Onde comer bem no Príncipe Real
O bairro onde pode comer como um rei. Eis o roteiro perfeito dos melhores restaurantes no Príncipe Real
A nova dinastia da restauração lisboeta instalou-se aqui e as novidades sucedem-se – grande parte delas com grandes janelas e balcões virados para a rua para que possa aproveitar o melhor da zona. O Príncipe Real é o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento. A oferta é variada e não desilude. Asiáticos, italianos, cozinhas de autor: abram alas para a família real de restaurantes do Príncipe Real. Há muito por descobrir e provar, do Irão ao Vietname. Vá por nós e coma como um príncipe.
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Onde comer bem no Príncipe Real
Coyo Taco
Não passa minimamente despercebido: as paredes do edifício do novo restaurante do Príncipe Real são de um azul eléctrico e há um neón forte a iluminar o nome do restaurante. O Coyo Taco é uma cadeia que nasceu em Miami pela mão de três amigos e chegou a Portugal em Novembro de 2018 com a chancela Multifood e tem o melhor da street food mexicana, dos tacos às quesadillas e burritos. Sem esquecer as margaritas.
Faz Frio
Apesar de ter fechado portas no final de 2017, o restaurante Antiga Casa Faz Frio, no Príncipe Real, não entrou para a necrologia das lojas históricas: mudou de mãos e reabriu de cara lavada mas com a história intacta. O receituário português continua a ser o grande foco desta casa, agora com uma actualização dos pratos e um maior investimento em ingredientes e matéria-prima de qualidade. A casa era conhecida por ter sempre uma proposta de bacalhau nos pratos do dia e isso vai continuar a ser regra. À terça há açorda de bacalhau (11,50€), à quarta feijoada de sames (12€), à quinta bacalhau à Narcisa (13€), à sexta bacalhau à Assis (12€).
Jamie's Italian
A versão portuguesa do restaurante italiano de Jamie Oliver tem três pisos com 174 lugares sentados, com direito a sala privada no -1, e dois terraços com vistas incríveis para o castelo, seguindo, em termos de decoração, a mesma linha dos restaurantes Jamie’s Italian – presuntos e alhos pendurados no bar, à entrada, e decoração em madeira, azul e cobre. A carta é grande, tem o nome dos pratos em inglês para “preservar o espírito britânico" e faz referência aos “mais famosos” ou aos favoritos de Jool, a mulher de Jamie Oliver. Mas a oferta, ainda que adaptada a Portugal com uma ou outra substituição de ingredientes, caso do The Jamie’s Italian Burger, um hambúrguer de vaca com pancetta, cebola e, aqui, queijo da ilha (12,95€), e uma aposta num prato de peixe, o Acqua Pazza, na frigideira com azeitonas, alho, vinho, alcaparras, salsa e tomates cereja (14,95€) e noutro de carne, umas costeletas de borrego grelhadas, é igual aos dos outros espaços. Há 11 opções de massa fresca, oito de pizza, saladas e as sobremesas mais conhecidas do chef-estrela.
Sumaya
O menu do Sumaya, um restaurante do grupo Atalho no Príncipe Real, tem um menu muito grande, muito completo, para dar a conhecer ainda mais (e melhor) os pratos típicos de forno e os grelhados do Líbano – a maior parte receitas da avó de Tarek Mabsout, o dono. Tem pratos Uma das grandes apostas deste restaurante é também nos vinhos: além dos vinhos portugueses, que não poderia deixar de haver, têm 18 referências libanesas, entre tintos, rosés e brancos, cultivados no vale de Bekaa, considerado o coração verde do Líbano. Uma boa maneira de conhecer um pouco de tudo é pedir um dos combinados, para uma (13€), duas (26€) ou quatro pessoas (80€) e regar então com um copinho de vinho.
