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As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas para fazer em Lisboa, sem gastar um tostão.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Grátis é a palavra mágica que todos gostamos de ouvir. Felizmente, uma das vantagens de viver em Lisboa (e são bastantes) é ter à disposição um calendário de iniciativas gratuitas que lhe dá poucos argumentos para ficar a preguiçar em casa. Por isso mesmo, todas as semanas, trazemos-lhe sugestões para aproveitar, à borla, tudo o que Lisboa tem para oferecer, ou seja, eventos de que pode usufruir sem ter de abrir os cordões à bolsa. Vai ficar surpreendido com a quantidade de coisas grátis que há para fazer em Lisboa.

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Grátis em Lisboa esta semana

  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Eis um local que desperta, em qualquer lisboeta, um daqueles acessos de nostalgia. A antiga Feira Popular, ou o que resta dela, foi o sítio escolhido por Valter Vinagre. A deambular entre as ruinas do histórico parque de diversões, o fotógrafo trouxe um último olhar – formado por imagens capturadas no momento, mas também por memórias encontradas no que ainda resta das atracções. Juntou as diferentes peças e apresenta-as na forma de exposição, na Narrativa, em Alvalade.

  • Arte
  • Chiado

O que são relíquias? Que relação têm as relíquias com os relicários? E como se relacionam com as muitas vidas e virtudes dos santos? E que ligação há entre devotos de santos, as suas relíquias e Deus? Estas são algumas das muitas perguntas que desenham o projecto Reliquiarum, e que agora estão em exposição pela equipa que o vai investigar.

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  • Arte
  • Alvalade

Em A Matéria é Soberana, a primeira exposição individual de Isabel Cordovil na Uma Lulik, explora-se a palavra escrita, a natureza do objecto e a sua própria vida. Integrante original do colectivo queer Rabbit Hole (regularmente presente na Galeria Zé dos Bois), esse interesse por encontros e gestos performativos tem levado Isabel a procurar matéria e volumes no espaço. A ambição é retratar “a metamorfose poética do banal

  • Coisas para fazer
  • Lisboa

Com o Mês da História Negra como mote (celebrado em Outubro e em Fevereiro no Reino Unido e nos Estados Unidos, respectivamente), o colectivo The Blacker The Berry Project leva uma programação de filmes, conversas e workshops até à nova morada do Largo Residências. Há sessões marcadas para os dias 12 e 26 de Novembro, 10 de Dezembro, 7 e 21 de Janeiro e 4 e 11 de Fevereiro.

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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Lumiar

A austríaca Anna Schachinger, um dos nomes mais promissores de uma nova geração de artistas na Europa, apresenta Allover no espaço Lumiar Cité. A exposição é composta por pinturas sobre diferentes suportes que juntas formam uma instalação. As esculturas em cerâmica foram produzidas durante a residência artística de Schachinger no Programa Internacional de Residências da Maumaus.

  • Arte
  • Marvila

E se as silhuetas greco-romanas fossem transpostas para o presente, em particular para o universo da arte urbana? As propostas para esta mistura de épocas chegam pelas mãos do duo espanhol PichiAvo, que cruza arte clássica e graffiti através de um conjunto de fragmentos de gesso e bustos, na galeria Underdogs. A inauguração da exposição está marcada para 11 de Novembro.

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  • Arte
  • São Vicente 

Directamente da Polónia para a Trienal de Arquitectura de Lisboa, pelas mãos do Adam Mickiewicz Institute, a exposição "The Clothed Home" explora as formas como os têxteis têm sido utilizados para reflectir o ritmo das mudanças sazonais nos interiores domésticos. Uma chamada de atenção para os ciclos de mudança da natureza, numa altura em que passamos a maior parte do tempo em apartamentos com aquecimento central e escritórios com ar condicionado.

 

  • Miúdos
  • Exposições
  • Belém

Todos nós já ouvimos falar de dinheiro e sabemos muito bem que ele é usado todos os dias para os mais variados motivos. Mas… o que é mesmo o dinheiro? E como é que ele funciona? Nesta exposição de João Sobral, seguimos um grupo de aventureiros criativos, decidido a embarcar numa missão para responder a estas perguntas.

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  • Coisas para fazer
  • Belém

No segundo domingo de cada mês, é possível alinhar numa visita comentada gratuita à colecção permanente do novo edifício do Museu Nacional dos Coches, inaugurado em 2015 para acolher os coche e berlindas que já se sentiam apertados no antigo Picadeiro Real. Como o Coche dos Oceanos, que integrou a embaixada que D.João V enviou ao Papa em 1716 ou o landau onde seguia a família real em 1906, no dia do regicídio e no qual ainda é possível ver as marcas das balas. A actividade não requer inscrição, ou seja, a entrada é feita por ordem de chegada. A visita tem um limite máximo de 20 participantes. 

