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©Arlindo Camacho

Um roteiro pelos restaurantes do Príncipe Real

Há um mundo de restaurantes no Príncipe Real. Entre clássicos e novos, o difícil é escolher – mas não se esqueça de reservar.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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O Príncipe Real é o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento – muitos deles de janelões abertos para a rua a convidar a um copo antes de entrar. Depois de tanto tempo adormecida por causa da pandemia, a zona voltou à vida de antigamente. A oferta é variada e não desilude. Asiáticos, italianos, cozinhas de autor: abram alas para a corte de restaurantes do Príncipe Real. Há muito por descobrir e provar. Vá por nós e coma como um abade. Perdão, como a nobreza que merece ser.

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Os melhores restaurantes no Príncipe Real

  • Restaurantes
  • Princípe Real

Restaurantes de comida tradicional há muitos, nem tantos a abrir, e poucos com um chef com nome feito na praça a dar-lhe forma. É isso o Pica-Pau, um restaurante que bebeu das receitas de Maria de Lourdes Modesto, em pleno Príncipe Real e com Luís Gaspar, da Sala de Corte, aos comandos. Açorda de gambas à segunda-feira, mão de vaca com grão à terça, filetes de pescada com arroz de tomate e coentros à quarta, cozido à portuguesa à quinta e arroz de cabidela à sexta. Eis os pratos do dia deste novo restaurante – que nasceu no lugar do antigo Pesca, de Diogo Noronha –, sempre disponíveis ao almoço e ao jantar com o preço único de 12€. O sábado é dia de massada de garoupa e camarão (18€) e ao domingo come-se cabrito assado com arroz de forno e grelos (20€). Maria de Lourdes Modesto e o seu Cozinha Tradicional Portuguesa serviram de bússola a Luís Gaspar, tal como o clássico Tesouro das Cozinheiras, de Mirene, e o próprio gastrónomo Virgílio Nogueira Gomes. A carta não tem que saber. Além dos pratos do dia, divide-se entre petiscos e principais. Na primeira parte, está, por exemplo, o pica-pau que dá nome à casa (14€). O couvert não é de se deixar passar. O pão de Mafra chega à mesa quente, acompanhado de manteiga dos Açores e molho Pica-Pau (3€) – isso mesmo, o molho do pica-pau. Nas sobremesas (4€), está lá a doçaria tradicional, claro: farófias com leite creme, mousse de chocolate, arroz doce e pudim abade de priscos.

  • Restaurantes
  • Global
  • Princípe Real

Não foi o primeiro restaurante em nome próprio de Kiko Martins em Lisboa – essa distinção pertence a O Talho – mas foi o responsável por pôr o nome do chef nas bocas do mundo. E por consequência, tornar o espaço numa das mesas mais concorridas da cidade. A Cevicheria nasceu para homenagear o prato nacional do Peru, serve-o com salmão, atum e até bacalhau, mas o melhor de todos, a valer a espera na fila, é mesmo o ceviche puro, com peixe branco da época, puré de batata doce, cebola, algas e leite de tigre. A novidade é a esplanada que o restaurante ganhou com a pandemia, perfeita nem que mais não seja para beber um pisco sour. 

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  • Restaurantes
  • Princípe Real

O Atalho Real é uma espécie de alfaiate de carnes. Tem várias peças, vários tamanhos e sempre duas formas de as vestir – dentro do pão ou no prato, bem acompanhados. A escolha nem sempre é fácil, mas recomendamos que se atire à entrecôte maturada ou à maminha Black Angus e que peça a salada coleslaw. Em dias e noites mais amenas, reserve mesa na esplanada/jardim exterior, com vista para o Jardim Botânico. Um luxo.

  • Restaurantes
  • Japonês
  • Chiado/Cais do Sodré

Os puristas defendem (e bem) que o Bonsai fica no Bairro Alto, mas a porta espreita para o Príncipe Real. Vem do tempo em que comer com pauzinhos era uma excentricidade, sendo hoje um dos restaurantes japoneses mais antigos da cidade. Sobreviveu ao boom de restaurantes de sushi, a algumas trocas de chefs e só a pandemia o parece estar a abrandar, por agora – já só está aberto ao jantar. Continua, ainda assim, a ser um dos melhores nipónicos de Lisboa, misturando excelentes pratos quentes de tasca japonesa com peixes crus, frescos e bem cortados.

