Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores bares no Cais do Sodré

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Alfaiataria Cais do Sodré
©Duarte Drago

Os melhores bares no Cais do Sodré

Se não sabe onde beber um copo na cidade, siga as nossas sugestões dos melhores bares no Cais do Sodré

Por Editores da Time Out Lisboa
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Se há coisa que o Cais do Sodré tem é múltipla personalidade. Ainda bem, porque é precisamente esse o mote que esperamos de um sítio que reúne meia Lisboa todas as semanas. Aos que gostam de conversa, aos que gostam de copos, aos que querem só uma cerveja depois do trabalho e aos que querem que o sol nasça, este é o lugar perfeito para conjugar as vontades. A agenda também ajuda, com música a ecoar por todos os lados, em dj ou em concerto. E é por isso que deve, obrigatoriamente, uma visita aos melhores bares no Cais do Sodré.

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Os melhores bares no Cais do Sodré

quiosque cais do sodré
quiosque cais do sodré
©Manuel Manso

1. Quiosque Cais do Sodré

Restaurantes Cafeteria Cais do Sodré

O menu e as opções para beber e comer dão a volta à estrutura. Além dos produtos obrigatórios de cafetaria, pastelaria e bar – há ginginha (2€), moscatel (4€) ou vinho do Porto (4,50€), pão de ló e pastel de nata, só para destacar alguns produtos nacionais –, há cocktails com e sem álcool, salgadinhos como croquetes e empanadas, pizzas, chapatas, chouriço assado ou tábuas de presunto e tostas. E comida saudável, das sopas e saladas às muito populares taças de açaí.

esplanada ordem dos arquitectos
esplanada ordem dos arquitectos
©Ana Luzia

2. Café da Ordem dos Arquitectos

Noite Cafés/bares Cais do Sodré

Não é o lugar mais dançável do Cais do Sodré mas é, talvez, dos espaços mais bem decorados. Também era o que faltava: estamos no Café da Ordem dos Arquitectos, exige-se qualidade na construção. É certo que fecha cedo e se for o caso de estarmos numa daquelas noites em que estamos bem é sentados, talvez fique a saber a pouco. Não se pode ter tudo. É ir ao multibanco e não pedir recibo. Siga a dança. 

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The Couch
The Couch
©Francisco Santos

3. The Couch

Bares Bares para ver desporto Cais do Sodré

Onde antes habitavam os discos vive agora o desporto. E claro, não estamos a falar do digging para samples, estamos a falar de tudo o que pode imaginar que valha à competição desportiva: futebol – americano incluído –, basket, baseball, enfim. Tudo isto  graças aos 32 ecrãs, 2 led walls e mais de 3000 canais onde pode ver quase todo o desporto do mundo. Há cerveja, há petiscos e entradas para dividir, e há muitos nerds desportivos. 

4 Caravelas
4 Caravelas
©DR

4. 4 Caravelas

Noite Cafés/bares Cais do Sodré

Aqui, o chão já não é cor-de-rosa, mas a morada é a mesma dos restantes pares, a Rua Nova do Carvalho. Não deixe que isso seja motivo de desânimo, afinal, o 4 Caravelas vale a visita. Ponto a favor: não é preciso "dançar" entre a multidão para chegar até à porta. Segundo ponto a favor: há cocktails para todos os gostos, dos de vodka como o Rude Boy (8€), com Absolut rasperi, Bols cassis, triple sec, sumo de limão, xarope de açúcar, sumo de arando e sumo de laranja, aos de tequila, como o Maple Margarita (8€), com Olmeca Reposado, xarope de agave e sumo de lima.

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A Tabacaria
A Tabacaria
©Ana Luzia

5. A Tabacaria

Bares Gastropubs Cais do Sodré

"Do que é que gosta?" – é assim que começa muitas vezes a incursão neste pequeno mas muito aconchegante bar nas costas do habitualmente confuso Cais do Sodré. Isto porque, nesta tabacaria, além de tabaco, há cocktails personalizados consoante os gostos da freguesia. É certo que aqui também há multidões, e que provavelmente vai acabar por não conseguir sentar-se, mas o mundo é injusto no geral. Se não gosta de surpresas, dê tudo no negroni (8€), no white russian (8€) ou num basil smash (8€). E não se esqueça de ver a carta de petiscos para fazer uma cama decente.

