Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores bares no Cais do Sodré

Os melhores bares no Cais do Sodré

Se não sabe onde beber um copo no Cais do Sodré, siga as nossas sugestões

Caos
Duarte Drago
Por Editores da Time Out Lisboa |
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O difícil no Cais do Sodré é decidir em que modo lhe queremos fazer uma visita. Ainda por cima, com novidades sempre a aparecer. Queremos ver-lhe o rosto pelo almoço, despido de universitários barulhentos? Queremos confrontá-lo já com a luz da lua, entre restaurantes mexicanos e italianos? Não. Atenção, não é que não gostemos dessa hipótese, mas a proposta que aqui lhe fazemos é outra: vá com tudo, vá mais tarde, mas vá procurar o copo para colar à sua mão. E perante essa situação, e a lista que encontra em baixo, basta escolher. Uns podem ser considerados cafés, outros discotecas. Mas afinal, na hora de beber um copo, isso não importa nada. Descubra os melhores bares no Cais do Sodré, dentro e fora das fronteiras da rua cor-de-rosa. 

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Os melhores bares no Cais do Sodré

quiosque cais do sodré
©Manuel Manso
Restaurantes, Cafeteria

Quiosque Cais do Sodré

icon-location-pin Cais do Sodré

O menu e as opções para beber e comer dão a volta à estrutura. Além dos produtos obrigatórios de cafetaria, pastelaria e bar (há ginginha, moscatel ou vinho do Porto, pão de ló e pastel de nata, só para destacar alguns produtos nacionais), há cocktails com e sem álcool, salgadinhos como croquetes e empanadas, pizzas, chapatas, chouriço assado ou tábuas de presunto e tostas. E comida saudável, das sopas e saladas às muito populares taças de açaí.

Vestigius
©DR
Noite, Cafés/bares

Vestigius

icon-location-pin Cais do Sodré

É este o melhor sítio para fazer trocadilhos e beber gin sem deixar Vestigius. O wine & gin bar tem duas esplanadas cheias de sol (uma no piso de cima) e uma vista privilegiada para o rio. Na carta há uma variedade de quase 90 gins, preparados de várias maneiras. A lista está dividida em secções, como o "gin à antiga", o "põe-te à fresca" ou o "componha o seu gin", com os ingredientes que os clientes podem escolher.

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Palheta
©Duarte Drago
Bares

Palheta

icon-location-pin Cais do Sodré

O projecto liderado por Francisco Martins tem uma bela colecção de vinis de MPB, jazz, música cubana, africana, aos quais se junta o piano Yamaha, que é a estrela da companhia e que pode ser tocado tanto por clientes habituais como por artistas em iniciativas de música ao vivo (que costumam decorrer ao domingo). A decoração é aquele antigo-que-é-cool e os cocktails tanto há os clássicos como os de autor. É mandar Palheta, no fundo. 

crafty, crafty corner
©Manuel Manso
Bares

Crafty Corner

icon-location-pin Cais do Sodré

A febre da cerveja artesanal continua a enfermar Lisboa. E nunca foi tão proveitosa. O Crafty Corner fica na Rua Bernardino Costa, antes do Corpo Santo e da Rua do Arsenal, e faz companhia ao British Bar e ao Hennessy’s no que à oferta nocturna diz respeito naquele quarteirão. Há 12 torneiras apenas com marcas de cerveja artesanal lisboeta.

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esplanada ordem dos arquitectos
©Ana Luzia
Noite, Cafés/bares

Café da Ordem dos Arquitetos

icon-location-pin Cais do Sodré

Bom, este não é o lugar mais dançável do Cais do Sodré, mas é talvez dos espaços mais bem decorados. Também era o que faltava: estamos no Café da Ordem dos Arquitetos, exige-se qualidade na construção. É certo que fecha cedo e se for o caso de estarmos numa daquelas noites em que estamos bem é sentados, talvez fique a saber a pouco. Não se pode ter tudo. É ir ao multibanco e não pedir recibo. Siga a dança. 

 
Sol e Pesca
©Ana Luzia
Noite

Sol e Pesca

icon-location-pin Cais do Sodré

Na Rua Cor de Rosa não faltam opções para quem gosta de levar o fígado à natação. Mas ao fim do dia é o Sol & Pesca que concentra atenções. Nesta antiga loja de apetrechos de pesca pode-se petiscar ovas de sardinha, muxama, e até beber um shot de atum: aguardente de medronho e ginja, num cálice, com um pedaço de atum seco para mastigar no fim. Um dos sítios mais populares da nova vida do Cais do Sodré até foi visitado por Anthony Bourdain.

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O Bom, O Mau e O Vilão
©Ana Luzia
Noite

O Bom, O Mau e O Vilão

icon-location-pin Cais do Sodré

Indie sessions, good vibe sessions, jam sessions... É escolher as sessões que mais lhe agradam e instalar-se numa das salas de O Bom, O Mau e O Vilão como se estivesse numa das divisões da sua casa. O bar do Cais do Sodré abriu no fim de Novembro de 2013 com uma programação que vai desde sessões de cinema (as sessões Shortcutz acontecem ali às terças) a concertos de jazz a dias de semana — tudo com entrada gratuita.

