Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

No bairro conhecido pela vida nocturna come-se bem. Nestes é à confiança, são os melhores restaurantes no Cais do Sodré

Cantina Peruana
©Duarte Drago
Publicidade

O bairro não pára de crescer e se há coisa que não lhe falta são sítios para comer e beber à grande. Temos já uma panóplia de bons restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo que tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão. Dos clássicos e históricos aos novos projectos de José Avillez, nos restaurantes no Cais de Sodré encontra sugestões para todos os gostos (até para o mais esquisito dos amigos). Decida onde vai almoçar ou jantar com esta lista dos melhores restaurantes no Cais do Sodré. Mas não estranhe as multidões. Na dúvida, reserve sempre.

Recomendado: Os melhores bares no Cais do Sodré

Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

Sala de Corte
©Manuel Manso
Restaurantes, Steakhouse

Sala de Corte

icon-location-pin Cais do Sodré

Depois de uma larga temporada fechada, a Sala de Corte, o restaurante de carnes mais popular do Cais do Sodré, reabriu. Continua na mesma zona, mas ao mudar de espaço, cresceu. Quem conhecia o outro restaurante, vai reconhecer muita coisa: as mesas têm os mesmos tampos de mármore, os candeeiros são os de cobre, e agora há uma câmara de maturação à entrada carregadinha de diferentes cortes de carne. São mais de 100 lugares, entre sala, balcão (com os mesmos dez lugares) e uma esplanada interior. Evoluíram no processo de maturação das carnes – a maturação é agora feita a 30 dias, em vez de 21, e há dois Jospers ao invés de um. Aos seis cortes de carne bovina acrescentaram mais dois, o T-bone e a rabada de Minhota Galega. 

© Manuel Manso
Restaurantes, Árabe e Médio Oriente

Farès

icon-location-pin Cais do Sodré

Abriu como o prolongar do legado que lá fazia morada — um restaurante de kebabs —, mas a reivenção foi além da comida de mão. No Farès o sotaque é francês, mas o coração e o prato chegam directamente do Médio Oriente, num espaço marcado pela crueza de materiais onde o cimento serve de pele às paredes e ao chão. Há bancos ao balcão a denunciar o adn de bar, mesas com sofás para tudo o que chegue de comida e ainda um espaço para sentar à janela. No menu, as opções passam por tahini cremoso com zhug (um condimento feito com malagueta vermelha ou verde, temperado com coentros, alho, sal e especiarias) e pimento vermelho (3,50€) para entrada. Segue-se o carpaccio de beringela fumada com menta fresca e romã (7,50€) para vegetarianos, o grão de bico torrado, zhug, sumac, tahini e ervas frescas (7,50€) ou cassoulet com carne moída, tahine com ervas, cominho, paprica e tomate assado (12€) como uma das sugestões de carne.

Publicidade
Arkhe
©Manuel Manso
Restaurantes, Vegetariano

Arkhe

icon-location-pin Grande Lisboa

As arcadas antigas, em pedra, estão intactas, o espaço está luminoso, com paredes brancas, e muitas plantas naturais a dar o verde que também se vê, depois, nos pratos. João começou idealizar este restaurante, de cozinha vegetariana de autor, quando voltou de Bali, onde trabalhou no Fivelements, um resort com um restaurante de renome no mundo do vegetarianismo. O menu do Arkhe é baseado nas estações do ano – a cada três meses muda totalmente, mas de mês a mês vai havendo novidades – e é muito pequeno, com umas quatro entradas, três pratos principais, duas a três sobremesas, mas há um menu de degustação a rondar os 30€-35€ por pessoa, que é a melhor maneira de conhecer o trabalho do chef. Tem duas entradas, um prato principal e uma sobremesa.

Espada
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes, Petiscos

Espada

icon-location-pin Cais do Sodré

Entalado entre a Cantina Peruana e o Za'atar – ambos de José Avillez – está o Espada, um restaurante de petiscos do mar inspirados nas cozinhas do mundo. Aqui é tudo para partilhar entre amigos e em boas doses, com vista para a Rua Cor-de-Rosa, e com um bar que serve de aperitivo à noite lisboeta.

Publicidade
surf snd turf
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

O Surf & Turf

icon-location-pin Cais do Sodré

O chef Kiko Martins tem aqui uma mistura do melhor do mar e o melhor da terra. Se está só de passagem, pique os croquetes de cozido à portuguesa e anchovas, uma experiência gastronómica por si só, os spring rolls de porco preto e camarão ou a minissandes de barriga de porco e camarão. Também há ceviches do outro restaurante do chef no Príncipe Real (A Cevicheria), como o ceviche de peixe branco com pipocas de porco, ou pratos criados especialmente para O Surf&Turf, como o polvo assado com chouriço ou o bacalhau à Lisboa e presunto.

