Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores cafés e restaurantes do Chiado

Os melhores cafés e restaurantes do Chiado

Se passávamos o dia todo a comer e a beber nos melhores restaurantes do Chiado? Este texto prova que sim: sem intervalos.

Ramen Tonkotsu shio do Afuri
Duarte Drago
Por Editores da Time Out Lisboa |
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É o coração da cidade, tomado de assalto pelos turistas, mas não desista. Ainda que o Largo esteja sempre cheio e o poeta esteja sempre com alguém ao colo, é possível reclamar esta zona da cidade para si sempre que quiser. Sugerimos que o faça através de um roteiro gastronómico, do pequeno-almoço ao jantar, sem esquecer os melhores sítios para beber uns copos – e aproveitar vistas panorâmicas, que as há e os olhos também comem. Para não se confundir, até organizámos as propostas por refeições, para encontrar a melhor opção para cada hora do dia.

Recomendado: O melhor do Chiado

Para pequeno-almoçar

1
Sacolinha - Croissants
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Pastelarias

Sacolinha

icon-location-pin Chiado

O gigante cascaense veio para Lisboa, chegou, viu e venceu. A culpa pode ser dos croissants açucarados ou das bolas de Berlim em miniatura, mas há outras iguarias, como as tostas mistas em pão árabe, os fofinhos ou a simples torrada. 

2
Tartine
© Arlindo Camacho
Restaurantes

Tartine

icon-location-pin Chiado

O método de fabrico do pão, com recurso ao tradicional isco, faz toda a diferença na hora da trinca. Fica mais estaladiço, tem uma ligeira acidez e maior durabilidade. Mas nem só de farinha se faz o pequeno-almoço aqui. Há também um completo menu de ovos que vale a pena explorar. Isto para não falar das panquecas.

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3
Sumo SuperGreen da Liquid
©Liquid
Restaurantes

Liquid

icon-location-pin Chiado

Antes de os sumos verdes valerem likes na Internet, já a Liquid tentava evangelizar os lisboetas com copos que valem por refeições. Para um pequeno-almoço pós-exercício físico, sugere Teresa Barata, a dona, pode beber um sumo Super Peanut, com leite vegetal, banana, cacau cru, manteiga de amendoim e sementes de cânhamo.

Para brunchar

1
Wish Slow Coffee House
©Francisco Santos
Restaurantes, Cafeteria

Wish Slow Coffee House Chiado

icon-location-pin Chiado

A cafetaria mais cool da Lx Factory também está no Chiado. Trouxe com ela os cafés artesanais, as mini-panquecas (as poffertjes), uma happy hour (que começa às 17.00 e acaba às 19.00, com cerveja e tromoços a 1,50€ ou um copo de vinho e crackers ao mesmo preço) e o brunch todos os dias, a toda a hora. Aos dias de semana, das 12.00 às 15.00, há um menu de brunch especial: tem direito a café (cappucino ou flat white), sumo do dia, iogurte com granola, fruta do dia, croissant, queijo e fiambre, manteiga e nutella ou doce, pão fatiado, sopa, uma bruschetta do dia, uma salada e as tais poffertjes. Tudo por 12,50€.

2
Galeria Fábulas
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Cafés

Fábulas

icon-location-pin Chiado

Um dos clássicos cafés do Chiado, muito procurado pelos confortáveis cadeirões, é dos sítios mais antigos da cidade a servir brunch. O buffet de 12€ varia todos os fins-de-semana, mas anda entre os bolos caseiros, os pães e ovos, as frutas e os queijos, as sopas e outros pratos quentes. É levar fome, muita fome.

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3
Casinha Boutique Café
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Pastelarias

Casinha Boutique Café

icon-location-pin Chiado

A marca que há muito conquistou o Norte – tem quatro lojas espalhadas pelo Porto, Braga, Guimarães e Viana do Castelo – chegou a Lisboa pela mão de Liliana Trigo. Há cheesecakes de frutos vermelhos, tartes recheadas com maçã ou com ganache de chocolate, croissants estaladiços, sumos naturais e uma infinidade de quadradinhos de brownie. Se lhe apetecer um brunch às cinco da tarde, ninguém vai estranhar. Dele fazem parte uma sopa do dia ou um iogurte com doce de morango; um croissant ou um scone com manteiga e compota; uma sanduíche ou um prato de ovos mexidos; e ainda uma fatia de bolo, uma bebida fria e outra quente (10,95€).

