Os melhores restaurantes no Cais do Sodré
No bairro conhecido pela vida nocturna come-se bem. Nestes é à confiança, são os melhores restaurantes no Cais do Sodré
O bairro não pára de crescer e se há coisa que não lhe falta são sítios para comer e beber à grande. Temos já uma panóplia de bons restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo que tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão. Dos clássicos e históricos aos novos projectos de José Avillez, nos restaurantes no Cais de Sodré encontra sugestões para todos os gostos (até para o mais esquisito dos amigos). Decida onde vai almoçar ou jantar com esta lista dos melhores restaurantes no Cais do Sodré. Mas não estranhe as multidões. Na dúvida, reserve sempre.
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Os melhores restaurantes no Cais do Sodré
Sala de Corte
Depois de uma larga temporada fechada, a Sala de Corte, o restaurante de carnes mais popular do Cais do Sodré, reabriu. Continua na mesma zona, mas ao mudar de espaço, cresceu. Quem conhecia o outro restaurante, vai reconhecer muita coisa: as mesas têm os mesmos tampos de mármore, os candeeiros são os de cobre, e agora há uma câmara de maturação à entrada carregadinha de diferentes cortes de carne. São mais de 100 lugares, entre sala, balcão (com os mesmos dez lugares) e uma esplanada interior. Evoluíram no processo de maturação das carnes – a maturação é agora feita a 30 dias, em vez de 21, e há dois Jospers ao invés de um. Aos seis cortes de carne bovina acrescentaram mais dois, o T-bone e a rabada de Minhota Galega.
Farès
Abriu como o prolongar do legado que lá fazia morada — um restaurante de kebabs —, mas a reivenção foi além da comida de mão. No Farès o sotaque é francês, mas o coração e o prato chegam directamente do Médio Oriente, num espaço marcado pela crueza de materiais onde o cimento serve de pele às paredes e ao chão. Há bancos ao balcão a denunciar o adn de bar, mesas com sofás para tudo o que chegue de comida e ainda um espaço para sentar à janela. No menu, as opções passam por tahini cremoso com zhug (um condimento feito com malagueta vermelha ou verde, temperado com coentros, alho, sal e especiarias) e pimento vermelho (3,50€) para entrada. Segue-se o carpaccio de beringela fumada com menta fresca e romã (7,50€) para vegetarianos, o grão de bico torrado, zhug, sumac, tahini e ervas frescas (7,50€) ou cassoulet com carne moída, tahine com ervas, cominho, paprica e tomate assado (12€) como uma das sugestões de carne.
Arkhe
As arcadas antigas, em pedra, estão intactas, o espaço está luminoso, com paredes brancas, e muitas plantas naturais a dar o verde que também se vê, depois, nos pratos. João começou idealizar este restaurante, de cozinha vegetariana de autor, quando voltou de Bali, onde trabalhou no Fivelements, um resort com um restaurante de renome no mundo do vegetarianismo. O menu do Arkhe é baseado nas estações do ano – a cada três meses muda totalmente, mas de mês a mês vai havendo novidades – e é muito pequeno, com umas quatro entradas, três pratos principais, duas a três sobremesas, mas há um menu de degustação a rondar os 30€-35€ por pessoa, que é a melhor maneira de conhecer o trabalho do chef. Tem duas entradas, um prato principal e uma sobremesa.
Espada
Entalado entre a Cantina Peruana e o Za'atar – ambos de José Avillez – está o Espada, um restaurante de petiscos do mar inspirados nas cozinhas do mundo. Aqui é tudo para partilhar entre amigos e em boas doses, com vista para a Rua Cor-de-Rosa, e com um bar que serve de aperitivo à noite lisboeta.
