Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Discotecas em Lisboa. Quando cai a madrugada na cidade

Atenção, continuamos a tentar dar-lhe a informação mais actualizada. Mas os tempos são instáveis, por isso confirme sempre antes de sair de casa.

Incógnito
©Duarte Drago Incógnito

Discotecas em Lisboa. Quando cai a madrugada na cidade

Mais ou menos recentes, com sons e faunas para todos os gostos. Conheça algumas das melhores discotecas em Lisboa.

Por Editores da Time Out Lisboa
Publicidade

Instituições lendárias que já conheceram diferentes encarnações e formatos, em busca de um lugar ao sol (ou ao luar, para sermos mais rigorosos). Quando cai a noite na cidade, e a jornada nocturna se arrasta como manda o figurino, a peregrinação de foliões passa necessariamente por aqui. E é por isso que não o queremos por aí à deriva, inquieto sobre onde deve rumar. Do epicentro da agitação aos redutos em zonas mais periféricas da cidade, eis uma mão cheia de destinos cada vez mais centrais na agenda de qualquer alfacinha que só vai para a cama depois do sol romper. Grandes salões de festa e discretos endereços para quase passar despercebido, temos de tudo e para todos. Fique a conhecer algumas das melhores discotecas em Lisboa.

Recomendado: Os 50 melhores bares em Lisboa

Discotecas em Lisboa. Quando cai a madrugada na cidade

Jamaica
Jamaica
©Inês Calado Rosa

Jamaica

Noite Cais do Sodré

Abriu portas em 1971 e foi graça aos DJ sets de Mário Dias nos anos 90 que o Cais do Sodré aos poucos se foi libertando da má fama que acumulava há décadas. Aqui, a playlist que vamos ouvindo ao longo da noite é sempre familiar.

Focus
Focus
Jose Fura

Focus

Noite Alcântara

Dos mesmos donos do Tamariz, no Estoril, o Focus abriu em Novembro perto da Lx Factory e a ideia dos donos, o grupo Fullest, foi trazer o espírito das festas da Linha, com “gente gira”, explicam, para o centro da cidade. A discoteca, com dois pisos e capacidade para 800 pessoas, tem festas de vários géneros, do rock ao funk.

Publicidade

Nada Temple

Coisas para fazer Centros culturais Marvila

A geografia da noite alfacinha está a mudar e o Nada Temple, novo templo para festas lá para os lados de Marvila, é um bom exemplo disso. Abriu em Setembro do ano passado e funciona como bar, espaço para eventos, galeria, discoteca e escola de dança. Multifacetado, no seu curto tempo de vida já albergou desde festas gay a afters de techno psicadélico.

Lounge
Lounge
©Inês Calado Rosa

Lounge

Noite Cais do Sodré

A programação musical, das mais eclécticas da cidade, agrada até aos mais esquisitos. A entrada é gratuita todos os dias da semana e, como quem não quer a coisa, o bar comemorou, em 2019, 20 anos de muita festa. Aos fins-de-semana é difícil não estar à pinha.

Publicidade
Lux Fragil
Lux Fragil
©Luis Martins

Lux

Noite São Vicente 

O que dizer sobre a discoteca mais famosa do país, aberta por Manuel Reis a 29 de Setembro de 1998, penúltimo dia da Expo 98? Continua a ser a escolha óbvia (e única) de muita gente para sair à noite, com uma programação sempre de qualidade. Este ano há algumas inovações, como as noites mensais de música clássica, A Boca do Lobo.

B. Leza
B. Leza
©Joana Freitas

B. Leza

Noite Cais do Sodré

O Cais do Gás (assim se chama esta zona de armazéns do Cais do Sodré) tem gás suficiente para o resto da noite e o B.Leza é prova disso. A discoteca africana tem uma programação recheada de concertos e soprou em Dezembro 24 velas. Há oito anos teve de se mudar da morada antiga, no Largo do Conde Barão para a beira-rio.

Publicidade
Ministerium
Ministerium
©Ana Luzia

Ministerium

Noite Santa Maria Maior

No Terreiro do Paço, e a funcionar desde Dezembro de 2012, é um dos melhores clubes da cidade para dançar até ser dia. Uma boa alternativa ao Lux, por aqui passam nomes nacionais e internacionais da música techno. Há festas regulares, como a Alice ou a Aresta.

