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Restaurante, Sala, Tasquinha do Lagarto
© Arlindo CamachoTasquinha do Lagarto

Cinco restaurantes em Campolide para comer e beber com agrado

Saiba as mesas que não pode perder no bairro. Estes são os restaurantes de Campolide que tem de conhecer.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Não é dos maiores bairros da cidade, mas nem por isso faltam opções para comer. Pode não ser a escolha mais óbvia na altura de decidir onde reservar mesa, mas talvez não se vá arrepender – até porque há boas esplanadas por aqui. Campolide é casa de comida tradicional portuguesa, mas também há boas carnes e até aos pratos mais frescos e contemporâneos, sem nunca esquecer, obviamente, o frango assado (olá Valenciana!). Nestes cinco restaurantes em Campolide não vai sair desiludido. E o mais certo é querer voltar. Não se esqueça é de reservar. Sendo uma zona tão bem servida de transportes, o mais seguro é deixar o carro em casa.

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Os melhores restaurantes em Campolide

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De raízes minhotas, a Tasquinha do Lagarto prima pela boa comida portuguesa, é um facto. Há símbolos sportinguistas nas paredes, mas que não seja isso que o mantenha longe desta morada em Campolide, até porque, se for o caso, é um bom sítio para ver a bola, seja ela de que preferência clubística for. O que interessa é o que vai para o prato, seja à lista ou conforme o prato do dia, e aí não falha o polvo à lagareiro e o arroz de garoupa. Leve em mente que tem de guardar espaço para o conhecido bolo de bolacha com mousse de chocolate.

 

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O Sal e Brasas abriu em 2017, ali onde Campolide se encontra com Sete Rios, mas a história começou a ser construída antes por Zé Guerra e Maria Eduarda na sua Coruche natal. Foi já na morada lisboeta que construíram reputação entre os amantes de cozinha tradicional e das carnes maturadas, então ainda pouco conhecidas. As carnes são, aliás, o emblema da casa e um dos pratos que mais sai é o bife à cortador para dois. Não deixe, contudo, de prestar atenção aos pratos do dia que conquistaram o crítico da Time Out: dos croquetes de picanha ao polvo à lagareiro.

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Escusa de perguntar pelo Alfredo. Ao contrário do que se poderia pensar, não há nenhum cicerone ou figura com esse nome, é só “um nome comercial”. Albino José Miguel ganhou prática no mundo da hotelaria na Suíça e, no regresso, comprou este Cantinho já lá vão três décadas. Na cozinha, a D. Helena começa a preparar o cozido da quinta-feira às oito da manhã e também confecciona um dos bons bitoques da capital.

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Um clássico lisboeta que sobrevive ao tempo, ou não somasse já mais de um século de vida. Quando o assunto é frango assado, não há top onde a especialidade daqui não entre. Em 2017 levou um extreme makeover no restaurante – ganhou, até, um moderno jardim vertical – mas o frango mantém-se o de sempre. Há bons petiscos na esplanada e os pratos do dia são habitualmente uma aposta segura.

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Fica no Jardim da Amnistia Internacional, em Campolide, paragem habitual de ciclistas 
e outro tipo de atletas a caminho de Monsanto, e tornou-se popular pelos sumos naturais, poke e taças de açaí. A esplanada, bem grande, é um chamariz para os jovens que lá pousam a beber cerveja e a petiscar.

Restaurantes zona a zona

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Se há zona de Lisboa que nunca fica igual é o Cais do Sodré, conhecido pela movida nocturna, mas cheio de vida durante o dia. Há cada vez mais novos projectos a regenerar o bairro, de restaurantes a bares onde também se come bem, há um mudo de opções. Restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão.

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O Príncipe Real é o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento – muitos deles de janelões abertos para a rua a convidar a um copo antes de entrar. Depois de tanto tempo adormecida por causa da pandemia, a zona voltou à vida de antigamente. A oferta é variada e não desilude. Asiáticos, italianos, cozinhas de autor: abram alas para a corte de restaurantes do Príncipe Real. Há muito por descobrir e provar.

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