Global icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores restaurantes de peixe em Lisboa

Os melhores restaurantes de peixe em Lisboa

Do mar para o prato, sem espinhas, esta lista sabe a Verão o ano inteiro. Apresentamos-lhe aqui os melhores restaurantes de peixe em Lisboa

Imperador ao sal
Fotografia: Manuel Manso Imperador ao sal
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Se já deu por si no Oceanário a olhar para um tanque e a pensar “este aqui ia bem com umas batatinhas cozidas”, então se calhar está na altura de marcar mesa num restaurante de peixe e antecipar, ou prolongar, a sensação de Verão e maresia o ano inteiro (na época delas, é sentar-se na esplanada e aumentar os níveis de vitamina D). A Time Out juntou-se ao cardume dos piscívoros e diz-lhe quais são os melhores restaurantes de peixe em Lisboa. Garantimos que aqui é tudo fixe e fresco, sem espinhas. 

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Os melhores restaurantes de peixe em Lisboa

1
prato do restaurante pesca
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Haute cuisine

Pesca

icon-location-pin Princípe Real

No Pesca o foco é o mar: há pratos com lulas, vieiras, atum-rabilho, ostras, polvo, bacalhau, corvina, peixe-espada, pregado ou salmonete. "É um restaurante de mar, com um registo mais autoral e uma das palavras chave é a sustentabilidade", resume o chef Diogo Noronha. À entrada há um bar comandado pelo barman Fernão Gonçalves que funciona de forma mais ou menos autónoma do restaurante - está aberto todo o dia, enquanto a cozinha fecha entre o almoço e o jantar. Tem 10 cocktails de autor e um bar de ostras.

2
Sea Me Time Out Market
Restaurantes

Sea Me at the Market

icon-location-pin Grande Lisboa

O Sea Me at the Market fez um update à imagem do seu balcão no Time Out Market, onde agora serve mais peixe fresco na grelha: há salmão (13€), dourada, atum ou robalo (15€), sempre acompanhados por batatas e grelos. Mas as especialidades mantêm-se e para ir numa onda de petisco, não há melhor do que começar com uns niguiris de sardinha assada, um clássico do Sea Me na casa-mãe, ao pé do Largo Camões, ou com o duelo de niguiris (12,50€) – para não ter de escolher entre o niguiri de sardinha assada e o de bacalhau com amêndoa.

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3
Restaurante Azenhas do Mar
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Azenhas do Mar

icon-location-pin Sintra
Tem pratos com nomes finos como cataplana de lavagante com amêijoa e gambas. Tem pratos com nomes estrangeiros como risotto de espargos verdes e gambas. E depois tem peixe, peixe tão fresco que basta comê-lo grelhado, com sal, para sair feliz. Além de pregado, que também é servido ao sal, frito ou cozido, há corvina, salmonete ou cherne para degustar suspenso sobre a praia e a piscina das Azenhas do Mar. 
4
Último Porto
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Último Porto

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Uma das grelhas mais respeitadas de Lisboa fica mesmo em cima do rio, na Estação Marítima da Rocha do Conde de Óbidos. Se fecharmos os olhos e nos concentrarmos nos cheiros e sons, viajamos para uma esplanada junto ao mar e fazemos umas férias de dez segundos na nossa mente. No Último Porto tudo o que vai para a grelha é fresco e tratado com mestria por Ceuzinha, uma das pessoas que queremos ver condecorada com a Grande Ordem da Grelha de Ouro.

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5
Adega das Gravatas
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Adega das Gravatas

icon-location-pin Carnide/Colégio Militar

Longe vão os tempos da loucura do naco na pedra em Carnide, mas a Adega das Gravatas continua a servir esta especialidade do “faça você mesmo” para carnívoros. No menu há também muitos e bons grelhados, como os rechonchudos robalos, o cantaril para 2/3 pessoas e as elegantes douradas também para duas pessoas. Os peixes são escalados para quem gosta de soltar o alpinista que há em si.