Pensão Amor
©Ana Luzia
Noite

Pensão Amor

icon-location-pin Cais do Sodré

O velho nem sempre ganha pó. A Pensão Amor é um caso de sucesso no Cais do Sodré, faça chuva ou faça sol é casa cheia. É – olhe o nome a dar-lhe a dica – um lugar onde o engate é regular. Também serve os comprometidos que querem pouca conversa com estranhos, aqueles que preferem estar de mãos dadas a mandar copos abaixo. Resta saber se quer começar já essa luta com o uísque.

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The Couch
©Francisco Santos
Bares, Bares para ver desporto

The Couch

icon-location-pin Cais do Sodré

Onde antes habitavam os discos, vivem agora os jogos. No lugar da extinta Trem Azul nasceu o The Couch, o novo sports bar da cidade com 32 ecrãs, 2 led walls, mais de 3000 canais onde pode ver quase todo o desporto do mundo. Há cerveja, há petiscos e entradas para dividir, e há muitos nerds desportivos. 

Caos Bar
©Duarte Drago
Noite

Caos

icon-location-pin Cais do Sodré

O Caos quer ser diferente dos outros bares da Rua Cor-de-Rosa, diz o barman Daniel: "É para o pessoal que está farto da confusão e quer estar mais tranquilo, com outro tipo de ambiente. Tem boa música e também tenta aumentar a qualidade daquilo a que estamos habituados [a beber] no Cais do Sodré.” Em breve, do balcão coberto com máscaras de mergulho, vão começar a sair alguns petiscos além dos cocktails de assinatura.

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agua de beber
@Água de Beber Bar/Facebook
Noite

Água de Beber

icon-location-pin Cais do Sodré

Feijoada, caipirinhas, música ao vivo, roda de samba, futebol, samba rock. Apesar de não ser muito grande, no Água de Beber cabem mil e uma actividades e o bar no Cais do Sodré já se tornou o ponto de encontro da comunidade brasileira a viver em Lisboa. Se está com saudades de ouvir alguns clássicos da MPB, este é o sítio certo. Há concertos de bons músicos (a maior parte desconhecidos) mesmo a dias de semana. O melhor? Tudo grátis e pela noite dentro.

Salva-vidas
©DR
Noite

Salva Vidas

icon-location-pin Cais do Sodré

É a primeira capelinha do Cais do Sodré, sobretudo para quem vem da margem do Rio Tejo. Ideal para o copo de arranque da noite, aquele engonhar antes do ataque final, antes de se decidir o que se vai seguir. A banda sonora podia ser outra  mas se é isso que temos que suportar para ter uma cerveja a 0.80€ na happy hour, tudo bem. Ah, e as morangoskas. Depois é seguir para o próximo capítulo noturno. 

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Shots no cais do pirata
©Lais Pereira
Bares

Cais do Pirata

icon-location-pin Cais do Sodré

No número 4 da Rua de São Paulo, durante anos, venderam-se tachos e panelas. Até que António Costa, também gerente do Viking (e já antes, do Tokyo, que entretanto largou), decidiu comprar o espaço da antiga loja de loiça. Costa percebeu que faltava um conceito latino ao bairro, daí este Cais do Pirata, que conta com ilustrações do imaginário latino feitas por Pedro Lourenço e Ricardo Reis. O tecto em abóboda, como tem o MusicBox, por exemplo, mantém-se.

Bacchanal
©Manuel Manso
Bares

Bacchanal

icon-location-pin Cais do Sodré

Na Roma Antiga, o bacanal era uma celebração em honra de Baco, deus do vinho, que por norma acabava em quilómetros de promiscuidade. Mas neste novo Bacchanal a ideia não é essa – a não ser que se queira enrolar com vinhos vários. Aí sim. E a avaliar pelos expositores do novo bar de Victor Cordeiro, é bem possível que acabe a envolver-se com vinhos de inúmeras castas e de todas as regiões vinícolas portuguesas. 

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Viking bar
©Anne Louise
Noite

Viking

icon-location-pin Cais do Sodré

É um clássico do Cais do Sodré e todos se sentem bem-vindos nesta casa. É aqui que – arriscamo-nos a dizer – há o mais aclamado striptease da Rua cor-de-rosa (de segunda a sábado à 1.00 e às 3.00 com o show da Mónica). A não faltar estão as festas temáticas (às quartas) e o karaoke mais original de Lisboa.

sabotage
©Inês Calado Rosa
Noite

Sabotage Club

icon-location-pin Cais do Sodré

Malta do rock, vamos a isso. Esses, por certo, não se desiludirão. Todas as semanas o Sabotage é uma das referências no que aos concertos ou DJ sets ligados a esta sonoridade. Depois tem aquela relativa falta de espaço – mediante a afluência de cada noite – que agrada a muito boa gente: uma dança apertada por vezes faz milagres. Último pormenor: fecha às 06.00, quando muitas casas por estas bandas já foram dormir.

