Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

No bairro conhecido pela vida nocturna come-se bem. Nestes é à confiança, são os melhores restaurantes no Cais do Sodré
Pistola y corazón
©Manuel Manso
Por Inês Garcia |
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O bairro não pára de crescer e se há coisa que não lhe falta são sítios para comer e beber à grande. Temos já uma panóplia de bons restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo que tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão. Decida onde vai almoçar ou jantar com esta lista dos melhores restaurantes no Cais do Sodré.

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Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

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Segundo Muelle
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Segundo Muelle

icon-location-pin Cais do Sodré

Esta história começa num outro mar do outro lado do mundo. Daniel Manrique, o dono da cadeia de restaurantes peruanos Segundo Muelle, começou a cozinhar o peixe que pescava no oceano Pacífico, em San Bartolo, uma vila piscatória perto de Lima, com pouco mais de 20 anos. Servia-o aos amigos numa pequena garagem com 40 metros quadrados onde cabiam apenas quatro mesas. Entretanto a vida deu muitas voltas e hoje tem 18 restaurantes espalhados pelo Peru, Panamá, Equador, Costa Rica e Canárias. Servem tiraditos, ceviches e pratos quentes como o pulpo al carbon.

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A Time Out diz
2
Casa de Pasto
©Casa de Pasto
Restaurantes, Português

Casa de Pasto

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No final de 2016, Diogo Noronha abandonou o grupo Mainside, dono da Casa de Pasto (que tem também o Rio Maravilha), restaurante com pinta de sala de jantar do início do século XX e cozinha portuguesa reinterpretada. Sucedeu-lhe Hugo Castro, um vimaranense, descendente da cozinha de tacho ensinada pela avó, que pretende manter a linha de gastronomia nacional do restaurante. A transição está a ser feita de forma lenta e a nova carta será apenas conhecida na Primavera. Até lá pode contar com novas sugestões semanais, ligadas aos produtos de época.
 
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3
Pistola Y Corazon 5
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Mexicano

Pistola y Corazón

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Não há dia que esta taqueria não tenha fila à porta – mas as filas são sempre de gente bem-disposta, de cerveja Corona ou cocktail servido em saquinho numa mão e nachos na outra. O tempo de espera é justificado assim que se chega à mesa onde a única coisa a que deve tomar realmente atenção é ao sinal de picante. Come-se com as mãos, suja-se a boca e o queixo, gastam-se em média três guardanapos por cada hora à mesa e bebe-se tequila à refeição. Se estiver armado em campeão, peça o taco de torresmos crocantes de barriga de porco com salsa roja.
 
A Time Out diz
4
Restaurante Confraria Lx
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Japonês

Confraria Lx

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Graças ao esmagador sucesso da Confraria em Cascais, a equipa que gere o japonês decidiu trazê-lo para Lisboa. Falta-lhe a (amorosa) esplanada da vila, mas de resto está aqui tudo. Os hot philadelphia, prato mais cobiçado da casa, o niguiri skin, com pele de salmão grelhada, o unagui no tarê, isto é, a enguia e abacate no molho do tarê, e as várias peças de sushi com alguma fusão que são a assinatura da casa.
 
A Time Out diz
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5
Time Out Market Lisboa
Coisas para fazer, Mercados e feiras

Time Out Market Lisboa

icon-location-pin Cais do Sodré

É um mercado do século XIX que começou por se chamar Mercado da Ribeira Nova e o povo, espantado por ver uma cúpula num mercado hortícola, chamava-lhe Mesquita do Nabo. As bancas com produtos frescos continuam a funcionar numa das alas, mas desde 2014 que este espaço se tornou o espelho da revista Time Out Lisboa, aqui representada em três dimensões. O Time Out Market Lisboa tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, bares, espaços comerciais e uma sala de espectáculos.

