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©Manuel MansoLupita

Volta ao mundo em 31 restaurantes no Cais do Sodré

No bairro conhecido pela vida nocturna também se come bem. Destes restaurantes no Cais do Sodré não vai sair desiludido.

Editado por
Editores da Time Out Lisboa
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Se há zona de Lisboa que nunca fica igual é o Cais do Sodré, conhecido pela movida nocturna, mas cheio de vida durante o dia. Há cada vez mais novos projectos a regenerar o bairro, de restaurantes a bares onde também se come bem, há um mudo de opções. Restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão. Não sabe onde reservar mesa? Comece por aqui e durante os próximos tempos não tem de se preocupar. Deixamos-lhe 31 restaurantes no Cais do Sodré para noites (ou dias) sempre diferentes.

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Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

Time Out Market Lisboa
  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

É um mercado do século XIX que começou por se chamar Mercado da Ribeira Nova e o povo, espantado por ver uma cúpula num mercado hortícola, chamava-lhe Mesquita do Nabo. As bancas com produtos frescos continuam a funcionar numa das alas, mas desde 2014 que este espaço se tornou o espelho da revista Time Out Lisboa, aqui representada em três dimensões. O Time Out Market Lisboa tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, bares, espaços comerciais e uma sala de espectáculos. No que toca ao comer, é possível provar na ala dos chefs pratos de Marlene Vieira, Henrique Sá Pessoa, Miguel Castro e Silva e Vincent Farges, além de alguns dos nossos restaurantes preferidos como o Ground Burger, o Sea Me ou o Café de São Bento. 

  • Restaurantes
  • Cais do Sodré
Duas salas grandes com uma cozinha a separá-las, um bonito bar e vista privilegiada tanto para o food court, como para o jardim da Praça Luís I. Descansem porém os velhos do Restelo que no restaurante está a cozinheira de sempre, Manuela Brandão, estão os empregados do costume e estão os pastéis de massa tenra, a açorda de gambas e as deliciosas costeletas de borrego panadas. Nenhuma refeição aqui fica completa sem a famosa mousse de chocolate.
 
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  • Restaurantes
  • Steakhouse
  • Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

Vazia, picanha, entrecôte, lombo, Chateaubriand, chuletón, t-bone: vai ver-se grego para escolher entre os cortes de carne bovina que brilham numa câmara logo à entrada da Sala de Corte. Depois, mais decisões. Batatas fritas ou puré de batata trufado?Brás de cogumelos e espargos verdes ou arroz de forno com enchidos de fumeiro? Esparregado de espinafres com queijo São Jorge DOP 12 meses ou legumes na brasa?

  • Restaurantes
  • Árabe e Médio Oriente
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Abriu como o prolongar do legado que lá fazia morada — um restaurante de kebabs —, mas a reinvenção foi além da comida de mão. No Farès o sotaque é francês, mas o coração e o prato chegam directamente do Médio Oriente, num espaço marcado pela crueza de materiais onde o cimento serve de pele às paredes e ao chão. Há bancos ao balcão a denunciar o adn de bar, mesas com sofás para tudo o que chegue de comida e ainda um espaço para sentar à janela. Os efeitos da pandemia permitiram ao restaurante alargar-se para o passeio e montar uma mini-esplanada. E que bem que se está de falafel na boca e cocktail na mão.

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  • Compras
  • Mercearias finas
  • Santos

Antes de abrir a Comida Independente, Rita Santos andou a viajar pelo país, a conhecer produtores, os seus métodos e os seus produtos, a ser encaminhada de um produtor de azeite para um queijeiro e deste para o criador
 de gado de cada zona. Nesta mercearia, que também funciona como bar de vinhos, tem provas comentadas e chefs convidados, e serve também pequenos-almoços simples e tábuas de queijos e enchidos, há produtos de pequenos produtores de todo o país.

  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

“Chefs que gostam de má música não sabem cozinhar.” Quem o diz é o britânico Adam Purnell, que deixou Berlim este ano para abrir no Cais do Sodré um listening bar que garante ser “um restaurante a 100%”. A descrição pode ser confusa, mas de forma simples e resumida o Dahlia é o sítio onde se vai para ouvir música (vinil, apenas), através de um sistema de som clássico e de alta qualidade, para beber um bom vinho natural e comer o que a época tem para oferecer. Apesar de o foco parecer estar na música e nos vinhos naturais, com uma carta com cerca de 30 referências (portuguesas e de países como França, Espanha, Itália ou até Nova Zelândia), a comida é preparada com todo o cuidado e técnica. “Todos os dias, os chefs vão ao mercado, temos fornecedores locais, usamos tudo o que é da época e o mais local possível”, garante Adam. Na carta, há três entradas, quatro pratos de vegetais (todos disponíveis em opção vegan), quatro pratos de carne e peixe e duas sobremesas. “Não é uma lista gigante.” Até porque mudará conforme os ingredientes da estação.