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copenhagen bar
©Ana Luzia
Noite

Copenhagen

icon-location-pin Cais do Sodré

Há uns anos, o Copenhagen era conhecido pelos seus afters concorridos. Depois, Guilherme Clara agarrou no espaço e mudou-lhe o rosto. Agora reina o hip-hop e seus afluentes (dancehall, batida e todos os seus derivados africanos). A programação dura de segunda a domingo, sim, que o Copenhagen nunca fecha. E dá-nos rap nacional e internacional seleccionada por uma carteira de DJs em quem podemos confiar. 

Tokyo no Cais do Sodré
©DR
Noite

Tokyo

icon-location-pin Cais do Sodré

A música é descaradamente nostálgica e nunca se afasta muito da década de 80, para gáudio das muitas caras que frequentam o bar. O palco, onde actuam as bandas residentes e convidadas, está à mesma altura do público, ou seja, não estranhe se vir algum entusiasta querer fazer parte do concerto. O Tokyo faz parte da história dos bares do Cais do Sodré. Respeitemo-la. 

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Jamaica
©Arlindo Camacho
Noite

Jamaica

icon-location-pin Cais do Sodré

O Jamaica nasceu como bar de alterne em 1971, como manda a lei do Cais do Sodré mas, gradualmente, a coisa foi mudando. É o reggae que manda na casa, mas não só. Por lá, de terça a sábado, passa de tudo. A regra é não parar de dançar. 

Roterdão
©Ana Luzia
Noite

Roterdão Club

icon-location-pin Cais do Sodré

A história do Roterdão na Rua Nova do Carvalho (vulga Rua Cor de Rosa) é longa. São anos e anos de noites onde a regra é só uma: dançar. Depois de ter estado encerrado para obras e mudança de gerência, reabriu em 2015 com um propósito idêntico: dançar até mais não. Novas são as matinés que decorrem em certos domingos, das 18h às 23h. Nesses dias também há petiscos para não ter de se ir alimentar a outro lado.  

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MusicBox
©Ana Luzia
Noite

MusicBox

icon-location-pin Cais do Sodré

Continua a ser uma caixinha – com uma programação coerente e actual – só deixou de ser uma surpresa. O Musicbox já conta com uma década nas pernas e por isso mesmo assumiu-se como aquela aposta segura, isto é, se não existir nada nessa noite que o entusiasme sabe que pode contar com ele. Seja em modo "vou só ao Musicbox ver um concerto e já venho " ou no modelo clubbing, "vou mas conto entrar só lá para às 04.00".

B.leza
©Ben do Rosário
Noite

B. Leza

icon-location-pin Cais do Sodré

Longe vão os tempos em que o B. Leza era um dos rostos do Conde Barão. Desde que está junto ao rio, mesmo ao lado da estação do Cais do Sodré, pode já não ter essa mística e energia, mas mais espaço tem certamente, e continua a ser o lugar de referência para ouvir boa música africana. É daqueles que não engana: sabemos ao que vamos e vamos sempre bem. 

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Titanic Sur Mer
©Ana Luzia
Noite

Titanic Sur Mer

icon-location-pin Cais do Sodré

Mais importante de tudo: este bar pertence a Manuel João Vieira. Logo aí, é meio caminho andando para fazer parte de um roteiro obrigatório. A música, por norma, vai bem com os copos e se a maior parte dos clientes do Titanic Sur Mer opta por ir lá acabar a noite, diga-se que inverter a lógica nunca fez mal a ninguém. Estacione o carro, faça um concurso de cervejas no menor tempo possível e não vá ao fundo.

 
RIVE ROUGE
©Arlindo Camacho
Bares, Bares

Rive-Rouge

icon-location-pin Cais do Sodré

É o irmão mais novo do Luxfrágil e foi, efectivamente, uma das grandes novidades da noite lisboeta em 2016, mas o conceito é distinto do primogénito. É das 21.00 às 04.00, no Time Out Market, para um digestivo (em modo bebida ou em modo dança) depois do jantar. Isto pode ter dois significados: a) às 04.00, o fim da noite, de uma noite mais calma; b) uma primeira etapa à qual se segue uma outra, até mais tarde, noutra casa.

Roteiro perfeito pelo Cais do Sodré

Lisbon Five Stars 8 Building
©DR
Restaurantes

Comer o mundo nos restaurantes do 8 Building no Cais do Sodré

Já foi o edifício sede dos CTT mas ganhou novas vidas. No topo há apartamentos de luxo com vistas que se pagam a peso de ouro. No nível térreo, as portas das lojas abrem-se para restaurantes com comida de muitas latitudes. Do Oriente ao Ocidente não esquecendo o Médio Oriente: há italianos, um peruano, japonês, um restaurante vegan e outro com preocupações com a saúde. 

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