Global icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right 20 coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

20 coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas para fazer em Lisboa, sem gastar um tostão.
Pierre Kwenders na Monstra em Lisboa
Pierre Kwenders
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Grátis é a palavra mágica que todos gostamos de ouvir. Quando tem uma cidade a rebentar pelas costuras de coisas grátis para fazer, a solução certamente não é ficar fechado em casa à espera que lhe chovam ideias no colo. Trazemos-lhe sugestões para aproveitar, à borla, tudo o que Lisboa tem para oferecer esta semana, seja visitar exposições ou mercados, picar o ponto numa festa ou ir a um concerto. Isto tudo e mais um pouco sem ter de abrir os cordões à bolsa. Vai ficar surpreendido com a quantidade de coisas grátis que há para fazer na cidade.

Recomendado: Roteiro de arte urbana em Lisboa

Grátis em Lisboa esta semana

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 Teatro Luís de Camões
@Fernando Guerra
Coisas para fazer

As Histórias do Teatro Luís de Camões

icon-location-pin LU.CA - Teatro Luís de Camões, Belém
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O LU.CA antecipa o Dia Mundial do Teatro uma semana para contar a sua história com a ajuda de actores, espectadores, vizinhos ou curiosos. O programa alonga-se por três dias para resumir a história do edifício, desde o Teatro Real de Belém. O palco transforma-se numa sala de aula e a pequenada tem ainda direito a um laboratório de serigrafia montado numa bicicleta, a uma visita guiada ou a uma experiência sonora.

2
estaleiro
©Brígida Machado
Arte, Pintura

Embuço

icon-location-pin Lisbon Marriott Hotel, Sete Rios/Praça de Espanha
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Quer dizer disfarce ou um fingimento e é também o nome da exposição da eborense Brígida Machado que inaugura a galeria de arte M ‘Art by Trema do Lisbon Marriott Hotel. O espaço estará a partir de agora associado à galeria Trema para receber exposições, da pintura e escultura, à instalação e fotografia.

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3
david gibson
©David Gibson
Coisas para fazer

Clique 2.0

icon-location-pin Palácio Anjos, Oeiras
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Esta quarta-feira vai-se falar de fotografia no Palácio dos Anjos, em Algés, com a presença um ilustre: o fotógrafo David Gibson, um dos grandes nomes da fotografia de rua e um dos membros fundadores do coletivo internacional In-Public.

4
Pierre Kwenders na Monstra em Lisboa
Música, Latina e world music

Festa da Francofonia

icon-location-pin Vários locais
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No sábado, Lisboa junta-se a 206 cidades de 88 países para celebrar o Dia da Francófona. O principal palco é no Capitólio, numa festa que arranca logo às 14.00 com o Coro do Liceu Francês. Segue-se o espetáculo de dança vertical Lumen (14.45 e 20,40), Carla Algeri e Armando de la Vega (16.00), Beat Kaestli and Loïc Da Silva (17.15), Sarawen - Riadh Ben Amor (18.10), o DJ The Boods (19.40), Nilda Fernández (21.00) e Paulo Bragança (22.00). A festa termina no Cinema São Jorge com Pierre Kwenders (23.20), canadiano nascido no Congo que canta e faz rap em lingala, francês, inglês, tshiluba e kikongo.

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5
the thing
Coisas para fazer, Eventos cinematográficos

Ciclo de Cinema Remakes

icon-location-pin Casa da Achada - Centro Mário Dionísio, Castelo de São Jorge
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Uma equipa de pesquisa na Antártica é perseguida por um alienígena que consegue assumir a aparência das vítimas. Em 1982, o realizador John Carpenter apresenta ao mundo The Thing, o primeiro da sua “Apocalypse Trilogy”. Um clássico do cinema de ficção científica inspirado no livro Who Goes There? (1938 adaptado pela primeira vez para cinema em 1951 por Christian Nyby. Mas esse não tinha Kurt Russell.

