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©Manuel Manso

Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

No bairro conhecido pela vida nocturna come-se bem. Nestes é à confiança, são os melhores restaurantes no Cais do Sodré

Escrito por
Inês Garcia
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O bairro não pára de crescer e se há coisa que não lhe falta são sítios para comer e beber à grande. Temos já uma panóplia de bons restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo que tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão. Nos restaurantes no Cais de Sodré encontra sugestões para todos os gostos (até para o mais esquisito dos amigos). Decida onde vai almoçar ou jantar com esta lista dos melhores restaurantes no Cais do Sodré. Mas não estranhe as multidões. Na dúvida, reserve sempre.

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Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

Time Out Market Lisboa
  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

É um mercado do século XIX que começou por se chamar Mercado da Ribeira Nova e o povo, espantado por ver uma cúpula num mercado hortícola, chamava-lhe Mesquita do Nabo. As bancas com produtos frescos continuam a funcionar numa das alas, mas desde 2014 que este espaço se tornou o espelho da revista Time Out Lisboa, aqui representada em três dimensões. O Time Out Market Lisboa tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, bares, espaços comerciais e uma sala de espectáculos.

  • Restaurantes
  • Cais do Sodré
Duas salas grandes com uma cozinha a separá-las, um bonito bar e vista privilegiada tanto para o food court, como para o jardim da Praça Luís I. Descansem porém os velhos do Restelo que no novo restaurante está a cozinheira de sempre, Manuela Brandão, estão os empregados do costume e estão os pastéis de massa tenra, a açorda de gambas e as deliciosas costeletas de borrego panadas. Nenhuma refeição aqui fica completa sem a famosa mousse de chocolate.
 
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  • Restaurantes
  • Steakhouse
  • Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

Depois de uma larga temporada fechada, a Sala de Corte, o restaurante de carnes mais popular do Cais do Sodré, reabriu. Continua na mesma zona, mas ao mudar de espaço, cresceu. Quem conhecia o outro restaurante, vai reconhecer muita coisa: as mesas têm os mesmos tampos de mármore, os candeeiros são os de cobre, e agora há uma câmara de maturação à entrada carregadinha de diferentes cortes de carne. São mais de 100 lugares, entre sala, balcão (com os mesmos dez lugares) e uma esplanada interior. Evoluíram no processo de maturação das carnes – a maturação é agora feita a 30 dias, em vez de 21, e há dois Jospers ao invés de um. Aos seis cortes de carne bovina acrescentaram mais dois, o T-bone e a rabada de Minhota Galega. 

  • Restaurantes
  • Árabe e Médio Oriente
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Abriu como o prolongar do legado que lá fazia morada — um restaurante de kebabs —, mas a reivenção foi além da comida de mão. No Farès o sotaque é francês, mas o coração e o prato chegam directamente do Médio Oriente, num espaço marcado pela crueza de materiais onde o cimento serve de pele às paredes e ao chão. Há bancos ao balcão a denunciar o adn de bar, mesas com sofás para tudo o que chegue de comida e ainda um espaço para sentar à janela. No menu, as opções passam por tahini cremoso com zhug (um condimento feito com malagueta vermelha ou verde, temperado com coentros, alho, sal e especiarias) e pimento vermelho (3,50€) para entrada. Segue-se o carpaccio de beringela fumada com menta fresca e romã (7,50€) para vegetarianos, o grão de bico torrado, zhug, sumac, tahini e ervas frescas (7,50€) ou cassoulet com carne moída, tahine com ervas, cominho, paprica e tomate assado (12€) como uma das sugestões de carne.

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  • Restaurantes
  • Vegetariano
  • Grande Lisboa
  • preço 2 de 4

As arcadas antigas, em pedra, estão intactas, o espaço está luminoso, com paredes brancas, e muitas plantas naturais a dar o verde que também se vê, depois, nos pratos. João começou idealizar este restaurante, de cozinha vegetariana de autor, quando voltou de Bali, onde trabalhou no Fivelements, um resort com um restaurante de renome no mundo do vegetarianismo. O menu do Arkhe é baseado nas estações do ano – a cada três meses muda totalmente, mas de mês a mês vai havendo novidades – e é muito pequeno, com umas quatro entradas, três pratos principais, duas a três sobremesas, mas há um menu de degustação a rondar os 30€-35€ por pessoa, que é a melhor maneira de conhecer o trabalho do chef. Tem duas entradas, um prato principal e uma sobremesa.