Picamiolos
ManuelManso
Restaurantes, Português

Picamiolos

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Deixe as esquisitices à porta. Este restaurante de cozinha tradicional alentejana tem a mão de José Júlio Vintém, do Tombalobos, de Portalegre, e aposta em miudezas e extremidades que toda a gente deve provar uma vez na vida. Mas calma, que nem tudo o que parece é. Em alguns casos, o prato pode estar ali apenas por uma sugestão semântica. Tanto podemos estar a falar de molejas de borrego ou pétalas de toucinho – dois pratos obrigatórios na carta – como de uma salada de corações de alface ou de uns corações de alcachofra.

Publicidade
Big Fish
©Inês Félix
Restaurantes, Havaiano

Big Fish Poké Bar

icon-location-pin Cais do Sodré

O novo poké bar da cidade tem malgas de peixe fresco para comer sem pressas, acompanhadas por cocktails e sakés. Chama-se Big Fish Poké e é o novo restaurante com chancela Multifood em parceria com a marca Poke OG, de Miami, no Cais do Sodré. Este é um sítio de pokés mais sofisticado e para comer sem pressas. Ao leme do novo projecto do grupo está o chef Luís Gaspar, da Sala de Corte, o restaurante de carnes a meia dúzia de passos deste poké bar, e Filipe Narciso, que será o chef residente. A carta do restaurante tem nove pokés – os do irmão de Miami e mais duas criações com “um toque português”.  

O Botanista
©Duarte Drago
Restaurantes, Vegano

O Botanista

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Bem-vindo ao maravilhoso mundo do vegetal: O Botanista, o projecto de Catarina Gonçalves, do Ao 26 - Vegan Food Project, com André Baptista, tem um piso térreo muito verde, carregadinho de plantas e um menu vegan para todas as horas do dia. Tem opções de pequeno-almoço, almoço e lanche, muitas que ninguém diria que são vegan – é, aliás, esse o objectivo. Nem Catarina, responsável pela doçaria, nem André, na cozinha, querem recriar o que já existe em versão vegan. Querem, antes, "apresentar coisas boas, que te alimentam e que te sabem bem, e que esqueças que não tem carne, peixe ou ovos. Não entra nada de origem animal mas nem dizes que é vegan”. 

Publicidade
Mano a Mano
©Duarte Drago
Restaurantes, Italiano

Mano a Mano

icon-location-pin Cais do Sodré
Na cozinha aberta para a sala há dois fornos a lenha: um para pizzas napolitanas, de massa alta feita a 500 graus, outro para romanas, finas e crocantes, a 300 graus. Lado a lado, mano a mano. Na carta há 15 pizzas, todas disponíveis em ambas as versões. Se precisar de indicações, a Margherita deve ser napolitana (12€), a de figos e prosciutto de Parma fica mesmo bem à romana (14,50€). Mas o Mano a Mano é mais do que uma pizzaria. Também lá estão as massas e toda uma carta italiana para todos os dias, dos filetes de carapau com crosta de pecorino romano e salsa (8,50€) à costeleta de cachaço de porco panada (9,50€) acompanhada por feijão branco aromatizado com laranja e sálvia (4,50€), ou umas bochechas de vitela estufadas em vinho tinto com puré de batata (14,50€). 
Cantina peruana
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Peruano

Cantina Peruana

icon-location-pin Chiado

A Cantina Peruana de José Avillez com Diego Muñoz, o primeiro projecto étnico a dois do chef português, abriu em 2017 no primeiro piso do Bairro do Avillez, em pleno Chiado. Correu tão bem que em 2018 ganhou um espaço próprio, no Cais do Sodré, para ter mais identidade e abrir aos almoços. O espaço é amplo e mantém a mistura de tons quentes com azul. Logo à entrada está o Pisco Bar, para dar a possibilidade de entrar e beber só um cocktail, sem se sentar para jantar, e a carta mantém a divisão em pratos crudos, brasas, frituras, woks e dulces.