O Surf & Turf
O chef Kiko Martins tem aqui uma mistura do melhor do mar e o melhor da terra. Se está só de passagem, pique os croquetes de cozido à portuguesa e anchovas, uma experiência gastronómica por si só, os spring rolls de porco preto e camarão ou a minissandes de barriga de porco e camarão. Também há ceviches do outro restaurante do chef no Príncipe Real (A Cevicheria), como o ceviche de peixe branco com pipocas de porco, ou pratos criados especialmente para O Surf&Turf, como o polvo assado com chouriço ou o bacalhau à Lisboa e presunto.
Picamiolos
Deixe as esquisitices à porta. Este restaurante de cozinha tradicional alentejana tem a mão de José Júlio Vintém, do Tombalobos, de Portalegre, e aposta em miudezas e extremidades que toda a gente deve provar uma vez na vida. Mas calma, que nem tudo o que parece é. Em alguns casos, o prato pode estar ali apenas por uma sugestão semântica. Tanto podemos estar a falar de molejas de borrego ou pétalas de toucinho – dois pratos obrigatórios na carta – como de uma salada de corações de alface ou de uns corações de alcachofra.
Big Fish Poké Bar
O novo poké bar da cidade tem malgas de peixe fresco para comer sem pressas, acompanhadas por cocktails e sakés. Chama-se Big Fish Poké e é o novo restaurante com chancela Multifood em parceria com a marca Poke OG, de Miami, no Cais do Sodré. Este é um sítio de pokés mais sofisticado e para comer sem pressas. Ao leme do novo projecto do grupo está o chef Luís Gaspar, da Sala de Corte, o restaurante de carnes a meia dúzia de passos deste poké bar, e Filipe Narciso, que será o chef residente. A carta do restaurante tem nove pokés – os do irmão de Miami e mais duas criações com “um toque português”.
O Botanista
Bem-vindo ao maravilhoso mundo do vegetal: O Botanista, o projecto de Catarina Gonçalves, do Ao 26 - Vegan Food Project, com André Baptista, tem um piso térreo muito verde, carregadinho de plantas e um menu vegan para todas as horas do dia. Tem opções de pequeno-almoço, almoço e lanche, muitas que ninguém diria que são vegan – é, aliás, esse o objectivo. Nem Catarina, responsável pela doçaria, nem André, na cozinha, querem recriar o que já existe em versão vegan. Querem, antes, "apresentar coisas boas, que te alimentam e que te sabem bem, e que esqueças que não tem carne, peixe ou ovos. Não entra nada de origem animal mas nem dizes que é vegan”.
Mano a Mano
Cantina Peruana
A Cantina Peruana de José Avillez com Diego Muñoz, o primeiro projecto étnico a dois do chef português, abriu em 2017 no primeiro piso do Bairro do Avillez, em pleno Chiado. Correu tão bem que em 2018 ganhou um espaço próprio, no Cais do Sodré, para ter mais identidade e abrir aos almoços. O espaço é amplo e mantém a mistura de tons quentes com azul. Logo à entrada está o Pisco Bar, para dar a possibilidade de entrar e beber só um cocktail, sem se sentar para jantar, e a carta mantém a divisão em pratos crudos, brasas, frituras, woks e dulces.
Za'atar
O Za'atar é o segundo projecto étnico de José Avillez na cidade (o primeiro foi a Cantina Peruana, com o chef Diego Muñoz). Este restaurante de gastronomia libanesa foi pensado a quatro mãos com Joe Barza, um chef internacional que é uma estrela televisiva no Líbano. A carta foi muito bem estudada e equilibrada para o paladar português pela equipa de cozinheiros da confiança de Avillez. Habitue-se aos nomes: o couvert chama-se karkachat, as saladas são as salatas e depois há os mezze frios e os mezze quentes. Há ainda pequenos pratos como o moughrabieh djej, um guisado de cuscuz com caldo de carne, chalotas grelhadas, cebolinho e coentros; o frikeb bi lahmeh, um prato de trigo verde fumado com perna de borrego, alperces secos e alecrim e os grelhados, como os kebab de porco ou a taook, uma espetada de frango. Também há sobremesas com alma e sabor libanês – prove o sorvete de alperce com creme de pistácio.
