Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Onde comer bem no Príncipe Real

Onde comer bem no Príncipe Real

Nem só de noites arco-íris se faz a zona. As mesas do Príncipe Real também são amor, de dia ou de noite.

Faz Frio
©Duarte Drago
Por Editores da Time Out Lisboa |
Publicidade

A nova dinastia da restauração lisboeta instalou-se aqui e as novidades sucedem-se – grande parte delas com grandes janelas e balcões virados para a rua para que possa aproveitar o melhor da zona. O Príncipe Real é o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento. A oferta é variada e não desilude. Asiáticos, italianos, cozinhas de autor: abram alas para a família real de restaurantes do Príncipe Real. Há muito por descobrir e provar, do Irão ao Vietname. Vá por nós e coma como um abade. Perdão, como a nobreza que merece ser.

Recomendado: O melhor do Príncipe Real

 

Os melhores restaurantes no Príncipe Real

1
Restaurante Miss Japa
©Miss Japa
Restaurantes

Miss Jappa

Princípe Real

O terceiro aniversário – e o final da obra no edíficio do restaurante – foi motivo para acrescentar novos pratos ao menu e estender o horário de abertura do Miss Jappa, o restaurante japonês chefiado por Anna Lins, a primeira chef portuguesa a especializar-se em cozinha asiática. Os pratos vão do espadarte em crosta ao prato quente yosenabe, com peixe, mariscos e vegetais, e têm assinatura de Lins, mas a partir de agora há uma nova gestão da cozinha do restaurante, com o chef Rui Santos a subir de posto, de sous chef para chef.

2
K.O.B. - Carne Maturada
©Ana Luzia
Restaurantes, Global

KOB by Olivier

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Dificilmente haverá em Lisboa um restaurante onde o conhecimento sobre a carne seja tão grande. No K.O.B. (Knowledge of Beef), do chef Olivier, trata-se a carne por tu. “Como a carne maturada estava muito em voga, decidi avançar com o projecto”, explica o chef. Aqui servem-se carnes maturadas até 60 dias, oriundas da Austrália (picanha Black Angus 32€/300g), Irlanda (acém redondo Black Angus 38€/300g), EUA (Black Angus steak 42€/300g) ou Japão (vazia Wagyu 65€/300g).

Publicidade
3
la paparrucha
©DR
Restaurantes

La Paparrucha

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Grande vista sobre a cidade, um buffet de almoço (14€) e uma sala privada. O La Paparrucha é um dos primeiros restaurantes argentinos (nação especializada em carne) em Lisboa, especificamente no Príncipe Real (bairro especializado em restaurantes). A grande estrela é a parrilla onde se fazem as espetadas ou o lombo. Pode pedir uma parrillada mista e fazer um banquete argentino à séria. Não falta também a picanha a que se podem juntar massarocas, legumes grelhados na parrilla ou grelos salteados, entre as necessárias batatas fritas e arroz.

4
Coyo Taco
©Duarte Drago
Restaurantes, Mexicano

Coyo Taco

Chiado/Cais do Sodré

Não passa minimamente despercebido: as paredes do edifício do novo restaurante do Príncipe Real são de um azul eléctrico e há um neón forte a iluminar o nome do restaurante. O Coyo Taco é uma cadeia que nasceu em Miami pela mão de três amigos e chegou a Portugal em Novembro de 2018 com a chancela Plateform (antigo Multifood) e tem o melhor da street food mexicana, dos tacos às quesadillas e burritos. Sem esquecer as margaritas.

Publicidade
5
Faz frio, restaurante, príncipe real, comida portuguesa, tradicional
©Duarte Drago
Restaurantes, Português

Faz Frio

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Apesar de ter fechado portas no final de 2017, o restaurante Antiga Casa Faz Frio, no Príncipe Real, não entrou para a necrologia das lojas históricas: mudou de mãos e reabriu de cara lavada mas com a história intacta. O receituário português continua a ser o grande foco desta casa, agora com uma actualização dos pratos e um maior investimento em ingredientes e matéria-prima de qualidade. A casa era conhecida por ter sempre uma proposta de bacalhau nos pratos do dia e isso vai continuar a ser regra. Conte com o dito à Zé do Pipo (17€), em açorda (12€), à Narcisa (13€) ou à Assis (13€).

