Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores bares no Cais do Sodré

Os melhores bares no Cais do Sodré

Se não sabe onde beber um copo na cidade, siga as nossas sugestões dos melhores bares no Cais do Sodré

Por Editores da Time Out Lisboa |
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Viking - Espaço
©Anne Louise

O difícil no Cais do Sodré é decidir em que modo lhe queremos fazer uma visita. Ainda por cima com novidades sempre a aparecer. Queremos ver-lhe o rosto pelo almoço, despido de universitários barulhentos? Queremos confrontá-lo já com a luz da lua, entre restaurantes mexicanos e italianos? Não. Atenção, não é que não gostemos dessa hipótese, mas a proposta que aqui lhe fazemos é outra: vá com tudo, vá mais tarde, mas vá procurar o copo para colar à sua mão. E perante essa situação, e a lista que encontra em baixo, basta escolher. Uns podem ser considerados cafés, outros discotecas. Mas afinal, na hora de beber um copo, isso não importa nada. Descubra os melhores bares no Cais do Sodré, dentro e fora das fronteiras da rua cor-de-rosa. 

Recomendado: Os novos bares em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Os melhores bares no Cais do Sodré

1
agua de beber
©Água de Beber Bar/Facebook
Noite

Água de Beber

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Feijoada, caipirinhas, música ao vivo, roda de samba, futebol, samba rock. Apesar de não ser muito grande, no Água de Beber cabem mil e uma actividades e o bar no Cais do Sodré já se tornou o ponto de encontro da comunidade brasileira a viver em Lisboa. Se está com saudades de ouvir alguns clássicos da MPB, este é o sítio certo. Há concertos de bons músicos (a maior parte desconhecidos) mesmo a dias de semana. O melhor? Tudo grátis e pela noite dentro.

2
Bacchanal
©Manuel Manso
Bares

Bacchanal

icon-location-pin Cais do Sodré

Na Roma Antiga, o bacanal era uma celebração em honra de Baco, deus do vinho, que por norma acabava em quilómetros de promiscuidade. Mas neste Bacchanal a ideia não é essa – a não ser que se queira enrolar com vinhos vários. Aí sim. E a avaliar pelos expositores do bar de Victor Cordeiro, é bem possível que acabe a envolver-se com vinhos de inúmeras castas e de todas as regiões vinícolas portuguesas. 

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3
B.leza
©Ben do Rosário
Noite

B.Leza

icon-location-pin Cais do Sodré

Longe vão os tempos em que o B.Leza era um dos rostos do Conde Barão. Desde que está junto ao rio, mesmo ao lado da estação do Cais do Sodré, pode já não ter essa mística e energia, mas mais espaço tem certamente, e continua a ser o lugar de referência para ouvir boa música africana. É daqueles que não engana: sabemos ao que vamos e vamos sempre bem. 

4
esplanada ordem dos arquitectos
©Ana Luzia
Noite, Cafés/bares

Café da Ordem dos Arquitectos

icon-location-pin Cais do Sodré

Bom, este não é o lugar mais dançável do Cais do Sodré, mas é talvez dos espaços mais bem decorados. Também era o que faltava: estamos no Café da Ordem dos Arquitectos, exige-se qualidade na construção. É certo que fecha cedo e se for o caso de estarmos numa daquelas noites em que estamos bem é sentados, talvez fique a saber a pouco. Não se pode ter tudo. É ir ao multibanco e não pedir recibo. Siga a dança. 

 
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5
Shots no cais do pirata
©Lais Pereira
Bares

Cais do Pirata

icon-location-pin Cais do Sodré

No número 4 da Rua de São Paulo, durante anos, venderam-se tachos e panelas. Até que António Costa, também gerente do Viking, decidiu comprar o espaço da antiga loja de loiça. Costa percebeu que faltava um conceito latino ao bairro, daí este Cais do Pirata, que conta com ilustrações do imaginário latino feitas por Pedro Lourenço e Ricardo Reis. O tecto em abóbada, como tem o MusicBox, por exemplo, mantém-se.

6
Caos Bar
©Duarte Drago
Noite

Caos

icon-location-pin Cais do Sodré

Quando imaginamos a rua cor-de-rosa é quase inevitável imaginar turistas, confusão, massa humana, álcool não muito caro – não estamos sequer a falar de qualidade. O Caos quer ser diferente dos outros bares. Tem boa música e tenta aumentar a qualidade daquilo a que estamos habituados (a beber) pela zona. Na lista encontra cocktails de autor, clássicos, licores e, obviamente, cerveja.

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7
copenhagen bar
©Ana Luzia
Noite

Copenhagen

icon-location-pin Cais do Sodré

Há uns anos, o Copenhagen era conhecido pelos seus afters concorridos. Depois, mudou a gerência e o rosto da casa seguiu as pisadas. Agora reina o hip-hop e seus afluentes (dancehall, batida e todos os seus derivados africanos). A programação dura de segunda a domingo, sim, que o Copenhagen nunca fecha. E dá-nos rap nacional e internacional seleccionada por uma carteira de DJs em quem podemos confiar. 