4
Royale
© Arlindo Camacho
Restaurantes, Cafés

Royale Café

icon-location-pin Chiado

As ementas e os modelos de brunch estão sempre a rodar. Agora há quatro opções: o Mont Blanc e o British (14,50€), aos domingos, o Litttle Brunch (8,50) e o XL (14,50€) nos outros dias da semana – o Little tem um pão torrado, um croissant ou uma panqueca, um iogurte ou pudim, um ovo escalfado e sumo; o XL é igual mas leva um prato do dia sempre diferente. No Mont Blanc é tudo diferente: há ovo desmanchado com tomate e queijo, fatias de speck, cenoura e aipo com ricotta e croissant com mel (sem bebidas), no British à pão alentejano, ovo à inglesa, bacon e crepe de tapioca com fruta e chocolate.

+ Os melhores brunches em Lisboa 

Para o almoço

1
Meat Me
©Inês Félix
Restaurantes

Meat Me

icon-location-pin Grande Lisboa

O nome do novo projecto do grupo Sea Me dedicado ao mundo da carne, no Chiado, entre o Teatro São Luiz e o São Carlos, é um convite: Meat Me. O nome é um convite: Meat Me. O chef é Tomás Pires, discípulo de Aimé Barroyer (mentor de outros grandes chefs portugueses e responsável pela cozinha do Pestana Palace), André Morgado é o sous chef e responsável da pastelaria e há ainda um sommelier de carnes, Bruno Fortuna, o melhor amigo do cliente na hora de escolher o corte e o tipo de carne, para lhe falar sobre os tamanhos das peças e as quantidades ideais para determinado número de pessoas. A carta está dividida por animais: começa na vaca e no boi — há cinco cortes, dois individuais, o beijinho (200 gramas, 17€), e o lombo de novilho (250 gramas, 27€), e três ao quilo, a vazia wagyu com osso do Chile (195€/kg), o chuletón de vaca (125€/kg) e o chuletón de boi (235€/kg), estes últimos do El Capricho, um restaurante e quinta perto de Léon, em Espanha, considerado por muitas publicações internacionais, como a Time, o produtor da melhor carne do mundo. Depois há o porco, que vem de Montaraz, no Baixo Alentejo, e é criado ao ar livre, e as aves. Há três formas diferentes de confeccionar – no mais tradicional josper, que apesar de ser uma marca é mais associado ao barbecue americano, a parrilla espanhola e a robata (aqui utilizada para os pratos de peixe, que também existem: um polvo barbecue, um atum chimichurri e carabineiros com aioli picante). Além do restaurante clássico no piso

2
Afuri
Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Afuri

icon-location-pin Chiado

O ramen não é o único prato do Afuri – há grelhados e os inevitáveis pratos de sushi –, mas é este o prato que lhe deu fama em Tóquio e que brilha em Lisboa. O caldo demora oito horas a ser preparado e, para além da carne, cartilagens e ossos de galinha, fundamentais para o sabor, este é feito com yuzu, um citrino japonês. Há seis tipos de ramen, incluindo uma versão vegan, e dois tsukemen, um tipo de ramen frio.

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3
Rei da China
©DR
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Rei da China

icon-location-pin Chiado

O Rei da China é o primeiro de dois conceitos que José Avillez abriu no Chiado em parceria com o chef argentino especializado em cozinha asiática Estanislao Carenzo. Funciona num formato mais rápido com lugares ao balcão e uma forte componente de take-away. É um bar de sopas com preços bastante acessíveis, semelhantes aos de uma carrinha de street food – o foco são as supersopas, feitas de raiz. Há três, a pho bo do loi, um caldo perfumado de vitela em duas cozeduras, mexilhão, massa de arroz e muitas ervas (8,50€), a dandan mian, um caldo de cogumelos com massa de trigo caseira, molho de amendoim, feijão verde e azeite de malagueta (8,50€) e o ramen de porco, com um supercaldo de galinha do campo, cachaço assado, massa de trigo caseira, grelos e ovo marinado (9€). Há ainda as sandes vietnamitas bánh mì, com alcatra panada, picles asiáticos, pepino, agrião e coentros, a fazer lembrar a nossa sandes de panado (6,50€) ou outra com beringela frita (5,80€), chamuças de caril de grão de bico (2€) bolinhos de bacalhau à tailandesa (1,80€) e um escabeche de algas e abóbora assada (2,50€). Tudo preparado para pegar e levar e fazer uma refeição completa sem grandes formalidades.