6
Jamie's Italian
©Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Jamie's Italian

Princípe Real

A versão portuguesa do restaurante italiano de Jamie Oliver tem três pisos com 174 lugares sentados, com direito a sala privada no -1, e dois terraços com vistas incríveis para o castelo, seguindo, em termos de decoração, a mesma linha dos restaurantes Jamie’s Italian – presuntos e alhos pendurados no bar, à entrada, e decoração em madeira, azul e cobre. A carta é grande, tem o nome dos pratos em inglês para “preservar o espírito britânico" e faz referência aos “mais famosos” ou aos favoritos de Jool, a mulher de Jamie Oliver. Mas a oferta, ainda que adaptada a Portugal com uma ou outra substituição de ingredientes, caso do The Jamie’s Italian Burger, um hambúrguer de vaca com pancetta, cebola e, aqui, queijo da ilha (12,95€), e uma aposta num prato de peixe, o Acqua Pazza, na frigideira com azeitonas, alho, vinho, alcaparras, salsa e tomates cereja (14,95€).

Publicidade
7
Sumaya
©Duarte Drago
Restaurantes, Libanês

Sumaya

Princípe Real

O menu do Sumaya é muito grande e muito completo, para dar a conhecer ainda mais (e melhor) os pratos típicos de forno e os grelhados do Líbano – a maior parte receitas da avó de Tarek Mabsout, o dono. Outra das grandes apostas deste restaurante é o vinho: além dos rótulos portugueses, que não poderia deixar de haver, tem referências libanesas, entre tintos, rosés e brancos, cultivados no vale de Bekaa, considerado o coração verde do Líbano.

8
naked
©Arlindo Camacho
Restaurantes, Orgânico

Naked

Princípe Real

O Naked não é nem vegetariano, nem vegan, nem sequer é inteiramente saudável. A vitrine tanto tem kombucha caseira e sumos prensados a frio como gelados da Paletaria, Bolo da Marta ou caipirinhas. É flexitarian, que é como quem diz que tem opções para todos os gostos e preferências alimentares. E é Naked porque é tudo feito com produtos naturais com a mínima intervenção possível. Não há carnes, não há alimentos processados, há muita fruta e legumes e alternativas sem glúten, sem açúcares ou sem lactose. A carta foi definida por Miguel Júdice e Carla Contige, os dois sócios responsáveis pelo espaço, pela blogger Joana Limão e pela chef Susana Rainha.

Publicidade
9
Boubou's
©Manuel Manso
Restaurantes

BouBou's

Princípe Real

Agnes e Alexis Bourrat continuam a ser a criatividade que serve de bandeira ao BouBou's, o restaurante que abriu no Príncipe Real em Julho de 2018 e é um dos mais apetecíveis oásis da capital. O nome é a junção dos apelidos de Agnes e Alexis, e o ADN da cozinha é a comida internacional, mas não só. Há zona de bar, cozinha aberta com balcão para comer à frente do chef, e o grande ex-líbris, uma esplanada interior. 

 

10
©Arlindo Camacho
Noite

Café Príncipe Real

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O Café Príncipe Real celebra a lusofonia com pratos sazonais e uma vista incrível. O chef é agora José Miguel Pereira, o antigo sous chef de Vasco Lello e mostra mais influências de outras gastronomias. Na ementa há pratos tão diferentes quanto a tempura de legumes da época (8€), corvina com carolino de bulhão pato (19€) ou o pato asiático (20€). Tem uma vista esplêndida sobre Lisboa e um terraço com bar de cocktails para a aproveitar antes ou depois das refeições. 

Publicidade
11
pesca
©Manuel Manso
Restaurantes, Haute cuisine

Pesca

Princípe Real

Como o nome anuncia, Diogo Noronha foi à pesca para compor uma ementa 90% (palavras do próprio) feita de peixe e marisco, mas onde os vegetais também importam, em acompanhamentos bem trabalhados. A acompanhá-lo está o barman Fernão Gonçalves, com grandes cocktails para provar com ostras, e está um exército de fornecedores de produtos que o chef escolhe a dedo, com visitas aos terrenos. 

12
Crispy Mafya
©Duarte Drago
Restaurantes

Crispy Mafya

Princípe Real

Tem de entrar neste restaurante sem medo nem preconceito de sujar as mãos e lamber os dedos no final. Chama-se Crispy Mafya e a jóia da coroa é o chicken waffle burger, um hambúrguer de frango frito em que o pão é substituído por um waffle salgado. Combinação arriscada, mas vencedora. Mas se estiver com coragem, prove também o Hot'N Honey Burger (11€), onde o frango frito crocante faz par com jalapenos e pickles em pão brioche. Óptimo para subir a temperatura.

