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Sessão de contos com Rodorín
©DRSessão de contos com Rodorín no Passa a Palavra!

As melhores coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas para fazer em Lisboa, sem gastar um tostão.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
e
Renata Lima Lobo
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Grátis é a palavra mágica que todos gostamos de ouvir. Felizmente, uma das vantagens de viver em Lisboa (e são bastantes) é ter à disposição um calendário de iniciativas gratuitas que lhe dá poucos argumentos para ficar a preguiçar em casa. Por isso mesmo, todas as semanas, trazemos-lhe sugestões para aproveitar, à borla, tudo o que Lisboa tem para oferecer, ou seja, eventos de que pode usufruir sem ter de abrir os cordões à bolsa. Vai ficar surpreendido com a quantidade de coisas grátis que há para fazer em Lisboa.

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Grátis em Lisboa esta semana

  • Coisas para fazer

Oeiras volta a ser um palco de histórias. O Passa a Palavra! Festa dos Ofícios do Narrar está de regresso entre 18 e 24 de Outubro e vai ocupar o centro histórico da vila e as bibliotecas municipais com música, sessões de contos, poesia, marionetas, conferências, cinema, oficinas, animação de rua e uma feira do livro, quase tudo grátis. É a maior edição de sempre do festival.

  • Filmes
  • Castelo de São Jorge

Por que usamos cores esbatidas para representar o real, muito utilizado no estilo documental, por exemplo – podemos ainda fazer uma analogia entre a aproximação ao real e a tristeza da imagem – e cores fortes e altos contrastes para ampliar o sonho?. São estas algumas das questões associadas ao novo ciclo de cinema da Casa da Achada, que explora a relação entre as cores e as emoções dos espectadores, mesmo que na tela só se veja preto e branco.

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  • Arte
  • Arte contemporânea
  • Grande Lisboa

A plataforma barreirense Estação Sul e Sueste parou no Convento da Madre de Deus da Verderena para apresentar uma mostra colectiva que reflecte sobre o significado do convento na actualidade. A exposição explora diversas dimensões, como a física, patrimonial, histórica, poética e funcional através de intervenções site specific de 14 artistas plásticos. São eles Ana Frois, Ana Paisano, Christiano Mere, Clara Imbert, Diana Cerezino, Frederico Vicente, Henrique Neves, Jéssica Burrinha, Maria Sassetti, Martinho Costa, Paula Simão, Tiago Rocha Costa, Tierri Correia e Tim Ralston. É também uma excelente oportunidade para visitar o convento.

  • Arte
  • Arte contemporânea
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Após uma passagem pela Casa Comum da Universidade do Porto, a Biblioteca Nacional acolhe parte da exposição 100 Anos Nadir, Inéditos, que o ano passado assinalou o nascimento do pintor flaviense Nadir Afonso (1920-2013), vulto da arte portuguesa do século XX. Ao longo de vários núcleos, esta exposição dá a conhecer um conjunto de estudos inéditos que cruzam os vários períodos de mais de 75 anos de trabalho, do surrealismo às telas e guaches que evocam centros urbanos.

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  • Arte
  • Campo de Ourique

Pessoas com relações com Pessoa, da autoria do investigador, professor e fotógrafo Pedro Matos Soares e do poeta e investigador Carlos Pittella, ocupa agora a sala de exposições temporárias da Casa Fernando Pessoa. Para esta exposição, fotografaram-se leituras não-ensaiadas e procurou fixar-se momentos de encontro do poema na voz de quem o lê.

  • Arte
  • Fotografia
  • Santa Maria Maior

Esta exposição do artista português Nuno Perestrelo inclui trabalhos de grande formato, inspirados pela relação metafísica entre a humanidade, a natureza e o infinito decorrer do tempo. Projecto de fotografia documental, trata-se de uma viagem solitária planeada para descobrir quatro dos maiores ícones industriais da história recente do nosso país: a Lisnave (construção naval), a Companhia União Fabril (química), a Mundet (fabrico de cortiça), a Siderurgia Nacional e o seu alto-forno (siderúrgica).

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  • Arte
  • Alvalade

Maka, em kimbundu, refere-se a uma conversa que suscita questões, a uma discussão com fim instrutivo. É precisamente essa a vontade de Francisco Vidal e Namalimba Coelho, que mergulham nesta exposição no legado da Companhia de Discos de Angola e em três discos antológicos em particular, que se destacam como referências discográficas do período da canção política. São eles Independência (1974), de Teta Lando; Mutudi Ua Ufolo / A Viúva Da Liberdade (1975), de David Zé; e Angola — Ano 1 (1975), de Carlos Lamartine. Contando e cantando a História e as Estórias da Rádio e do Disco, revisitam-se também as vozes e os sons da revolução e dos movimentos de libertação que, no período que antecedeu a independência, fizeram uso da música popular angolana e das línguas nacionais como armas poéticas.