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  • Restaurantes
  • Vegetariano
  • Grande Lisboa
  • preço 2 de 4

As arcadas antigas, em pedra, estão intactas, o espaço está luminoso, com paredes brancas, e muitas plantas naturais a dar o verde que também se vê, depois, nos pratos. João começou a idealizar este restaurante, de cozinha vegetariana de autor, quando voltou de Bali, onde trabalhou no Fivelements, um resort com um restaurante de renome no mundo do vegetarianismo. O menu do Arkhe é baseado nas estações do ano – a cada três meses muda totalmente, mas de mês a mês vai havendo novidades – e é muito pequeno, com umas quatro entradas, três pratos principais, duas a três sobremesas, e há um menu de degustação a rondar os 35€ por pessoa, que é a melhor maneira de conhecer o trabalho do chef. Tem uma entrada, um prato principal e uma sobremesa.

  • Coisas para fazer
  • Cais do Sodré

Um quiosque à moda antiga e como a cidade há muito não tinha. A comida é feita na cozinha da Taberna da Rua das Flores, de André Magalhães e companhia, e aqui as coisas são apenas finalizadas (o pão das sandes, por exemplo, é aquecido numa pequena grelha). Numa ardósia anunciam-se petiscos como peixinhos da horta, salada de polvo ou punheta de bacalhau, mais sandes de pernil fumado ou de lula frita – tudo com uma relação qualidade/preço difícil de bater. Um festival de petiscaria popular que nos faz suspirar por uma cidade mais autêntica e clamar por um destes quiosques em cada esquina.

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  • Restaurantes
  • Vegano
  • Chiado/Cais do Sodré

Em 2018, O Botanista, no Cais do Sodré, deu nas vistas, talvez pela vasta carta sem ingredientes de origem animal, mas bem variada e temperada, talvez pela decoração instagramável e a puxar para o zen, carregadinha de plantas. Seja como for, consta que desde o início do projecto o plano era mais ambicioso, e em meados de Outubro o espaço assumiu-se como Orteá – Vegan Collective (chama-se assim por lembrar uma horta grande, onde se semeiam várias ideias). Agora, além de restaurante, é uma mercearia, uma queijaria, uma oficina de ​​kombuchas e, brevemente, um bistro.

  • Restaurantes
  • Petiscos
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Com o mar à vista e inspirado nas cozinhas do mundo, no Espada todos os petiscos pedem uma partilha à mesa – e, entre tacos, baos ou ceviches, a lista é bem extensa. Aqui é tudo para partilhar entre amigos e em boas doses, com vista para a Rua Cor-de-Rosa, e com um bar que serve de aperitivo à noite lisboeta.

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  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

O espaço do antigo restaurante Optimista, nas imediações do Mercado da Ribeira, está tal e qual era: a cabeça gigante de um unicórnio pendurada no alto a dar-nos as boas vindas, as paredes rugosas, as mesas com sofás e muitas almofadas. É capaz de ter mudado uma coisa aqui e ali, pormenores, mas Bruno Caseiro e a sua equipa quiseram aproveitar ao máximo o espaço, que já tinha uma cozinha equipada, para a qual trouxeram apenas um ou outro equipamento que lhes daria jeito. Aqui vive agora a Cavalariça, o restaurante que se mantém firme na Comporta desde 2017, com uma cozinha descontraída, com muita técnica e bom produto português. 

  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

Sentar à beira do rio com uma cerveja na mão e uns petiscos: é esta a proposta desta esplanada ordinária do Cais do Sodré. No mesmo edifício da Crack Kids Lisboa, loja e galeria de arte urbana, este é o segundo espaço dos donos do café Cotidiano. Mas desta vez, ao invés de brunches saudáveis há junk food, de influência americana, para comer com as mãos sem vergonhas. Esta junção entre comida de conforto e graffitis oferece um ambiente descontraído para aproveitar a vista sem abrir demasiado a carteira. 