Publicidade
13
Clube Lisboeta
©Manuel Manso
Restaurantes

Clube Lisboeta

Princípe Real

Se passar pelo Clube Lisboeta, olhe duas vezes – não é uma discoteca, apesar do nome e dos tons negros; lá dentro é luminoso e sofisticado. Este restaurante no Príncipe Real, dos mesmos sócios do Pão à Mesa, serve brunch aos sábados, domingos e feriados e tem apostas que passam pelo ramen de pato e soba talharim do Clube (11€) ao almoço e pelo tiradito de peixe do dia (12€) jantar, rodando entre a gastronomia japonesa, peruana, portuguesa ou indiana. Tudo pela mão do chef José Lopes.

14
Restaurante RUA
©Manuel Manso
Restaurantes, Português

Restaurante RUA

Chiado/Cais do Sodré

Imagine aquilo que come num festival de street food, mas tudo reunido dentro de quatro paredes e numa mesa, rodeado de amigos. É mais ou menos assim no Rua, restaurante de Manuel André Fernandes e Ricardo Pereira. Países asiáticos e da América Latina convivem na mesma mesa em petiscos feitos para partilhar. Dentro do restaurante há arte de rua, com murais do artista urbano Samina, néons, luzes baixas e pormenores em ferro que dão um ambiente mais urbano à coisa.

Publicidade
15
Zazah
©Arlindo Camacho
Restaurantes, Petiscos

Zazah

Chiado/Cais do Sodré

O Zazah junta no mesmo espaço comida da boa, arte e música. A carta é, essencialmente, de cozinha internacional para partilhar, por isso peça as croquete de alheira (4€) crocantes, uma boa escolha para entrada, o ceviche de corvina (14€) feito com o tradicional leite de tigre (9,50€) ou o tataki de atum (22€/220g).

16
A Cevicheria
©Ana Luzia
Restaurantes, Global

A Cevicheria

Princípe Real

Não foi o primeiro restaurante em nome próprio de Kiko Martins em Lisboa – essa distinção pertence a O Talho – mas foi o responsável por pôr o nome do chef nas bocas do mundo. E por consequência, tornar o espaço numa das mesas mais concorridas da cidade. A Cevicheria nasceu para homenagear o prato nacional do Peru, serve-o com salmão, atum e até bacalhau, mas o melhor de todos, a valer a espera na fila, é mesmo o ceviche puro, com peixe branco da época, puré de batata doce, cebola, algas e leite de tigre.

Publicidade
17
café Tehran
©Manuel Manso
Restaurantes, Iraniano

Cafeh Tehran

Chiado/Cais do Sodré

Pooneh Niakian, natural do Irão mas a viver em Portugal desde os dois anos, resolveu abrir um restaurante com pratos típicos iranianos, para ensinar aos lisboetas o que é a comida iraniana, como se come e contar a história do país através de alguns dos pratos. Há uma sopa chamada Asheh Reshteh, rica em cereais e especiarias servida com cebola e menta caramelizada (4,10€), que se come no Ano Novo iraniano; Kookoo Sabzi, uma fritatta de ervas aromáticas numa cama de iogurte de pepino e funcho (5,30€), uma “comida de piquenique”; Joojeh Kebab, um dos mais tradicionais, aqui com o peite de frango servido em naan e com salada shirazi, com tomate, pepino e cebola roxa cortada em cubos pequenos (8,50€) ou Koofteh, umas espetadas condimentadas de carne de vaca e borrego (10,90€). 

18
Atalho Real - Sala
©Manuel Manso
Restaurantes

Atalho Real

Princípe Real

O Atalho Real é uma espécie de alfaiate de carnes. Tem várias peças, vários tamanhos e sempre duas formas de as vestir – dentro do pão ou no prato, bem acompanhados. A escolha nem sempre é fácil, mas recomendamos que se atire à entrecôte maturada (6,20€-15,90€) ou à maminha Black Angus (4,80€-13€) e que peça a salada coleslaw. Em dias e noites de Verão, reserve mesa na esplanada/jardim exterior, com vista para o Jardim Botânico. Um luxo.