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6
IBO
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Pan-africano

Ibo

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A família Ibo tem vindo a aumentar. Primeiro nasceu uma marisqueira, depois um café com geladaria incorporada, e tudo sem sair do Cais do Sodré. Mas aquele que interessa realçar continua a ser o primogénito, que é também um dos templos da comida moçambicana em Lisboa, com a particularidade de ser o único restaurante da cidade onde, em dias de sol, vai ter mesmo de andar de óculos escuros no interior, tal é a luz que vem de fora. Prove o caril de caranguejo desfiado, os camarões selvagens à Laurentina ou o frango no forno à zambeziana.
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7
O Watt
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

O Watt

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Kiko Martins serve n'O Watt uma linha mais saudável. Não tem açúcares, fritos, manteiga ou banhas. "Quero que as pessoas acabem a refeição e se sintam com força, com energia. Como estou aqui [na sede da EDP] queria que tivesse a ver com energia", reforça. Prove o carré de borrego com pistácio.

A Time Out diz
8
Pachamama
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Pachamama

icon-location-pin Santos

O Pachamama é um restaurante biológico, tudo certificado, numa ruazita escondida no Cais Sodré, que 
não esquece um dos elementos mais importantes da nossa gastronomia: o pão. Todos os dias muda mas é provável que quando lá passar encontre o excelente pão de centeio feito na casa num processo natural, ligeiramente azedo, denso, com alguma humidade interior e tostado na côdea. Têm outros, como o de levedação lenta e o de espelta, e vendem para fora (2,20€ custou o de centeio).

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9
Muito Bey
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Libanês

Muito Bey

icon-location-pin Cais do Sodré
Este restaurante libanês abriu em 2016 e causou grande sururu desde os primeiros dias, principalmente pela cozinha libanesa que serve. Aqui há muitos petiscos Mezze  e tratam-se por tu termos como zaatar (uma mistura de tomilho e manjericão), o lahmé (carne picada com salsa, tomate e pimento), o jebné (queijo fresco) e o kafta (espetadas de vaca, borrego ou frango).
10
Restaurante Pap'açorda
Fotografia:Arlindo Camacho
Restaurantes

Pap'Açorda

icon-location-pin Cais do Sodré
Duas salas grandes com uma cozinha a separá-las, um bonito bar e vista privilegiada tanto para o food court, como para o jardim da Praça Luís I. Descansem porém os velhos do Restelo que no novo restaurante está a cozinheira de sempre, Manuela Brandão, estão os empregados do costume e estão os pastéis de massa tenra, a açorda de gambas e as deliciosas costeletas de borrego panadas. Nenhuma refeição aqui fica completa sem a famosa mousse de chocolate.
 
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11
Peixola
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Peixola

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

A vida no Peixola faz-se à volta de um e um só balcão. Lá dentro finalizam-se os pratos de peixe e agitam-se cocktails, sobretudo à base de rum, uma das apostas da casa; do lado de fora provam-se pica-paus de atum, ceviches peruanos e filetes de peixe-galo com puré de wasabi e, claro, bebem-se os tais cocktails. A cozinha é 100% virada para o peixe e marisco, em receitas onde ele vem cru, panado, braseado ou cozinhado e, perdoe-se a rima, sempre bem acompanhado. 

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tacos do soi
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Soi

icon-location-pin Cais do Sodré

No Soi há tudo o que se come nas ruas de Banguecoque, palavra do chef Maurício Vale. Além das luzes fortes dos néons, o espaço tem um papel de parede com motivos asiáticos, duas mesas altas viradas para a rua, luzes a pender do tecto, chapéus de palha cónicos vietnamitas, musica pop japonesa a embalar e uma cozinha aberta onde dá para espreitar tudo o que o chef e a equipa estão a preparar no novo restaurante do grupo Sushi Café.  O restaurante tem uma carta que se divide em entradas e saladas, grelhados, baos, ramen, wok e pratos de caril, sempre a conjuga doces, salgados, picantes e ácidos.

