Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right 18 restaurantes para jantar e beber um copo sem sair de lá

18 restaurantes para jantar e beber um copo sem sair de lá

Nestes 18 restaurantes dá para jantar, beber um copo e em alguns, se lhe apetecer, até dançar.

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Esplanada Rio Maravilha
Fotografia:Arlindo Camacho Esplanada Rio Maravilha

Não precisa de percorrer as capelinhas todas. Nestes restaurantes – e nesta lista vai encontrar desde o fine dining aos sítios onde se serve comida do mundo ou a nossa boa comida portuguesa mais tradicionao ou reinventada – dá para jantar, beber um copo e deixar-se ficar para dançar. Ou fazer o inverso: ir numa de copo afterwork para descontrair e acabar a jantar. São o perfeito dois em um (ou até três em um). Marque mesa num destes sítios e comece e acabe a noite no mesmo sítio. Sempre em bom.

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18 restaurantes para jantar e beber um copo sem sair de lá

Os pratos de sashimi de Luís Cardoso são montados em 3D
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Soão

Alvalade
4 /5 estrelas

Esta taberna asiática conta com dois pisos com ambientes distintos e pratos de seis países da Ásia: há baos que lembram Taiwan, dim sums cantoneses, pad thai e caris verdes e vermelhos da Tailândia ou unajyu, o prato japonês de arroz coberto de enguia grelhada e caramelizada. A viagem acontece também nos copos, com cocktails de autor e cerimónias do chá. É da maneira que pode começar a refeição de copo na mão e deixar-se ficar depois de limpar os pratos, com a cerimónia no chá.

praia no parque
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

Praia no Parque

São Sebastião

Após anos de abandono, há nova vida naquele que foi outrora o restaurante Botequim do Rei – o espaço junto ao mítico lago do Parque Eduardo VII está de cara lavada e trouxe a praia para o centro da cidade. O Praia no Parque replica em Lisboa o mesmo conceito do projecto sazonal Praia na Villa, em Vilamoura, e faz a ponte entre o jantar e a noite sem ter de sair do restaurante. De quinta a sábado, a noite começa mais cedo e quem vai ali jantar sabe que vai acabar a dançar e de copo na mão. O conceito de partilha também reina para estes lados, a carta equilibra-se entre os pratos de peixe e os de carne (há 13 cortes no total), portanto é o melhor dos dois mundos. 

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Cais da Pedra
©DR
Restaurantes, Hambúrgueres

Cais da Pedra

Alfama

Numa altura em que tudo se partilha – a casa, as viagens de carro, as mesas dos restaurantes – por que não partilhar um cocktail? Não vale a pena pensar naqueles jarros de sangria ou cerveja comunitários dos jantares de turma com álcool à discrição, aqui o campeonato é outro. São cocktails a sério, preparados por gente que sabe bem o que faz e com um bónus: uma vista privilegiada sobre o Tejo. Arrisque beber uma floresta de frutos vermelhos – o Black Forest Mule – com morangos, amoras pretas, vodka, canela, sumo de arando e gingerbeer (23,90€/jarro); bebericar rum com folhas de coentros – o Ladybird (14,90€/jarro); ou  avançar sem medos para duas versões de bebidas que levam gin: o Garden (17,90€/jarro), com gin e folhas frescas de hortelã, e o Mare (20,90€/jarro), com baunilha e aromas florais. Se estiver sozinho, fique a saber que todos os cocktails são vendidos a copo. Mas forre o estômago porque petiscos não faltam.

Restaurantes, Cozinha contemporânea

Taberna Fina

Chiado

O bar do hotel Le Consulat fica no mesmo piso do restaurante de André Magalhães, por cima do Largo Camões. Tem boa música e serve tábuas com queijos da Queijaria e enchidos da Casa do Porto Preto (a peso) com pão da Gleba, copos de vinho e cocktails a gosto, numa carta dividida em categorias de arte, como o abstraccionismo, cubismo, dadaísmo e surrealismo, fora os clássicos. Há sempre um cocktail da semana, normalmente com frutas sazonais. Ao lado, o fine dining onde a ideia é ficar sempre nas mãos do chef com menus de degustação que raramente têm pratos que se repetem. 

 

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Cocktail Beterraba Rio Maravilha
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Fusão

Rio Maravilha

Alcântara
5 /5 estrelas

O terraço do Rio Maravilha dispensa apresentações assim como o seu novo chef – Hugo Dias de Castro, da Casa de Pasto. Depois de muitas trocas e baldrocas, o chef quer estabilidade no restaurante. Até ao final de Maio entra a nova carta, da qual faz parte este prato de vieiras coradas com iogurte, avelã tostada só com azeite, pickle de malaguetas e rebentos de wasabi. Na vertente bar também haverá novidades nos cocktails mas até lá é apostar nos clássicos e não perder o sunset.

