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Beyond the Trees
©Túlio Dek Beyond the Trees

19 coisas grátis para fazer em Lisboa esta semana

As melhores coisas para fazer em Lisboa, sem gastar um tostão.

Por Editores da Time Out Lisboa
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Grátis é a palavra mágica que todos gostamos de ouvir. Felizmente, uma das vantagens de viver em Lisboa (e são bastantes) é ter à disposição um calendário de iniciativas gratuitas que lhe dá poucos argumentos para ficar a preguiçar em casa. Por isso mesmo, todas as semanas trazemos-lhe sugestões para aproveitar, à borla, tudo o que Lisboa tem para oferecer, ou seja, eventos que pode usufruir sem ter de abrir os cordões à bolsa, das exposições aos concertos no jardim. Vai ficar surpreendido com a quantidade de coisas grátis (e seguras, que por estes dias o que nós queremos é tudo limpinho e sem ajuntamentos) que há para fazer na cidade.

Recomendado: Sítios em Lisboa que são mais do que parecem

Grátis em Lisboa esta semana

'Alegoria do Réu Desmascarado (Natureza Morta)', de Ana Fonseca
'Alegoria do Réu Desmascarado (Natureza Morta)', de Ana Fonseca
Ana Fonseca

1. Contingere

Arte Galeria Cisterna, Chiado

A exposição colectiva “Contingere”, patente na Cisterna, integra uma grande variedade de formatos, técnicas e materiais. Há obras de desenho, pintura, escultura, fotografia ou instalação que evocam a necessidade de repensar a vida em sociedade e a nossa relação com a natureza. Além da sede de natureza e do outro, a exposição aborda “a impossibilidade do trabalho”, “o adiamento do prazer”, “a casa como refúgio ou cárcere” e “a natureza, simultaneamente cura e ameaça”.

Entre Sombras
Entre Sombras
©DR

2. Les Nuits en Or

Filmes Universidade Lusófona, Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Uma selecção das melhores curtas-metragens do mundo vai poder ser vista em Lisboa. A mostra conta com 25 filmes vencedores de prémios nacionais de academias de cinema de todo o mundo, como os galardões Oscar, Goya, Sophia, César, BAFTA e Magritte, entre outros. A representar Portugal estará Entre Sombras, de Alice Guimarães e Mónica Santos, vencedor do Prémio Sophia 2019 de Melhor Curta-Metragem de Animação. As sessões estão marcadas para os dias 15, 16, 22 e 23 de Outubro, às 15.00, 17.00 e 20.00, no Campus da Universidade Lusófona.

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Ocupações em Chelas
Ocupações em Chelas
©Carlos Gil | Arquivo Municipal de Lisboa - Videoteca

3. TRAÇA – Mostra de Filmes de Arquivos Familiares

Coisas para fazer Lisboa, Lisboa

Todos os bairros são feitos de memórias. Para que não fiquem esquecidas, o Arquivo Municipal de Lisboa / Videoteca criou um projecto de divulgação de filmes familiares que guardam registos do quotidiano dos habitantes da cidade de Lisboa, expandindo o arquivo do território e a história da habitação. Um trabalho de recolha, inventariação e divulgação de imagens em movimento feitas em Lisboa ou por lisboetas, registos que normalmente não tem espaço na história do cinema e nos arquivos fílmicos, ficando perdidos no tempo. As projecções acontecem em vários locais, como a parede fóssil da Rua Capitão Leitão ou a Rua Carlos Gentil (Bairro do Condado) e pode ir consultando a programação, que também inclui artes plásticas, no site ou na página oficial de Facebook.

Jardins Abertos
Jardins Abertos
Aline Macedo/Jardins Abertos

4. Jardins Abertos

Coisas para fazer Lisboa, Lisboa

A edição de Julho dos Jardins Abertos já trouxe um novo formato, mas não há pandemia que pare a organização. A edição de Outono está marcada para os fins-de-semana de 17 e 18 e 24 e 25 de Outubro e volta a assumir um formato presencial e outro online. Para difundir o conhecimento da natureza em ambiente urbano e sensibilizar o público para a preservação dos espaços verdes, os portões de alguns dos jardins mais bonitos da cidade – alguns deles privados – abrem-se ao público durante os dias do festival.