Publicidade
Za'atar
©Grupo José Avillez
Restaurantes, Libanês

Za'atar

O Za'atar é o segundo projecto étnico de José Avillez na cidade (o primeiro foi a Cantina Peruana, com o chef Diego Muñoz). Este restaurante de gastronomia libanesa foi pensado a quatro mãos com Joe Barza, um chef internacional que é uma estrela televisiva no Líbano. A carta foi muito bem estudada e equilibrada para o paladar português pela equipa de cozinheiros da confiança de Avillez. Habitue-se aos nomes: o couvert chama-se karkachat, as saladas são as salatas e depois há os mezze frios e os mezze quentes. Há ainda pequenos pratos como o moughrabieh djej, um guisado de cuscuz com caldo de carne, chalotas grelhadas, cebolinho e coentros; o frikeb bi lahmeh, um prato de trigo verde fumado com perna de borrego, alperces secos e alecrim e os grelhados, como os kebab de porco ou a taook, uma espetada de frango. Também há sobremesas com alma e sabor libanês – prove o sorvete de alperce com creme de pistácio.

Segundo Muelle
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Segundo Muelle

icon-location-pin Cais do Sodré

Esta história começa num outro mar do outro lado do mundo. Daniel Manrique, o dono da cadeia de restaurantes peruanos Segundo Muelle, começou a cozinhar o peixe que pescava no oceano Pacífico, em San Bartolo, uma vila piscatória perto de Lima, com pouco mais de 20 anos. Servia-o aos amigos numa pequena garagem com 40 metros quadrados onde cabiam apenas quatro mesas. Entretanto a vida deu muitas voltas e hoje tem 18 restaurantes espalhados pelo Peru, Panamá, Equador, Costa Rica e Canárias. Servem tiraditos, ceviches e pratos quentes como o pulpo al carbon.

A Time Out diz
Publicidade
Casa de Pasto - Sala de Jantar
©DR
Restaurantes, Português

Casa de Pasto

icon-location-pin Cais do Sodré

Hugo Dias de Castro está na cozinha da Casa de Pasto a assegurar o lado tradicional, porém criativo. O restaurante fica ao pé da boémia rua cor-de-rosa (mas se quiser jantar e beber um copo sem ir para a confusão, é mesmo este o seu sítio) e tem uma das salas mais bonitas e kitsch da cidade. Na carta tem uma série de bestsellers, como os rissóis de berbigão ou os croquetes rabo-de-boi com maionese de mostarda, e pratos principais como a perna de pato com citrinos e arroz de moelas ou um bom tacho de açorda de peixe e mariscos.

Pistola Y Corazon 5
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Mexicano

Pistola y Corazón

icon-location-pin Cais do Sodré
Não há dia que esta taqueria não tenha fila à porta – mas as filas são sempre de gente bem-disposta, de cerveja Corona ou cocktail servido em saquinho numa mão e nachos na outra. O tempo de espera é justificado assim que se chega à mesa onde a única coisa a que deve tomar realmente atenção é ao sinal de picante. Come-se com as mãos, suja-se a boca e o queixo, gastam-se em média três guardanapos por cada hora à mesa e bebe-se tequila à refeição. Se estiver armado em campeão, peça o taco de torresmos crocantes de barriga de porco com salsa roja.
 
Publicidade
Restaurante Confraria Lx
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Japonês

Confraria Lx

icon-location-pin Cais do Sodré
Graças ao esmagador sucesso da Confraria em Cascais, a equipa que gere o japonês decidiu trazê-lo para Lisboa. Falta-lhe a (amorosa) esplanada da vila, mas de resto está aqui tudo. Os hot philadelphia, prato mais cobiçado da casa, o niguiri skin, com pele de salmão grelhada, o unagui no tarê, isto é, a enguia e abacate no molho do tarê, e as várias peças de sushi com alguma fusão que são a assinatura da casa.
 
Restaurantes

Time Out Market Lisboa

icon-location-pin Cais do Sodré

É um mercado do século XIX que começou por se chamar Mercado da Ribeira Nova e o povo, espantado por ver uma cúpula num mercado hortícola, chamava-lhe Mesquita do Nabo. As bancas com produtos frescos continuam a funcionar numa das alas, mas desde 2014 que este espaço se tornou o espelho da revista Time Out Lisboa, aqui representada em três dimensões. O Time Out Market Lisboa tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, bares, espaços comerciais e uma sala de espectáculos.

Publicidade
IBO
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Pan-africano

Ibo

icon-location-pin Cais do Sodré
A família Ibo tem vindo a aumentar. Primeiro nasceu uma marisqueira, depois um café com geladaria incorporada, e tudo sem sair do Cais do Sodré. Mas aquele que interessa realçar continua a ser o primogénito, que é também um dos templos da comida moçambicana em Lisboa, com a particularidade de ser o único restaurante da cidade onde, em dias de sol, vai ter mesmo de andar de óculos escuros no interior, tal é a luz que vem de fora. Prove o caril de caranguejo desfiado, os camarões selvagens à Laurentina ou o frango no forno à zambeziana.
A Time Out diz
Muito Bey
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Libanês