Chutnify
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes, Indiano

Chutnify

Chiado/Cais do Sodré
4 /5 estrelas

Assim que se entra neste restaurante indiano moderno, com as paredes cobertas de Bollywood, há um bar onde servem cocktails com receitas da Índia, perfeitos para abrir as hostilidades – têm sabores fortes que se sobrepõem ao álcool, como os coentros (o especial da casa tem esta erva, gin e chilli), manga ou água de coco – ou para o after dos pratos picantes. Prove os pani puri de entrada, as dosas ou o bagare baingan, com beringela. Uma das melhores maneiras de ficar a conhecer esta Índia é com o menu de degustação (28€ por pessoa).

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Boa Bao
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Boa-Bao

Chiado
4 /5 estrelas

O mais provável é ter de ficar cá fora à espera de uma mesa – é o habitual desde que este pan-asiático abriu. Mas ao menos espere com um dos cocktails na mão, seja um da vertente tiki (com rum e estes copos exóticos da foto) ou outro dos oito da casa (entre os 8€ e os 10€) , servidos no bar da entrada. O ambiente está sempre animado, da esplanada ao pátio interior, passando pelo balcão ao pé dos cozinheiros. Peça os rolinhos primavera (6,50€) para começar a refeição, siga para o caril Massaman de frango e coco (15€) e termine com os mochi japoneses (6,50€).

Vela Latina
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mediterrâneo

Vela Latina e Nikkei

Belém
4 /5 estrelas

O ar clássico foi de vela. Com a remodelação feita por Viviane e Jorge Leote, nasceu um restaurante de cozinha nikkei lá dentro e um novo ambiente. De quinta à sabado há DJs a animar o bar da entrada. E antes de decidir se quer jantar no Vela Latina, o restaurante de sempre com uma carta segura mas nova decoração, ou no Nikkei, pode ficar neste bar, que tem cocktails de todo o mundo mas com foco especial nas bebidas peruanas. Boa aposta para o início de noite ou para quando a refeição acabar. 

 

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Restaurante Rua
©Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Rua

Chiado/Cais do Sodré
4 /5 estrelas

Manuel André Fernandes e Ricardo Pereira abriram um espaço com pratos inspirados na  comida de rua que descobriram nas suas viagens e um ambiente divertido, com boa música e uma forte vertente de cocktelaria. Este prato vegetariano faz parte da nova carta, é de inspiração marroquina e tem quinoa, ras el hanout, cenouras glaceadas, uma mousse de queijo de cabra e alga nori a dar o sabor a mar. Também há cocktails novos – peça o que tem vodka, pepino, limão e endro. Acompanha com um rolo de pepino recheado com espuma de wasabi e é fresco, como todos os cocktails de Verão deviam ser.

Restaurante El Clandestino
Fotografia:Ana Luzia
Restaurantes

El Clandestino

Chiado/Cais do Sodré
4 /5 estrelas

A primeira coisa que salta à vista se chegar ao El Clandestino ao lusco-fusco é a instalação feita com caixas de madeira que recria a favela do Vidigal, cheia de luzinhas. Este mexicano/peruano do Príncipe Real serve especialidades dos dois países: de um lado há margaritas e cocktails com tequila e muitas opções de tacos, do outro piscos sour e vários ceviches.

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Pesca
©Arlindo Camacho
Restaurantes, Haute cuisine

Pesca

Princípe Real

O restaurante de peixe e marisco sustentável de Diogo Noronha abriu em Setembro com uma janelinha para a rua. Com o Inverno, acabou por não ser tão aproveitada mas é lá que está o barman Fernão Gonçalves a fazer cocktails para beber com palhinha de bambu ou de vidro e a acompanhar com ostras – há ao natural, com pérolas de mirin, limão confitado e água de pepino, foie gras, beterraba e pimenta Sichuan. Os cocktails acompanham a nova carta de restaurante, que entra nas próximas semanas. Um dos novos é uma reinterpretação do Dry Martini feita com gotas de três óleos essenciais feitos com as cascas de lima, limão e laranja.

 

SUD Lisboa Terrazza
©DR
Restaurantes, Italiano

SUD Lisboa Terrazza

Belém
4 /5 estrelas

O empreendimento do grupo Sana em Belém só não tem a parte de hotel, porque até uma piscina iluminada no terraço tem (45€ por dia). O restaurante Terrazza, no piso térreo,
tem novas propostas na carta, agora com o italiano Margo Legittimo na cozinha. Mantém--se a burrata fresca e as pizzas mas há um novo tártaro de atum com gaspacho de morango fresco ou um risoto de cogumelos. À entrada há um bar. Fique para um copo e esteja atento – é provável que ande lá algum jogador da bola. 