6
Toscana Casa de Pasto
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Toscana Casa de Pasto

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

É bem provável que seja o único restaurante da cidade com um dialecto próprio – criado há 30 anos. E que não morreu quando a gerência pegou na casa especializada em grelhados há quatro anos. Assim sendo, o peixe espada preto é um “mantorras” e as batatas a murro são “à Sá Pinto”.

 

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7
Mar do Inferno
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Frutos do mar

Mar do Inferno

icon-location-pin Cascais

É um dos pratos com mais saída da casa que os cascaenses tratam pelo nome próprio, Lurdes, e junta os dois peixes mais pedidos do Verão numa única travessa redonda, enorme, que foi pensada para dois mas alimenta bem três. O robalo e a dourada são escalados na grelha e aterram na mesa com gambas, mexilhões, batatas, cenouras e brócolos, tudo bem regado com azeite. Para quem prefere uma boa mariscada, há uma especial para duas pessoas (91€) com vários mariscos da montra.

8
Dom Feijão
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Dom Feijão

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Está em primeiro lugar na grelha de partida (sim, fizemos este trocadilho) para quem quer comer bom peixe na zona das Avenidas Novas. A ementa do Dom Feijão enche o olho aos carnívoros mas tem também uma data de peixes frescos escalados. Tantos que podíamos usar o menu do restaurante para uma aula de biologia marinha (sim, fizemos esta hipérbole). 

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9
pregado
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Frutos do mar

Mercado do Peixe

icon-location-pin Ajuda
Olá, eu sou o pregado, prazer. Feitas as apresentações na lota logo à entrada, onde pregados convivem com douradas, robalos, imperadores, peixes-espada ou sargos, é tempo de passar às mesas e escolher os acompanhamentos: a batata assada e os brócolos salteados vão mesmo bem. Enquanto a grelha trabalha, prove o pão acabadinho de sair da padaria da casa. E antes de se despedir, peça um pastel de nata: também vem quente e ajuda a adoçar a conta. 
10
Neptuno
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Frutos do mar

Neptuno

icon-location-pin Sintra

Sob os Ciprestes: Vida Íntima de Homens Ilustres, Canções da Tarde ou toda a obra poética de Raimundo António de Bulhão Pato nunca serão tão populares como o molho que leva o nome do escritor (também leva azeite, alho, coentros e limão). No Neptuno, junto à Praia das Maçãs, serve-se com robalo fresquinho vindo da lota de Peniche e escolhido pessoalmente pelo dono do restaurante, o senhor Fernando. Mas há outras especialidades de peixe, como as lulas frescas à sevilhana (14,90€) ou os filetes de peixe-galo com açorda (22,50€).

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11
Peixaria da Esquina
©Grupo Vítor Sobral
Restaurantes, Frutos do mar

Peixaria da Esquina

icon-location-pin Campo de Ourique

Esta peixaria dá destaque especial aos curados e marinados. No entanto o bacalhau é rei na parte do menu dedicada à grelha e ao fogão: há arroz, há açorda e há uma cataplana colorida que junta lombo de bacalhau, batata doce, tomate, cebola, alho, pimentos, louro e coentros. Entre os clássicos está também o salmão com maracujá, gengibre e coentros (9,60€) ou a vieira com amêndoa e trufa (14,10€). Há atum, espadarte, cavala e salmão marinados (9,50€-11.50€).

12
Manuel Caçador
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Manuel Caçador

icon-location-pin Areeiro/Alameda

Pescada cozida. Estas duas palavras tinham o dom de reduzir a fila de qualquer cantina para metade. Só um outro peixe, o redfish, provocava maiores feitos de contorcionismo nasal. Mas agora que somos crescidos já não torcemos o nariz ao peixe branco com legumes – melhor, aprendemos a apreciar a simplicidade e beleza do “peixe que antes de o ser, já o era”. O Manuel Caçador, perto do Areeiro, serve uma recomendável dose, mas também lá está o pargo e a garoupa, os outros dois gigantes da injustamente odiada categoria do peixe cozido.