8
crafty, crafty corner
©Manuel Manso
Bares

Crafty Corner

icon-location-pin Cais do Sodré

O Crafty Corner, na Travessa do Corpo Santo, faz companhia ao British Bar e ao Hennessy’s no que à oferta nocturna diz respeito naquele quarteirão. Lá dentro prepare-se para encontrar 12 torneiras com cerveja artesanal portuguesa, constantemente em rotação, além do vinho a copo (4€), gins (7,50-8,50€) e vodka (10€).

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9
Jamaica
©Arlindo Camacho
Noite

Jamaica

icon-location-pin Cais do Sodré

O Jamaica nasceu como bar de alterne em 1971, como mandava a lei do Cais do Sodré. Mas, gradualmente, a coisa foi mudando. Hoje é a nostalgia pop-rock que manda na casa. Por lá, de terça a sábado, passa de tudo. A regra é não parar de dançar. 

10
MusicBox
©Ana Luzia
Noite

MusicBox

icon-location-pin Cais do Sodré

Continua a ser uma caixinha – com uma programação coerente e actual – só deixou de ser uma surpresa. O Musicbox já conta com uma década nas pernas e por isso mesmo assumiu-se como aquela aposta segura, isto é, se não existir nada nessa noite que o entusiasme sabe que pode contar com ele. Seja em modo "vou só ao Musicbox ver um concerto e já venho " ou no modelo clubbing, como quem diz "vou mas conto entrar só lá para às quatro da manhã".

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Palheta
©Duarte Drago
Bares

Palheta

icon-location-pin Cais do Sodré

O projecto liderado por Francisco Martins tem uma bela colecção de vinis de MPB, jazz, música cubana, africana, aos quais se junta o piano Yamaha, que é a estrela da companhia e que pode ser tocado tanto por clientes habituais como por artistas em iniciativas de música ao vivo (que costumam decorrer ao domingo). A decoração é aquele antigo-que-é-cool e os cocktails tanto são clássicos como de autor. É mandar Palheta, no fundo. 

12
Pensão Amor
©Ana Luzia
Noite

Pensão Amor

icon-location-pin Cais do Sodré

Prova de que o velho nem sempre ganha pó, a Pensão Amor é um caso de sucesso no Cais do Sodré: faça chuva ou faça sol é casa cheia. É daqueles sítios para se demorar lá dentro, no espaço onde dantes funcionavam quatro pensões que alugavam quartos à hora a prostitutas e a marinheiros que atracavam por ali. Há um bar de cocktails, concertos de jazz, espectáculos de burlesco, peças de teatro, DJ sets e lançamentos de livros

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13
quiosque cais do sodré
©Manuel Manso
Restaurantes, Cafeteria

Quiosque Cais do Sodré

icon-location-pin Cais do Sodré

O menu e as opções para beber e comer dão a volta à estrutura. Além dos produtos obrigatórios de cafetaria, pastelaria e bar – há ginginha (2€), moscatel (4€) ou vinho do Porto (4,50€), pão de ló e pastel de nata, só para destacar alguns produtos nacionais –, há cocktails com e sem álcool, salgadinhos como croquetes e empanadas, pizzas, chapatas, chouriço assado ou tábuas de presunto e tostas. E comida saudável, das sopas e saladas às muito populares taças de açaí.

14
RIVE ROUGE
©Arlindo Camacho
Bares, Bares

Rive-Rouge

icon-location-pin Cais do Sodré

Foi efectivamente uma das grandes novidades da noite lisboeta em 2016, à altura aberto pela mão do mesmo mentor do Lux, Manuel Reis, mas o conceito era distinto. Entretanto houve mais alterações: as matinés desapareceram e o espaço parece mais afastado da vida primordial, mas música não falta. De Quinta a Domingo, das 22.00 às 04.00, no Time Out Market, é entrar e bater o pé antes de rumar a outras paragens.

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15
Roterdão
©Ana Luzia
Noite

Roterdão Club

icon-location-pin Cais do Sodré

A história do Roterdão é longa. São anos e anos de noites onde a regra é só uma: dançar. Depois de ter estado encerrado para obras e mudança de gerência, reabriu em 2015 com um propósito idêntico: dançar até mais não. Novas são as matinés que decorrem em certos domingos, das 18.00 às 23.00. Nesses dias também há petiscos para não ter de se ir alimentar a outro lado.  

16
sabotage
©Inês Calado Rosa
Noite

Sabotage Club

icon-location-pin Cais do Sodré

Malta do rock, vamos a isso. Esses, por certo, não se desiludirão. Todas as semanas o Sabotage tem concertos e DJ sets desta sonoridade. Depois tem aquela relativa falta de espaço – mediante a afluência de cada noite – que agrada a muito boa gente: uma dança apertada por vezes faz milagres. Último pormenor: fecha às 06.00, quando muitas casas por estas bandas já foram dormir.