Naked
O novo restaurante do Príncipe Real não é nem vegetariano, nem vegan, nem sequer é inteiramente saudável. A vitrine tanto tem kombucha caseira e sumos prensados a frio como gelados da Paletaria, Bolo da Marta ou caipirinhas. É flexitarian, que é como quem diz que tem opções para todos os gostos e preferências alimentares. E é Naked porque é tudo feito com produtos naturais com a mínima intervenção possível. Não há carnes, não há alimentos processados, há muita fruta e legumes e alternativas sem glúten, sem açúcares ou sem lactose. A carta foi definida por Miguel Júdice e Carla Contige, os dois sócios responsáveis pelo espaço, pela blogger Joana Limão e pela chef Susana Rainha. Há uma fresca vichyssoise de batata doce com creme de beterraba e topping crocante de dukkah (uma mistura de avelã com amêndoa ou caju e sésamo que vai ao forno a torrar e é esmagada com um pilão, 4€), omelete de claras com três pastas à escolha para rechear (cenoura, pepino e dukkah; ricotta, salmão curado, funcho e alcaparras ou legumes assados, rúcula e manjericão com abacate, entre os 6 e os 7€) ou uma shakshouka com tomate, pimento e ovo escalfado (10€).
BouBou's
O nome fofinho é a junção dos apelidos de Agnes e Alexis, que se mudaram para Portugal para abrir um restaurante que serve comida internacional e é um três em um, com zona de bar, cozinha aberta com balcão para comer à frente do chef, e o grande ex-líbris, uma esplanada interior.
Café Príncipe Real
A abertura do Memmo Príncipe Real trouxe a Lisboa mais um restaurante de cozinha de autor, nas mãos do talentoso Vasco Lello. O conceito é uma celebração da lusofonia, numa viagem que percorre as influências dos portugueses nas cozinhas brasileira, africana e asiática. Daí que a ementa apresente pratos tão diferentes quanto a tempura de legumes da época, o pato asiático ou a queijada de mandioca. Tem uma vista esplêndida sobre Lisboa e um terraço com bar de cocktails para a aproveitar antes ou depois das refeições.
Pesca
Um ano depois de ter deixado a Casa de Pasto e o Rio Maravilha, Diogo Noronha apresentou, finalmente, o seu novo restaurante no bairro do momento. Como o nome anuncia, foi à pesca para compor uma ementa 90% (palavras do próprio) feita de peixe e marisco, mas onde os vegetais também importam, em acompanhamentos bem trabalhados. A acompanhá-lo está o barman Fernão Gonçalves, com grandes cocktails para provar com ostras, e está um exército de fornecedores de produtos que o chef escolhe a dedo, com visitas aos terrenos. Perfeito para: ir ao melhor jardim de Inverno que é, em simultâneo uma grande esplanada da cidade.
Crispy Mafya
Tem de entrar neste restaurante sem medo nem preconceito de sujar as mãos e lamber os dedos no final. Chama-se Crispy Mafya e a jóia da coroa é o chicken waffle burger, um hambúrguer de frango frito em que o pão é substituído por um waffle salgado. Combinação arriscada, mas vencedora.
Clube Lisboeta
Se passar pelo Clube Lisboeta, olhe duas vezes – não é uma discoteca, apesar do nome e dos tons negros; lá dentro é luminoso e sofisticado. Este novo restaurante do Príncipe Real, dos mesmos sócios do Pão à Mesa, serve brunch todos os dias até às 17.00 e tem quatro cartas de gastronomias diferentes para os jantares. A chef é Karin Gama, que foi sous chef da brasileira Bela Gil, uma adepta de cozinha natural, e aqui responde precisamente a esse pedido de uma comida menos processada.
Restaurante RUA
Imagine aquilo que come num festival de street food, mas tudo reunido dentro de quatro paredes e numa mesa, rodeado de amigos. É mais ou menos assim no Rua, restaurante de Manuel André Fernandes e Ricardo Pereira. Países asiáticos e da América Latina convivem na mesma mesa em petiscos feitos para partilhar. Dentro do restaurante há arte de rua, com murais do artista urbano Samina, néons, luzes baixas e pormenores em ferro que dão um ambiente mais urbano à coisa.
Zazah
Se há coisa que os cariocas sabem fazer é tirar o pé do chão e sambar noite fora. O Zazah abriu há um ano e, no mesmo espaço, junta comida da boa, arte e música. Vamos começar pelo fim: a sobremesa Três Marias é o melhor remate de refeição que poderia ter – são cones de brigadeiros, que misturam brigadeiro branco e negro (5€). A carta é, essencialmente, de cozinha internacional para partilhar, por isso peça as bolinhas de alheira (6€) crocantes, uma boa escolha para entrada, o ceviche de atum feito com o tradicional leite de tigre (9,50€) ou os cogumelos-ostra de Sintra gratinados com pimentos vermelhos (7,50€).