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  • Restaurantes
  • Princípe Real
  • preço 3 de 4

O Boubou's, escondido no Príncipe Real, é um três em um: tem uma zona de bar, uma cozinha aberta com balcão para comer à frente da chef Louise Bourrat e uma bonita esplanada interior. A cozinha é internacional com mão francesa e o menu vai tendo novidades conforme a estação. Aventure-se no menu de degustação, que arranca com umas ostras do Sado, manteiga de alho e huacatay, avança para um lírio dos Açores com ponzu trufado e arroz crocante e termina com boletos, miso, alho negro e trufa – mas atenção que estes são só três dos nove pratos. 

  • Restaurantes
  • Princípe Real

Há uma cabana que se esconde no Príncipe Real, nas traseiras da Embaixada. Um sítio para se estar sem pressas, onde nem os carros que enchem a Rua da Escola Politécnica se ouvem. Em cada mesa há um jogo, como o dominó ou o 4 em linha, adivinhando-se que este é um sítio para se estar. Há livros que se partilham e um gira-discos que pode tocar um disco de casa que tenha levado. Para os miúdos, um cesto cheio de brinquedos. À mesa, a proposta é uma viagem pelo mundo servida em tábuas que permitem provar vários pratos.  

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  • Restaurantes
  • Indiano
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Diz-se que Lisboa é a nova Berlim e foi isso que pensou a indiana Aparna Aurora, a dona do Chutnify, que depois de se estrear em 2014 na cidade alemã chegou em Agosto de 2017 a Lisboa. No seu restaurante indiano (moderno e não de fusão), é imperativo comer com as mãos. Os pratos também são bastante artísticos, do papad basket de entrada às dosas como a de pato picante ou batata masala e o bagare baingan, com beringela, amendoim e coco. À sobremesa, coma a chamuça de chocolate. Aproveite e descubra também os cocktails. 

  • Restaurantes
  • Mexicano
  • Chiado/Cais do Sodré

Não passa minimamente despercebido: as paredes do edifício são de um azul eléctrico, há um néon forte a iluminar o nome do restaurante e música que se sente ainda na rua. O Coyo Taco é uma cadeia que nasceu em Miami pela mão de três amigos e chegou a Portugal em Novembro de 2018 com o melhor da street food mexicana, dos tacos às quesadillas e burritos. Sem esquecer as margaritas.

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  • Restaurantes
  • Princípe Real
  • preço 2 de 4

Tem de entrar neste restaurante sem medo nem preconceito de sujar as mãos e lamber os dedos no final. Chama-se Crispy Mafya e a jóia da coroa é o chicken waffle burger, um hambúrguer de frango frito em que o pão é substituído por um waffle salgado. Combinação arriscada, mas vencedora. Mas se estiver com coragem, prove também o Hot'N Honey Burger, onde o frango frito crocante faz par com jalapenos e pickles em pão brioche. Óptimo para subir a temperatura.

  • Restaurantes
  • Português
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
  • preço 3 de 4

Apesar de ter fechado portas no final de 2017, o restaurante Antiga Casa Faz Frio, no Príncipe Real, não entrou para a necrologia das lojas históricas: mudou de mãos e reabriu de cara lavada mas com a história intacta. O receituário português continua a ser o grande foco desta casa, agora com uma actualização dos pratos e um maior investimento em ingredientes e matéria-prima de qualidade. A casa era conhecida por ter sempre uma proposta de bacalhau nos pratos do dia e isso continua a ser regra. 

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  • Restaurantes
  • Vegetariano
  • Princípe Real

Healthy V. instalou-se na rua da Escola Politécnica no antigo espaço do Naked para servir pequenos-almoços, almoços e jantares saudáveis, vegetarianos e maioritariamente vegan. Das propostas da chef Silvia Santos destacam-se pratos coloridos como a tartine de portobello assado, hummus, espinafres salteados e sementes tostadas; o hambúrguer de feijão encarnado com maionese vegan e redução de ananás; ou a bowl de beringela assada em miso e noodles de arroz. Igualmente recheada é a carta das bebidas. Há smoothies de vários sabores, kombucha, cervejas artesanais e vinhos biológicos para beber a copo ou a garrafa.