Alfaiataria
Alfaiataria
©Duarte Drago

6. Alfaiataria

Bares Bares Cais do Sodré

Depois de três anos na Rua de São João da Mata, entre Santos e a Lapa, a Alfaiataria teve de encontrar outro espaço porque o prédio onde estava foi vendido. De bar intimista para 40 pessoas – sempre a rebentar pelas costuras – e praticamente museu com máquinas antigas e outras preciosidades ligadas ao corte e costura, a Alfaiataria quadruplicou de tamanho e mudou-se para o Cais do Sodré. O novo espaço, uma antiga loja de peças de tractores e afins na Rua de São Paulo, tem arcos pombalinos, um balcão com nove metros, uma zona para dançar e uma sala de jogos com mesa de snooker. 

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Vestigius
Vestigius
©DR

7. Vestigius

Noite Cafés/bares Cais do Sodré

É este o melhor sítio para fazer trocadilhos e beber gin sem deixar Vestigius. O restaurante e bar tem duas esplanadas cheias de sol (uma no piso de cima) e uma vista privilegiada para o rio. Na carta há uma variedade de 11 gins, além dos clássicos whiskeys e cocktails para garantir que tem o arranque ideal para o resto da noite.

Salva-vidas
Salva-vidas
©DR

8. Salva Vidas

Noite Cais do Sodré

É a primeira capelinha do Cais do Sodré, sobretudo para quem vem da margem sul do Tejo. Ideal para o copo de arranque da noite, aquele engonhar antes do ataque final, antes de se decidir o que se vai seguir. A banda sonora podia ser outra, mas se é isso que temos que suportar para ter uma cerveja a 0.80€ na happy hour, tudo bem. Ah, e as morangoskas. Depois é seguir para o próximo capítulo noturno. 

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pensão amor
pensão amor
©Inês Calado Rosa

9. Pensão Amor

Noite Cais do Sodré

Prova de que o velho nem sempre ganha pó, a Pensão Amor é um caso de sucesso no Cais do Sodré: faça chuva ou faça sol é casa cheia. É daqueles sítios para se demorar lá dentro, no espaço onde dantes funcionavam quatro pensões que alugavam quartos à hora a prostitutas e a marinheiros que atracavam por ali. Há um bar de cocktails, concertos de jazz, espectáculos de burlesco, peças de teatro, DJ sets e lançamentos de livros

Bacchanal
Bacchanal
©Manuel Manso

10. Bacchanal

Bares Cais do Sodré

Na Roma Antiga, o bacanal era uma celebração em honra de Baco, deus do vinho, que por norma acabava em quilómetros de promiscuidade. Mas neste Bacchanal a ideia não é essa – a não ser que se queira enrolar com vinhos vários. Aí sim. E a avaliar pelos expositores do bar de Victor Cordeiro, é bem possível que acabe a envolver-se com vinhos de inúmeras castas e de todas as regiões vinícolas portuguesas. 

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Cais do Pirata
Cais do Pirata
©Ana Luzia

11. Cais do Pirata

Bares Cais do Sodré

No número 4 da Rua de São Paulo, durante anos, venderam-se tachos e panelas. Até que António Costa, também gerente do Viking, decidiu comprar o espaço da antiga loja de loiça. Costa percebeu que faltava um conceito latino ao bairro, daí este Cais do Pirata, que conta com ilustrações do imaginário latino feitas por Pedro Lourenço e Ricardo Reis. O tecto em abóbada, como tem o MusicBox, por exemplo, mantém-se.

Caos Bar
Caos Bar
©Duarte Drago

12. Caos

Noite Cais do Sodré

Quando imaginamos a rua cor-de-rosa é quase inevitável imaginar turistas, confusão, massa humana, álcool não muito caro – não estamos sequer a falar de qualidade. O Caos quer ser diferente dos outros bares. Tem boa música e tenta aumentar a qualidade daquilo a que estamos habituados (a beber) pela zona. Na lista encontra cocktails de autor, clássicos, licores e, obviamente, cerveja.