Muito Bey

icon-location-pin Cais do Sodré
Este restaurante libanês abriu em 2016 e causou grande sururu desde os primeiros dias, principalmente pela cozinha libanesa que serve. Aqui há muitos petiscos Mezze  e tratam-se por tu termos como zaatar (uma mistura de tomilho e manjericão), o lahmé (carne picada com salsa, tomate e pimento), o jebné (queijo fresco) e o kafta (espetadas de vaca, borrego ou frango).
Publicidade
Otto - Pizza al Mercato
©Filipe Vera-Cruz
Restaurantes, Italiano

Otto

icon-location-pin Cais do Sodré

O Otto, numa esquina do 8Building, no Cais do Sodré, faz parte do grupo Doca de Santo. Nas propostas italianas da casa, há bestsellers de entrada como a bruschetta de pomodoro, mozzarela e pesto ou os cogumelos salteados com ovo escalfado e lascas de parmesão e recebem regularmente burratas frescas. Há boas opções de pizza - as mais pedidas são a Donatello, com mozzarella, molho de tomate, cogumelos portobello, bacon, alho e óregãos, ou a Masaccio, com gorgonzola, pêra, presunto e rúcula. Mas a escolha não acaba nas pizzas e tem risotos, pratos principais com massa e sobremesas gulosas. No Verão, pode comer numa das duas esplanadas, a interior ou a exterior.

Restaurante Pap'açorda
Fotografia:Arlindo Camacho
Restaurantes

Pap'Açorda

icon-location-pin Cais do Sodré
Duas salas grandes com uma cozinha a separá-las, um bonito bar e vista privilegiada tanto para o food court, como para o jardim da Praça Luís I. Descansem porém os velhos do Restelo que no novo restaurante está a cozinheira de sempre, Manuela Brandão, estão os empregados do costume e estão os pastéis de massa tenra, a açorda de gambas e as deliciosas costeletas de borrego panadas. Nenhuma refeição aqui fica completa sem a famosa mousse de chocolate.
 
Publicidade
Peixola
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Peixola

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

A vida no Peixola faz-se à volta de um e um só balcão. Lá dentro finalizam-se os pratos de peixe e agitam-se cocktails, sobretudo à base de rum, uma das apostas da casa; do lado de fora provam-se pica-paus de atum, ceviches peruanos e filetes de peixe-galo com puré de wasabi e, claro, bebem-se os tais cocktails. A cozinha é 100% virada para o peixe e marisco, em receitas onde ele vem cru, panado, braseado ou cozinhado e, perdoe-se a rima, sempre bem acompanhado. 

Soi
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Soi

icon-location-pin Cais do Sodré

No Soi há tudo o que se come nas ruas de Banguecoque, palavra do chef Maurício Vale. Além das luzes fortes dos néons, o espaço tem um papel de parede com motivos asiáticos, duas mesas altas viradas para a rua, luzes a pender do tecto, chapéus de palha cónicos vietnamitas, musica pop japonesa a embalar e uma cozinha aberta onde dá para espreitar tudo o que o chef e a equipa estão a preparar no novo restaurante do grupo Sushi Café.  O restaurante tem uma carta que se divide em entradas e saladas, grelhados, baos, ramen, wok e pratos de caril, sempre a conjuga doces, salgados, picantes e ácidos.

Publicidade
Cais ao mar
©Manuel Manso
Restaurantes, Frutos do mar

Cais ao Mar

icon-location-pin Cais do Sodré

Não fazem grandes invenções no que toca ao marisco, porque ele é bom é ao natural. Já assim era quando João Mendes Esteves e César Lourenço estavam na sociedade do Pesqueiro 25, num primeiro andar na rua cor-de-rosa, e continua nesta casa no Cais do Sodré, que já era cerjaria e marisqueira e agora reformularam. Em vez de tábuas, há ondas de marisco (personalizáveis a gosto), sopa de carabineiro e pratos de tacho para dividir.

Duplex
©DR
Restaurantes

Duplex

icon-location-pin Cais do Sodré

Dá para se ficar pelo primeiro patamar e aproveitar os cocktails da casa e comer um ou outro snack – a carta de bar tem também petiscos como dim sums, ostras ou ceviches. Mas fazer aquele exercício mínimo e subir ao segundo andar vai valer a pena. Prove o bacalhau com puré de batata vitelotte e creme de coentros ou o ravioli de pintada com molho de manteiga e trufas.

