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Discotecas em Lisboa. Quando cai a madrugada na cidade

Mais ou menos recentes, com sons e faunas para todos os gostos. Conheça algumas das melhores discotecas em Lisboa.

Por Editores da Time Out Lisboa |
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Rive Rouge
©Luísa Ferreira Rive Rouge

Instituições lendárias que já conheceram diferentes encarnações e formatos, em busca de um lugar ao sol (ou ao luar, para sermos mais rigorosos). Quando cai a noite na cidade, e a jornada nocturna se arrasta como manda o figurino, a peregrinação de foliões passa necessariamente por aqui. E é por isso que não o queremos por aí à deriva, inquieto sobre onde deve rumar. Do epicentro da agitação aos redutos em zonas mais periféricas da cidade, eis uma mão cheia de destinos cada vez mais centrais na agenda de qualquer alfacinha que só vai para a cama depois do sol romper. Grandes salões de festa e discretos endereços para quase passar despercebido, temos de tudo e para todos. Fique a conhecer algumas das melhores discotecas em Lisboa.

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Discotecas em Lisboa

1
5A Club
©DR
Noite

5AClub

Princípe Real

É perfeito para ginasticar sem passar pelo ginásio, que é como quem diz para dançar para lá da hora (encerra às quatro da matina e isso é só óptimo). O 5AClub, no Príncipe Real, tem bons copos (vai uma máquina de shots de tequila? Força nisso) e programação musical com curadoria da Match Attack. Quanto ao som há, portanto, electrónica da boa, vários nomes independentes, e espírito underground no seu melhor. 

2
Terraço do Lux Frágil
©Luisa Ferreira/Lux
Noite

Lux Frágil

São Vicente 

Ver o nascer do sol da varanda do Lux é um passatempo obrigatório de qualquer lisboeta ou visitante. Em 2014, o britânico The Guardian distinguiu-o como uma das melhores 25 discotecas da Europa, uma coisa que já estávamos fartos de saber. Esta é a discoteca mais famosa da cidade — e do país, para dizer a verdade. Abriu portas a 29 de Setembro de 1998, penúltimo dia da Expo 98, qual mano mais novo, mas totalmente emancipado do Frágil, também lançado por Manuel Reis, o empresário que morreu em Março de 2018.

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3
Ministerium
©Ana Luzia
Noite

Ministerium Club

Santa Maria Maior

Nas antigas instalações do Ministério das Finanças, a discoteca inaugurou a 1 de Dezembro de 2012 e inicialmente só funcionava aos sábados. Pouco a pouco foi-se tornando uma referência na música electrónica da cidade, com nomes do techno e house nacionais e internacionais todos os fins-de-semana. No entanto, as festas da discoteca estendem-se a todos os géneros. 

4
B.leza
©Ben do Rosário
Noite

B. Leza

Cais do Sodré

Mudou-se para junto do rio, depois da morada no Conde Barão, mesmo ao lado da estação do Cais do Sodré. Não tem a mesma aura, mas continua a ser o sítio ideal para ouvir boa música africana, de Cabo Verde a Angola e passa também pela electrónica com as habituais incursões das festas Na Surra.

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5
Rádio Hotel
©RádioHotel
Noite

Radio-Hotel

Alcântara

No princípio era o programa de rádio (www.radio-hotel.com). Depois surgiu o espaço. Fica em Alcântara, tem um toque cosmopolita, e o bar aposta a todo o gás nos cocktails e carta de gins. Chill-out, electrónica ou house ditam o cardápio de sons emanados da cabine. 

6
Swag On, Lust in Rio, Lust, Discoteca
©DR
Bares

Lust in Rio

Estrela/Lapa/Santos

Para os apaixonados pela capital portuguesa e pela vida nocturna alfacinha junto ao Tejo, o Lust in Rio oferece um espaço para abanar o capacete, as ancas, os braços, enfim, um workout intensivo sem sair do mesmo espaço. É esta a casa das festas Swag On, onde o hip-hop, o dancehall e as pitadas de kuduro fazem a casa, às quartas. 

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7
Trumps
©Ana Luzia
Noite

Trumps

Princípe Real

É a discoteca gay mais famosa do país — e a mais concorrida. No Trumps, que comemora 38 anos em 2019, conte com música house e pop à sexta, sábado e vésperas de feriados. Entre os clientes famosos está, por exemplo, António Variações, que ali fez as suas primeiras actuações. Hoje em dia, é frequentada essencialmente por uma clientela mais jovem.

8
Kremlin
©Bruno Santos Photography
Noite

Kremlin

Santos

A discoteca das Escadinhas da Praia abriu portas em 1988, quando ainda havia uma União Soviética. Durante o período que se seguiu, viveu o auge, até que começou a ser falada pelas piores razões. Já sem o mesmo fôlego, acabou por fechar portas, em 2011. Passados cinco anos em que só reabriu esporadicamente para eventos, o Kremlin voltou em 2016 a estar de portas abertas, ainda que só à sexta e sábado. Já não funciona é até às nove da manhã – fecha às 06.00.