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  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

Javá é a palavra francesa que antigamente se usava para descrever uma grande festa. E, no Verão, foi isso mesmo que aqui aconteceu. Sufocados pela pandemia e a precisar de ar fresco, subimos ao terraço do Javá, no Cais do Sodré, para festejar a liberdade que nos foi dada depois de semanas de confinamento. A vista privilegiada sobre a cidade é um dos motivos para visitar o espaço, mas a carta é razão para ficar. Não faltam entradas, pratos para partilhar, veggies e saladas, os que vêm directamente do grelhador, acompanhamentos e, claro, sobremesas. Aos fins-de-semana há brunch.

  • Restaurantes
  • Mexicano
  • Cais do Sodré

A música é alta e animada e as paredes estão pintadas com desenhos de campos de milho e pessoas em trajes coloridos. Nas mesas da esplanada ou do interior, estão nachos, tacos e margueritas. O La Fugitiva, aberto desde o Verão na movimentada Rua de São Paulo, no Cais do Sodré, quer ser uma viagem ao México, sem que sejam precisas malas e bagagens. É Marbelly Prado que em conjunto com o irmão Ulises e com o chef e amigo mexicano Gabriel Rivera nos dá a conhecer um pouco do calor latino. Marbelly é costa-riquenha, adora Portugal, mas não esconde a preferência pela gastronomia mexicana. E atreve-se a dizer que no La Fugitiva não se come tex-mex, que é como quem diz uma fusão da cozinha mexicana e norte-americana. Aqui serve-se a verdadeira comida do México, defende.

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  • Restaurantes
  • Italiano
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Na cozinha aberta para a sala há dois fornos a lenha: um para pizzas napolitanas, de massa alta feita a 500 graus, outro para romanas, finas e crocantes, a 300 graus. Lado a lado, mano a mano. É o cliente que escolhe o que quer comer e é tudo feito de raiz – massa fresca artesanal e fermentação de 48 horas. Mas o Mano a Mano é mais do que uma pizzaria. Também lá estão as massas e toda uma carta italiana para todos os dias com vários pratos de carne e peixe.

  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

Esta história começa num outro mar do outro lado do mundo. Daniel Manrique, o dono da cadeia de restaurantes peruanos Segundo Muelle, começou a cozinhar o peixe que pescava no oceano Pacífico, em San Bartolo, uma vila piscatória perto de Lima, com pouco mais de 20 anos. Servia-o aos amigos numa pequena garagem com 40 metros quadrados onde cabiam apenas quatro mesas. Entretanto a vida deu muitas voltas e hoje tem 18 restaurantes espalhados pelo Peru, Panamá, Equador, Costa Rica e Canárias. Servem tiraditos, ceviches e pratos quentes como o pulpo al carbon.

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  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

Certo dia, à mesa, um chef brasileiro e um foodie português falavam sobre gambas. O foodie comentava que, em Lisboa, só as comia em dois ou três sítios da sua confiança. O chef respondeu-lhe, garantindo que é capaz de preparar umas gambas divinais. Provas dadas, fizeram nascer o Gambar, um restaurante do Cais do Sodré dedicado às gambas e também ao polvo, onde se come em ambiente descontraído e intimista.

  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré

A vida no Peixola faz-se à volta de um e um só balcão. Lá dentro finalizam-se os pratos de peixe e agitam-se cocktails; do lado de fora provam-se tacos de choco, de polvo ou camarão, ceviche peruano e pica-pau de atum e pratos maiores como bitoque de atum ou filetes de bacalhau com puré de wasabi. A cozinha, como já se percebeu, é 100% virada para o peixe e marisco, em receitas onde ele vem cru, panado, braseado ou cozinhado e, perdoe-se a rima, sempre bem acompanhado. 

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  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Cais do Sodré

Há quatro anos que se serve a arte da street food asiática neste pan-asiático que tem na cozinha o chef Maurício Vale. Nos últimos tempos (leia-se, Covid-19), as novidades têm sido mais escassas, mas chegou o momento de mudanças sérias na carta. Fui buscar todos os clássicos que me fizeram apaixonar por esta gastronomia e adaptá-los à nossa essência que é a street food, conta o chef. Entre as novidades, há um vietnamese goi cuon, um chiang rai hot dog, uma southeast asian salad, um massaman curry ou um pakora.

  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré

Nasceu em Cascais e continua a merecer a viagem até à belíssima Estrada do Guincho, mas ganhou tantos fãs que a gerência decidiu abrir outro – desta vez virado para o Tejo e não para o oceano. A carta do Monte Mar Lisboa, no Cais do Sodré, manteve-se igualzinha à do irmão mais velho, por isso, se amava os filetes de pescada com arroz de berbigão, vá à confiança que aqui também os fazem. E bem. Além disso, é o destino ideal para almoços de domingo em família.