Publicidade
Las Ficheras
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Mexicano

Las Ficheras

icon-location-pin Cais do Sodré

Sem sombreros nem guitarras nas paredes, o popular mexicano do Cais do Sodré é um dos melhores sítios para jantar na zona se o que procura é bom ambiente, comida bem feita, tequilas originais (e que dão menos ressaca) e muito picante à mistura. Bons totopos com guacamole para entrada.

cruzzeria lisboa
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Cruzzeria

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Este restaurante é uma Cruzzeria – junta o melhor do mundo dos crus e o das pizzas. Uma das melhoras maneiras de provar um bocadinho de tudo é com o menu de degustação de seis pratos mas têm muito por onde escolher na carta. Há gunkans com salmão e tártaro de atum (5,50€), um carpaccio de polvo (8€) ou o prato ‘qual é qual’, com um tártaro de atum e outro de novilho com os temperos trocados (18€). Depois há oito pizzas onde as mais “normais” são a marguerita (11€) e a diavola (12,50€) mas há a de ovos rotos, com ovo estrelado, presunto e paprika (15€), a do mar à Bulhão Pato, com lulas, camarão, mousse de coentros e limão (16€), queijos portugueses, com queijo da Serra, da ilha, marmelada, rúcula e requeijão (15€) ou uma pizza fria, com salmão fumado, puré de abacate, ricota e coentros (16€).   

Publicidade
Adega do Lagarto - Bitoque
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Adega do Lagarto

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

A mascote à porta não é um lagarto, mas sim um papagaio, que vai assobiando e mandado uns bitaites a quem passa. Lá dentro, a Adega é grande e espaçosa e não sofreu grandes alterações desde 1939. O longo balcão em alumínio tem sempre alguém a beber uma imperial, seja a que hora for, e à hora de almoço as mesas enchem num instante para comer o peixe fresco (todos os dias, menos à segunda-feira, em que há postas altas de bacalhau na brasa). No Verão há travessas de caracóis sempre a sair.

trópico do cais
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Fusão

Trópico do Cais

icon-location-pin Cais do Sodré

Os ceviches, os tártaros, os tatakis e as saladas são as estrelas deste pequeno restaurante de onda tropical no Cais do Sodré. Provam-se também açaís com granolas, tapiocas e cocktails com sumos de fruta fresca. 

Publicidade
café janis
Myrto Steirou
Restaurantes

Café Janis

icon-location-pin Cais do Sodré

O Café Janis ocupou o espaço da antiga salsicharia vienesense Hansi e quer ser um "all day café" - um espaço híbrido que é tanto café de pequenos-almoços como restaurante e bar, com uma forte vertente vegetariana. Têm um prato de cenouras glaceadas com avelãs e amêndoas torradas e ervas (7€), umas alcachofras grelhadas e servidas com maionese de trufa (8,50€) ou um tártaro verde, com abacate, alcaparras, chalotas e mostarda dijon (9€). Há ainda as típicas tábuas de queijo e enchidos para acompanhar com copos de vinho ou a famosa club sandwich, com pão ligeiramente torrado e recheada com frango assado, queijo emental, pancetta crocante, ovo, maionese e batatas fritas caseiras a acompanhar (12€).

Os melhores restaurantes por bairro

Bastardo -Sala de Refeições
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Os melhores restaurantes na Baixa

Mal-amada pelos lisboetas e idolatrada pelos turistas, a Baixa continua a ter vários restaurantes que merecem a sua atenção – quer ande à procura de boa comida portuguesa, de um japonês diferente dos congéneres ou daqueles clássicos que mantêm a qualidade há anos. Estas são as nossas escolhas dos melhores restaurantes na Baixa.   

Hikidashi - Prato
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Os melhores restaurantes em Campo de Ourique

A legião de fãs que Campo de Ourique colecciona no capítulo "melhor sítio para fazer vida de bairro" ganha fortes argumentos nos restaurantes. Não precisa de sair das fronteiras daquelas ruas ortogonais para encontrar tanto um pronto-a-comer para aqueles momentos em que não há marmita, como o restaurante de um chef onde se come produto português tratado com todas as honras que merece. Nesta lista dos melhores restaurantes em Campo de Ourique damos-lhe isto tudo e mais qualquer coisa: um sítio para comer bons bagels, uma gelataria e aquele que não tem vergonha de se apresentar como o Melhor Bolo de Chocolate do mundo.

Publicidade
The Food Temple - Esplanada
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Os melhores restaurantes na Mouraria

É o sítio ideal para quem quer visitar o que resta da Lisboa do fado e das tascas e para provar um pouco de tudo: chinês, goês e o mais típico do português. Se procura uma viagem pelos sabores do mundo opte por estes cinco restaurantes na Mouraria. Recomendado: Onde comer em Lisboa a melhor comida do mundo

Publicidade