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crafty, crafty corner
crafty, crafty corner
©Manuel Manso

13. Crafty Corner

Bares Cais do Sodré

O Crafty Corner, na Travessa do Corpo Santo, faz companhia ao British Bar e ao Hennessy’s no que à oferta nocturna diz respeito naquele quarteirão. Lá dentro prepare-se para encontrar 12 torneiras com cerveja artesanal portuguesa, constantemente em rotação, além do vinho a copo (4€), gins (7,50-8,50€) e vodka (10€).

Palheta
Palheta
©Duarte Drago

14. Palheta

Bares Cais do Sodré

O projecto liderado por Francisco Martins tem uma bela colecção de vinis de MPB, jazz, música cubana, africana, aos quais se junta o piano Yamaha, que é a estrela da companhia e que pode ser tocado tanto por clientes habituais como por artistas em iniciativas de música ao vivo (que costumam decorrer ao domingo). A decoração é aquele antigo-que-é-cool e os cocktails tanto são clássicos como de autor. É mandar Palheta, no fundo. 

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Jamaica
Jamaica
©Arlindo Camacho

15. Jamaica

Noite Cais do Sodré

O Jamaica nasceu como bar de alterne em 1971, como mandava a lei do Cais do Sodré. Mas, gradualmente, a coisa foi mudando. Entretanto sobreviveu ao tempo, ganhou novo fôlego, trazido em parte pela muita fauna estrangeira, sem nunca perder a identidade. Hoje é a nostalgia pop-rock que manda na casa. Por lá, de terça a sábado, passa de tudo. A regra é não parar de dançar. 

Roterdão
Roterdão
©Ana Luzia

16. Roterdão Club

Noite Cais do Sodré

A história do Roterdão é longa. São anos e anos de noites onde a regra é só uma: dançar. Depois de ter estado encerrado para obras e mudança de gerência, reabriu em 2015 com um propósito idêntico: dançar até mais não. Novas são as matinés que decorrem em certos domingos, das 18.00 às 23.00. Nesses dias também há petiscos para não ter de se ir alimentar a outro lado.  

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sabotage
sabotage
©Inês Calado Rosa

17. Sabotage Club

Noite Cais do Sodré

Malta do rock, vamos a isso. Esses, por certo, não se desiludirão. Todas as semanas o Sabotage tem concertos e DJ sets desta sonoridade. Depois tem aquela relativa falta de espaço – mediante a afluência de cada noite – que agrada a muito boa gente: uma dança apertada por vezes faz milagres. Para já, o futuro da casa está incerto, com a mudança a ser quase certa. Mas bem ao espírito rock n' roll, o Sabotage não foi ao chão e continua a lutar para se manter como um dos (poucos) simbolos do género em Lisboa.

Tokyo
Tokyo
©InêsCaladoRosa

18. Tokyo

Noite Cais do Sodré

A música é descaradamente nostálgica e nunca se afasta muito da década de 80, para gáudio das muitas caras que frequentam o bar. O palco, onde actuam as bandas residentes e convidadas, está à mesma altura do público, ou seja, não estranhe se vir algum entusiasta querer fazer parte do concerto. O Tokyo faz parte da história dos bares do Cais do Sodré e da cidade. Respeitemo-la. 

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copenhagen bar
copenhagen bar
©Ana Luzia

19. Copenhagen

Noite Cais do Sodré

Há uns anos, o Copenhagen era conhecido pelos seus afters concorridos. Depois, mudou a gerência e o rosto da casa seguiu as pisadas. Agora reina o hip-hop e seus afluentes (dancehall, batida e todos os seus derivados africanos). A programação dura de segunda a domingo, sim, que o Copenhagen nunca fecha. E dá-nos rap nacional e internacional seleccionada por uma carteira de DJs em quem podemos confiar. 