Primorosa de Alvalade
Primorosa de Alvalade
DR

Primorosa de Alvalade

Noite Bares abertos de madrugada Alvalade

Mais que uma discoteca, a Primorosa de Alvalade parece ser uma experiência arquitectónica e temporal. Aqui é como se descêssemos numa cápsula do tempo até 1966, quando abriu. Depois foi a discoteca africana Sarabanda, até voltar ao seu nome e conceito originais. Um must-go das Avenidas Novas.

Publicidade
Incógnito
Incógnito
©Duarte Drago

Incógnito

Noite Chiado/Cais do Sodré

Com um primeiro andar e uma cave onde funciona a pista de dança, a música é regra geral indie. Até Win Butler, líder dos Arcade Fire, por lá passou uma noite como DJ – para histerismo de quem o reconheceu. A discoteca tem mais de 30 anos, foi o primeiro espaço alternativo da cidade e ficou linda numa das nossas capas.

Musicbox
Musicbox
©Alípio Padilha

Musicbox

Noite Cais do Sodré

A caixinha de música da cidade tem uma das programações mais eclécticas. Ora com Baile Tropicante, para dançar ao som de cumbia, ora com Noite Príncipe, com a afro-electrónica dos subúrbios de Lisboa, ora com showcases alternativos como as Musicbox Heineken Series, com artistas internacionais emergentes ou já estabelecidos na cena do clubbing. Tem também fama de ser um dos clubes que se deita mais tarde, quando o resto dos bares do Cais do Sodré expulsa toda a gente para ir fazer ó-ó.

Publicidade
5A Club
5A Club
©DR

5A Club

Noite Princípe Real

O clube underground no Príncipe Real abriu portas em 2018, depois do fecho do Brownie. Na altura, Licínio Cordeiro sentia que havia uma lacuna no bairro: uma pista de dança. Ei-la, à sexta e ao sábado, com boa música.

sabotage
sabotage
Fotografia: Inês Calado Rosa

Sabotage Club

Noite Cais do Sodré

O futuro do Sabotage é incerto, mas por enquanto o rock não morreu. No Cais do Sodré, onde existe há seis anos, depois de Ana Paula Flores e José Maria Sousa decidirem transformar a sua editora de discos independentes em bar, é provável que o clube virado para o rock tenha os dias contados e se transforme num hotel. Por enquanto é aproveitar os concertos e DJ sets.

Publicidade
Trumps
Trumps
©DR

Trumps

Noite Princípe Real

Uma dentadura na pista. Entre os episódios mais insólitos do Trumps – e os que se podem contar nesta revista – está o dia em que alguém perdeu uma dentadura no chão da discoteca LGBT mais famosa do país. Com quase quatro décadas de vida, a cave onde se estreou António Variações é um dos sítios mais divertidos da noite alfacinha, com animação de uma “equipa escolhida a dedo” por Marco Mercier, o sócio-gerente de 35 anos, que começou a trabalhar como bailarino na casa há 14 anos e que também é coreógrafo de espectáculos de Filipe La Féria, como o musical Severa, em cena no Politeama. No total são aproximadamente 60 pessoas no staff rotativo do Trumps. “Desde o barman que sabe dançar, às drag queens que te dão um shot na boca”, conta Marco, “o cliente sente que faz parte da experiência em si”. Em 2016, a cantora Fergie subia inesperadamente ao palco da discoteca para cantar os parabéns ao seu produtor. Foi um dos “momentos mais marcantes”, tal como a Eurovisão em Lisboa, onde muitas concorrentes acabaram também por actuar aqui. De Conchita a Ana Malhoa, passando por Aja ou Miss Cracker, estrelas de RuPaul’s Drag Race, foram muitas as convidadas especiais. Como será, promete Marco, a do aniversário do próximo ano, quando a discoteca soprar 40 velas arco-íris.

