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Roteiro gastronómico pelo Chiado

Se éramos capazes de passar o dia inteiro a comer no Chiado, sem intervalos? Como prova este texto, sim.

Fotografia: Ana Luzia

Roteiro gastronómico pelo Chiado

Sacolinha

A vinda do gigante cascaense para Lisboa resume-se numa frase: chegou, viu e venceu. A culpa pode ser dos croissants açucarados, mas esperemos que também já tenham sido descobertas outras iguarias, como as tostas mistas em pão árabe, os fofinhos ou a simples torrada. Isto para não falar dos bolos.

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Tartine

O método de fabrico do pão, com recurso ao tradicional isco, faz toda a diferença na hora da trinca. Fica mais estaladiço, tem uma ligeira acidez e maior durabilidade. Mas nem só de farinha se faz o pequeno-almoço aqui. Há também um completo menu de ovos que vale a pena explorar.

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Liquid

Antes de os sumos verdes valerem likes na Internet, já a Liquid tentava evangelizar os lisboetas com copos que valem por refeições. Para um pequeno-almoço pós-exercício físico, sugere Teresa Barata, a dona, pode beber um sumo Super Peanut, com leite vegetal, banana, cacau cru, manteiga de amendoim e sementes de cânhamo.

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Royale Café

Leva o prémio de brunch mais original da cidade. Não há croissants, panquecas, granolas e afins, mas duas opções curiosas: uma bola recheada com ovo escalfado, tomate, coentros e farinheira, polvilhada com queijo de São Jorge e salada aromática; um folhado misto de queijo mozarela, bacon, fiambre, tomate, queijo flamengo e salada. O prato custa 8,30€, mas pode acrescentar um iogurte de frutos vermelhos, um bolo Sunday e café, e pagar 13,80€. Só é servido ao domingo.

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Fábulas

Um dos clássicos cafés do Chiado, muito procurado pelos confortáveis cadeirões, é dos sítios mais antigos da cidade a servir brunch. O buffet de 12€ varia todos os fins-de-semana, mas anda entre os bolos caseiros, os pães e ovos, as frutas e os queijos, as sopas e outros pratos quentes. É levar fome, muita fome.

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Bagos

Depois de alguns anos fora, o chef Henrique Mouro voltou a Lisboa com um restaurante onde o arroz é o ingrediente estrela. Instalou-se no Chiado, montou uma ementa em que todos os pratos levam o grão, e decidiu homenagear a cozinha portuguesa, mas sempre com um lado criativo – como já é hábito seu.

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Vertigo Café

As várias gerências fizeram com que o Vertigo nem sempre tenha sido consensual entre os clientes. Mas temos uma boa notícia: o dono actual quis dar ao espaço a mesma vida que tinha no início, em 2004. Ou seja, serve as famosas batatas recheadas com salmão, as tostas bem compostas, as saladas e os bagels.

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Kaffeehaus

Tem o sonho de qualquer ser humano na ementa – salsichas, ovos mexidos, massas e bifes panados –, mas tudo numa onda austríaca, em pratos bem condimentados e bem feitos, com sabores que começaram por ser desconhecidos para os lisboetas, mas que já ganharam um coração de todos nós. E tem uma das melhores esplanadas do bairro.

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Chiado

Das Flores

Iscas, croquetes com arroz de tomate, pastéis de bacalhau, linguado grelhado, alheira com ovo e batata frita, cabeça de garoupa cozida... o Das Flores, por quem nunca escondemos uma assolapada paixão, é uma tasca como manda a regra. Da sopa caseira aos queijinhos frescos, da família que atende, cozinha e serve, aos clientes habituais, está lá tudo.

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A Taberna da Rua das Flores

Escolha dos críticos

É lá que vão todos os chefs estrangeiros que passam por Lisboa (e bem recomendados) e é lá que o chef André Magalhães e respectiva equipa se atiram a pratos criativos com inspiração do mundo inteiro (ao jantar) e a receitas lisboetas (ao almoço). Conseguir mesa é que não será tarefa fácil. A melhor hora? O fim da tarde.