  • Restaurantes
  • Petiscos
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Entalado entre a Cantina Peruana e o Za'atar – ambos de José Avillez – está o Espada, um restaurante de petiscos do mar inspirados nas cozinhas do mundo. Aqui é tudo para partilhar entre amigos e em boas doses, com vista para a Rua Cor-de-Rosa, e com um bar que serve de aperitivo à noite lisboeta.

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  • Restaurantes
  • Havaiano
  • Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

O novo poké bar da cidade tem malgas de peixe fresco para comer sem pressas, acompanhadas por cocktails e sakés. Chama-se Big Fish Poké e é o novo restaurante com chancela Multifood em parceria com a marca Poke OG, de Miami, no Cais do Sodré. Este é um sítio de pokés mais sofisticado e para comer sem pressas. Ao leme do novo projecto do grupo está o chef Luís Gaspar, da Sala de Corte, o restaurante de carnes a meia dúzia de passos deste poké bar, e Filipe Narciso, que será o chef residente. A carta do restaurante tem nove pokés – os do irmão de Miami e mais duas criações com “um toque português”.  

  • Restaurantes
  • Vegano
  • Chiado/Cais do Sodré

Bem-vindo ao maravilhoso mundo do vegetal: O Botanista, o projecto de Catarina Gonçalves, do Ao 26 - Vegan Food Project, com André Baptista, tem um piso térreo muito verde, carregadinho de plantas e um menu vegan para todas as horas do dia. Tem opções de pequeno-almoço, almoço e lanche, muitas que ninguém diria que são vegan – é, aliás, esse o objectivo. Nem Catarina, responsável pela doçaria, nem André, na cozinha, querem recriar o que já existe em versão vegan. Querem, antes, "apresentar coisas boas, que te alimentam e que te sabem bem, e que esqueças que não tem carne, peixe ou ovos. Não entra nada de origem animal mas nem dizes que é vegan”. 

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  • Restaurantes
  • Italiano
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4
Na cozinha aberta para a sala há dois fornos a lenha: um para pizzas napolitanas, de massa alta feita a 500 graus, outro para romanas, finas e crocantes, a 300 graus. Lado a lado, mano a mano. Na carta há 15 pizzas, todas disponíveis em ambas as versões. Se precisar de indicações, a Margherita deve ser napolitana (12€), a de figos e prosciutto de Parma fica mesmo bem à romana (14,50€). Mas o Mano a Mano é mais do que uma pizzaria. Também lá estão as massas e toda uma carta italiana para todos os dias, dos filetes de carapau com crosta de pecorino romano e salsa (8,50€) à costeleta de cachaço de porco panada (9,50€) acompanhada por feijão branco aromatizado com laranja e sálvia (4,50€), ou umas bochechas de vitela estufadas em vinho tinto com puré de batata (14,50€). 
  • Restaurantes
  • Peruano
  • Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

A Cantina Peruana de José Avillez com Diego Muñoz, o primeiro projecto étnico a dois do chef português, abriu em 2017 no primeiro piso do Bairro do Avillez, em pleno Chiado. Correu tão bem que em 2018 ganhou um espaço próprio, no Cais do Sodré, para ter mais identidade e abrir aos almoços. O espaço é amplo e mantém a mistura de tons quentes com azul. Logo à entrada está o Pisco Bar, para dar a possibilidade de entrar e beber só um cocktail, sem se sentar para jantar, e a carta mantém a divisão em pratos crudos, brasas, frituras, woks e dulces.

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  • 4/5 estrelas
  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

Esta história começa num outro mar do outro lado do mundo. Daniel Manrique, o dono da cadeia de restaurantes peruanos Segundo Muelle, começou a cozinhar o peixe que pescava no oceano Pacífico, em San Bartolo, uma vila piscatória perto de Lima, com pouco mais de 20 anos. Servia-o aos amigos numa pequena garagem com 40 metros quadrados onde cabiam apenas quatro mesas. Entretanto a vida deu muitas voltas e hoje tem 18 restaurantes espalhados pelo Peru, Panamá, Equador, Costa Rica e Canárias. Servem tiraditos, ceviches e pratos quentes como o pulpo al carbon.

  • Restaurantes
  • Mexicano
  • Cais do Sodré
Não há dia que esta taqueria não tenha fila à porta – mas as filas são sempre de gente bem-disposta, de cerveja Corona ou cocktail servido em saquinho numa mão e nachos na outra. O tempo de espera é justificado assim que se chega à mesa onde a única coisa a que deve tomar realmente atenção é ao sinal de picante. Come-se com as mãos, suja-se a boca e o queixo, gastam-se em média três guardanapos por cada hora à mesa e bebe-se tequila à refeição. Se estiver armado em campeão, peça o taco de torresmos crocantes de barriga de porco com salsa roja.
 