Viking
Viking
© Inês Calado Rosa

Viking

Noite Cais do Sodré

Começou por gerir o Tóquio, nos anos 80, e no fim da década entrou em sociedade para comprar o Viking, que ainda mantém. Depois disso, ainda adquiriu o bar de strip Ménage, que na altura se chamava Passaport, e mais recentemente, em Junho de 2016, abria o Cais do Pirata, também no Cais do Sodré. António Costa, 67 anos, é uma das figuras mais old school da Rua Cor-de-Rosa, tal como os empregados do seu bar mais badalado, o Viking, com sessões de strip todas as noites, à uma e às três da manhã. O bar que em tempos se chamou Filadélfia e em 1989 mudou de nome para atrair os “marinheiros nórdicos”, conta, conseguiu acompanhar a evolução da rua que foi conhecida pela prostituição. “As meninas do antigamente acabaram por sair naturalmente, pelo seu próprio pé”, recorda. Os empregados, o “staff sénior”, como lhes chama, mantiveram-se até aos dias de hoje por opção e adaptaram- -se a uma clientela “com outros interesses”, à procura de “beber copos e ouvir certo tipo de música”. O empregado mais antigo, Manuel Pereira, tem 89 anos e chegou a ser sócio. Hoje, pede para continuar a trabalhar, em horário bastante reduzido. Além dele, também Dina, no bengaleiro, Amélia, no balcão, e o antigo porteiro (e agora relações públicas) Loureiro estão perto da idade da reforma.

Publicidade
copenhagen bar
copenhagen bar
Fotografia: Ana Luzia

Copenhagen

Noite Cais do Sodré

Se procura um sítio para dançar hip-hop noite dentro, então o Copenhagen é o sítio certo. Antiga discoteca de prostitutas e marinheiros nórdicos no Cais do Sodré, foi transformada por Guilherme Clara em 2014 e o foco passou a ser o rap, nacional e internacional, com DJs convidados.

Le Baron

Noite Chiado

O alcatifado Le Baron abriu no final de 2018 no Centro Comercial do Chiado e ainda é um segredo da noite alfacinha para muita gente – além da divulgação no Instagram, os donos não gostam de publicitar o espaço. Além de cocktails especiais, o bar do ilustrador André Saraiva tem DJs alternativos de quarta a sábado e funciona até às quatro da manhã.

Publicidade
A Capela
A Capela
©Facebook/A Capela

Capela

Noite Bares abertos de madrugada Bairro Alto

Um dos bares de culto do Bairro Alto, a Capela já valeria a visita pela decoração vintage. Junte-se a isto os DJ sets e está a receita desvendada para que o bar de Pedro Silva continue religiosamente a ser um dos melhores sítios do Bairro Alto passadas duas décadas.

Aproveitar a noite em Lisboa

Desordem
©Duarte Drago

Os novos bares em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Noite

Juntamos a sede de conhecer novidades à vontade de beber cocktails e deixamos-lhe uma lista (em constante actualização) dos novos bares que abriram em Lisboa nos últimos meses. A noite lisboeta está bem viva e a prova disso são os novos hóspedes que vão aparecendo – e ainda bem. As novidades são das mais diversas espécies, dos cocktails e seus derivados à cerveja artesanal. Nesta página espere sempre isto: os bares mais frescos da cidade. Por agora, estes são os novos bares em Lisboa que tem mesmo de conhecer. 

Oitava Colina
Arlindo Camacho

Os 15 melhores sítios para beber cerveja artesanal em Lisboa

Bares Cervejaria artesanal

A cerveja artesanal demorou a impor-se em Lisboa, mas hoje já não vivemos sem ela. E cada vez menos gente encara o consumo como uma "moda", mas antes como uma evolução natural da nossa relação com a cerveja. Não é por acaso que cada vez mais sítios, desde restaurantes típicos portugueses a auto-intituladas tabernas asiáticas, têm pelo menos uma marca e duas ou três variedades de cerveja artesanal por onde escolher. E depois há os sítios especializados, onde as pessoas vão de propósito para beber um bom néctar de cevada. Desde restaurantes a brewpubs, bares ou lojas, estes são os melhores sítios para beber cerveja artesanal. 

Publicidade
Rive-Rouge
LUISA FERREIRA

Sítios para sair ao domingo em Lisboa

Noite

À noite, ou até à tarde, festas temáticas ou mera aberturas de portas, estes sítios que sugerimos a seguir dão-lhe a possibilidade de sair quando por norma poucos o fazem – habitualmente sem encontrões desmedidos, filas para as casas-de-banho ou para o bar. Dos clássicos Lounge ou Copenhagen, que não tiram folga, até ao Rive Rouge ou Bartô. Não fique em casa só porque a seguir vem a segunda-feira. Estes são os sítios para sair ao domingo em Lisboa. É só escolher. 

Recomendado

    Também poderá gostar

      Publicidade