Os melhores restaurantes no Saldanha para comer de manhã à noite

Começar ao pequeno-almoço e acabar a virar hambúrgueres às 02.00 é possível nos melhores restaurantes no Saldanha.

Fotografia: Manuel MansoÉclairs da L'Éclair

Pastelarias para as manhãs, restaurantes onde o prato do dia é a estrela e outros para ocasiões especiais. Para uma viagem ao passado, para o melhor éclair da cidade ou para comer à barra, já depois da meia-noite. Seguindo este roteiro pelos melhores restaurantes no Saldanha consegue isto tudo e nem precisa de se levantar cedo, que há uns quantos brunchs.

Melhores restaurantes no Saldanha para comer de manhã à noite

Aron Sushi Saldanha

4 /5 estrelas

Aron Vargas, um dos discípulos de Takashi Yoshitake (Aya), já tinha um belíssimo restaurante ao pé da Gulbenkian, mas decidiu duplicar a receita no Mercado 31 de Janeiro, onde montou uma tasca japonesa com duas salas pequenas. O peixe vem, claro, das bancas mesmo ali ao lado e tem desde opções mais clássicas a outras criações do chef. A ementa é tal e qual a mesma do primeiro espaço, por isso, este Aron Sushi vale por dois.

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Lisboa

Gazpaxo

4 /5 estrelas

É um microespaço para 10/12 pessoas, que se auto-intitula de comedor ibérico e não de restaurante. Originalidade Nº1. Tem uma ementa que mistura influências sul-americanas e varia consoante que há no mercado. Originalidade Nº2. Tanto podem servir um gaspacho de abacate como um burrito de pernil, um tártaro de beterraba ou um de salmão. Originalidade Nº3. Têm uma porca pendurada no tecto, muito Instagram friendly. Originalidade Nº4. Só há duas pessoas ao serviço, Sérgio na cozinha, Maria na sala. Originalidade Nº4.

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Lisboa
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L'Éclair

Absurdos, geniais, insensatos, deliciosos, perfeitos, únicos, escandalosos. Todas as descrições das especialidades da L’Ecláir são hiperbólicas e imprecisas, como a sensação andar na lua ou a maternidade – é daquelas coisas que só quem passa por isso é que sabe. Além dos melhores éclairs, tem sempre belas montras. 

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Avenidas Novas

Expressões da Nossa Terra

3 /5 estrelas

Um híbrido com mercearia portuguesa à entrada e sala de refeições ao fundo. Na montra presuntos, lá dentro queijos seleccionados (atenção aos beirões da Beiralacte), enchidos e fumeiro 
de Estremoz e do Fundão (atenção aos painhos de António Abrantes), azeites de produtores pequenos, licor de medronho, doçaria da Madeira — tudo escolhido a dedo. À mesa, a intenção é manter toda esta influência do que é da terra. O menu está misturado com um almanaque e comem-se pratos como línguas de bacalhau, moelas de pato, língua de vaca ou iscas.

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São Sebastião
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Galeto

Se lhe apetecer um Linguado à Colbert às três da manhã, se tem desejos de um Brochete de Aves ou o seu apetite pede-lhe uma Miscelânia ou uma Monterosa, então só há um sítio para ir – o Galeto. Este clássico da Avenida da República foi inaugurado em 1966 como “snack-bar” moderno nos tempos em que a expressão “snack-bar” era moderna. O projecto dos arquitectos Victor Palla e Bento de Almeida inclui um imponente balcão de 150 lugares que é a imagem de marca da casa – o restaurante está classificado pelo Instituto Português do Património Arquitectónico. No menu há mais de 170 escolhas diferentes, mas o dono do restaurante destaca o Bife Tártaro, “para quem gosta”, o Churrasco à Gaúcha e o Bacalhau na Brasa. O hambúrguer foi eleito pela revista como um dos dez melhores de Lisboa.  

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Avenidas Novas

Choupana Caffe

4 /5 estrelas

É um espaço de arquitectura moderna, bem iluminado, onde um expresso se bebe simples ou com imaginação: é servido também com chocolate e menta, caramelo e gelado, ou numa versão mais clássica, com natas e pepitas de chocolate. Para comer, é só escolher: o Choupana é padaria e pastelaria, com fabrico próprio – um sítio com brunch e onde também se pode almoçar. Há sopa, pizzas e saladas, wraps, sandes e bagels, além do bolo do caco. Ao fundo, um balcão de iogurte biológico que pode ser kitado com toppings, e à saída, atrás da caixa, há vinhos, azeites, compotas e gelados artesanais, numa “espécie de mercearia”, assim mesmo anunciada.

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Avenidas Novas
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Pastelaria Versailles

5 /5 estrelas

É uma das pastelarias mais bonitas de Lisboa, inaugurada em 1922, com os tectos trabalhados, espelhos em art nouveau e candeeiros de cristal. Desde então, mantém-se como referência também em tudo o que serve, do tradicional bolo-rei à pastelaria em geral que torna as vitrinas desta pastelaria numa das mais gulosas da cidade. Mas a Versailles não se fica pelos éclairs, nem se esgota nos pastéis de nata, nem nos espessos chocolates quentes. É exímia também à hora da refeição. Tem carne de bom corte com a qual faz famosos os croquetes e os pregos no pão. O café sai bem servido e é, há quase um século, ponto de encontro de várias gerações. 

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Avenidas Novas

Gelataria Versailles

Abriu portas em 2017, quase ao lado da casa-mãe, e para além dos gelados tem crepes, bombons e capuccinos para levar para o escritório. Os gelados são artesanais, confeccionados aqui mesmo, com supervisão de Nélson Felix, ambientado ao ramo e formador na Escola de Hotelaria. Há espaço reservado para 16 sabores e "todas as semanas haverá uma inovação".

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Avenidas Novas
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Fábrica dos Sabores

O brunch é um dos fortes da Fábrica dos Sabores: há três, um deles a menos de dez euros. E se perferir compor o seu próprio pequeno-almoço tardio há uma lista de ovos a considerar, dos estrelados aos florentinos ou servidos mexidos com croissant tostado e salmão fumado. No café luminoso servem-se ainda opções fitness que incluem granolas e batidos ou outras mais gulosas como panquenas ou french toasts.

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Avenidas Novas

Rabo d'Pêxe

O nome vem de São Miguel, nos Açores, e ajuda a perceber o que se lá passa dentro. O restaurante dedicado ao peixe e à carne açorianos abriu em 2015 e desde entrão já teve na cozinha Filipe Rodrigues, do Sea Mea, ou o sushiman Paulo Morais. À mesa serve-se peixe cru, tártaros de carne e receitas que juntam a terra e o mar num só prato.

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Avenidas Novas
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