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  • Restaurantes
  • Japonês
  • Cais do Sodré
Graças ao esmagador sucesso da Confraria em Cascais, a equipa que gere o japonês decidiu trazê-lo para Lisboa. Falta-lhe a (amorosa) esplanada da vila, mas de resto está aqui tudo. Os hot philadelphia, prato mais cobiçado da casa, o niguiri skin, com pele de salmão grelhada, o unagui no tarê, isto é, a enguia e abacate no molho do tarê, e as várias peças de sushi com alguma fusão que são a assinatura da casa.
 
  • Restaurantes
  • Pan-africano
  • Cais do Sodré
A família Ibo tem vindo a aumentar. Primeiro nasceu uma marisqueira, depois um café com geladaria incorporada, e tudo sem sair do Cais do Sodré. Mas aquele que interessa realçar continua a ser o primogénito, que é também um dos templos da comida moçambicana em Lisboa, com a particularidade de ser o único restaurante da cidade onde, em dias de sol, vai ter mesmo de andar de óculos escuros no interior, tal é a luz que vem de fora. Prove o caril de caranguejo desfiado, os camarões selvagens à Laurentina ou o frango no forno à zambeziana.
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  • Restaurantes
  • Libanês
  • Cais do Sodré
Este restaurante libanês abriu em 2016 e causou grande sururu desde os primeiros dias, principalmente pela cozinha libanesa que serve. Aqui há muitos petiscos Mezze  e tratam-se por tu termos como zaatar (uma mistura de tomilho e manjericão), o lahmé (carne picada com salsa, tomate e pimento), o jebné (queijo fresco) e o kafta (espetadas de vaca, borrego ou frango).
  • Restaurantes
  • Italiano
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

O Otto, numa esquina do 8Building, no Cais do Sodré, faz parte do grupo Doca de Santo. Nas propostas italianas da casa, há bestsellers de entrada como a bruschetta de pomodoro, mozzarela e pesto ou os cogumelos salteados com ovo escalfado e lascas de parmesão e recebem regularmente burratas frescas. Há boas opções de pizza - as mais pedidas são a Donatello, com mozzarella, molho de tomate, cogumelos portobello, bacon, alho e óregãos, ou a Masaccio, com gorgonzola, pêra, presunto e rúcula. Mas a escolha não acaba nas pizzas e tem risotos, pratos principais com massa e sobremesas gulosas. No Verão, pode comer numa das duas esplanadas, a interior ou a exterior.

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  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré

A vida no Peixola faz-se à volta de um e um só balcão. Lá dentro finalizam-se os pratos de peixe e agitam-se cocktails, sobretudo à base de rum, uma das apostas da casa; do lado de fora provam-se pica-paus de atum, ceviches peruanos e filetes de peixe-galo com puré de wasabi e, claro, bebem-se os tais cocktails. A cozinha é 100% virada para o peixe e marisco, em receitas onde ele vem cru, panado, braseado ou cozinhado e, perdoe-se a rima, sempre bem acompanhado. 

  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Cais do Sodré

No Soi há tudo o que se come nas ruas de Banguecoque, palavra do chef Maurício Vale. Além das luzes fortes dos néons, o espaço tem um papel de parede com motivos asiáticos, duas mesas altas viradas para a rua, luzes a pender do tecto, chapéus de palha cónicos vietnamitas, musica pop japonesa a embalar e uma cozinha aberta onde dá para espreitar tudo o que o chef e a equipa estão a preparar no novo restaurante do grupo Sushi Café.  O restaurante tem uma carta que se divide em entradas e saladas, grelhados, baos, ramen, wok e pratos de caril, sempre a conjuga doces, salgados, picantes e ácidos.

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  • Restaurantes
  • Frutos do mar
  • Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

Não fazem grandes invenções no que toca ao marisco, porque ele é bom é ao natural. Já assim era quando João Mendes Esteves e César Lourenço estavam na sociedade do Pesqueiro 25, num primeiro andar na rua cor-de-rosa, e continua nesta casa no Cais do Sodré, que já era cerjaria e marisqueira e agora reformularam. Em vez de tábuas, há ondas de marisco (personalizáveis a gosto), sopa de carabineiro e pratos de tacho para dividir.

  • Restaurantes
  • Mexicano
  • Cais do Sodré

Sem sombreros nem guitarras nas paredes, o popular mexicano do Cais do Sodré é um dos melhores sítios para jantar na zona se o que procura é bom ambiente, comida bem feita, tequilas originais (e que dão menos ressaca) e muito picante à mistura. Bons totopos com guacamole para entrada.