  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré

Espécie rara em Lisboa, esta pizzaria biológica é um verdadeiro sítio a conhecer para quem gosta de pizzas de massa fina. O restaurante é despretensioso e simples, mas quem aqui vem, vem para comer bem. Também vem para ver a massa ser estendida à frente dos olhos até ficar lisa e com pouca elasticidade; para provar, entre outros produtos bio, mozzarellas orgânicas vindas de Itália e legumes que chegam de uma quinta biológica em Portugal.

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  • Restaurantes
  • Italiano
  • Princípe Real
  • preço 2 de 4

A versão portuguesa do restaurante italiano de Jamie Oliver tem três pisos com 174 lugares sentados, com direito a sala privada no -1, e dois terraços com vistas incríveis para o castelo, seguindo, em termos de decoração, a mesma linha dos restaurantes Jamie’s Italian – presuntos e alhos pendurados no bar, à entrada, e decoração em madeira, azul e cobre. A carta é grande, tem o nome dos pratos em inglês para “preservar o espírito britânico" e faz referência aos “mais famosos” ou aos favoritos de Jool, a mulher de Jamie Oliver, das massas às pizzas.

  • Restaurantes
  • Global
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Quando a carne maturada ainda não era presença assídua em muitas cartas de restaurantes, Olivier da Costa abriu o K.O.B. (Knowledge of Beef) com diferentes cortes de carnes de países como Austrália, Japão, Irlanda e Espanha, além de Portugal – todas com uma maturação até 60 dias. Com a pandemia, o restaurante, de ambiente moderno e sofisticado, ganhou uma esplanada acolhedora, que se mantém até agora. Vale a pena espreitar a lista de entradas e sobremesas.

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  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

É um clássico de Lisboa com uma vista para a cidade difícil de bater, o que faz do La Paparrucha, além de um bom restaurante, um miradouro de luxo. Foi um dos primeiros restaurantes argentinos (nação especializada em carne) da cidade, sendo a parrillada plata (uma mista de carne de vaca e porco para duas pessoas) uma boa forma de se introduzir.  A espetada mista La Paparrucha (com mista de carne de vaca, cebola e pimentos) também tem muita saída. Não falta também a picanha a que se podem juntar massarocas, legumes grelhados na parrilla ou grelos salteados, entre as necessárias batatas fritas e arroz. Durante a semana ao almoço, há um menu muito em conta (14€).

  • Restaurantes
  • Cafés
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Por mais escondido que esteja – os mais distraídos poderão até não encontrar a entrada –, o Lost In é sempre uma boa aposta. A esplanada, abrigada e reservada, e a vista para Lisboa são imbatíveis a qualquer hora do dia, até porque a carta é versátil. Há pratos compostos, mas também petiscos rápidos e várias saladas. 

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  • Restaurantes
  • Asiático contemporâneo
  • Princípe Real

A Madame Bô é uma personagem criada por um grupo de amigos, Catarina Coutinho, Pedro Vasconcelos, Maria Villas Boas e Charles Declos, responsáveis pelo restaurante de dumplings asiáticos do Príncipe Real. Os bolinhos de massa recheados contam com a expertise de Leonor Godinho, chef do Dr Bernard BoaVida, que preparou cinco diferentes, identificados por cores. Os amarelos são de frango e cogumelos, os pretos são de novilho, os roxos de porco, os verdes de legumes e tofu e os brancos de camarão. O espaço é pequeno, mas é sempre possível encomendar para casa, havendo até a possibilidade de os comprar congelados. 