4
Yallah
©Manuel Manso
Restaurantes, Libanês

Yallah

icon-location-pin Chiado

“É uma mistura do Médio Oriente. Não é um restaurante libanês, israelita ou sírio”, diz Hagay, o dono, esclarecendo que este não é um sítio para formalismos e que ele próprio não é chef, é um entusiasta da cozinha, perfeccionista, que cozinha de raiz tudo o que se faz aqui. Há uma mesa comunitária com dez lugares sempre posta, com os talheres no meio para cada um se servir como se estivesse em casa, mas a ideia é também pegar e levar. Ou pegar e yallah – “yallah”  significa qualquer coisa como “bora lá” e é uma expressão transversal a vários países do Médio Oriente; portanto, na altura de escolher um nome para este conceito, teria de ser este. O menu é pequeno, como a cozinha, mas é tudo caseiro e feito com ingredientes frescos. Tem os clássicos hummus (6€) e babaganoush (7€), servidos em pratos de barro, em doses generosas, para comer com pão pita (1,50€) e com a mão, sem pudores. Há salada de beringela com feta, romã e coentros (7€), tahine com alcaparras e salsa (6€) ou um falafel crocante (5€/quatro unidades).

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5
Ao 26 vegan food project
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Vegetariano

Ao 26 – Vegan Food Project

icon-location-pin Chiado

Neste restaurante servem-se hambúrgueres gulosos em bolo do caco, cheesecakes de fruta variada ou bifanas de seitan. O Ao 26 – Vegan Food Project é um sítio para almoçar, lanchar e jantar, com base numa carta de petiscos e snacks, feita com influências do mundo. Ao almoço têm menus completos (até aos 9€), com sopa e prato do dia, há hambúrgueres, sempre de beterraba ou lentilhas, para acompanhar com batata doce frita e maionese de alho, têm tostas de queijo vegetal ou de legumes grelhados e há saladas como a de quinoa cítrica. Ao lanche há pão com manteiga vegetal ou scones. 

+ Os melhores restaurantes vegan em Lisboa

6
 PITARIA
© Bruno Calado
Restaurantes

Pitaria

icon-location-pin Chiado

O microrestaurante do grupo José Avillez fica bem perto do Bairro do Avillez e serve sabores do Médio Oriente. Tem 18 lugares, música a puxar para o animado – há uma bola de espelhos no tecto – e uma pequena carta feita só e apenas de pitas. São sete pitas, todas elas servidas no mesmo pão, feito por um israelita, e há também hipótese de provar sem pão, em formato salada.

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7
Kaffeehaus
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Cafés

Kaffeehaus

icon-location-pin Chiado

Tem o sonho de qualquer ser humano na ementa – salsichas austríacas, ovos mexidos, massas e bifes panados –, mas tudo numa onda austríaca, em pratos bem condimentados e bem feitos, com sabores que começaram por ser desconhecidos para os lisboetas, mas que já ganharam um coração de todos nós. E tem uma das melhores esplanadas do bairro.

8
Restaurante Das Flores
Fotografia:Ana Luzia
Restaurantes

Das Flores

icon-location-pin Chiado

Iscas, croquetes com arroz de tomate (na carta às terças, sextas e sábados), pastéis de bacalhau, linguado grelhado, alheira com ovo e batata frita, cabeça de garoupa cozida... o Das Flores, por quem nunca escondemos uma assolapada paixão, é uma tasca como manda a regra. Da sopa caseira aos queijinhos frescos, da família que atende, cozinha e serve, aos clientes habituais, está lá tudo.

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Para lanchar

1
Alcoa
Restaurantes

Pastelaria Alcôa

icon-location-pin Chiado

Mimos de freira, pudins de São Bernardo, torrões reais, queijinhos do céu, coroas de abadessa e castanhas de ovos. Só a montra desta confeitaria, com história e fama em Alcobaça desde 1957 e que se instalou em 2017 no Chiado, é capaz de o levar o céu. Tudo vale a pena provar (e aqui é para esquecer dietas).

2
Santini - Gelado de Pinhão
©Dr
Restaurantes, Geladarias

Santini

icon-location-pin Chiado

É sempre um lanche válido, seja para comer um dos sabores da época, ou um crepe ou waffle com gelado a acompanhar. Também há brownie caseiro, tarte de amêndoa e semi-frios de nata e chocolate ou nata e maracujá.

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3
 manteigaria, fábrica dos pasteis de nata
©DR
Restaurantes, Pastelarias

Manteigaria

icon-location-pin Bairro Alto

Dispensa qualquer tipo de apresentação. Mas não dispensa filas, infelizmente. Mal toca o sino, junta-se um batalhão de gulosos à porta, pronto a atacar pastéis de nata. Servem também aqueles bonitos cappuccinos com desenhos em cima.