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  • Restaurantes
  • Fusão
  • Cais do Sodré

Os sócios deste restaurante aberto desde Outubro de 2017 quiseram dar ao Cais do Sodré um espaço três em um. De dia é um restaurante de pratos leves e comida mais saudável, de tarde têm açaís com granola e tapiocas com recheios variados e à noite vira mais bar, com cocktails feitos à base de sumos de fruta fresca – claro que pode inverter a ordem de serviço e comer qualquer coisa a qualquer hora. Há noodles de camarão, tataki de atum e ceviche de peixe branco, entre outros menus do dia.

  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

Este café tem pinta parisiense, como os donos, e é perfeito para pegar numa sandes e levar para uma refeição rápida ou para aqueles finais de tarde com um copo de vinho e tábua de queijos e enchidos. É um all day café – um espaço híbrido que é tanto café de pequenos-almoços como restaurante e bar, com uma forte vertente vegetariana. Da taça de iogurte com granola à tosta de abacate, da shakshuka com queijo de cabra ao vegan bowl, o Café Janis tem de tudo, sem esquecer as tábuas de queijos e enchidos e um brunch super completo. 

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  • Restaurantes
  • Pizza
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Pizza não tem de ser uma coisa complicada. E farinhas e ingredientes italianos não são garantia de qualidade absoluta. Duda Ferreira abriu uma pizzaria no Cais do Sodré para demonstrar isso mesmo, enfrentando de caras quem não gosta de ananás na pizza e quem ainda pega em talheres para a comer: na Lupita as pizzas são feitas com massas de fermentação lenta e natural. É para comer com as mãos, lamber os dedos no fim, beber vinhos naturais e divertir-se. 

  • Restaurantes
  • Cozinha contemporânea
  • Cais do Sodré

Depois do começo da aventura em 2014 com o Tartar-ia, no Time Out Market, a casa dos tártaros ganhou uma nova morada. Misc by Tartar-ia combina a criatividade do chef Vítor Santos com um espaço minimalista e aconchegante. As estrelas da casa trazidas do Time Out Market, ali bem perto, não se perderam: tártaro de salmão, de atum, de robalo ou o bife tártaro asiático transportaram-se para esta carta, mas a novidade do espaço também se celebrou em criações de raiz, como o arroz de lingueirão com cocochas. Tem 20 lugares ao balcão, oito em mesa e uma vez por mês há pop-up gastronómico com o chef Philippos do restaurante O Grego, altura em que o Misc se transforma completamente.

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  • Restaurantes
  • Italiano
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Do papel de parede à loiça, das receitas ao modo de servir, no restaurante Sophia Natural Italian tudo faz lembrar a casa da avó. Italiana, claro, e de seu nome Isabella. É esta a figura criada pelo grupo Capricciosa para celebrar a abertura deste espaço na Praça Dom Luís I, onde se servem pizzas, pastas e risotos, tudo baseado em receitas tradicionais adaptadas a um estilo mais saudável.

  • Restaurantes
  • Americano
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

“Hambúrgueres: o pilar de qualquer pequeno-almoço nutritivo.” Jules Winnfield, a personagem de Samuel L. Jackson em Pulp Fiction, disse-o enquanto mastigava um suculento hambúrguer da cadeia havaiana de hambúrgueres Big Kahuna. No Dallas ainda não se comem hambúrgueres logo pela manhã, mas pode encarnar a personagem do filme de 1994 de Quentin Tarantino – afinal a inspiração para a decoração vintage do espaço vem de lá e até vai conseguir tirar uma fotografia sentado numa das cabines com sofás vermelhos, ao estilo do clássico diner, antes de pedir um dos hambúrgueres da casa. 

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  • Restaurantes
  • Português
  • Cais do Sodré

O Povo levou uma lufada de ar fresco e tem agora Bernardo Agrela como chef consultor e Vítor Charneca aos comandos da cozinha. A ideologia do espaço mantém-se – casa de fados descontraída – e os petiscos também, mas aperfeiçoou-se a obra e deixou-se pipis, pica-paus ou pratos de bacalhau para trás. A toda a hora há sandes de ovas , bifanas à moda do Porto, pratos de queijo Monte da Vinha ou de enchidos bem como salgadinhos. Seguem-se os pratos de peixe, com uma surpreendente tainha curada (não torça o nariz ao peixe pobre e prove); e os de carne, onde está o xerém com língua ou a espetada de borrego (a piscar o olho e homenagear os kebabs do East Mambo de Agrela) com salteado de abóbora. Aos sábados à tarde há “TACHADAS”, um espaço de partilha onde vão acontecer desde intervenções musicais a torneios de dominó. 