  • Restaurantes
  • Cafés
  • Chiado/Cais do Sodré

Um clássico é um clássico e nem a cara lavada depois de tanto tempo fechado e a funcionar apenas com esplanada apagou a aura do Pão de Canela, o café e restaurante da Praça das Flores. Se a esplanada continua igual a sempre, lá dentro mudou tudo, estando o espaço agora mais funcional (finalmente há ligação entre café e restaurante) e moderno. A decoração ficou a cargo da catalã Isabel López Vilalta, responsável, por exemplo, pelo design do três estrelas Michelin El Celler de Can Roca, em Girona. A carta também teve direito a um upgrade pela chef Joana Duarte, que passou pelo Tapisco como sous-chef. Aos pratos de sempre, como o polvo à lagareiro (15,50€) e o bitoque na frigideira (12€), juntaram-se mais pratos para partilhar, dos peixinhos da horta com maionese vegan (9€) ao pica-pau da vazia (8€). Nos doces, continuam as benditas “farófias da Alice” (4€). E do lado do café mantém-se a oferta generosa de pastelaria (os scones e os brioches são irrecusáveis). Aos fins-de-semana, já se sabe, é o brunch buffet que manda. Diferente, diferente, mas o café de bairro de sempre.

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  • Restaurantes
  • Português
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Imagine aquilo que come num festival de street food, mas tudo reunido dentro de quatro paredes e numa mesa, rodeado de amigos. É mais ou menos assim no Rua. Países asiáticos e da América Latina convivem na mesma mesa em petiscos feitos para partilhar. Dentro do restaurante há arte de rua, com murais do artista urbano Samina, néons, luzes baixas e pormenores em ferro que dão um ambiente mais urbano à coisa.

  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré

Margaux Marcy e Pierre d'Andrimont deram-nos, nos últimos anos, alguns dos projectos gastronómicos mais vibrantes na cidade. Do Café Janis ao Farès, passando pelo Javá ou o Palma Cantina, todos eles se tornaram, em menos de nada, em sítios da moda, cheios de pinta e boa onda. O Rosamar, no lugar d’O Asiático do chef Kiko, no Bairro Alto, segue o mesmo caminho. É bonito e vistoso, tem um terraço interior inesperado, e dá destaque ao peixe e aos pratos de mar. Mas não se espere da cozinha um receituário tradicional. As ostras, um dos grandes destaques na carta, são disso exemplo. Há as clássicas (8,50€/três), ou seja, ao natural, mas também alternativas como as creamy coconut (9,50€/três), com coco, capim-limão, lima kaffir, habanero, alho e cebola branca. Os croquetes de bisque de açafrão, aioli, tártaro de dourada, trufa e mandioca (11€ /três) também são fruto dessa fusão, tal como as tostadas de polvo (9,50€/dois) ou as amêijoas com molho de coco (19€). Como seria de esperar num restaurante do género, não falham os pratos frescos como o sashimi de turbot (12€) ou o ceviche de lírio (14€). No bar, logo à entrada, não se serve a carta completa, apenas ostras e pequenos snacks, que acompanham na perfeição os cocktails, outra aposta da casa.

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  • Restaurantes
  • Europeu
  • Chiado/Cais do Sodré

O janelão enorme, com uma mesinha e umas quantas flores, denuncia o Seagull Method Café, no Príncipe Real, projecto dos donos do minimalista Heim, em Santos, e do novo grego da cidade, o Kefi. Por aqui, mantém-se a decoração simples, com paredes em pedra e umas quantas ilustrações com gaivotas para honrar o nome. Para comer, não faltam os pratos de ovos, as torradas de abacate ou salmão fumado, açaí, croissants e granola. Para sobremesa, como seria de esperar de um espaço destes, destacam-se as panquecas, servidas em torres muito instagramáveis. 

  • Restaurantes
  • Princípe Real

O sítio é pequeno e quase passa despercebido, não fosse um cartaz na Rua da Escola Politécnica com o nome que chama imediatamente à atenção, “Sujamãos”, e logo abaixo a exclamação: “É do cachaço!”. Virando o olhar para onde aponta, para a Rua do Monte Olivete, avista-se a pequena esplanada. A carta é pequena e não tem que enganar: para comer há apenas sandes de cachaço, croquetes de cachaço e sopa. E o difícil, provavelmente, vai ser ficar-se apenas por um croquete e uma sandes, de tão gulosos que são. O nome do espaço também não é só para abrir o apetite: aqui sujam-se realmente as mãos. Ora se engorduram os dedos com o molho da sandes, ora é a carne que quase cai do pão e que obriga a uma ligeira ginástica rítmica entre mãos e boca. 