 

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JNCQUOI
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

JNcQUOI

Avenida da Liberdade
4 /5 estrelas

No piso intermédio deste tudo-em-um do grupo Amorim Luxury, há um delibar com um balcão com capacidade para 42 pessoas, uma carta com ostras, tábuas de queijos e enchidos ou ceviches e cocktails e referências vínicas que nunca mais acabam – às sextas-feiras e aos sábados há música a vir das casas de banho, onde está montada a mesa de som. No piso de cima está o velociraptor a tomar conta do restaurante, com carta também assinada por António Bóia. 

 

zazah
©Arlindo Camacho
Restaurantes, Petiscos

Zazah

Chiado/Cais do Sodré
4 /5 estrelas

É restaurante, bar de cocktails (têm o dedo da Liquid Consulting de Kiko Pericoli) e galeria de arte (a obra mais impactante é de João Louro, um mapa que traça a descoberta do Brasil pela Companhia das Índias). Há um bar enorme, com um balcão largo e mesas altas e baixas – para um copo ao final da tarde a picar qualquer coisa ou para refeições mais compostas. Moisés Franco é o chef responsável pela cozinha internacional, pensada para partilhar, dos croquetes de alheira de caça ao ceviche.  

 

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The Insólito
©DR
Restaurantes, Português

The Insólito

Bairro Alto

Fica no terraço do The Independente Hostel & Suites e a vista é, de facto, insólita, por cima do Miradouro de São Pedro de Alcântara. Divide-se em bar e restaurante, e ao nível da carta de bar a coisa varia entre cocktails clássicos e de assinatura, com 50 referências de vinho pelo meio. No restaurante há também propostas a fazer jus ao nome, caso do ceviche com pipocas salgadas e da “desempada de faisão” (um escabeche de faisão e nozes com telha de empada crocante), do ramen de vieiras ou do pombo real corado acompanhado por quinoa, chalotas, cogumelos shimeji e demi glace.

 

Cave 23
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Cozinha contemporânea

Cave 23 e Terraço 23

Lisboa
4 /5 estrelas

Já havia uma cave com um fine dining descontraído onde os menus de degustação são às cegas e com influências das várias viagens de Bernardo Agrela, o chef de 28 anos à frente do restaurante do Torel Palace. Mas no último ano, começaram a explorar também o Terraço, ainda meio escondido e calmo no centro de Lisboa. Há uma carta de petiscos só para este espaço exterior, assim como carta de cocktails. 

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Café Colonial, Príncipe Real
Fotografia: Arlindo Camacho
Noite

Café Príncipe Real

Avenida da Liberdade/Príncipe Real
4 /5 estrelas

O restaurante chefiado por Vasco Lello tem influências da América do Sul, do Oriente e de África em pratos como o caril de garoupa ou o escabeche de perdiz com tostas finas de pão caseiro. Mas assim que começa a cair a noite é também bar de bons cocktails para aproveitar antes ou depois da refeição – no Verão o terraço está sempre a bombar.

 

Casa de Pasto - Sala de Jantar
©DR
Restaurantes, Português

Casa de Pasto

Cais do Sodré
4 /5 estrelas

Com a saída de Diogo Noronha (agora no Pesca), Hugo Dias de Castro assumiu a cozinha, assegurando o lado tradicional porém criativo, mas sempre numa onda de continuidade que agora, com a nova carta, quis afirmar-se. Mantém alguns bestsellers, como os rissóis de berbigão, mas deixou de estar dividida entre principais, braseiro e acompanhamentos. Nos pratos novos há carapauzinhos com tomatada de burriés ou presa no braseiro com legumes da temporada. Nos cocktails há um novo com nome ainda por definir – anda ali entre o “Estás com os azeites” e “Coentrada” –, com tequila, gin, azeite e coentros. “É um pairing muito bom com qualquer prato da carta”, confirmam.

 

Mais sítios para começar a noite

Red Frog Cocktail
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

As melhores happy hours em Lisboa

A felicidade tem um preço – e a partir de certa hora é mais barata. Happy hour é aquela expressão estrangeira que ninguém vai enrolar a língua para dizer, ou recusar-se a compreender o conceito. Nas horas mais felizes dos lisboetas as imperiais passam a custar uma módica moedinha e cocktails caem para metade do preço. Escolhendo bem, ainda encontra iguarias com preços reduzidos para acompanhar e esplanadas na cidade que não têm preço. Eis um roteiro dos melhores bares e esplanadas para beber um copo em Lisboa a preço de saldo. É como diziam os Jogos Santa Casa: há horas felizes.

The Insólito
©DR
Noite, Cafés/bares

Os melhores bares em rooftops em Lisboa

A palavra rooftop ainda não é reconhecida pelo dicionário Priberam (a alternativa é rotos ou rolitos), mas cada vez é mais usada no vocabulário alfacinha, com muitas sunset parties em rooftops por essa cidade fora, onde cocktails não faltam. Deixámos as vertigens no rés-do-chão e subimos aos terraços de hotéis, centros comerciais e parques de estacionamento para eleger os melhores bares em rooftops em Lisboa.

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