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Chiado/Cais do Sodré

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Santini

É sempre um lanche válido, seja para comer um dos sabores da época, seja, agora que os dias estão frios, comer um petit gâteau de doce de leite, com bolas de gelado a acompanhar.

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Cascais

Manteigaria

Dispensa qualquer tipo de apresentação. Mas não dispensa filas, infelizmente. Mal toca o sino, junta-se um batalhão de gulosos à porta, pronto a atacar pastéis de nata. Servem também aqueles bonitos cappuccinos com desenhos em cima.

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Bairro Alto

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Café Buenos Aires

Por mais anos que passem e mais portas na restauração que abram, o Buenos Aires vai continuar aquele restaurante bóia de salvação, onde vamos quando queremos ser bem servidos, jantar num sítio com bom ambiente, comer bem e pagar em conta, ou beber um vinho com vista para o Castelo. Só lhe falta o multibanco.

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Largo

Perdeu Miguel Castro e Silva, o chef fundador, mas não perdeu a qualidade. A ementa foi sofrendo alguns retoques nos últimos meses, mas soube deixar pratos essenciais, como o magret de pato e o bife tártaro, e o serviço continua a acontecer sem falhas. Notícia outonal: aos sábados e domingos há buffet de cozido.

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Chiado

Sea Me

Muito antes da moda dos restaurantes de peixe, já o Sea Me provava que era possível misturar os conceitos de peixaria, marisqueira, comida japonesa ou até servir petiscos de peixe. Está sempre cheio, por isso convém reservar.

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Bairro Alto

Bistro 100 Maneiras

Acabado de festejar seis anos, o Bistro 100 Maneiras entrou, desde o dia 1, no roteiro dos frequentadores do Chiado que querem ver e ser vistos. Mas também no dos que querem comer bem – mesmo que isso signifique sujeitarem-se às loucuras de Ljubomir Stanisic –, e beber bons cocktails do menu idealizado por Jorge Camilo.

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Chiado

La Parisienne Bistrot Français

Foi talvez o primeiro bistrô francês a sério a abrir em Lisboa, com um cozinheiro que até os enchidos faz de forma artesanal. Além dos croque madame e monsieur que serve, tem outros pratos tradicionais como a soupe à l’oignon, o foie gras de canard au torchon ou o tartare de boeuf.

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Alma

Henrique Sá Pessoa esteve alguns anos afastado da alta cozinha, mas quando voltou, fê-lo em grande, num sítio com ambições a estrela Michelin. Pode lá ir para comer à carta ou pedir um dos quatro menus de degustação (dois a 70€, dois a 90€), onde entram não só os seus clássicos, como criações mais recentes.

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Bar Entretanto

Os melhores lugares do bar panorâmico do Hotel do Chiado ficam do lado direito de quem entra. Têm sofás em vez de cadeiras, relva em vez de pedra e apanham a vista de rio desimpedida. Na ementa há os cocktails de hotel do costume (Bloody Mary, yes!), tostas, saladas e petiscos.

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Chiado

Double9

Começou por ser um bar de cocktails originais, onde todas as bebidas têm um denominador comum: o chá. No Verão uniu-se ao Eleven e transformou-se num gastrobar, com pratos assinados pelo chef Joachim Koerper.

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Chiado

Quiosque do Carmo

O Largo do Carmo é um local mal-amado no Chiado, graças à desproporção de turistas e lisboetas. Mas, se pensar bem, trata-se de uma das mais bonitas praças do bairro. E de um quiosque com bebidas simples a preços normais (1,50€ a imperial, 1€ o café), serviço rápido e, aí graças aos turistas, sempre bom ambiente.

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Palácio Chiado

Agora que os dias frios estão à porta, nada como abrigar-se num palácio a beber um copo. É certo que chamar-lhe bar é redutor, já que há oito restaurantes para todo o tipo de fomes, mas já se sabe que uma bebida puxa um prato e vice-versa.

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Topo

Uma das grandes novidades do Verão tem três andares para escolher antes de partir para a selecção de cocktails e petiscos. Em caso de dúvida, vá para um dos gins, aqui muito bem servidos.

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Martim Moniz

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