6
Leonor Braga Santos
©Márcia Lessa
Música, Clássica e ópera

Schubert

icon-location-pin Fundação Calouste Gulbenkian, São Sebastião
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Em 1824 o clarinetista Ferdinand Troyer, que estava ao serviço do arquiduque Rudolfo, o principal patrono de Beethoven, encomendou a Schubert uma peça similar ao Septeto op.20 de Beethoven e o compositor respondeu com o monumental Octeto D.803. A estreia, no palácio do arquiduque Rudolfo, contou com vários dos músicos que tinham estreado o Septeto de Beethoven 24 anos antes. Nesta ocasião será interpretado por um grupo de solistas da Orquestra Gulbenkian: Iva Barbosa (clarinete), Vera Dias (fagote), Kenneth Best (trompa), Tera Shimizu e Stephanie Abson (violinos), Leonor Braga Santos (na foto) (viola), Martin Henneken (vioal) e Domingos Ribeiro (violoncelo).

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7
em voz alta
©Jorge Gonçalves
Coisas para fazer, Eventos literários

Em Voz Alta, os nossos Poetas

icon-location-pin Casa Sommer, Cascais
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Pelo segundo ano consecutivo, a Fundação Dom Luís I junta-se aos Artistas Unidos para homenagear grandes poetas portugueses. Na Casa Sommer, actores como Jorge Silva Melo, Lia Gama, Maria João Luís ou Catarina Wallenstein lêem em voz alta autores incontornáveis da história da literarura nacional, de Camões e Sophia de Melo Breyner a Natália Correia e Mário Cesariny. As sessões decorrem uma vez por mês até ao final do ano (excepto Julho e Agosto), sempre aos sábados e ao final da tarde.  

8
galeria note
©Fernando Perez Fraile
Arte, Arquitectura

Ideias de Intimidade

icon-location-pin NOTE, Bairro Alto
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Privacidade, tranquilidade e aconchego são as ideias base de 12 projectos de arquitectura que chegam à galeria de arquitectura NOTE pela mão de reputados profissionais da nossa praça. São eles Atelier Aspa, Barbas Lopes, Extrastudio, Falcão de Campos, Gonçalo Byrne, Inês Lobo, JL Carrilho da Graça, José Adrião, Aires Mateus, Ricardo Bak Gordon, Ricardo Carvalho e RUA.

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9
MANO-A-MANO
DR
Arte

MANO-A-MANO

icon-location-pin Águas Livres 8, Lisboa
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Juntas, as artistas Ana Velez, Joana Gomes, Maria Sassetti e Xana Sousa são o Atelier Contencioso. Já deve ter passado pela mamba que desenharam para a fachada da Pensão Amor. E esta quinta-feira chegam à galeria Águas-Livres 8 com esta exposição onde sujam as mãos para ocupar quatro cantos do mesmo ringue. A curadoria é de Jorge Catarino.

10
carybe
©Carybé
Arte, Pintura

Carybé

icon-location-pin Palácio da Independência, Estrela/Lapa/Santos
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Hector Bernabó, de nome artístico Carybé, foi um artista plástico e jornalista argentino, naturalizado brasileiro, que retratou o Brasil ao longo da sua carreira. Sábado inaugura no Palácio da Independência a exposição “Aquarelas do Descobrimento em Lisboa”, no mesmo dia em que se assinala a chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil, em 1500. As 52 obras são uma versão em aquarela da Carta de Pero Vaz de Caminha, o mais antigo registo sobre o território.

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11
os desastres de sofia
Arte, Pintura

Além Deste Solitário Carrossel

icon-location-pin Galeria 111, Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
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Com um nome resgatado da música "Lonely Carrossel", que junta Beth Gibbons e Rodrigo Leão, esta exposição comemora os 55 anos da icónica Galeria 111, por onde passaram grandes nomes das artes plásticas nacionais e internacionais. Até 30 de Março está convidado a entrar neste carrossel e dar uma volta com a arte de mais de meia centena de artistas. Entre eles, Graça Morais, Joana Vasconcelos, Júlio Pomar, Lourdes Castro, Paula Rego (na imagem) ou Vieira da Silva.