  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

O nome não se deve ao filme de Ryan Murphy com Julia Roberts e Javier Bardem, embora a ligação não seja totalmente descabida. Amor e comida nunca faltam, e a meditação também não fica de fora da equação. O Eat, Pray, Love, que pertence ao grupo que detém O Bom, O Mau e o Vilão e o Le Chat, é um café, restaurante e bar, com uma carta recheada de pratos (maioritariamente) vegetarianos pensada para agradar a todos. Durante a semana há várias opções de brunch, mas é ao fim-de-semana que vai encontrar um menu que inclui ovos escalfados com molho de curcuma em pão de fermentação lenta, salada de abacate, tomate e cebolinho e escolha entre panquecas de espelta com mel, agave, manteiga de amendoim ou coulis de frutos vermelhos ou açaí com flores campestres, granola, morangos, mirtilos, framboesas, manga e hortelã.

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  • Restaurantes
  • Mexicano
  • Cais do Sodré

A cadeia mexicana estreou-se em Portugal em Novembro de 2018, com a chancela Plateform. Um ano depois, abriu um segundo restaurante, maior e mais interactivo, no Cais do Sodré. O espaço senta 38 pessoas e tem três mesas de partilha. As paredes são em pedra, há neónes prontos a fotografar e uma parede coberta de garrafas de tequila e mezcal, como no primeiro espaço na cidade da cadeia mexicana fundada por Sven Vogtland, Alan Drummond e Scott Linquist. A oferta gastronómica é exactamente igual: há as bem recheadas quesadillas, muita escolha de tacos, umas quantas saladas, burritos ou os burritos bowls.  

  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Cais do Sodré

Neste restaurante pan-asiático não há pad thais ou nasi gorengs, dois dos pratos asiáticos mais conhecidos e com mais saída. O chef é Mário Sousa Borges, que passou os últimos anos a trabalhar no restaurante E.A.T (European Asian Taste) em Estocolmo, e a recomendação é de quatro a cinco pratos para cada duas pessoas. A carta divide-se em pratos quentes e not so warm, onde estão os crus e braseados. Para acompanhar a refeição, ou ficar por lá depois de provar tudo, há bons cocktails.

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  • Restaurantes
  • Pizza
  • Cais do Sodré

A pizzeria PZA tem já uma casa na rua principal de Cacilhas, onde funciona num registo diferente, em formato restaurante com alguns lugares sentados e pizzas de diferentes tamanhos (pequena, grande e XL). Neste espaço no Cais do Sodré, a decoração é simples – um projecto do atelier de arquitectura de Federico –, com apenas uns quantos bancos altos para comer ali mesmo rápido. Mas também pode pegar e levar. A pizza vende-se apenas à fatia, meia pizza ou uma inteira. Há 20 receitas de pizza e todos os dias há uma especial. As opções dividem-se entre as bianchi, as rossa, veggy e speciali. Nas brancas encontra a focaccia, a 7 formaggi e a carbonara, com guanciale. E nas pizzas com base de molho de tomate caseiro há desde as mais clássicas marinara e margherita à amatriciana, com o molho tradicional à base de guanciale, queijo pecorino e tomate.

Mais restaurantes em Lisboa

  • Restaurantes

Já foi mais fácil encontrar restaurantes em Lisboa até dez euros e a culpa não é só do turismo ou dos tempos difíceis que o sector atravessa depois de dois anos intermitentes. Na maior parte das vezes, a qualidade paga-se, mas ainda há excepções. Comer fora não tem de ser uma extravagância e na cidade há verdadeiros achados. Pense num prato rico, em comida saborosa e atendimento simpático às vezes até familiar. Para encher a barriga sem esvaziar a carteira, este barato não lhe vai sair caro.

  • Restaurantes

As novidades na restauração multiplicam-se de tal forma que, à medida que damos conta dos restaurantes que abriram nos últimos meses, novas mesas já nos esperam. Felizmente, os projectos que tinham ficado em suspenso dão-se agora a conhecer. Há restaurantes de alta-cozinha, comida democrática e street food, refeições para qualquer hora, pratos daqui e do mundo. Fazemos-lhe um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa, abertos nos últimos meses.

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