Segundo Muelle
Esta história começa num outro mar do outro lado do mundo. Daniel Manrique, o dono da cadeia de restaurantes peruanos Segundo Muelle, começou a cozinhar o peixe que pescava no oceano Pacífico, em San Bartolo, uma vila piscatória perto de Lima, com pouco mais de 20 anos. Servia-o aos amigos numa pequena garagem com 40 metros quadrados onde cabiam apenas quatro mesas. Entretanto a vida deu muitas voltas e hoje tem 18 restaurantes espalhados pelo Peru, Panamá, Equador, Costa Rica e Canárias. Servem tiraditos, ceviches e pratos quentes como o pulpo al carbon.
Casa de Pasto
Hugo Dias de Castro está na cozinha da Casa de Pasto a assegurar o lado tradicional, porém criativo. O restaurante fica ao pé da boémia rua cor-de-rosa (mas se quiser jantar e beber um copo sem ir para a confusão, é mesmo este o seu sítio) e tem uma das salas mais bonitas e kitsch da cidade. Na carta tem uma série de bestsellers, como os rissóis de berbigão ou os croquetes rabo-de-boi com maionese de mostarda, e pratos principais como a perna de pato com citrinos e arroz de moelas ou um bom tacho de açorda de peixe e mariscos.
Pistola y Corazón
Confraria Lx
Time Out Market Lisboa
É um mercado do século XIX que começou por se chamar Mercado da Ribeira Nova e o povo, espantado por ver uma cúpula num mercado hortícola, chamava-lhe Mesquita do Nabo. As bancas com produtos frescos continuam a funcionar numa das alas, mas desde 2014 que este espaço se tornou o espelho da revista Time Out Lisboa, aqui representada em três dimensões. O Time Out Market Lisboa tem uma selecção dos melhores restaurantes da cidade, bares, espaços comerciais e uma sala de espectáculos.
Ibo
Muito Bey
Otto
O Otto, numa esquina do 8Building, no Cais do Sodré, faz parte do grupo Doca de Santo. Nas propostas italianas da casa, há bestsellers de entrada como a bruschetta de pomodoro, mozzarela e pesto ou os cogumelos salteados com ovo escalfado e lascas de parmesão e recebem regularmente burratas frescas. Há boas opções de pizza - as mais pedidas são a Donatello, com mozzarella, molho de tomate, cogumelos portobello, bacon, alho e óregãos, ou a Masaccio, com gorgonzola, pêra, presunto e rúcula. Mas a escolha não acaba nas pizzas e tem risotos, pratos principais com massa e sobremesas gulosas. No Verão, pode comer numa das duas esplanadas, a interior ou a exterior.
Pap'Açorda
Peixola
A vida no Peixola faz-se à volta de um e um só balcão. Lá dentro finalizam-se os pratos de peixe e agitam-se cocktails, sobretudo à base de rum, uma das apostas da casa; do lado de fora provam-se pica-paus de atum, ceviches peruanos e filetes de peixe-galo com puré de wasabi e, claro, bebem-se os tais cocktails. A cozinha é 100% virada para o peixe e marisco, em receitas onde ele vem cru, panado, braseado ou cozinhado e, perdoe-se a rima, sempre bem acompanhado.
Soi
No Soi há tudo o que se come nas ruas de Banguecoque, palavra do chef Maurício Vale. Além das luzes fortes dos néons, o espaço tem um papel de parede com motivos asiáticos, duas mesas altas viradas para a rua, luzes a pender do tecto, chapéus de palha cónicos vietnamitas, musica pop japonesa a embalar e uma cozinha aberta onde dá para espreitar tudo o que o chef e a equipa estão a preparar no novo restaurante do grupo Sushi Café. O restaurante tem uma carta que se divide em entradas e saladas, grelhados, baos, ramen, wok e pratos de caril, sempre a conjuga doces, salgados, picantes e ácidos.