4
Sorbettino gelataria
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes, Geladarias

Sorbettino

icon-location-pin Bairro Alto

A gelataria é ideia de Pedro Simas, um cientista, professor universitário, mas não se vão encontrar vestígios do laboratório lá dentro. Só nos gelados, feitos com atenção ao detalhe. Na lista na parede vai encontrar abacate, toranja e hibisco ou matcha —, cheios de sabor e com consistência sedosa, mas que são demasiado fortes para se comerem sem uma colherada de gelado de baunilha ou limão, em copos ou cones pequenos (2,90€), médios (3,90), ou grandes (5,50€).

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Para jantar

1
Boa Bao
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Boa Bao

icon-location-pin Chiado

A cozinha mistura o melhor do Extremo Oriente e do Sudoeste Asiático e tem caris, pãezinhos chineses, dumplings, spring rolls, sopas e caldos de vários países e até mochis. O melhor mesmo é ir em grupo e entrar em modo partilha. Tem também óptimos cocktails e uma esplanada bem simpática para almoçar em dias de sol

2
QUORUM
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Cozinha contemporânea

Quorum

icon-location-pin Chiado

Tiago Santos veio para a cozinha do Quorum fazer pratos aparentemente simples, mas com muita pesquisa por trás. Recupera aqui a cozinha portuguesa das décadas de 1940 a 1960, usa matérias- -primas muitas vezes ditas menos nobres, e tem muita atenção ao detalhe. Há entradas com bases de cozinha molecular e muitos caldos, mais ou menos intensos, sempre bem trabalhados.

Ps. O chef do Quorum é licenciado em Geografia.

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3
Casa dos Prazeres Avillez
©Duarte Drago
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Casa dos Prazeres

icon-location-pin Chiado

A Casa dos Prazeres, para lá das portas de serviço do Rei da China, é o segundo conceito que José Avillez abriu com o chef argentino Estanislao Carenzo. É uma cozinha que explora e aprofunda a ligação gastronómica entre Portugal e Ásia. Passando as portas, ao lado do balcão do Rei da China, além de um sentimento de transgressão, o comensal vai sentir que entrou num sítio completamente diferente. Há veludos, cadeirões confortáveis e um balcão de bar com cocktails que seguem a linha luso-asiática, como o Gimlet lisboeta, com gin, lima kaffir e ginjinha (10€).Do bar, tem de subir umas escadas, com alforrecas em néon suspensas a iluminar o caminho, para chegar à sala de refeições da Casa dos Prazeres. Ambiente intimista, aberto só para jantares. O menu divide-se em pequenos pratos, pratos e caris, acompanhamentos e sobremesas, feitos com produtos maioritariamente portugueses mas interpretados de maneira asiática. Há um menu de degustação sugerido para não ter de tomar decisões difíceis (65€ para duas pessoas).

4
Belcanto
© Ana Luzia
Restaurantes, Português

Belcanto

icon-location-pin Chiado

Os restaurantes de José Avillez não param de nascer como cogumelos, mas na sua colecção haverá sempre um lugar especial para o Belcanto, que desde 2014 guarda duas estrelas Michelin. Foi nesse ano que entrou na carta o lombo salmonete regado com molho de fígados, com um xerém algarvio de ameijoas à Bulhão Pato a acompanhar. Por 45 euros, é um dos pratos essenciais para um roteiro perfeito pelos restaurantes do chef Avillez.

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5
Taberna Fina
Restaurantes, Cozinha contemporânea

Taberna Fina

icon-location-pin Chiado

André Magalhães gosta que o tratem por taberneiro e não está disposto a perder o cognome com a Taberna Fina, o fine dining que abriu no final de 2017 para trabalhar produtos portugueses com influência de todas as viagens que faz. Nas pequenas salas do restaurante do hotel Le Consulat os clientes ficam sempre nas mãos do chef com menus de degustação que nunca se vão repetir por muitas visitas que o mesmo cliente faça à Taberna Fina.

+ Hotéis em Lisboa: Le Consulat, dormir artisticamente

6
Café Buenos Aires
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Argentino

Café Buenos Aires

icon-location-pin Chiado

Por mais anos que passem e mais portas na restauração que abram, o Buenos Aires vai continuar aquele restaurante bóia de salvação, onde vamos quando queremos ser bem servidos, jantar num sítio com bom ambiente, comer bem e pagar em conta, ou beber um vinho com vista para o Castelo. Só lhe falta o multibanco.