A Cevicheria
Não foi o primeiro restaurante em nome próprio de Kiko Martins em Lisboa – essa distinção pertence a O Talho – mas foi o responsável por pôr o nome do chef nas bocas do mundo. E por consequência, tornar o espaço numa das mesas mais concorridas da cidade. A Cevicheria nasceu para homenagear o prato nacional do Peru, serve-o com salmão, atum e até bacalhau, mas o melhor de todos, a valer a espera na fila, é mesmo o ceviche puro, com peixe branco da época, puré de batata doce, cebola, algas e leite de tigre.
Cafeh Tehran
Pooneh Niakian, natural do Irão mas a viver em Portugal desde os dois anos, resolveu abrir um restaurante com pratos típicos iranianos, para ensinar aos lisboetas o que é a comida iraniana, como se come e contar a história do país através de alguns dos pratos. O couvert são frutos secos torrados caramelizados com canela e outras especiarias e pão barbari, uma espécie de focaccia com pesto de cenoura e tomate seco. Há uma sopa chamada Asheh Reshteh, rica em cereais e especiarias servida com cebola e menta caramelizada (4,10€), que se come no Ano Novo iraniano; Kookoo Sabzi, uma fritatta de ervas aromáticas numa cama de iogurte de pepino e funcho (5,30€), uma “comida de piquenique”; Joojeh Kebab, um dos mais tradicionais, aqui com o peite de frango servido em naan e com salada shirazi, com tomate, pepino e cebola roxa cortada em cubos pequenos (8,50€) ou Koofteh, umas espetadas condimentadas de carne de vaca e borrego (10,90€).
Atalho Real
O Atalho Real é uma espécie de alfaiate de carnes. Tem várias peças, vários tamanhos e sempre duas formas de as vestir – dentro do pão ou no prato, bem acompanhados. A escolha nem sempre é fácil, mas recomendamos que se atire à entrecôte maturada ou à maminha Black Angus e que peça a salada coleslaw, difícil de encontrar em Lisboa. Em dias e noites de Verão, reserve mesa na esplanada/jardim exterior, com vista para o Jardim Botânico. Um luxo.
El Clandestino
A vida no número 321 da Rua da Rosa é um casamento feliz entre o México e o Peru. Uma relação harmoniosa da qual nasceram tacos de novilho, frango ou porco e ceviches de peixe branco ou atum, para serem acompanhados com as respectivas bebidas dos países de origem: de um lado margaritas e vários cocktails com tequila, do outro, pisco sour. A mistura é bem conseguida, o ambiente do restaurante é cosmopolita, naquela onda de jantar e beber uns copos sem sair do mesmo sítio. No final de tudo, peça o jardim de churros, para adoçar ainda mais a noite.
In Bocca al Lupo
Espécie rara e única em Lisboa, esta pizzaria biológica é um verdadeiro sítio a conhecer para quem gosta de pizzas de massa fina. O restaurante é despretensioso e simples, mas quem aqui vem, vem para comer bem. Também vem para ver a massa ser estendida à frente dos olhos até ficar lisa e com pouca elasticidade; para provar, entre outros produtos bio, mozzarellas orgânicas vindas de Itália e legumes que chegam de uma quinta biológica em Portugal. Aos domingos têm também massas frescas e risotos, feitos com os produtos do dia.
Less by Miguel Castro e Silva
A preposição “by” é, regra geral, prenúncio de um sítio dúbio. O chef cria a ementa, dá as ideias, ensina os truques e depois bye bye (uma interjeição, no caso). Não no Less, restaurante da bonita Embaixada, a que Castro e Silva não só deu o nome, como uma ementa onde entram algumas das suas receitas mais antigas. A carta não é quilométrica, mas tem o suficiente para sair bem alimentado, graças a pratos como o robalo marinado com ervas frescas, as gyosas de porco alentejano ou o risoto de limão e ovas de truta.