  • Arte
  • Fotografia
  • Oeiras

A exposição fotográfica e multimédia Diário de Uma Pandemia inaugurou há um ano no espaço da associação cultural CC11, em Alvalade, documentando os primeiros meses da pandemia de Covid-19 através da lente de 130 fotógrafos portugueses. Agora, foi reposta no Núcleo Central do Taguspark. Constituída por quatro módulos, inclui o projecto Everydaycovid, criado no Instagram; retratos de Portugal pelas agências de notícias; capas dos jornais e revistas portuguesas entre Março e Julho de 2020, seleccionadas pelo editor João Paulo Cotrim; e a série “Claro e Escuro”, de Luísa Ferreira, com um olhar crítico e intimista sobre a pandemia.

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  • Arte
  • Pintura
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O pintor Luis Levy Lima ocupa o Centro Cultural de Cabo Verde, de cima até baixo, com a sua maior exposição de sempre em nome próprio. Téra Lonji e Músicos de Cabo Verde são as duas colecções que pode conhecer a partir de 17 de Setembro. A primeira fica patente durante um mês, até 17 de Outubro, e inclui dez obras pintadas durante a pandemia, quando o pintor se viu afastado de Cabo Verde. A segunda celebra o património cultural cabo-verdiano, através dos seus músicos e de uma colecção privada que desde 2017 esteve à guarda do Hotel Pestana Trópico, até sair pela primeira vez do país, rumo a Lisboa. Pode ser vista até 17 de Dezembro.

  • Arte
  • Carnide/Colégio Militar

Até ao final deste ano, uma montra do Centro Colombo vai ser uma espécie de museu pop-up com mais de 37 obras do Museu Bordalo Pinheiro. As peças em exposição vão mudar todos os meses, para dar a conhecer as várias facetas criativas do mestre Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905), desde a sua obra cerâmica ao seu trabalho como decorador ou ilustrador.

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  • Coisas para fazer
  • Santa Maria Maior

“Mulheres e Resistência – ‘Novas Cartas Portuguesas’ e outras lutas” é o nome da exposição no Museu do Aljube que adopta o nome do livro Novas Cartas Portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, publicado em 1972 e censurado três dias após o lançamento. O processo conhecido como Três Marias é o ponto de partida para a exposição que se alonga por outras histórias de resistência ao fascismo no feminino, desde os anos 30 do século passado, até ao 25 de Abril de 1974. Em paralelo à exposição, decorre um ciclo de cinema dedicado à luta e à resistência femininas.

  • Arte
  • Fotografia
  • Intendente

Muitos ainda se lembram de como era Lisboa no início dos 80s, num país onde a democracia tinha praticamente acabado de chegar. Para esta exposição que inaugura no Arquivo Municipal de Lisboa, o jornalista e crítico cinematográfico José Vieira Mendes seleccionou um conjunto de imagens por si registadas entre 1982 e 1983 na sua primeira câmara fotográfica, uma reflex 35 mm que ainda guarda consigo. Para recordar, ou descobrir, uma Lisboa de outras modas, registada a preto e branco, entre o Cais das Colunas, o Cais do Sodré ou a Feira da Ladra.

Lisboa low cost

  • Museus

Não é ao domingo de manhã, sábado à tarde ou segunda de madrugada. Estes museus são de entrada gratuita sempre que a porta está aberta ao público ou recebem-no a troco de nada, sob marcação, para uma visita. E a busca pela descoberta de um museu gratuito também pode significar a descoberta de um museu que nem sempre está na ribalta. Fomos à procura dos museus grátis em Lisboa e arredores e descobrimos algumas pérolas museológicas. Da sala de operações do Movimento das Forças Armadas ao museu que respira dinheiro, há muito para aprender sem gastar um tostão.

  • Museus

Há museus completamente gratuitos em Lisboa (já os listámos) e depois há outros que não dão o braço a torcer e onde vai ter sempre de se chegar à frente e abrir a carteira. Mas ainda há um meio termo, aqueles que dão tréguas em pelo menos um dos dias da semana ou do mês, para que possa entrar sem gastar dinheiro. Seja ao sábado, no primeiro domingo do mês ou depois de uma certa hora – há opções para tudo e não há grandes desculpas para não aderir a estas borlas. Está pronto para apontar estas dicas?

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