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  • Restaurantes
  • Libanês
  • Princípe Real

O menu do Sumaya é grande e muito completo, para dar a conhecer ainda mais (e melhor) os pratos típicos de forno e os grelhados do Líbano – a maior parte receitas da avó de Tarek Mabsout, o dono. Outra das grandes apostas deste restaurante é o vinho: além dos rótulos portugueses, que não poderia deixar de haver, tem referências libanesas, entre tintos, rosés e brancos, cultivados no vale de Bekaa, considerado o coração verde do Líbano. A melhor forma de fazer esta viagem é mesmo pedir um combinado (há para uma, duas ou quatro pessoas). 

  • Restaurantes
  • Petiscos
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

Henrique Sá Pessoa tem duas estrelas Michelin e é uma estrela de televisão, mas nem por isso é um chef inacessível ao comum dos mortais. Não só tem um balcão em nome próprio no Time Out Market, como é o homem ao leme deste Tapisco, onde casa tapas e petiscos. Bonito, com serviço simpático e, cereja no topo no bolo, um bar de vermutes para o entreter enquanto espera por mesa. A fórmula mágica para não disparar a conta é dividir um tapisco e uns ovos, rachar um dos pratos das brasas ou dos tachos e finalizar com uma sobremesa.

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  • Português
  • Princípe Real
  • preço 2 de 4

É caso para dizer que a pandemia veio dar uma nova vida à Tascardoso, que ganhou uma esplanada generosa e bem concorrida – até então tudo o que tinha era quatro mesas à porta. Seja na casa original, na esquina da Dom Pedro V com a Rua d’O Século, seja na porta acima, a Tascardoso é lugar seguro para comer uma diária sem ter de deixar a carteira. Tanto pode ser um arroz de pato, como um cabritinho no forno ou um bacalhau assado à lagareiro.

  • Restaurantes
  • Petiscos
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

O jeito continua a ser carioca, a comida continua a ter diferentes geografias, mas de há uns meses para cá que o Zazah tem um novo chef e também uma nova carta. Christian D’Aurian sucede a Moisés Franco (agora na mercearia STŌ) na cozinha do restaurante do Príncipe Real, onde prepara pratos para serem partilhados, que fundem várias cozinhas do mundo como o croquete de alheira com alioli (5€); o “bolovo” (7€), que é um pastel de bacalhau com ovo; ou o tartar de carne de novilho (8€). A atenção aos cocktails de autor também ganhou uma nova dimensão. 

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  • Princípe Real

Tem uma das nossas esplanadas preferidas na cidade, mas muito antes de lá chegar, já ficamos de água na boca. A entrada da pizzaria Zero Zero é um deleite e para verdadeiros apreciadores de comida italiana, com uma pequena charcutaria com queijos e enchidos. As pizzas, estrelas da casa, são feitas pelo método poolish, com fermentações naturais longas da massa, três tipos de farinha e controlo minucioso da temperatura. A lenha usada no forno é de azinho e só azinho. O resultado é uma massa fina, rústica, deliciosa.

Restaurantes por zonas

  • Restaurantes

Não é dos maiores bairros da cidade, mas nem por isso faltam opções para comer. Pode não ser a escolha mais óbvia na altura de decidir onde reservar mesa, mas talvez não se vá arrepender – até porque há boas esplanadas por aqui. Campolide é casa de comida tradicional portuguesa, mas também há boas carnes e até aos pratos mais frescos e contemporâneos, sem nunca esquecer, obviamente, o frango assado (olá Valenciana!).

  • Restaurantes

Se há zona de Lisboa que nunca fica igual é o Cais do Sodré, conhecido pela movida nocturna, mas cheio de vida durante o dia. Há cada vez mais novos projectos a regenerar o bairro, de restaurantes a bares onde também se come bem, há um mudo de opções. Restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão. Não sabe onde reservar mesa?

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