O Asiático
E ao terceiro restaurante, o Chef Kiko dá-lhe Ásias. O Asiático é um restaurante bonito, cheio de bons detalhes e materiais, muito bem iluminado, com uma esplanada. A ementa vai do Nepal ao Japão e pelo meio há vários toques autorais com técnicas de alta cozinha. A casa aconselha a que se partilhem os pratos, que vão da sopa pho vietnamita ao rosbife tailandês com salada som tam, do borrego indiano ao caril doce.
The Decadente
Foi dos primeiros restaurantes de Lisboa a conseguir um equilíbrio ajustado entre o bom ambiente, a cozinha portuguesa moderna e os preços baixos. Tudo isto a funcionar dentro de um hostel, quando ainda ninguém gostava de embirrar com os sítios frequentados por turistas. Entretanto outros espaços com o mesmo conceito apareceram, mas o The Decadente continuou a ser uma boa aposta para quando: 1) somos muitos e não queremos gastar muito; 2) somos muitos e queremos beber uns copos no mesmo sítio; 3) somos só dois, mas queremos um sítio com onda.
Zero Zero
Para abrir uma pizzaria nesta altura do campeonato é preciso pensar em algo diferenciador. Assim o fez o grupo Multifood, que trouxe para Lisboa o método poolish. Trocado por miúdos é um tipo de pré-fermentação que acontece em várias fases, usa vários tipos de farinha (entre elas uma de grão duro e moagem em pedra), e exige que a massa fermente em média três dias. O resultado? A massa pesa menos no estômago. Mas nada como pedir a Margherita DOP, a Montanara ou a Pugliese para experimentar. Enquanto espera por mesa (está sempre cheio) peça um dos queijos ou enchidos da montra à entrada.
Local
Só tem 18 metros quadrados e uma mesa para 10 pessoas. André Lança Cordeiro inaugurou o restaurante em 2017 e deixou de o chefiar no inicio de 2018 para se dedicar a outro projecto. Deixa o legado a Manuel Lino, que regressa à capital depois do hotel La Torre del Visco, em Espanha. A completar a dupla de cozinheiros está João Mealha, que já tinha feito equipa com Manuel Lino no Tabik, na Avenida da Liberdade. O Local continua a servir apenas 20 jantares por dia, com dois turnos, um às 20.00, outro às 22.00, e cada par ou pequeno grupo que chega tem de partilhar uma mesa corrida. Pode contar com uma entrada de gambas servidas com legumes como ervilhas, ervilhas tortas ou feijão verde redondo e com um creme com caldo de gambas e pesto de ervas. O prato de peixe pode bem ser um pargo com espargos brancos servidos em várias texturas e alcaparras fritas e em pó. Para sobremesa: ganache de chocolate e creme inglês emulsionado com azeite. A fazer crescer esta brincadeira entre doce e salgado, Manuel Lino junta-lhe ainda pão frito e um fio de azeite.
Chutnify
Diz-se que Lisboa é a nova Berlim e foi isso que pensou a indiana Aparna Aurora, a dona do Chutnify, que depois de se estrear em 2014 na cidade alemã chegou em Agosto de 2017 a Lisboa. Trabalhou em moda, viveu em várias partes do mundo, de Nova Iorque a São Paulo, passando pela Cidade do México, e veio acabar num lugar tão exótico como o Príncipe Real. No seu novo restaurante indiano (moderno e não de fusão), que já está no top que acabámos de inventar dos restaurantes mais cool da cidade, é imperativo comer com as mãos. “Dizem que o metal dos talheres, quando toca na língua, altera o sabor dos alimentos”, comentava Aparna na altura da inauguração. “Não sei se é verdade, mas comer com as mãos é uma arte.” Os pratos também são bastante artísticos, do pani puri de entrada (4,5€) às dosas como a de pato picante (12€) ou batata masala (8,20€) e o bagare baingan (10€), com beringela, amendoim e coco.
Mais:
- Ninguém o vai olhar de lado se comer com as mãos. Aliás, vão incentivá-lo.
- A carta de cocktails é tão incrível quanto surpreendente: tem coentros, água de coco ou manga misturados com álcool.