12
yto barrada
©Yto Barrada
Coisas para fazer, Exposições

Yto Barrada

icon-location-pin Gulbenkian, São Sebastião
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Yto é uma artista franco-marroquina que estuda o tema do passado colonial africano. Nesta exposição mostra anotações, desenhos, fotografias e objetos que têm como ponto de partida a vida da etnóloga Thérèse Rivière, que nos anos 30 rumou à Argélia para estudar a etnia berbere Chaouis. Ao tema colonialismo junta a desigualdade de género e algumas histórias da sua família: como fotografias dos cadernos da avó (na imagem) que, analfabeta, criou a sua própria linguagem. 

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13
orgulho bairrista
©Andy Dyo e Iñigo Sánchez
Coisas para fazer, Exposições

Orgulho Bairrista

icon-location-pin Galeria de Santa Maria Maior, Baixa Pombalina
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A Mouraria já marcha, mas na Galeria da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior. É aí que encontra o projecto do fotógrafo de origem russa Andy Dyo e do investigador espanhol Iñigo Sánchez (Universidade Nova) que se foca no sentimento de orgulho dos marchantes da Mouraria através do retrato (são 16) e também da história oral. Aqui é tudo posto a nu. Os marchantes foram fotografados em dois momentos da preparação da marcha: ao natural em estúdio e nos momentos que antecederam o desfile da Avenida da Liberdade. Um projecto desenvolvido ao longo de 2015 que se foca numa tradição que passa de geração em geração e que hoje poderá ter um futuro incerto, estando à mercê das transformações do bairro da Mouraria.

14
A Fuga das Galinhas
Coisas para fazer, Exposições

A Magia dos Estúdios Aardman

icon-location-pin Museu da Marioneta, Estrela/Lapa/Santos
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Séries e filmes como Wallace e Gromit (1989), A Fuga das Galinhas (2000) ou A Ovelha Choné (2007) não fogem certamente da mira de muitos fãs do universo da animação. E o que é que estas produções têm em comum? Todas estão sob a chancela dos Estúdios Aardman, que agora trazem a Lisboa, ao Museu da Marioneta, uma exposição com 47 marionetas, oito cenários, vários storyboards e esquissos. “A Magia dos Estúdios Aardman” é parte integrante da programação da Monstra e antecipa não só o Festival de Animação, como a presença – em data a anunciar – de Peter Lord, um dos fundadores dos estúdios britânicos. Os estúdios Aardman, fundados em 1976 por David Sproxton e Peter Lord, têm-se dedicado sobretudo à produção de conteúdos de animação, com recurso à técnica de “stop motion”, em séries de televisão, publicidade e longas-metragens. Esta é a segunda vez que estão presentes numa exposição em Portugal, depois de uma retrospectiva em 2011, na Solar – Galeria de Arte Cinemática, em Vila do Conde. 

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Ana Jotta na Estacao do Rossio
Fotografia: Manuel Manso
Arte, Arte contemporânea

Ana Jotta na Estação do Rossio

icon-location-pin Estação Ferroviária do Rossio, Santa Maria Maior
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O Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto, trouxe até Lisboa a obra "Joana", da portuguesa Ana Jotta. O conjunto de peças penduradas no tecto do primeiro piso da Estação do Rossio pode ser visto até 20 de Junho de 2019, uma iniciativa que resulta de uma parceria entre a Infraestruturas de Portugal (IP) e a Fundação de Serralves. Neste trabalho, Jotta apropriou-se de materiais já existentes, descartados e pobres, como rodas de bicicleta e garrafas de vinho para fazer "uma paródia a um dos maiores símbolos de luxo e de poder — o candelabro, omnipresente em palácios e outras tipologias arquitectónicas ligadas ao poder político e financeiro". Tal como Marcel Duchamp e o seu "ready made", a artista plástica apropria-se dos objectos, que utiliza sem transformações, descontextualizado-os e transformando-os na sua própria arte.  

