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Os novos bares em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Juntamos a sede à vontade de conhecer novidades e deixamos-lhe uma lista dos novos bares que abriram em Lisboa

Desordem
©Duarte Drago
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Juntamos a sede de conhecer novidades à vontade de beber cocktails e deixamos-lhe uma lista (em constante actualização) dos novos bares que abriram em Lisboa nos últimos meses. A noite lisboeta está bem viva e a prova disso são os novos hóspedes que vão aparecendo – e ainda bem. As novidades são das mais diversas espécies, dos cocktails e seus derivados à cerveja artesanal. Nesta página espere sempre isto: os bares mais frescos da cidade. Por agora, estes são os novos bares em Lisboa que tem mesmo de conhecer. E se lhe dizemos isto é porque fomos lá, experimentámos e aconselhamos vivamente. Já decidiu onde é que vai beber um copo?

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Os novos bares em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Água de Beber
Manuel Manso
Noite

Água de Beber

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

No final de Agosto, o Água de Beber, um dos mais queridos (e pequenos) bares brasileiros da cidade despediu-se com uma “saideira”, uma festa que durou cinco dias, com concertos dos principais músicos que passaram pela casa no Cais do Sodré ao longo dos seus seis anos de vida. Agora na Rua dos Poiais de São Bento, o novo espaço é tão grande em comparação com o bar anterior (onde as pessoas acabavam por se concentrar na rua) que o conceito se alterou um pouco. Por enquanto, e por causa dos vizinhos, os concertos ainda estão em stand-by. O boteco quer ser conhecido pelos petiscos, como os pastéis de vento (5€ seis), os espetinhos (4-6€), as coxinhas de frango ou de jaca (2€), o quibe frito (5€ oito) e o caldo de feijão (3€) que já era servido no outro bar – com uma novidade, aqui também há caldo de mandioca e de mocotó.

Desordem
©Duarte Drago
Bares, Bares

Desordem

icon-location-pin Cais do Sodré

Chama-se Desordem, e o “nome surgiu em conversa”, diz Luís Gasparinho, “por ficar ao lado da Ordem dos Arquitectos". A cerveja custa 2 euros e os cocktails andam entre os 8 e os 9 euros. Há os da moda, como o Moscow Mule (8€), a Paloma (9€) e o Negroni (8€), bebidas mais caras como a tequila Gran Patron Bordeos (50€) e em breve será anunciada uma nova lista de cocktails de autor. A ideia do bar é acompanhar também a mudança “de qualidade”, diz Luís, que se espera na zona depois da inauguração do hotel que ocupará o quarteirão do lado.

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Collect Bar
©Inês Félix
Bares, Bares

Collect

icon-location-pin Cais do Sodré

É um quatro em um: bar, hamburgueria, loja de discos e rádio. A Collect ocupou o antigo Duplex, no Cais do Sodré e é um dos sítios para sair à noite em Lisboa. No piso de baixo, que dá para a rua, funciona agora uma hamburgueria e um bar de cocktails, aberto do meio-dia às duas da manhã aos dias de semana – três da manhã ao fim-de-semana. Em cima, é uma loja de discos e também o quartel-general da rádio online da Collect, onde se pode assistir in loco aos sets dos DJ convidados.

Machimbombo
©Manuel Manso
Bares

Machimbombo

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

O nome não é fácil, mas uma pesquisa no dicionário Priberam diz-nos que a palavra, de origem onomatopaica, pode vir do inglês “machine pump”. Cheila Tavares e Semi M’Zoughi, atrás do balcão, já faziam parte da equipa criativa da Toca da Raposa, o bar de mixologia de Constança Raposo Cordeiro ali perto, no Chiado. Para já, na carta há 12 cocktails e quatro mocktails, além de vinho (4€ o copo) e cerveja (3€ a mais pequena). Entre as invenções do casal está, por exemplo, o Tariq Puka Puka (10€), com Plantation Blend, bolo de banana e especiarias, um cocktail feito a pensar num dos sócios do bar, “que não gosta de sentir o álcool nas bebidas”

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bares
©Manuel Manso
Bares

Black Sheep

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Lisboa ganhou uma nova ovelha negra. Chama-se Black Sheep e tem espaço suficiente para caberem mais de uma centena de referências de vinhos de produtores nacionais independentes – ovelhas negras do negócio, chamemos-lhe assim. Todas as semanas há cerca de 14 vinhos diferentes a copo (os preços variam entre os 3,50 e os 6,50€) e as garrafas também estão disponíveis para levar para casa. Além disso, há sempre dois cocktails por semana: um fixo, o bastante elogiado Negroni, com um vermute mais intenso, e outro que varia. Para acompanhar, há petiscos como azeitonas, hummus de feijão branco, uma tábua com queijos e enchidos e um queijo de cabra com marmelada.

Musa da Bica
©Inês Félix
Bares, Cervejaria artesanal

Musa - Bica

icon-location-pin Cais do Sodré

Se em Marvila, na fábrica e taproom, o foco continua a ser a cerveja artesanal e a programação musical, com espaço que sobra para concertos e DJ sets, a nova Musa, bastante mais pequena, no espaço da antiga Tasca da Tijúlia, com um balcão e algumas mesas corridas, quer explorar a relação entre a cerveja e a comida. Leonor Godinho, que veio do Feitoria, no Altis Belém, é a responsável pela cozinha, com petiscos que “puxam pela cerveja”. Para o menu desta nova Musa inspirou-se “na vertente artesanal” da marca. “Tentamos fazer ao máximo os nossos próprios fermentados. Fazemos o nosso pastrami, a nossa mostarda e estamos a tentar seguir essa filosofia artesanal”, conta. Todas as semanas há uma salada e uma “fritaria” – por exemplo, puntillitas –, além dos habituais petiscos do menu, servidos a partir das 16.00. Há pãezinhos de queijo e malte (2€) e de chouriço e malte (2,5€) para picar e também bolinhas de falafel de tremoço (3,5€), com molho de iogurte e menta. Para empurrar, há 15 torneiras de cervejas Musa, incluindo a recém-lançada Low Me Tender, mais leve, com 2,5% de álcool, resultado de uma parceria com a cervejeira espanhola Majara. A ideia é que, em breve, e ao contrário do que acontece em Marvila, haja também cervejas de outras marcas, nacionais e internacionais.

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