Bonsais, cactos, árvores de fruto, arbustos, plantas rasteiras, trepadeiras, folhas grandes e miudinhas, tudo para compor as divisões lá de casa ou até mesmo para dar outra vida ao quintal – se for o caso. Esta lista dos melhores sítios para comprar plantas em Lisboa (e arredores) é para os apaixonados pela botânica, é todo um novo harém de clorofila à espera de ganhar casa e que vale a pena visitar. 

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