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13
Vela Azul
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Frutos do mar

Vela Azul

icon-location-pin Grande Lisboa

Quando o mandamos para Cascais comer peixe, não precisa de ir a correr às poupanças. O restaurante familiar Vela Azul (mãe na cozinha; pai e filha na sala) não tem vista para o mar nem uma decoração altiva: é uma tasca pequena, simples e honesta, num bairro pouco glamoroso, que serve todos os dias o peixe mais fresco, seja grelhado, frito ou cozido. Os filetes e os linguadinhos com arroz de tomate são muito populares, mas não deixe de se atirar à cabeça de pescada cozida sempre que encontrar uma na vitrina.

14
Monte Mar Lisboa
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Monte Mar Lisboa

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Não vá alguém duvidar, o Monte Mar destacou numa lista com dezenas de pratos e marisco para todos os gostos (mas apenas algumas carteiras), uma única especialidade: os filetes de pescada com arroz de berbigão. O prato que já fazia sucesso na Estrada do Guincho, com vista para o mar, é também um campeão de vendas no Cais do Sodré, com vista para o rio. O segredo é serem feitos com peixe fresquíssimo. 

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15
Esplanada do Senhor Peixe
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Senhor Peixe

icon-location-pin Parque das Nações

Este aquário com cozinha (ou será uma cozinha com um aquário?) do Parque das Nações tem uma grelha que rivaliza com as melhores TVs generalistas: tudo o que é bom e vive no mar, sem intervalos para publicidade. Os salmonetes são umas das estrelas do menu dos grelhados, mas atenção para a imponente caldeirada ou a solene massada de cherne.

16
Adraga
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Frutos do mar

Adraga

icon-location-pin Sintra

Antes de saltar para a grelha, faz uma visita à mesa, onde os clientes podem apreciar pela última vez aquele brilho cor-de-rosa com riscas amarelas e reflexos prateados. O salmonete do restaurante de praia da Adraga é sempre fresco, como são aliás todos os peixes que lhe fazem companhia. Tente ficar numa mesa à janela para apreciar a vista (boa sorte nos meses de Verão).

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17
Furnas do Guincho
©Furnas do Guincho
Restaurantes, Frutos do mar

Furnas do Guincho

icon-location-pin Cascais

Não é só pela vista que gostamos das Furnas – na estrada do Guincho, o número de restaurantes em cima do mar por quilómetro é elevado. E também não é só pelo peixe que gostamos das Furnas – não falha na grelha, no forno ou na fritadeira, mas, tendo o ordenado acabado de cair na conta, não é assim tão difícil comer bom peixe naquelas bandas. São os salmonetes das Furnas que nos conquistam, sempre fresquíssimos e grelhados na perfeição. Se anda com desejos, espere que o ordenado caia na conta e rume a Cascais.

18
Rabo d'Pêxe
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Rabo d'Pêxe

icon-location-pin Avenidas Novas

80% do peixe e da carne que usam no Rabo d'Pêxe vem dos Açores, mas os pratos são sobretudo criações luso-nipónicas – apesar de haver sushi puro e duro, pode apostar nos pratos surf & turf ou comer um peixinho grelhado. Este Vai dar Raia Ai Ai, o prato de cevada de bivalves fumado e tranche de raia, é bem bom. 

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19
Solar dos Presuntos
Restaurantes

Solar dos Presuntos

icon-location-pin Lisboa

O peixe galo dificilmente ganharia um concurso de beleza e a julgar por aquela mandíbula (prognatismo? mau humor?) também não ganharia o prémio de simpatia. Mas quando transformado em filete e ladeado por um arroz malandrinho (que nunca ganharia um prémio de bom comportamento) torna-se um sério candidato a representar o Atlântico num concurso de beleza interior. No Solar dos Presuntos pode contar com outro acompanhamento, a salada russa, e a certeza de que estes filetes o farão esquecer para sempre aquele affair que teve com o Capitão Iglo. 

20
Peixola
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Peixola

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

O nome não engana: este é um restaurante de peixe. Só peixe. Peixe cru, peixe cozinhado, peixe tradicional e peixe xpto. Além de petiscos, ceviches e tártaros, há uma lista de peixe graúdo, onde estes filetes de peixe galo se encontram. Chegam ao balcão de marmorite verde-água com um surpreendente puré de wasabi, com um travo picante, e uma maionese onde dá vontade de mergulhar de cabeça. Os filetes, claro.