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13
Cais ao mar
©Manuel Manso
Restaurantes, Frutos do mar

Cais ao Mar

icon-location-pin Cais do Sodré

Não fazem grandes invenções no que toca ao marisco, porque ele é bom é ao natural. Já assim era quando João Mendes Esteves e César Lourenço estavam na sociedade do Pesqueiro 25, num primeiro andar na rua cor-de-rosa, e continua nesta casa no Cais do Sodré, que já era cerjaria e marisqueira e agora reformularam. Em vez de tábuas, há ondas de marisco (personalizáveis a gosto), sopa de carabineiro e pratos de tacho para dividir.

14
Duplex
©DR
Restaurantes

Duplex

icon-location-pin Cais do Sodré

Dá para se ficar pelo primeiro patamar e aproveitar os cocktails da casa e comer um ou outro snack - a carta de bar tem também petiscos como dim sums, ostras ou ceviches. Mas fazer aquele exercício mínimo e subir ao segundo andar vai valer a pena. Prove o bacalhau com puré de batata vitelotte e creme de coentros ou o ravioli de pintada com molho de manteiga e trufas.

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cruzzeria lisboa
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Cruzzeria

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Este restaurante é uma Cruzzeria – junta o melhor do mundo dos crus e o das pizzas. Uma das melhoras maneiras de provar um bocadinho de tudo é com o menu de degustação de seis pratos mas têm muito por onde escolher na carta. Há gunkans com salmão e tártaro de atum (5,50€), um carpaccio de polvo (8€) ou o prato ‘qual é qual’, com um tártaro de atum e outro de novilho com os temperos trocados (18€). Depois há oito pizzas onde as mais “normais” são a marguerita (11€) e a diavola (12,50€) mas há a de ovos rotos, com ovo estrelado, presunto e paprika (15€), a do mar à Bulhão Pato, com lulas, camarão, mousse de coentros e limão (16€), queijos portugueses, com queijo da Serra, da ilha, marmelada, rúcula e requeijão (15€) ou uma pizza fria, com salmão fumado, puré de abacate, ricota e coentros (16€).   

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Adega do Lagarto - Bitoque
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Adega do Lagarto

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

A mascote à porta não é um lagarto, mas sim um papagaio, que vai assobiando e mandado uns bitaites a quem passa. Lá dentro, a Adega é grande e espaçosa e não sofreu grandes alterações desde 1939. O longo balcão em alumínio tem sempre alguém a beber uma imperial, seja a que hora for, e à hora de almoço as mesas enchem num instante para comer o peixe fresco (todos os dias, menos à segunda-feira, em que há postas altas de bacalhau na brasa). No Verão há travessas de caracóis sempre a sair.

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17
trópico do cais
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Fusão

Trópico do Cais

icon-location-pin Cais do Sodré

Os ceviches, os tártaros, os tatakis e as saladas são as estrelas deste pequeno restaurante de onda tropical no Cais do Sodré. Provam-se também açaís com granolas, tapiocas e cocktails com sumos de fruta fresca. 

18
café janis
Myrto Steirou
Restaurantes

Café Janis

icon-location-pin Cais do Sodré

O Café Janis ocupou o espaço da antiga salsicharia vienesense Hansi e quer ser um "all day café" - um espaço híbrido que é tanto café de pequenos-almoços como restaurante e bar, com uma forte vertente vegetariana. Têm um prato de cenouras glaceadas com avelãs e amêndoas torradas e ervas (7€), umas alcachofras grelhadas e servidas com maionese de trufa (8,50€) ou um tártaro verde, com abacate, alcaparras, chalotas e mostarda dijon (9€). Há ainda as típicas tábuas de queijo e enchidos para acompanhar com copos de vinho ou a famosa club sandwich, com pão ligeiramente torrado e recheada com frango assado, queijo emental, pancetta crocante, ovo, maionese e batatas fritas caseiras a acompanhar (12€).

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Bastardo -Sala de Refeições
Fotografia: Ana Luzia
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Fotografia: Ana Luzia
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Fotografia: Ana Luzia
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