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9
Titanic Sur Mer
©Ana Luzia
Noite

Titanic Sur Mer

Cais do Sodré

O sucessor do Maxime é um dos rostos de um Cais do Sodré inundado de gente a cada fim-de-semana. Manuel João Vieira agarrou num edifício que servia a lota do peixe e transformou-o num bar/sala de concertos que não podia estar mais perto do mar. Entre copos, concertos e festas é escolher o que mais lhe agrada.

10
Incognito
©Ana Luzia
Noite

Incógnito

Chiado/Cais do Sodré

É provavelmente a instituição mais respeitada ali para os lados de São Bento, um baluarte de integridade e coerência, onde há anos se discute o estado da canção. Visitado por uma imensa minoria, é mais dado à música alternativa e tem-se governado bem. Até às 04.00. 

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11
sabotage
©Inês Calado Rosa
Noite

Sabotage Club

Cais do Sodré

Sequência do trabalho que os responsáveis da editora com o mesmo nome faziam, e que entretanto fechou, o Sabotage surge perto mas não no centro da concorridíssima azáfama nocturna do Cais de Sodré, como um espaço onde se procura divulgar novos projectos musicais nacionais que os donos consideram pertinentes para o universo cultural. Assume-se também como um clube para gente que gosta de música. Por agora, o Sabotage está à procura de nova morada, mas isso não o impede de continuar a trazer uma programação frenética. Long live rock n' roll.

12
MusicBox
©Ana Luzia
Noite

Musicbox

Cais do Sodré

A caixinha de música da rua cor-de-rosa tem uma das mais generosas programações de concertos e estica-se noite dentro. Não vamos utilizar aqui a expressão “ecléctica” para definir a oferta do Musicbox porque estamos a guardar essa expressão para quando alguém que conhecemos mal quiser falar de música – “gosto de tudo, sou muito ecléctico”. A discoteca inaugurada em 2006 tem música todos os dias da semana, excepto ao domingo, e é dos espaços que vai para a cama mais tarde.

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13
RIVE ROUGE
©Arlindo Camacho
Bares, Bares

Rive-Rouge

Cais do Sodré

O conceito alterou-se, a música alterou-se e o ADN está longe daquele que Manuel Reis lhe havia confiado. Ainda assim, o Rive-Rouge continua a levar sonoridades a todos os que rumarem ao Time Out Market. Sempre com um bónus: a morada meio periférica, que permite ao noctívago evitar a confusão desmedida da rua cor-de-rosa.

14
Bosq
©DR
Noite

Bosq

Alcântara

Há quem não veja a hora de sair da fábrica, e quem não veja a hora de chegar. É que a indústria deste reduto envolve altas doses de lazer. A Lx Factory tem um género de bosque encantado, com duas pistas e muita vontade de diversificar ritmos e públicos. Há revivalismo anos 80 e baile funk e, não raras vezes, lotação esgotada. 

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15
club noir
©DR
Noite

Club Noir

Baixa Pombalina

Em 2011 ocupou o espaço do antigo Gasoil e dois anos depois subiu uns números na mesma rua para substituir o polinésio Bora-Bora, onde parte da decoração foi aproveitada para conviver com imagens de Peter Murphy ou Siouxsie Sioux. É um dos locais da cidade que ainda recebe a velha guarda do rock, muito por culpa das noites recheadas a post-punk, hard rock, glam, heavy metal, trash, new wave, industrial e por vezes um mais levezinho indie rock.

16
Jamaica
©Arlindo Camacho
Noite

Jamaica

Cais do Sodré

É um dos clássicos do Cais do Sodré, por onde um humano médio deve passar pelo menos uma vez na vida, mais que não seja arrastado por uma grupo de foliões que não lhe deixarão alternativa. Não tenha vergonha se se sentir bastante jovem quando der por si a ouvir Pearl Jam. 

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17
copenhagen bar
Fotografia: Ana Luzia
Noite

Copenhagen

Cais do Sodré

O Copenhagen já foi conhecido pelos seus afters concorridos. Depois, ganhou um novo rosto. Agora reina o hip-hop e seus afluentes (dancehall, batida e todos os seus afluentes africanos). A programação dura de segunda a domingo, sim, que o Copenhagen nunca fecha. E dá-nos rap nacional e internacional seleccionada por uma carteira de DJs em quem podemos confiar. 

18
Tokyo no Cais do Sodré
©DR
Noite

Tokyo

Cais do Sodré

A música já foi descaradamente nostálgica e, teimosamente, mantinha-se perto da década de 80, para gáudio dos muitos trintões que frequenta o espaço. Mas hoje o Tokyo conta com uma programação mais cuidada. Conte com música de terça a sábado e espere, também, live acts com fartura.