Publicidade
19
El Clandestino - Espaço
©Ana Luzia
Restaurantes

El Clandestino

Chiado/Cais do Sodré

A vida no número 321 da Rua da Rosa é um casamento feliz entre o México e o Peru. Uma relação harmoniosa da qual nasceram tacos de novilho, frango ou porco (9,50€-15€) e ceviches de peixe branco ou atum (12€), para serem acompanhados com as respectivas bebidas dos países de origem: de um lado margaritas e vários cocktails com tequila, do outro, pisco sour. A mistura é bem conseguida, o ambiente do restaurante é cosmopolita, naquela onda de jantar e beber uns copos sem sair do mesmo sítio. No final de tudo, peça o jardim de churros (6,50€), para adoçar ainda mais a noite. Às terças há #tacotuesday com descontos especiais.

20
In Bocca al Lupa
©Ana Luzia
Restaurantes

In Bocca al Lupo

Chiado/Cais do Sodré

Espécie rara em Lisboa, esta pizzaria biológica é um verdadeiro sítio a conhecer para quem gosta de pizzas de massa fina. O restaurante é despretensioso e simples, mas quem aqui vem, vem para comer bem. Também vem para ver a massa ser estendida à frente dos olhos até ficar lisa e com pouca elasticidade; para provar, entre outros produtos bio, mozzarellas orgânicas vindas de Itália e legumes que chegam de uma quinta biológica em Portugal.

Publicidade
21
A Barra Japonesa
©Duarte Drago
Restaurantes, Asiático contemporâneo

O Asiático

Chiado/Cais do Sodré

E ao terceiro restaurante, o Chef Kiko dá-lhe Ásias. O Asiático é um restaurante bonito, cheio de bons detalhes e materiais, muito bem iluminado, com uma esplanada. A ementa vai do Nepal ao Japão e pelo meio há vários toques autorais com técnicas de alta cozinha. A casa aconselha a que se partilhem os pratos, que vão da sopa pho vietnamita (19,40€) ao satay de borrego com pak choi (20,70€), do caril verde com camarão black tiger e corvina (19,30€) ao bife wagyu na pedra (38,60€). À entrada há agora A Barra Japonesa, com peças de sushi contemporâneo e matéria-prima de qualidade. 

+ O Asiático tem agora uma Barra Japonesa

22
The Decadente
©Ana Luzia
Restaurantes

The Decadente

Bairro Alto

Foi dos primeiros restaurantes de Lisboa a conseguir um equilíbrio ajustado entre o bom ambiente, a cozinha portuguesa moderna e os preços baixos. Tudo isto a funcionar dentro de um hostel, quando ainda ninguém gostava de embirrar com os sítios frequentados por turistas. Entretanto outros espaços com o mesmo conceito apareceram, mas o The Decadente continuou a ser uma boa aposta para quando: 1) somos muitos e não queremos gastar muito; 2) somos muitos e queremos beber uns copos no mesmo sítio; 3) somos só dois, mas queremos um sítio com onda.

Publicidade
23
Zero Zero
©Arlindo Camacho
Restaurantes, Italiano

ZeroZero

Princípe Real

Para abrir uma pizzaria nesta altura do campeonato é preciso pensar em algo diferenciador. Assim o fez o grupo Plateform (ex-Multifood), que trouxe para Lisboa o método poolish. Trocado por miúdos é um tipo de pré-fermentação que acontece em várias fases, usa vários tipos de farinha (entre elas uma de grão duro e moagem em pedra), e exige que a massa fermente em média três dias. O resultado? A massa pesa menos no estômago. Mas nada como pedir a Margherita DOP (11,50€), a Montanara (18,50€) ou a Pugliese (19€) para experimentar. Enquanto espera por mesa (está sempre cheio) peça um dos queijos ou enchidos da montra à entrada.

24
Local
©Francisco Santos
Restaurantes, Português

Local

Chiado/Cais do Sodré

Só tem 18 metros quadrados e uma mesa para 10 pessoas. André Lança Cordeiro inaugurou o restaurante em 2017 e deixou de o chefiar no inicio de 2018 para se dedicar a outro projecto. Deixou o legado a Manuel Lino, que regressa à capital depois do hotel La Torre del Visco, em Espanha. A completar a dupla de cozinheiros está João Mealha, que já tinha feito equipa com Manuel Lino no Tabik, na Avenida da Liberdade. O Local continua a servir apenas 20 jantares por dia, com dois turnos, um às 20.00, outro às 22.00, e cada par ou pequeno grupo que chega tem de partilhar uma mesa corrida. 