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Tango
Fotografia:Ana Luzia
Coisas para fazer

Tango4Fun

icon-location-pin Castro Beer, Cais do Sodré
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Este é um grupo de prática e ensino regular do tango argentino que não discrimina. Explicamos: as aulas de tango argentino acontecem todas as terças no CastroBeer, no Cais do Sodré, e estão abertas a todas as orientações e a ambos os sexos. Homens com homens, mulheres com mulheres, não há regras para os pares e aqui vai aprender a conduzir e ser conduzido. O tango começa às 21.00 com um recapitular da aula passada e a música prolonga-se depois das 23.00, para ficar a dançar com quem quiser.  

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17
Padaria do Povo
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Xadrez na Padaria do Povo

icon-location-pin A Padaria do Povo, Lisboa
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É um café? É um restaurante? É um meeting point para juntar os amigos? A Padaria do Povo é tudo isto e mais alguma coisa. Conhecida pelos jantares de grupo e pela esplanada, saiba que todas as terças há jogatana de xadrez, que normalmente reúne cromos e amadores, frente a frente. Longa vida aos jogos de tabuleiro.

18
urban rollers
©Anna Elisa Knittel
Coisas para fazer

Urban Rollers

icon-location-pin Galeto, Avenidas Novas
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Todas as quintas-feiras às 19.30, uma comunidade de patinadores urbanos lança-se à estrada. Um circuito adequado mesmo para quem ainda não tem muita experiência e quer trocar ideias com quem já rola nisto há muito tempo. E nem a chuva demove este grupo que pode tanto pode rolar até ao Saldanha, como a Alvalade ou à Alta de Lisboa e que acolhe patinadores menos experientes que são ajudados pelos mais antigos nestas andanças, sempre que possível, ao longo das ciclovias. Quando estiver mais seguro em cima dos patins pode-se juntar às mais aceleradas saídas marcadas para às sextas-feiras para viajar por toda a cidade. Ponto de encontro: Campo Grande (junto ao lago) e Galeto.

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Passeio de bicicleta promovido pela Massa Crítica
Fotografia:Ana Luzia
Coisas para fazer

Massa Crítica

icon-location-pin Parque Eduardo VII, São Sebastião
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Desde 2003 que este grupo de ciclistas se encontra na última sexta-feira de cada mês, pelas 18.30, no Marquês de Pombal, no início do Parque Eduardo VII. Hora de ponta, portanto. A saída está prevista para meia hora depois (com os portugueses convém marcar tudo com alguma folga) e ao longo de duas horas pode pedalar pela cidade com as costas quentes: é o passeio ideal para quem tem bicicleta, mas tem receio de começar a aventurar-se sozinho pelo trânsito da cidade.

Lisboa low cost

estufa fria
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

15 coisas para fazer em Lisboa até 5€

É verdade que é cada vez menos fácil respeitar a fasquia da nota de cinco, mas se puxar pela cabeça ainda descobre muito para fazer na cidade sem ultrapassar este valor. Se já estiver a pensar no próximo nível, espreite a leitura aqui em baixo.  

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Projector final Planetário
©Bruno Neves/Planetário
Miúdos

Entreter os miúdos sem gastar um tostão

Ficar em casa com os miúdos pode não custar dinheiro, mas dá cabo dos nervos a muitos crescidos. Problema: nem sempre a conta bancária está para programas culturais e actividades ao ar livre pagas. Solução: museus com entrada gratuita, actividades que não custam um cêntimo ou até um piquenique no parque enquanto a chuva não volta.    

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