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  • Restaurantes
  • Fusão
  • Cais do Sodré

Os ceviches, os tártaros, os tatakis e as saladas são as estrelas deste pequeno restaurante de onda tropical no Cais do Sodré. Provam-se também açaís com granolas, tapiocas e cocktails com sumos de fruta fresca. 

  • Restaurantes
  • Cais do Sodré
O Café Janis ocupou o espaço da antiga salsicharia vienesense Hansi e quer ser um "all day café" - um espaço híbrido que é tanto café de pequenos-almoços como restaurante e bar, com uma forte vertente vegetariana. Têm um prato de cenouras glaceadas com avelãs e amêndoas torradas e ervas (7€), umas alcachofras grelhadas e servidas com maionese de trufa (8,50€) ou um tártaro verde, com abacate, alcaparras, chalotas e mostarda dijon (9€). Há ainda as típicas tábuas de queijo e enchidos para acompanhar com copos de vinho ou a famosa club sandwich, com pão ligeiramente torrado e recheada com frango assado, queijo emental, pancetta crocante, ovo, maionese e batatas fritas caseiras a acompanhar (12€).
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  • Restaurantes
  • Pizza
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Pizza não tem de ser uma coisa complicada. E farinhas e ingredientes italianos não são garantia de qualidade absoluta. Duda Ferreira abriu uma pizzaria no Cais do Sodré para demonstrar isso mesmo, enfrentando de caras quem não gosta de ananás na pizza e quem ainda pega em talheres para a comer: na Lupita as pizzas são feitas com massas de fermentação lenta e natural. É para comer com as mãos, lamber os dedos no final, beber vinhos naturais e divertir-se. 

  • Restaurantes
  • Cozinha contemporânea
  • Cais do Sodré

Depois do começo da aventura em 2014 com o Tartar-ia, no Time Out Market, a casa dos tártaros ganhou uma nova morada. Misc by Tartar-ia combina a criatividade do chef Vítor Santos com um espaço minimalista e aconchegante. As estrelas da casa trazidas do Time Out Market, ali bem perto, não se perderam: tártaro de salmão, de atum, de robalo ou o bife tártaro asiático transportaram-se para esta carta, mas a novidade do espaço também se celebrou em criações de raiz, como o arroz de lingueirão com cocochas. Tem 20 lugares ao balcão, oito em mesa e uma vez por mês há pop-up gastronómico com o chef Philippos do restaurante O Grego, altura em que o Misc se transforma completamente.

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  • Restaurantes
  • Americano
  • Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

“Hambúrgueres: o pilar de qualquer pequeno-almoço nutritivo.” Jules Winnfield, a personagem de Samuel L. Jackson em Pulp Fiction, disse-o enquanto mastigava um suculento hambúrguer da cadeia havaiana de hambúrgueres Big Kahuna. No Dallas ainda não se comem hambúrgueres logo pela manhã, mas pode encarnar a personagem do filme de 1994 de Quentin Tarantino – afinal a inspiração para a decoração vintage do espaço vem de lá e até vai conseguir tirar uma fotografia sentado numa das cabines com sofás vermelhos, ao estilo do clássico diner, antes de pedir um dos hambúrgueres da casa. 

  • Restaurantes
  • Mexicano
  • Cais do Sodré
Não foi longe, mas fez diferente. Na Crack Kids Lisboa, a antiga Montana que surgiu de cara lavada, não só mudou a arte como mudou quem serve à mesa: o Pistola y Corazón abriu aqui um irmão mais novo, a Taco Shop #1. A taqueria resume-se a dois balcões – um para a comida, outro para as bebidas – onde poucas são as mãos a medir, e quem manda na cozinha é Paulina Loya, que veio da cidade de León, no estado mexicano de Guanajuato para liderar as tropas.  Os tacos são a prata da casa neste filme mexicano e vêm sempre em dose tripla. Há os de Camarones a La Diabla (10€) com camarões salteados e chile Arból e alho, servidos com pickles de cebola roxa ou os de Carnitas Bañadas (9,50€) com carnitas de porco, queijo derretido, e banhados com salsa verde e guacamole – ambos servidos no Pistola mas com receitas diferentes. Pode atirar-se ainda aos tacos de Sweet Papas (7€), de batata doce com tomilho, milho frito, queijo seco, servido com salsa de chile Habanero e amêndoa. No balcão das bebidas, serve-se café de filtro vindo do Café de Finca, e se há coisa que sai que nem pãezinhos frescos são os slushies, os granizados coloridos com álcool feitos com ingredientes frescos, sem qualquer tipo de aditivos. Para ajudar a empurrar, ainda há vinhos naturais da Rebel Rebel, livres de químicos desde a uva até à garrafa, a tradicional horchata ou o Jarrito de Toranja, uma soda mexicana de Toranja.
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  • Restaurantes
  • Cais do Sodré

O Bovine, na Rua do Corpo Santo, parece um restaurante de carnes maturadas, mas é muito mais do que isso. O espaço de Paula e Rui Rocha tem atrás do fogão o chef Telmo Frias e o subchef Diogo Carvalho, que elaboraram uma carta onde os cortes bovinos predominam, mas os pratos de tacho e de forno são uma alternativa de conforto para quem procura sabores tradicionais. E depois há o queijo, os enchidos e, claro, o vinho.