  • Filmes
  • Castelo de São Jorge

O ciclo de cinema para Novembro na Casa da Achada - Centro Mário Dionísio desafia os limites do pensamento, com a exibição de quatro filmes. Ou, como explica a organização, o ciclo parte da ideia em que apenas "a existência partilhada com outros pode desvelar-nos os limites do nosso pensamento, abrindo-nos um pouco à alegria de errar. Então, sim, existimos.” A entrada, como sempre, é gratuita.

 

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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Belém

A mais recente exposição individual da artista visual Mónica de Miranda conta com a curadoria de Azu Nwagbogu e reúne trabalhos inéditos, desde fotografias a esculturas, em torno de A Ilha, uma obra de vídeo que apresenta a história de um lugar utópico, que reside no espaço entre a ficção e a realidade, onde as potencialidades para reescrever histórias e pensar o futuro são reunidas através das personagens e das suas viagens.

  • Arte
  • Arte urbana
  • Marvila

“Evilution”, a primeira exposição a solo de Bordalo II desde 2017, chega ao Edu Hub Lisbon. Abre com três séries inéditas de Small Trash Animals: neutral (pintados sobre plástico para mostrar um animal quase real); half-half (metade neutral, metade de plástico colorido em que é fácil identificar os objetos usados) e plastic (uma evolução que revela os objectos usados sem pintura alguma). Seguem-se peças produzidas com materiais nunca antes usados pelo artista. E há ainda uma secção que reflecte os primeiros tempos de Bordalo II no mundo da arte.

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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Chiado/Cais do Sodré

Entre 1997 e 1998, Maria José Palla não só retratou 27 poetas portugueses nos seus ambientes pessoais, como organizou um catálogo (Fundação Gulbenkian/ARCARTE, 1999) para uma exposição itinerante. O seu trabalho fotográfico foi exposto em galerias e publicado em vários catálogos e livros, em Portugal e no estrangeiro. Agora, pode ser visto na Biblioteca de Camões.

  • Arte
  • Fotografia
  • Grande Lisboa

Depois de ter exposto mais de 40 imagens no Palácio de Algés, em 2019, Mário Cruz repete a dose em Almada. “Living Among What's Left Behind” (“Viver entre o que é deixado para trás”) mostra-se no antigo edifício da União Eléctrica Portuguesa. Sob o foco do fotojornalista português volta a estar o cenário de poluição extrema no qual vive a população filipina, junto ao rio Pasig, em Manila – um curso de água que recebe, anualmente, mais de 60 toneladas de lixo.

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  • Arte
  • Arquitectura
  • Chiado/Cais do Sodré

A Galeria Ratton junta-se às celebrações do centenário do nascimento do arquitecto Nuno Teotónio Pereira com uma exposição de Irene Buarque, sua companheira durante 40 anos. A artista plástica inaugurou a sua primeira exposição em azulejo na Ratton há 20 anos, com o título Geometrias Variáveis, que antecedeu os painéis de azulejo que desenhou para a Estação de Metropolitano da Ameixoeira (2003). Em Encontro de Geometrias, Buarque expõe o culminar de várias parcerias profissionais que desenvolveu com o companheiro.

  • Coisas para fazer
  • Santa Maria Maior

No ano em que se celebram os 40 anos da descriminalização da homossexualidade e quatro desde a consagração legal da auto-determinação de género, o Museu do Aljube Resistência e Liberdade continua a talhar o caminho pela dignidade da pessoa humana com a estreia da exposição que aborda as dinâmicas e tensões entre a repressão e as resistências de diversidade sexual e de género durante a ditadura e após a revolução. Porque revelar, nomear, reconhecer, representar e visibilizar é destruir preconceitos e educar para os direitos humanos. Conta com programação paralela, de ciclo de conversas a cinema, performances e visitas orientadas.

Lisboa low cost

  • Museus

Não é ao domingo de manhã, sábado à tarde ou segunda de madrugada. Estes museus são de entrada gratuita sempre que a porta está aberta ao público ou recebem-no a troco de nada, sob marcação, para uma visita. E a busca pela descoberta de um museu gratuito também pode significar a descoberta de um museu que nem sempre está na ribalta. Fomos à procura dos museus grátis em Lisboa e arredores e descobrimos algumas pérolas museológicas. Da sala de operações do Movimento das Forças Armadas ao museu que respira dinheiro, há muito para aprender sem gastar um tostão.

  • Museus

Há museus completamente gratuitos em Lisboa (já os listámos) e depois há outros que não dão o braço a torcer e onde vai ter sempre de se chegar à frente e abrir a carteira. Mas ainda há um meio termo, aqueles que dão tréguas em pelo menos um dos dias da semana ou do mês, para que possa entrar sem gastar dinheiro. Seja ao sábado, no primeiro domingo do mês ou depois de uma certa hora – há opções para tudo e não há grandes desculpas para não aderir a estas borlas. Está pronto para apontar estas dicas?

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