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Diário de Uma Pandemia
Diário de Uma Pandemia
©Miguel A. Lopes

5. Diário de Uma Pandemia

Arte Fotografia Galeria CC11, Alvalade

A exposição Diário de Uma Pandemia reúne trabalhos de fotógrafos, fotojornalistas, videógrafos e documentaristas e divide-se em quatro módulos ao longo de dois pisos. Um deles está ligado ao Everydaycovid, o conhecido projecto fotográfico criado no Instagram por fotógrafos e fotojornalistas portugueses durante a pandemia. Os outros módulos são “Retratos de Portugal pelas agências de notícias”, uma selecção de fotografias das agências AFP, AP, Getty Images, EPA/Lusa e Reuters; “Dias da Pandemia Pela Imprensa Nacional”, que destaca as capas dos jornais e revistas portuguesas a partir de uma selecção do jornalista João Paulo Cotrim; e “Claro e Escuro”, o módulo dedicado à fotografia de autor.

Malibu Ninjas
Malibu Ninjas
Crack Kids

6. Sol de Mayo

Arte Crack Kids Lisboa, Cais do Sodré

Depois de uma pausa pandémica, a Crack Kids voltou em força às exposições e entregou ao colectivo de ilustradores portugueses Malibu Ninjas a responsabilidade desse regresso. A mostra está exposta na zona de galeria logo à entrada da loja e vem dar ainda mais cor ao espaço. Psicadelismo? Há. Surrealismo? Também. Cultura pop? É a base de tudo. O trabalho deste colectivo consegue juntar tudo isto nas obras que agora apresentam, traduzindo-se quase sempre numa sátira gráfica a situações e conflitos do mundo contemporâneo.

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Largo 5 de Outubro Almada
Largo 5 de Outubro Almada
DR

7. Sons de Outono – Festival de Música de Almada

Música Vários locais

O Sons de Outono – Festival de Música de Almada está prestes a animar os salões do concelho com seis espectáculos, todos gratuitos. Este ano, a programação pensada a três anos – que se iniciou em 2019 com o tema da “Vontade” e que termina em 2021, sob o signo do “Destino” – é inspirada no “Conhecimento”. “O objectivo é celebrar a vida de Fernando Magalhães, que a 20 de setembro de 1519, com 256 homens e cinco navios, deu início à primeira viagem de circum-navegação do planeta”, lê-se em comunicado do festival.

Stop Eating and Process Your Emotions
Stop Eating and Process Your Emotions
Vanessa Teodoro

8. Stop Eating and Process Your Emotions

Arte Fabrica Features, Chiado

O confinamento pôs um travão a muita coisa, sobretudo no que diz respeito ao trabalho artístico. Vanessa Teodoro, habituada a pintar murais e peças de grande dimensão, começou a olhar em seu redor e a pensar em que momento da quarentena conseguiria começar a ser produtiva. Viu em pratos vazios uma tela por explorar. Porque não? Parti-los não era opção, mas pintá-los já lhe parecia uma boa forma de processar as suas emoções. Nesta exposição, Vanessa leva 30 pratos ao Chiado, para que se perceba que é preciso processar as emoções – e não só a comida.

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Campo Pequeno Art Gallery
Campo Pequeno Art Gallery
Fotografia: Gabriell Vieira

9. Desconfinamento

Arte Campo Pequeno Art Gallery, São Sebastião

Chama-se Campo Pequeno Art Gallery, situa-se dentro do centro comercial e abriu com a exposição “Desconfinamento”, que promove jovens artistas nacionais. Fruto de uma parceria com a Everything is New, a mostra de arte junta peças de diferentes estilos e áreas artísticas, desde a pintura à escultura. Beatriz Uva, Carolina Vaz, Duarte Burnay, Engrácia Cardoso, Isabel Murteira, João Teixeira, Maria Castel-Branco, Maria José Cabral, Martinho Pita, Pedro Abrantes Nunes, Pedro Peixe, Pedro Versteeg, Simão Mota Carneiro e Sofia Alves são os artistas contemplados na mostra, que poderá visitar até 7 de Novembro.

central gerador
central gerador
Fotografia: Manuel Manso

10. Trampolim Gerador

Coisas para fazer Central Gerador, Lumiar

A cada passo que der vai tropeçar em cultura. O Gerador, plataforma de acção e comunicação de cultura portuguesa, tem levado o seu Trampolim a bairros e praças lisboetas. Neste ano tão atípico, não desistiram e estão de regresso à casa que sempre os acolheu, o Lumiar. Em vez de um dia, o festival passa a estender-se ao longo de seis sábados – 10, 17 e 24 de Outubro e 7, 14 e 28 de Novembro – e, para garantir a segurança dos participantes, os eventos serão mais pequenos, mais controlados e sem a grandeza de antes. O que não mudou foi a qualidade da programação, que combina entrevistas, gastronomia, música, exposições e poesia, e vai sendo anunciada semana a semana nas redes sociais do Gerador

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swingerra
swingerra
©DR

11. Estás Vendo Coisas

Arte Filme e vídeo Galeria da Boavista, Chiado/Cais do Sodré

A dupla artística brasileira Bárbara Wagner e Benjamim de Burca inaugurou na Galeria da Boavista a sua primeira exposição individual em Portugal com duas vídeo-instalações sobre o modo como as expressões da cultura popular respondem às condições socioeconómicas. As obras focam-se na música brega do norte do Brasil (Estás Vendo Coisas, 16’, Brasil, 2016) e na poesia spoken word em Toronto, no Canadá (RISE, 21’, Canadá/ EUA/Brasil, 2018).