Cais ao Mar
Não fazem grandes invenções no que toca ao marisco, porque ele é bom é ao natural. Já assim era quando João Mendes Esteves e César Lourenço estavam na sociedade do Pesqueiro 25, num primeiro andar na rua cor-de-rosa, e continua nesta casa no Cais do Sodré, que já era cerjaria e marisqueira e agora reformularam. Em vez de tábuas, há ondas de marisco (personalizáveis a gosto), sopa de carabineiro e pratos de tacho para dividir.
Duplex
Dá para se ficar pelo primeiro patamar e aproveitar os cocktails da casa e comer um ou outro snack – a carta de bar tem também petiscos como dim sums, ostras ou ceviches. Mas fazer aquele exercício mínimo e subir ao segundo andar vai valer a pena. Prove o bacalhau com puré de batata vitelotte e creme de coentros ou o ravioli de pintada com molho de manteiga e trufas.
Las Ficheras
Sem sombreros nem guitarras nas paredes, o popular mexicano do Cais do Sodré é um dos melhores sítios para jantar na zona se o que procura é bom ambiente, comida bem feita, tequilas originais (e que dão menos ressaca) e muito picante à mistura. Bons totopos com guacamole para entrada.
Cruzzeria
Este restaurante é uma Cruzzeria – junta o melhor do mundo dos crus e o das pizzas. Uma das melhoras maneiras de provar um bocadinho de tudo é com o menu de degustação de seis pratos mas têm muito por onde escolher na carta. Há gunkans com salmão e tártaro de atum (5,50€), um carpaccio de polvo (8€) ou o prato ‘qual é qual’, com um tártaro de atum e outro de novilho com os temperos trocados (18€). Depois há oito pizzas onde as mais “normais” são a marguerita (11€) e a diavola (12,50€) mas há a de ovos rotos, com ovo estrelado, presunto e paprika (15€), a do mar à Bulhão Pato, com lulas, camarão, mousse de coentros e limão (16€), queijos portugueses, com queijo da Serra, da ilha, marmelada, rúcula e requeijão (15€) ou uma pizza fria, com salmão fumado, puré de abacate, ricota e coentros (16€).
Adega do Lagarto
A mascote à porta não é um lagarto, mas sim um papagaio, que vai assobiando e mandado uns bitaites a quem passa. Lá dentro, a Adega é grande e espaçosa e não sofreu grandes alterações desde 1939. O longo balcão em alumínio tem sempre alguém a beber uma imperial, seja a que hora for, e à hora de almoço as mesas enchem num instante para comer o peixe fresco (todos os dias, menos à segunda-feira, em que há postas altas de bacalhau na brasa). No Verão há travessas de caracóis sempre a sair.
Trópico do Cais
Os ceviches, os tártaros, os tatakis e as saladas são as estrelas deste pequeno restaurante de onda tropical no Cais do Sodré. Provam-se também açaís com granolas, tapiocas e cocktails com sumos de fruta fresca.
Café Janis
O Café Janis ocupou o espaço da antiga salsicharia vienesense Hansi e quer ser um "all day café" - um espaço híbrido que é tanto café de pequenos-almoços como restaurante e bar, com uma forte vertente vegetariana. Têm um prato de cenouras glaceadas com avelãs e amêndoas torradas e ervas (7€), umas alcachofras grelhadas e servidas com maionese de trufa (8,50€) ou um tártaro verde, com abacate, alcaparras, chalotas e mostarda dijon (9€). Há ainda as típicas tábuas de queijo e enchidos para acompanhar com copos de vinho ou a famosa club sandwich, com pão ligeiramente torrado e recheada com frango assado, queijo emental, pancetta crocante, ovo, maionese e batatas fritas caseiras a acompanhar (12€).
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