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21
Água pela Barba - Espaço
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Água pela Barba

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

A julgar pelo nome, adivinha-se um mar de trabalhos. Este restaurante da Bica trabalha os produtos que vêm do mar: do salmão marinado em beterraba com crème fraîche (8€), às vieiras com molho aioli de pimentos assados (9,50€). De trás do balcão, e da cozinha aberta para a sala, o chef João Magalhães cozinha as miudezas, como são chamados os pratos para partilhar. Há tacos de peixe cru com salmão, molho tártaro e agridoce, soja e sementes de sésamo (10€), tacos de pampo frito com guacamole (10€), ceviches de pampo e salmão com batata doce (9€) e tártaros de atum com funcho e laranja (10€). O arroz cremoso com camarão e açafrão (14€), a quinoa malandrinha com filetes de peixe branco (11€) e as lulas recheadas com salsicha fresca (12€) fazem parte das grandezas, pratos mais robustos que o vão deixar bem aviado.

22
Retiro do Pescador
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Retiro do Pescador

icon-location-pin Grande Lisboa

Este retiro honesto na Fonte da Telha fica mesmo na praia e está aberto todo o ano. Servem bom peixe fresco – quando lá chegar e disser que é isso que quer comer, chegam-lhe com uma travessa à frente para ver o peixe do dia (vá à confiança, que se não estiver fresco avisam). A caldeirada à Pescador ou a massada de tamboril (35€ para duas pessoas) também são apostas seguras. 

Os melhores restaurantes em Lisboa

Sala de Corte
©Manuel Manso
Restaurantes

Os melhores sítios para comer carne maturada em Lisboa

Carne maturada é uma carne desidratada em ambiente controlado. A temperatura e a humidade são factores essenciais. A primeira não deve ultrapassar os dois ou três graus, enquanto a humidade deve ser zero. Ou seja, através do processo de dry age, ou envelhecimento a seco, a carne é preservada, evitando a proliferação de bactérias, mas promovendo o desenvolvimento de enzimas. Serão estas enzimas que vão quebrar as fibras da carne, tornando-a mais tenra.  As várias carnes podem ser maturadas por períodos que podem ir dos 15 dias aos quatro meses. Reunimos os melhores sítios para comer diferentes cortes de carne maturada em Lisboa. Ora atente e marque mesa. 

pistola y corazon, desanuio
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mexicano

Os melhores restaurantes mexicanos em Lisboa

O melhor é pedir uma marguerita ou um cocktail com mezcal assim que chegar um destes restaurantes mexicanos em Lisboa – afinal a cozinha mexicana é conhecida pelo seu nível de picante (e aqui convém ter atenção às malaguetas assinaladas nas cartas, que não estão lá para enganar ninguém). As maiores influências desta cozinha vêm dos povos pré-colombianos e dos costumes dos colonizadores espanhóis, mas os pratos típicos variam consoante a zona (a partir da cozinha mexicana surgiu, entretanto, a tex-mex, que reúne os sabores do estado do Texas, nos Estados Unidos, com o México). A base da cozinha mexicana tradicional é o milho – daí que não seja fácil fugir às tortilhas, que acompanham quase todas as refeições –, o feijão e a pimenta. Prove os tacos, o chilli com carne ou as enchiladas. 

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Picamiolos - Cozido de Grão
©Duarte Drago
Restaurantes, Português

Três sítios para comer cozido de grão

É uma tachada daquelas que pede algumas horas na mesa e uma boa pinga a acompanhar (nos dias mais quentes, reforce os líquidos)  – não é por acaso que o prato não se encontra facilmente nem todos os dias. É uma das receitas mais tradicionais da culinária de Portugal, preparado com grão-de-bico, diversos legumes e vários tipos de carne e enchidos, que podem variar de região para região. Nestes três restaurantes tradicionais em Lisboa, são servidos ora em panelas de barro ora em tachos grandes, sempre em doses generosas e com um bom caldinho. Reserve já a almoçarada. 

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