  • Restaurantes
  • Mexicano
  • Cais do Sodré

A cadeia mexicana estreou-se em Portugal em Novembro de 2018, com a chancela Plateform (ex Multifood). Um ano depois, abriu um segundo restaurante, maior e mais interactivo, no Cais do Sodré. O espaço é maior, senta 38 pessoas e tem três mesas de partilha. As paredes são em pedra, há neónes prontos a fotografar e uma parede coberta de garrafas de tequila e mezcal, como no primeiro espaço na cidade da cadeia mexicana fundada por Sven Vogtland, Alan Drummond e Scott Linquist. A oferta gastronómica é exactamente igual: há as bem recheadas quesadillas, muita escolha de tacos, umas quantas saladas, burritos ou os burritos bowls.  

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  • Asiático contemporâneo
  • Cais do Sodré

No restaurante pan-asiático Rebel Asian, vizinho do mexicano Pistola y Corazón na Rua da Boavista, não há pad thais ou nasi gorengs, dois dos pratos asiáticos mais conhecidos e com mais saída. O chef é Mário Sousa Borges, que passou os últimos anos a trabalhar no restaurante E.A.T (European Asian Taste) em Estocolmo, e a recomendação é de quatro a cinco pratos para cada duas pessoas. A carta divide-se em pratos quentes e "not so warm", onde estão os crus e braseados. Para acompanhar a refeição, ou ficar por lá depois de provar tudo, há cocktails criados pelo chefe de bar João Sancheira, responsável também pelas bebidas de autor no Desordem, dos mesmos donos.

  • Restaurantes
  • Pizza
  • Cais do Sodré

A pizzeria PZA tem já uma casa na rua principal de Cacilhas, onde funciona num registo diferente, em formato restaurante com alguns lugares sentados e pizzas de diferentes tamanhos (pequena, grande e XL). Neste espaço no Cais do Sodré, a decoração é simples – um projecto do atelier de arquitectura de Federico –, com apenas uns quantos bancos altos para comer ali mesmo rápido. Mas também pode pegar e levar. A pizza vende-se apenas à fatia, meia pizza ou uma inteira. Há 20 receitas de pizza e todos os dias há uma especial. As opções dividem-se entre as bianchi, as rossa, veggy e speciali. Nas brancas encontra a focaccia, a 7 formaggi e a carbonara, com guanciale. E nas pizzas com base de molho de tomate caseiro há desde as mais clássicas marinara e margherita à amatriciana, com o molho tradicional à base de guanciale, queijo pecorino e tomate.

Os melhores restaurantes por bairro

  • Restaurantes

Mal-amada pelos lisboetas e idolatrada pelos turistas, a Baixa continua a ter vários restaurantes que merecem a sua atenção – quer ande à procura de boa comida portuguesa, de um japonês diferente dos congéneres ou daqueles clássicos que mantêm a qualidade há anos. Estas são as nossas escolhas dos melhores restaurantes na Baixa.   

  • Restaurantes

A legião de fãs que Campo de Ourique colecciona no capítulo "melhor sítio para fazer vida de bairro" ganha fortes argumentos nos restaurantes. Não precisa de sair das fronteiras daquelas ruas ortogonais para encontrar tanto um pronto-a-comer para aqueles momentos em que não há marmita, como o restaurante de um chef onde se come produto português tratado com todas as honras que merece. Nesta lista dos melhores restaurantes em Campo de Ourique damos-lhe isto tudo e mais qualquer coisa: um sítio para comer bons bagels, uma gelataria e aquele que não tem vergonha de se apresentar como o Melhor Bolo de Chocolate do mundo.

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  • Restaurantes

É o sítio ideal para quem quer visitar o que resta da Lisboa do fado e das tascas e para provar um pouco de tudo: chinês, goês e o mais típico do português. Se procura uma viagem pelos sabores do mundo opte por estes cinco restaurantes na Mouraria. Recomendado: Onde comer em Lisboa a melhor comida do mundo

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