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7
Restaurante Sea Me
Fotografia:Ana Luzia
Restaurantes

Sea Me

icon-location-pin Bairro Alto

Muito antes da moda dos restaurantes de peixe, já o Sea Me provava que era possível misturar os conceitos de peixaria, marisqueira, comida japonesa ou até servir petiscos de peixe. Não deixe de provar o nigiri de sardinha braseada com flor de sal. Convém reservar.

8
Bistro 100 Maneiras
©DR
Restaurantes

Bistro 100 Maneiras

icon-location-pin Chiado

O Bistro de Ljubomir Stanisic mistura influências portuguesas com algumas das suas origens e de outros países europeus, em pratos sempre criativos, saborosos e bons. É perfeito para acompanhar a refeição com os cocktails de um dos melhores barmen de Lisboa.

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9
Alma
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Alma

icon-location-pin Chiado

Não tem tecto panorâmico mas é estrelado. Em quatro menus de degustação (dos 80 aos 100€) e à la carte, apresenta uma cozinha de fine dining, com reinterpretações de clássicos portugueses.

10
Bairro do Avillez - Pateo
©DR
Restaurantes, Português

Bairro do Avillez

icon-location-pin Chiado

Um espaço, quatro restaurantes. É assim o grande casarão que José Avillez abriu no Verão de 2016 no Chiado, onde juntou quatro conceitos gastronómicos. Há a Taberna, com petiscos de assinatura; o Páteo, um mistura de marisqueira e restaurante de peixe com outros pratos de peixe; o Beco Cabaret Gourmet, sala de secreta de degustação, onde o jantar é acompanhado por um espectáculo de burlesco; e a Cantina Peruana, no andar de cima, uma aventura a quatro mãos de José Avillez com o peruano Diego Muñoz. Ah! E existe também uma mercearia. Perfeito para: ter a experiência de cozinha José Avillez de uma ponta à outra. Obrigatório provar: a corvina com migas de linguiça.

Para beber uns copos

1
Double9 - Cocktail
©DR
Bares, Bares de hotéis

Double9

icon-location-pin Chiado

No topo do Hotel Mercy, temos o Double9. Um gastrobar com uma oferta, pelo menos diferente, que deve atrair gente que gosta de arriscar. É que todos os cocktails são feitos à base de chá, quer como ingrediente, quer como infusão. Quando passamos para o menu da comida, há mini-pratos, pratos para partilhar e sobremesas.

2
Quiosque do Carmo
Fotografia: Manuel Manso
Bares

Quiosque do Carmo

O Largo do Carmo é um local mal-amado no Chiado, graças à desproporção de turistas e lisboetas. Mas, se pensar bem, trata-se de uma das mais bonitas praças do bairro. E de um quiosque com bebidas simples a preços normais (1,50€ a imperial, 1€ o café), serviço rápido e, aí graças aos turistas, sempre bom ambiente.

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3
Palácio chiado
©Luis Ferraz/Palácio Chiado
Restaurantes

Palácio Chiado

icon-location-pin Chiado

Abrigue-se num palácio a beber um copo. É certo que chamar-lhe bar é redutor, já que há oito restaurantes para todo o tipo de fomes, mas já se sabe que uma bebida puxa um prato e vice-versa.

4
Topo
Fotografia: Manuel Manso
Bares

Topo

icon-location-pin Martim Moniz

Tem três andares para escolher antes de partir para a selecção de cocktails e petiscos. Em caso de dúvida, vá para um dos gins, aqui muito bem servidos.

Os melhores restaurantes cá do bairro

Bastardo -Sala de Refeições
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Os melhores restaurantes na Baixa

Mal-amada pelos lisboetas e idolatrada pelos turistas, a Baixa continua a ter vários restaurantes que merecem a sua atenção – quer ande à procura de boa comida portuguesa, de um japonês diferente dos congéneres ou daqueles clássicos que mantêm a qualidade há anos.

Magano Sopa de Cação
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Os melhores restaurantes em Campo de Ourique

A legião de fãs que Campo de Ourique colecciona no capítulo "melhor sítio para fazer vida de bairro" ganha fortes argumentos na categoria restaurantes. Não precisa de sair das fronteiras daquelas ruas ortogonais para encontrar tanto um pronto-a-comer para aqueles momentos em que não há marmita, como o restaurante de um chef onde se come produto português tratado com todas as honras que merece.

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