Publicidade
25
Chutnify
©Francisco Santos
Restaurantes, Indiano

Chutnify

Chiado/Cais do Sodré

Diz-se que Lisboa é a nova Berlim e foi isso que pensou a indiana Aparna Aurora, a dona do Chutnify, que depois de se estrear em 2014 na cidade alemã chegou em Agosto de 2017 a Lisboa. No seu restaurante indiano (moderno e não de fusão), é imperativo comer com as mãos. Os pratos também são bastante artísticos, do papad basket de entrada (4,5€) às dosas como a de pato picante (15€) ou batata masala (9€) e o bagare baingan (12€), com beringela, amendoim e coco. À sobremesa, coma a chamuça de chocolate.

26
Tapisco
©Manuel Manso
Restaurantes, Petiscos

Tapisco

Chiado/Cais do Sodré

Henrique Sá Pessoa ainda estava a comemorar a estrela Michelin que tinha conseguido no Alma, um ano depois de abrir o restaurante, quando se dedicou de corpo e alma a mais um espaço. Em Fevereiro de 2017, o Tapisco abria portas na Rua Dom Pedro V. O objectivo, como nos explicou o chef na altura, era pôr lado a lado pratos portugueses e espanhóis. Huevos rotos com paletilla ibérica (13€), salada de polvo (16€), gambas al ajillo (16€), choco frito (13€) e patatas bravas (7€) convivem pacificamente na carta e têm conquistado portugueses e estrangeiros. Apesar de ainda não ter pegado por aqui a tendência do vermute, o bar com cocktails de assinatura e janela para a rua recomenda-se.

Publicidade
27
Comida de Santo
©Arlindo Camacho
Restaurantes

Comida de Santo

Princípe Real

Este clássico brasileiro, com quase quatro décadas de vida, deu uma sacudida no menu, arranjou novas loiças, mudou o nome de alguns pratos, trouxe para o menu outros que tem vindo a fazer recentemente e está pronto a (re)apresentar-se à cidade. Ainda estão lá os vatapás (16€), as várias moquecas (14€-17€), a feijoada (14€) ou xim xim de galinha (13€), sempre em doses bem servidas. Mas agora há a Caipirinha Gabriela Cravo e Canela (7€), o melhor quindim da Europa (5€) ou o Lampião e Maria Bonita (5€), um gelado de nata com molho de natas.

28
Bonsai Balcão
©Ana Luzia
Restaurantes, Japonês

Bonsai

Chiado/Cais do Sodré

Tem mais de três décadas e já teve várias vidas dentro. Isto é, vários sushimen na cozinha, cada um com uma linha diferente, mas sempre com máximo talento e sem descurar a base do restaurante: uma mistura entre pratos quentes de tasca japonesa e peixes crus (bem frescos). Nos meses frios faz um óptimo ramen ao sábado, de 15 em 15 dias – a reserva é aconselhada.  

Os melhores restaurantes bairro a bairro

Adega das Gravatas
©Ana Luzia
Restaurantes, Português

Os melhores restaurantes em Carnide

É uma zona residencial por excelência mas não é só a Feira da Luz e as suas loiças a bom preço que arrasta os lisboetas à freguesia de Carnide. Aqui os restaurantes elevaram-se de simples tascas portuguesas a espaços de gabarito e de romarias propositadas para comer aquele prato que é, na verdade, a comida conforto que precisamos sempre. São do mais tradicional que há, têm um bom serviço, humilde e simpático, e nunca descuram na qualidade à mesa. 

Bastardo -Sala de Refeições
©Ana Luzia
Restaurantes

Os melhores restaurantes na Baixa

Mal-amada pelos lisboetas e idolatrada pelos turistas, a Baixa continua a ter vários restaurantes que merecem a sua atenção – quer ande à procura de boa comida portuguesa, de um japonês diferente dos congéneres ou daqueles clássicos que mantêm a qualidade há anos. Estas são as nossas escolhas dos melhores restaurantes na Baixa.   

Publicidade
Cantina Peruana
©Duarte Drago
Restaurantes

Os melhores restaurantes no Cais do Sodré

O bairro não pára de crescer e se há coisa que não lhe falta são sítios para comer e beber. Temos já uma panóplia de bons restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo que tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão. Dos clássicos e históricos aos novos projectos, nestes restaurantes encontra sugestões para todos os gostos. Decida onde vai almoçar ou jantar com esta lista dos melhores restaurantes no Cais do Sodré.

Publicidade