Jardim do Torel recebe instalação ambientalista
Jardim do Torel recebe instalação ambientalista
©Túlio Dek

12. Beyond the Trees

Arte Instalação Jardim do Torel, Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Centenas de cepos queimados, um lago negro, uma casa de madeira com sementes e a frase “I can’t stop these tears from falling”. De 25 de Outubro a 25 de Novembro, o Jardim do Torel irá receber a instalação Beyond The Trees, da autoria do artista brasileiro Túlio Dek. Os três patamares do histórico jardim da Colina de Santana irão receber cepos de vários tamanhos, queimados durante os incêndios de Oliveira de Frades, em Viseu, e Serra dos Candeeiros, em Porto de Mós, evocando uma floresta devastada pelo fogo. E o lago do Torel também será coberto por um corante natural negro, numa referência aos desastres petrolíferos. Haverá ainda uma pequena casa de madeira onde serão disponibilizadas centenas de sementes de árvores e de espécies gramíneas (como o trigo e a cevada) que o visitante pode levar consigo para plantar onde quiser.

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Amália Rodrigues
Amália Rodrigues
©Rob Mieremet (ANEFO)

13. Amália e os Média – um ensaio

Arte Fundação Portuguesa das Comunicações | Museu das Comunicações, Chiado/Cais do Sodré

A Fundação Portuguesa das Comunicações | Museu das Comunicações tem uma nova galeria e esta é primeira exposição, que é mais um “ensaio de exposição” e um “work in progress”, explica a organização. Feita em parceria com a Fundação Amália Rodrigues e a Valentim de Carvalho, “Amália e os Média – um ensaio” mostra aos visitantes a evolução dos meios que gravaram a voz de Amália Rodrigues ao longo da sua carreira, tecnologias que mostraram “a voz de Portugal” a todo o mundo, entre equipamentos de estúdio usados nas gravações de Amália e aparelhos audiovisuais. Na galeria também também pode ver um conjunto de recortes de jornais que testemunham a dimensão da fadista na imprensa nacional e internacional, além de fotografias, edições discográficas ou cartazes de espectáculos.

Galeria Munoz Carmona
Galeria Munoz Carmona
DR

14. Natureza Morta

Arte Muñoz Carmona Art & Gallery, Chiado

O Bairro Alto Hotel tem tudo. Tem camas, restaurante, um terraço com vistas inacreditáveis e uma pastelaria aberta a todos, mas faltava-lhe algo para ocupar a porta do número 109 da Rua do Alecrim – uma galeria. A Muñoz Carmona Art & Gallery fez as honras da casa e abriu, finalmente, as suas portas com a exposição Natureza Morta”, que questiona o posicionamento ser humano perante os animais, e a sua relação de longa data em que o homem sempre impôs um sentido de propriedade. A pergunta impõe-se no meio de peças provocadoras, de animais que são obras de arte ao mesmo tempo que passam por um processo de apropriação humano, numa representação bem diferente da habitual daquilo que seria uma natureza morta. 

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Vencidos pela Lei
Vencidos pela Lei
©DR

15. Lá vem o dia, lá vai a noite

Filmes Centro Cívico Edmundo Pedro, Grande Lisboa

O ciclo Lá vem o dia, lá vai a noite marca o regresso do Alvalade Cineclube às projeções, após meses de encerramento, com todas as regras e medidas de segurança: máscaras, lotação reduzida, reserva prévia, distância social, desinfecções. Até ao final do ano pode ver filmes de Mercês Tomaz Gomes, Jim Jarmusch, Akira Kurosawa, Brillante Mendoza, Valérie Massadian e Mercedes Alvarez, à cadência de dois por mês, sempre às quintas-feiras pelas 21.00. A entrada é livre.

Gonçalo Ribeiro Telles
Gonçalo Ribeiro Telles
©Gonçalo Ribeiro Telles

16. O Mester da Paisagem

Arte Casa dos 24, Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Esta exposição dedicada ao arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, que também marca a abertura ao público da antiga Casa dos 24, percorre a obra de pensar e trabalhar do "pai do Plano Verde de Lisboa".  