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19
Mome
©Manuel Manso
Noite, Bares abertos de madrugada

MoMe

Santos

Antes era o Main, agora é o MoMe. Une diferentes conceitos que exigem diferentes estados de espíritos. Logo em baixo, no piso do meio, temos um bar que cheira a lounge, largo, com espaço para dançar, sofás e cadeiras de bar em amarelo e uma estátua que se destaca: o símbolo da Rolls Royce. E descendo as escadas para o piso zero temos a discoteca, com dois bares laterais, um ou outro sofá e uma pista de dança considerável. 

20
Lounge
©DR
Noite

Lounge

Cais do Sodré

O Lounge é um dos melhores sítios de Lisboa para sair à noite. E não há uma sílaba de exagero na frase anterior. A programação é uma das grandes apostas da casa, que consegue agradar a gregos e troianos. Numa noite normal — que até pode ser a um domingo —, é possível começar por ouvir um concerto de rock’n’roll cru e suado e acabar a dançar ao som de pérolas disco obscuras às quatro da manhã. E o melhor disto tudo é que a entrada é livre. 

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21
finalmente
©DR
Noite

Finalmente

Chiado/Cais do Sodré

O Finalmente, ou Finas, como é conhecido pelos habitués, comemorou em 2016 a sua quadragésima primavera de muitas histórias e espectáculos transformistas. Continua a ser um dos melhores sítios da cidade para sair a qualquer dia da semana — mesmo à segunda-feira. Este é um dos dias fortes da casa, com a noite Lugar Às Novas, a dar oportunidade a novos talentos do transformismo. 

22
europa bar
©Inês Calado Rosa
Noite

Europa

Cais do Sodré

A brincar, a brincar, o Europa leva mais de uma década nos pés. E se os pés que frequentam esta casa se cansam, senhores. A culpa é da música assegurada por gente que não descura a selecção, para gáudio dos mais exigentes na Rua Nova do Carvalho. Conte com deep house, techno, trance e com segundas-feiras bastante mais coloridas graças às Pink Mondays, com festas LGBTI.

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23
Metropolis Club
©DR
Noite

Metropolis Club

São Sebastião

Com a programação mais deliciosamente esquizofrénica da cidade, a cave do Centro Comercial Imaviz acolhe praticamente todas as tribos urbanas do submundo rockeiro alfacinha. É ainda um dos destinos da comunidade gótica de Lisboa, o que não significa que não haja noites de música pop entre os anos 80 e 90, do "Touch Me (I Want Your Body)" de Samantha Fox à "Barbie Girl" dos Aqua e revivalismo Rockline.

24
©DR
Noite

Plateau

Santos

É uma das casas mais emblemáticas da noite lisboeta e uma das primeiras a levar a noite até junto do rio. O Plateau é um clássico de cores quentes, pouca luz e de selecção eclética que continua a fazer rumar a Santos dezenas de caras todas as semanas. O dia forte, esse, continua a ser a quarta-feira, onde acontece a girls night out mais famosa de Lisboa.

Aproveitar a noite em Lisboa

Desordem
©Duarte Drago
Noite

Os novos bares em Lisboa que tem mesmo de conhecer

Juntamos a sede de conhecer novidades à vontade de beber cocktails e deixamos-lhe uma lista (em constante actualização) dos novos bares que abriram em Lisboa nos últimos meses. A noite lisboeta está bem viva e a prova disso são os novos hóspedes que vão aparecendo – e ainda bem. As novidades são das mais diversas espécies, dos cocktails e seus derivados à cerveja artesanal. Nesta página espere sempre isto: os bares mais frescos da cidade. Por agora, estes são os novos bares em Lisboa que tem mesmo de conhecer. 

Oitava Colina
Arlindo Camacho
Bares, Cervejaria artesanal

Os 15 melhores sítios para beber cerveja artesanal em Lisboa

A cerveja artesanal demorou a impor-se em Lisboa, mas hoje já não vivemos sem ela. E cada vez menos gente encara o consumo como uma "moda", mas antes como uma evolução natural da nossa relação com a cerveja. Não é por acaso que cada vez mais sítios, desde restaurantes típicos portugueses a auto-intituladas tabernas asiáticas, têm pelo menos uma marca e duas ou três variedades de cerveja artesanal por onde escolher. E depois há os sítios especializados, onde as pessoas vão de propósito para beber um bom néctar de cevada. Desde restaurantes a brewpubs, bares ou lojas, estes são os melhores sítios para beber cerveja artesanal. 

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Rive-Rouge
LUISA FERREIRA
Noite

Sítios para sair ao domingo em Lisboa

À noite, ou até à tarde, festas temáticas ou mera aberturas de portas, estes sítios que sugerimos a seguir dão-lhe a possibilidade de sair quando por norma poucos o fazem – habitualmente sem encontrões desmedidos, filas para as casas-de-banho ou para o bar. Dos clássicos Lounge ou Copenhagen, que não tiram folga, até ao Rive Rouge ou Bartô. Não fique em casa só porque a seguir vem a segunda-feira. Estes são os sítios para sair ao domingo em Lisboa. É só escolher. 

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