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Alfaiataria - Cocktail Retalho
©Manuel MansoCocktail Retalho da Alfaiataria

Os melhores bares no Cais do Sodré

Se está perdido no meio de tanta oferta, siga o nosso roteiro com os melhores bares no Cais do Sodré.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Se há coisa que o Cais do Sodré tem é múltipla personalidade. Ainda bem, porque é precisamente esse o mote que esperamos de um sítio que reúne meia Lisboa todas as semanas. Aos que gostam de conversa, aos que gostam de copos, aos que querem só uma cerveja depois do trabalho e aos que querem que o sol nasça, este é o lugar perfeito para conjugar as vontades. A agenda também ajuda, com música a ecoar por todos os lados, em DJ ou em concerto. E é por isso que deve programar, com a maior brevidade possível, uma visita aos melhores bares no Cais do Sodré.

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Os melhores bares no Cais do Sodré

  • Bares
  • Gastropubs
  • Cais do Sodré

"Do que é que gosta?" – é assim que começa muitas vezes a incursão neste pequeno mas muito aconchegante bar nas costas do habitualmente confuso Cais do Sodré. Isto porque, nesta tabacaria, além de tabaco, há cocktails personalizados consoante os gostos da freguesia. É certo que aqui também há multidões, e que provavelmente vai acabar por não conseguir sentar-se, mas o mundo é injusto no geral. Se não gosta de surpresas, dê tudo no negroni (8€), no white russian (8€) ou num basil smash (8€). E não se esqueça de ver a carta de petiscos para fazer uma cama decente. 

  • Bares
  • Bares
  • Cais do Sodré

Depois de três anos na Rua de São João da Mata, entre Santos e a Lapa, a Alfaiataria veio parar ao Cais do Sodré. De bar intimista para 40 pessoas – sempre a rebentar pelas costuras – e praticamente museu com máquinas antigas e outras preciosidades ligadas ao corte e costura, a Alfaiataria quadruplicou de tamanho e mudou-se em Outubro para o Cais do Sodré. O espaço, uma antiga loja de peças de tractores e afins na Rua de São Paulo, tem arcos pombalinos, um balcão com nove metros, uma zona para dançar e uma sala de jogos com mesa de snooker. 

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  • Bares
  • Cais do Sodré

Depois de semear o caos criativo em Alfama, o Antù rumou ao Cais do Sodré, onde assentou arraiais com cocktails, finger food, festas e DJs convidados (que não precisam de esperar pelo cair da noite para começar), pop-ups de marcas independentes, exposições e visionamentos de filmes. Tudo isto num único sítio, com a descontracção a que esta casa já habituou a cidade.

  • Bares
  • Cais do Sodré

Na Roma Antiga, o bacanal era uma celebração em honra de Baco, o deus do vinho, que muito facilmente terminava numa orgia. Mas este Bacchanal não tem nada a ver com isso, até porque depois de abrir portas vocacionado para os vinhos, virou-se para os cocktails, seguindo a grande tendência do momento.

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  • Bares
  • Cais do Sodré

O Boavista Social club abriu em Novembro de 2021 e é claramente um sítio que reflecte as tendências e gostos de uma Lisboa em mudança. Além das especialidades do chef francês Marc Le Rohellec, praticamente todas para partilhar e com ingredientes locais e sazonais, são os vinhos naturais e os sets de jazz, disco, soul e hip hop que ajudam a levar as noites a bom porto. Conte com muitos discos de vinil e com a descontracção própria do Cais do Sodré.

  • Noite
  • Cais do Sodré

Há uns anos, o Copenhagen era conhecido pelos seus afters concorridos. Depois, mudaram-lhe o rosto. Agora, reina o hip-hop e seus afluentes (dancehall, batida e outras músicas urbanas). A programação dura de segunda a domingo, sim, que o Copenhagen nunca fecha. E dá-nos rap nacional e internacional seleccionado por uma carteira de DJs em quem podemos confiar. A 9 de Setembro de 2022 reabriu remodelado. Investiu tudo nos cocktails e transformou o piso de cima numa zona para quem quer sentar-se e demorar. Em baixo, continuamos a poder dançar.

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  • Noite
  • Cais do Sodré

O Lounge é um dos melhores sítios de Lisboa para sair à noite. E não há uma sílaba de exagero na frase anterior. A programação é uma das grandes apostas da casa, que consegue agradar a gregos e troianos. Numa noite normal — que até pode ser a um domingo —, é possível começar por ouvir um concerto de rock’n’roll cru e suado e acabar a dançar ao som de pérolas disco obscuras às quatro da manhã. E o melhor disto tudo é que a entrada é livre. Às quintas, sextas e sábados, o bar é tão concorrido que é difícil arranjar um espacinho para dançar — e já nem falamos na fila para a casa de banho.

  • Bares
  • Cais do Sodré

Sim, é possível ler na Rua Nova do Carvalho, no Cais do Sodré. Aquela ideia de que a rua do pavimento cor-de-rosa é só barulho e copos caídos morre aqui. Bom, pelo menos é o intuito da livraria-bar Menina e Moça, desejo antigo de Cristina Ovídio, ex-professor de Literatura Portuguesa que actualmente faz parte da editora Clube do Autor. O tecto do espaço é obra do ilustrador João Fazenda e além de uma porrada de livros (a colecção dá especial destaque à lusofonia e às traduções) há cocktails para vários gostos bem como refeições leves como tartes, folhados, quiches. Para que se lhe der a fome não comer páginas.

