Com um primeiro andar e uma cave onde funciona a pista de dança, a música é, regra geral, indie, mas há espaço para muito mais. A discoteca tem mais de 30 anos, foi o primeiro espaço alternativo da cidade e provavelmente a instituição mais respeitada ali para os lados de São Bento, um baluarte de integridade e coerência, onde há anos se discute o estado da canção.
A noite de Lisboa é um organismo vivo e multifacetado que se recusa a adormecer antes do amanhecer. Das batidas industriais e curadoria electrónica internacional do Lux Frágil ao underground Ministerium Club, a capital ferve com uma energia nocturna única. Se na Casa Capitão a ordem é a diversidade de géneros e o ecletismo, em espaços históricos como o Trumps celebra-se a pop e a liberdade total sem preconceitos. Para quem prefere a cadência dos corpos colados, os ritmos transatlânticos de matriz africana encontram no B.Leza a pista ideal para gastar as solas até o sol raiar sobre o Tejo. E não podemos esquecer o Rive Rouge, que prolonga as noites no Time Out Market. Prepare-se para “deitar tarde e acordar late” com o nosso roteiro nocturno lisboeta.
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