- O pão naan é feito no tandoor da loja.
Tapisco
Henrique Sá Pessoa ainda estava a comemorar a estrela Michelin que tinha conseguido no Alma, um ano depois de abrir o restaurante, quando se dedicou de corpo e alma a mais um espaço. Em Fevereiro de 2017, o Tapisco abria portas na Rua Dom Pedro V. O objectivo, como nos explicou o chef na altura, era pôr lado a lado pratos portugueses e espanhóis. “Os portugueses gostam de petiscar ao balcão e as duas cozinhas complementam-se”, dizia. Huevos rotos com paletilla ibérica (12€), ameijoas à Bulhão Pato (17€), gambas al ajillo (15€), choco frito (12€) e patatas bravas (6€) convivem pacificamente na carta e têm conquistado portugueses e estrangeiros. Apesar de ainda não ter pegado por aqui a tendência do vermute, – como Rui Sanches, do grupo Multifood, dono do restaurante, previra – o bar com cocktails de assinatura (todos com vermute) e janela para a rua recomenda-se.
Comida de Santo
Aos 36 anos, o Comida de Santo decidiu fazer um lifting. Não de decoração, não de estilo de cozinha, nem sequer de preços. Mas falando em brasileiro, língua original deste clássico, deu uma sacudida no menu, arranjou novas loiças, mudou o nome de alguns pratos, trouxe para o menu outros que tem vindo a fazer recentemente e está pronto a (re)apresentar-se à cidade. Ainda estão lá os vatapás, as várias moquecas, as feijoadas – prato muito procurado aos fins-de-semana –, o xim xim de galinha, tudo aos preços de antigamente, dos 12€ aos 18€ os pratos principais, e sempre em doses bem servidas. Mas agora há a Caipirinha Gabriela Cravo e Canela, o melhor quindim da Europa ou o Lampião e Maria Bonita, um gelado de nata com molho de natas. E vão entrar outros pratos à medida que as semanas avançaram. Assim como música brasileira algumas noites por semana.
Bonsai
Tem 30 anos de vida, mas já teve várias vidas dentro. Isto é, vários sushimen na cozinha, cada um com uma linha diferente, mas sempre com máximo talento e sem descurar a base do restaurante: uma mistura entre pratos quentes de tasca japonesa e peixes crus (bem frescos). Tem um dos menus de almoço com melhor relação qualidade-preço da cidade, a 10€, e nos meses frios faz um óptimo ramen ao sábado, de 15 em 15 dias – a reserva é aconselhada.
Os melhores restaurantes bairro a bairro
Os melhores restaurantes em Carnide
É uma zona residencial por excelência mas não é só a Feira da Luz e as suas loiças a bom preço que arrasta os lisboetas à freguesia de Carnide. Aqui os restaurantes elevaram-se de simples tascas portuguesas a espaços de gabarito e de romarias propositadas para comer aquele prato que é, na verdade, a comida conforto que precisamos sempre. São do mais tradicional que há, têm um bom serviço, humilde e simpático, e nunca descuram na qualidade à mesa.
Os melhores restaurantes na Baixa
Mal-amada pelos lisboetas e idolatrada pelos turistas, a Baixa continua a ter vários restaurantes que merecem a sua atenção – quer ande à procura de boa comida portuguesa, de um japonês diferente dos congéneres ou daqueles clássicos que mantêm a qualidade há anos. Estas são as nossas escolhas dos melhores restaurantes na Baixa.
The DO list
London's Lidos
Summer events
Day trips from London
The EAT list
Outdoor dining
Brunch spots
Cheap eats
The DRINK list
Rooftop bars
Beer gardens
London's best pubs
West End shows
Best of 2019
Open air theatre
Cheap tickets
Top museums
Best art exhibitions
London's best galleries
Museum lates
Music festivals in London
Best nights out
Best new music
Party songs
Outdoor cinema
Best movies of 2019
Secret Cinema's Casino Royale
100 best comedy movies
Best in London
Romantic hotels
Cheap stays
Cool Airbnbs
Time Out 'Table for Two': Gin Supper Club Box
Silent Disco: Sea Life London Aquarium
Silent Disco: The View from The Shard
75% Off a Flower-arranging Workshop