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  • Bares
  • Cervejaria artesanal
  • Cais do Sodré

Cerveja artesanal (em quantidade e variedade) e petiscos, daqueles que aconchegam até os estômagos mais difíceis de conquistar. Descendente da fábrica em Marvila, a Musa da Bica é paragem obrigatória para centenas de apreciadores de cerveja. Já a ementa, assumidamente pouco dada a monotonias, muda com frequência. Por estes dias, a degustação obrigatória é o waffle de pão de queijo.

  • Noite
  • Cais do Sodré

Poucas salas do Cais do Sodré (para não dizer nenhuma) mantêm uma programação tão consistente, mesmo durante a semana. Mais do que um sítio da moda, o Musicbox é um porto seguro para os discípulos do clubbing. Pelo meio, ainda há concertos de artistas emergentes – portugueses e estrangeiros –, num cartaz mensal que facilita a vida a muito bom noctívago.

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  • Noite
  • Cais do Sodré

Aberto desde 2013, é hoje uma das presenças mais vibantes do Cais do Sodré, pelo menos para início de noite, até porque a fórmula d’O Bom, o Mau e o Vilão é ligeiramente infalível. Tem sofás confortáveis, um espaço suficientemente compartimentado para aguçar a curiosidade e cocktails de autor. Geralmente há jazz jam's às segundas, noites dedicadas ao blues às terças, Pink Room (DJ's que passam músicas de artistas femininas) às quintas e os covers dos Groovelanders ao domingo. Nos restantes dias da semana, a animação é assegurada com mais música ao vivo e DJ sets.

  • Bares
  • Cais do Sodré

O Palheta promove boas conversas, bons cocktails e boa música. O projecto liderado por Francisco Martins tem uma bela colecção de vinis de mpb, jazz, música cubana, africana, aos quais se junta o piano Yamaha, que é a estrela da companhia e que pode ser tocado tanto por clientes habituais como por artistas em iniciativas de música ao vivo (que costumam decorrer ao domingo). A decoração é aquele antigo-que-é-cool e os cocktails tanto há os clássicos como os de autor. É mandar Palheta, no fundo. 

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  • Noite
  • Cais do Sodré

Fez-se esperar, mas reabriu finalmente no Verão de 2022. A Pensão Amor está de volta e nenhum outro sítio simboliza melhor o espírito da Pink Street do que este. O charme vintage continua a fazer parte do ambiente, bem como os cocktails de autor. A apimentar os serões há música ao vivo, DJ e, claro, o bom e velho burlesco.

  • Bares
  • Cais do Sodré

Hernâni Miguel é uma lenda da noite lisboeta, um nome ligado a muitos dos bares que marcaram a transformação da cidade durante os anos 90. Em 2015, abriu o Tabernáculo, uma sala recheada de música ao vivo, petiscos e vinhos e onde é frequente encontrar artistas de vários quadrantes.

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  • Bares
  • Bares para ver desporto
  • Cais do Sodré

Onde antes habitavam os discos, vivem agora os jogos. No lugar da extinta Trem Azul nasceu The Coach, um sports bar que começa por querer conquistar a clientela pelos números: 32 ecrãs, duas led walls, 800 canais onde pode ver quase todo o desporto do mundo. Há cerveja, há petiscos e entradas para dividir, e há muitos nerds desportivos, naturalmente.

  • Noite
  • Cafés/bares
  • Cais do Sodré

Aqui, o chão já não é cor-de-rosa, mas a morada é a mesma dos restantes pares, a Rua Nova do Carvalho. Não deixe que isso seja motivo de desânimo, afinal, o 4 Caravelas vale a visita. Ponto a favor: não é preciso dançar entre a multidão para chegar até à porta. Segundo ponto a favor: há cocktails para todos os gostos, dos de vodka como o Rude Boy (8€), com Absolut rasperi, Bols cassis, triple sec, sumo de limão, xarope de açúcar, sumo de arando e sumo de laranja, aos de tequila, como o Maple Margarita (8€), com Olmeca Reposado, xarope de agave e sumo de lima.

Roteiro perfeito pelo Cais do Sodré

  • Restaurantes

Se há zona de Lisboa que nunca fica igual é o Cais do Sodré, conhecido pela movida nocturna, mas cheio de vida durante o dia. Há cada vez mais novos projectos a regenerar o bairro, de restaurantes a bares onde também se come bem, há um mudo de opções. Restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão. Não sabe onde reservar mesa? Comece por aqui e durante os próximos tempos não tem de se preocupar. Deixamos-lhe 32 restaurantes no Cais do Sodré para noites (ou dias) sempre diferentes.

  • Noite

Depois de uma transformação profunda, iniciada ainda em meados dos anos zero, a década passada viu o Cais do Sodré impor-se como um dos epicentros da noite lisboeta. Outra vez. Um dos momentos-chave desta renovação foi a pintura do pavimento da Rua Nova do Carvalho, que em 2011 passou a ser conhecida como a Rua Cor-de-Rosa – ou pink street, na linguagem dos turistas – e virou íman para todos os que procuram a noite. Neste recanto da cidade, entretanto ocupado por esplanadas e chapéus de sol coloridos, o decadente deu lugar ao cool e o kitsch passou a ser um ponto a favor. Hoje, estes sete bares (alguns também são restaurantes) na Rua Cor-de-Rosa são paragens obrigatórias.

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