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17
Salva-vidas
©DR
Noite

Salva Vidas

icon-location-pin Cais do Sodré

É a primeira capelinha do Cais do Sodré, sobretudo para quem vem da margem sul do Tejo. Ideal para o copo de arranque da noite, aquele engonhar antes do ataque final, antes de se decidir o que se vai seguir. A banda sonora podia ser outra, mas se é isso que temos que suportar para ter uma cerveja a 0.80€ na happy hour, tudo bem. Ah, e as morangoskas. Depois é seguir para o próximo capítulo noturno. 

18
Sol e Pesca
©Ana Luzia
Noite

Sol e Pesca

icon-location-pin Cais do Sodré

Na Rua Cor de Rosa não faltam opções para quem gosta de levar o fígado à natação. Mas ao fim do dia é o Sol & Pesca que concentra atenções. Nesta antiga loja de apetrechos de pesca podem petiscar-se ovas de sardinha, muxama, e até beber um shot de atum: aguardente de medronho e ginja, num cálice, com um pedaço de atum seco para mastigar no fim. Um dos sítios mais populares da nova vida do Cais do Sodré até foi visitado por Anthony Bourdain.

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19
Titanic Sur Mer
©Ana Luzia
Noite

Titanic Sur Mer

icon-location-pin Cais do Sodré

Mais importante de tudo: este bar pertence a Manuel João Vieira. Logo aí, é meio caminho andando para fazer parte de um roteiro obrigatório. A música, por norma, vai bem com os copos e se a maior parte dos clientes do Titanic Sur Mer opta por ir lá acabar a noite, diga-se que inverter a lógica nunca fez mal a ninguém. Estacione o carro, faça um concurso de cervejas no menor tempo possível e não vá ao fundo.

 
20
The Couch
©Francisco Santos
Bares, Bares para ver desporto

The Couch

icon-location-pin Cais do Sodré

Onde antes habitavam os discos vive agora o desporto. E claro, não estamos a falar do digging para samples, estamos a falar de tudo o que pode imaginar que valha à competição desportiva: futebol – americano incluído –, basket, baseball, enfim. Tudo isto  graças aos 32 ecrãs, 2 led walls e mais de 3000 canais onde pode ver quase todo o desporto do mundo. Há cerveja, há petiscos e entradas para dividir, e há muitos nerds desportivos. 

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21
Tokyo no Cais do Sodré
©DR
Noite

Tokyo

icon-location-pin Cais do Sodré

A música é descaradamente nostálgica e nunca se afasta muito da década de 80, para gáudio das muitas caras que frequentam o bar. O palco, onde actuam as bandas residentes e convidadas, está à mesma altura do público, ou seja, não estranhe se vir algum entusiasta querer fazer parte do concerto. O Tokyo faz parte da história dos bares do Cais do Sodré. Respeitemo-la. 

22
Vestigius
©DR
Noite, Cafés/bares

Vestigius

icon-location-pin Cais do Sodré

É este o melhor sítio para fazer trocadilhos e beber gin sem deixar Vestigius. O wine & gin bar tem duas esplanadas cheias de sol (uma no piso de cima) e uma vista privilegiada para o rio. Na carta há uma variedade de quase 90 gins, preparados de várias maneiras. A lista está dividida em secções, como o "gin à antiga", o "põe-te à fresca" ou o "componha o seu gin", com os ingredientes que os clientes podem escolher.

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Viking bar
©Anne Louise
Noite

Viking

icon-location-pin Cais do Sodré

É um clássico do Cais do Sodré e todos se sentem bem-vindos nesta casa. É aqui que – arriscamo-nos a dizer – há o mais aclamado striptease da rua cor-de-rosa (de segunda a sábado à 01.00 e às 03.00 com o show da Mónica). Também há festas temáticas (às quartas) e o karaoke mais original de Lisboa.

Roteiro perfeito pelo Cais do Sodré

Cantina Peruana
©Duarte Drago
Restaurantes

Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

O bairro não pára de crescer e se há coisa que não lhe falta são sítios para comer e beber à grande. Temos já uma panóplia de bons restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo que tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão. Dos clássicos e históricos aos novos projectos, nos restaurantes no Cais de Sodré encontra sugestões para todos os gostos. Mas não estranhe as multidões. Na dúvida, reserve sempre.

Lisbon Five Stars 8 Building
©DR
Restaurantes

Comer o mundo nos restaurantes do 8 Building no Cais do Sodré

Já foi o edifício sede dos CTT mas ganhou novas vidas. No topo há apartamentos de luxo com vistas que se pagam a peso de ouro. No nível térreo, as portas das lojas abrem-se para restaurantes com comida de muitas latitudes. Do Oriente ao Ocidente não esquecendo o Médio Oriente: há Itália, Peru, Japão, um restaurante vegan e outro com preocupações com a saúde. 

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