Viking bar
Viking bar
©Anne Louise

20. Viking

Noite Cais do Sodré

É um clássico do Cais do Sodré e todos se sentem bem-vindos nesta casa. É aqui que – arriscamo-nos a dizer – há o mais aclamado striptease da rua cor-de-rosa (de segunda a sábado à 01.00 e às 03.00 com o show da Mónica). Também há festas temáticas (às quartas) e o karaoke mais original de Lisboa, à segunda. Não se envergonhe e suba a palco. Durante o karaoke, claro está.

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MusicBox
MusicBox
©Ana Luzia

21. MusicBox

Noite Cais do Sodré

A caixinha de música da rua cor-de-rosa tem uma das mais generosas programações de concertos e estica-se noite dentro. Não vamos utilizar aqui a expressão “ecléctica” para definir a oferta do Musicbox porque estamos a guardar essa expressão para quando alguém que conhecemos mal quiser falar de música – “gosto de tudo, sou muito ecléctico”. A discoteca inaugurada em 2006 tem música todos os dias da semana, excepto ao domingo, e é dos espaços que vai para a cama mais tarde.

B.leza
B.leza
©Ben do Rosário

22. B.Leza

Noite Cais do Sodré

Longe vão os tempos em que o B.Leza era um dos rostos do Conde Barão. Desde que está junto ao rio, mesmo ao lado da estação do Cais do Sodré, pode já não ter essa mística e energia, mas mais espaço tem certamente, e continua a ser o lugar de referência para ouvir boa música africana. É daqueles que não engana: sabemos ao que vamos e vamos sempre bem. 

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Titanic Sur Mer
Titanic Sur Mer
©Ana Luzia

23. Titanic Sur Mer

Noite Cais do Sodré

Mais importante de tudo: este bar pertence a Manuel João Vieira. Logo aí, é meio caminho andando para fazer parte de um roteiro obrigatório. A música, por norma, vai bem com os copos e se a maior parte dos clientes do Titanic Sur Mer opta por ir lá acabar a noite, diga-se que inverter a lógica nunca fez mal a ninguém. Estacione o carro, faça um concurso de cervejas no menor tempo possível e fique para acompanhar a intensidade de agenda. É provável que tenha uma agradável surpresa.

 
RIVE ROUGE
RIVE ROUGE
©Arlindo Camacho

24. Rive Rouge

Bares Bares Cais do Sodré

Durante algum tempo, João Fernandes, aka DJ Kamala, andou a fugir ao Cais do Sodré, refugiando-se em espaços como o Radio-Hotel e o Bosq, onde conseguiu criar um público fiel. Mas quando surgiu a possibilidade de tomar as rédeas do clube que Manuel Reis abriu em 2014, não quis deixar escapar a oportunidade e aceitou o desafio. “Mantivemos o nome Rive-Rouge pelo respeito e carinho que tínhamos ao Manuel Reis, mas abrimos portas com uma estética musical mais abrangente, nova decoração e um público diferente”, explica João Fernandes. E para esta nova fase do Rive-Rouge, ele e o irmão Paulo quiseram criar um híbrido que possa numa noite funcionar como um clube com uma festa para 700 pessoas, no dia seguinte ser um gastro-bar pronto a receber uma centena delas e à tarde dar para beber um cocktail e picar algo na esplanada. “Queremos que as pessoas venham ter connosco diariamente com propósitos diferentes”, explica Kamala.

Roteiro perfeito pelo Cais do Sodré

Cantina Peruana
©Duarte Drago

Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

Restaurantes

O bairro não pára de crescer e se há coisa que não lhe falta são sítios para comer e beber à grande. Temos já uma panóplia de bons restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo que tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão. Dos clássicos e históricos aos novos projectos, nos restaurantes no Cais de Sodré encontra sugestões para todos os gostos. Mas não estranhe as multidões. Na dúvida, reserve sempre.

Time Out Market: o melhor dos próximos dias

Coisas para fazer

Em dez mil metros quadrados de Time Out Market há sempre muita coisa a acontecer. Muito mais do que comida e bebida. A Academia Time Out, por exemplo, vai estar animada nos próximos dias, com workshops e cursos de cozinha. Claro está que pode apenas passear pelos corredores do mercado, que tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, ou beber um cocktail no Time Out Bar. 

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