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Centro Português de Serigrafia
Centro Português de Serigrafia
Biblioteca Nacional de Portugal

17. O Tempo das Imagens III

Arte Biblioteca Nacional, Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Mais de três mil edições de cerca de 600 artistas de 25 nacionalidades: o Centro Português de Serigrafia é um verdadeiro museu itinerante e uma referência única no panorama artístico nacional. Para assinalar o seu 35.º aniversário, promove O Tempo das Imagens III, uma grande exposição na Biblioteca Nacional de Portugal, com 99 obras de 77 artistas e cinco núcleos distintos. Além de Cruzeiro Seixas, que terá uma sala inteira dedicada à sua obra, a exposição inclui outros nomes bem conhecidos do público português, como José de Guimarães, Júlio Pomar, Mário Cesariny, Noronha da Costa, Rui Sanches, Sofia Areal, Cristina Ataíde e Pedro Calapez, numa vasta mostra complementada por um conjunto de fotografias do Atelier CPS, da autoria de Duarte Belo.

Esculturas Infinitas
Esculturas Infinitas
Esculturas Infinitas

18. Esculturas Infinitas

Coisas para fazer Exposições Fundação Calouste Gulbenkian, São Sebastião

Depois de adiada devido à pandemia, está finalmente instalada na Galeria Principal da Gulbenkian a exposição Esculturas Infinitas, onde 16 artistas contemporâneos partilham o fascínio pela técnica da moldagem e pelas suas múltiplas possibilidades na reprodução tanto de obras de arte como de elementos do quotidiano ou da natureza. Co-produzida pelo Museu Calouste Gulbenkian e a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris, em colaboração com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, a exposição tem como um dos temas centrais a noção de multiplicação infinita, só possível devido ao molde que permite essa pluralidade.

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Vintage PUB – a memória das farmácias
Vintage PUB – a memória das farmácias
DR

19. Vintage PUB – a memória das farmácias

Arte Museu da Farmácia, Chiado/Cais do Sodré

Os anúncios de rebuçados para a tosse podem ser dos poucos que ainda fazem parte do imaginário da publicidade farmacêutica, mas não são os únicos. Desde há muito que este tipo de publicidade se instalou nas televisões, rádios e publicações escritas. “Vintage PUB – a memória das farmácias” é a nova exposição do Museu da Farmácia e reúne diversos anúncios da década de 1960 em publicações do Grémio Nacional das Farmácias, organização que representou o sector durante o Estado Novo. Além de estar presente fisicamente no museu e ficar por lá até 31 de Janeiro de 2021, a exposição terá também uma versão online.

Lisboa low cost

MAAT
Fotografia: Arlindo Camacho

Guia para não pagar entrada nos museus em Lisboa

Coisas para fazer

Há museus completamente gratuitos em Lisboa (já os listámos) e depois há outros que não dão o braço a torcer e onde vai ter sempre de se chegar à frente e abrir a carteira. Mas ainda há um meio termo, aqueles que dão tréguas em pelo menos um dos dias da semana ou do mês, para que possa entrar sem gastar dinheiro. Seja ao sábado, no primeiro domingo do mês ou depois de uma certa hora – há opções para tudo e não há grandes desculpas para não aderir a estas borlas. Está pronto para apontar estas dicas?

Museu do Dinheiro
Inês Félix

Dez museus grátis em Lisboa e arredores

Museus

Não é ao domingo de manhã, sábado à tarde ou segunda de madrugada. Estes museus são de entrada gratuita sempre que a porta está aberta ao público ou recebem-no a troco de nada, sob marcação, para uma visita. E a busca pela descoberta de um museu gratuito também pode significar a descoberta de um museu que nem sempre está na ribalta. Fomos à procura dos museus grátis em Lisboa e concelhos vizinhos e descobrimos algumas pérolas museológicas. Da sala de operações do Movimento das Forças Armadas ao museu que respira dinheiro, há muito para aprender sem gastar um tostão. Aventure-se nestes museus grátis em Lisboa e arredores.

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estufa fria
Fotografia: Manuel Manso

23 coisas para fazer em Lisboa até 5€

Coisas para fazer

É verdade que é cada vez menos fácil respeitar a fasquia da nota de cinco euros, mas se puxar pela cabeça ainda descobre muito para fazer na cidade sem ultrapassar este valor. A vida anda mais cara, bem sabemos, mas felizmente em Lisboa há sempre opções para todos os bolsos e feitios. Se já explorou as nossas sugestões de coisas grátis para fazer em Lisboa, está na altura de abrir os cordões à bolsa, mas sem puxar muito a corda do orçamento mensal. Desde um bom copo de vinho a um bom filme na maior casa dos clássicos do país, há muitas coisas para fazer em Lisboa até 5€.

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