Os 21 melhores restaurantes japoneses em Lisboa

Peixe cru, petiscos e pratos quentes de sabores exóticos. Prove tudo num dos melhores restaurantes japoneses em Lisboa.
Soão
©Manuel Manso Combinado do Soão
Por Mariana Correia de Barros e Inês Garcia |
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A cozinha japonesa apareceu em Lisboa nos anos 1980 mas só nos anos 2000 atingiu o seu boom. Nos últimos anos a oferta de restaurantes tem crescido em larga escala por toda a cidade, em parte por culpa dos buffets de sushi que democratizaram a relação dos portugueses com estas pecinhas de arroz e peixe e cru. Nem tudo o que abriu, porém, tem a qualidade de matéria-prima desejada ou mãos que a saibam tratar como merece. Comida japonesa não é, de todo, só sushi, mas há já umas boas mãos cheias de restaurantes que servem sushi de qualidade e confeccionado com talento, seja ele mais ou menos tradicional. E cada vez mais restaurantes japoneses onde o sushi assume o papel secundário. Prove o melhor da gastronomia daquele país num destes 21 restaurantes japoneses em Lisboa.

Recomendado: Nestes restaurantes pan-asiáticos em Lisboa cabe a Ásia toda

Os melhores restaurantes japoneses em Lisboa

1
IKA MENTAIKO Aron Sushi – Saldanha
Restaurantes, Japonês

Aron Sushi

icon-location-pin São Sebastião

Aron Vargas, um dos discípulos de Takashi Yoshitake (Aya), já tinha um belíssimo restaurante ao pé da Gulbenkian, mas decidiu duplicar a receita no Mercado 31 de Janeiro, onde montou uma tasca japonesa com duas salas pequenas. O peixe vem, claro, das bancas mesmo ali ao lado e tem desde opções mais clássicas a outras criações do chef. A ementa é tal e qual a mesma do primeiro espaço, por isso, este Aron Sushi vale por dois.

Perfeito para: experimentar boa cozinha japonesa num sítio cool e semi-secreto. 

Obrigatório provar: Ika mentaiko, trocado por miúdos, lulas com ovas de bacalhau.

A Time Out diz
2
SushiCafé Avenida - Nigiri Erik Schneider
©Agência Zero
Restaurantes

Avenida SushiCafé

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Trocou o nome e o apelido em 2017, de forma a distanciar-se mais daquilo que faz o resto do grupo Sushicafé em Lisboa. Afinal, esta é a jóia da coroa da empresa e o sítio onde o chef Daniel Rente põe a sua criatividade toda em pleno funcionamento. Com a mudança de nome vieram juntar-se às peças mais tradicionais outras aventuras que misturam a gastronomia japonesa com sabores internacionais e matéria-prima nacional. Vai um sashimi em pedra de sal dos Himalaias? Ou um maki com caranguejo no interior e wagyu por fora?

Perfeito para: fechar um negócio ao almoço na Avenida da Liberdade.

Obrigatório provar: o mille-feuilles tuna tartar, com folhas de pergaminho.

A Time Out diz
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3
Bonsai
© Ana Luzia
Restaurantes, Japonês

Bonsai

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Encare este pequeno texto como uma lista de razões para ir ao Bonsai. Aqui vão elas: 1) serve há 31 anos boa comida japonesa que não se esgota no sushi; 2) tem um menu de almoço muito completo a 10€ que é um dos melhores negócios desta cidade; 3) nos meses frios, aos sábados, de 15 em 15 dias, há um ramen a sério, que demora dias a ser preparado; 4) já conheceu vários sushimen, mas agora tem à frente Lucas Azevedo, que soube manter a qualidade do restaurante; 5) há quase sempre toro, a parte da barriga de atum. Convencido?

Perfeito para: uma refeição longe dos paparazzi, num dos cubículos privados do Bonsai.

Obrigatório provar: o ramen (no Inverno), o toro e o pudim (todo o ano).

A Time Out diz
4
Confraria LX
©DR
Restaurantes, Japonês

Confraria Lx

icon-location-pin Cais do Sodré

A marca Confraria sopra este ano as 10 velas (ohhh!) e por isso mesmo já deveria dispensar apresentações. Ou seja, quem segue a Time Out tem obrigação de saber que recomendamos sempre os hot philadelphia e nos niguiri skin, que depois do restaurante cascaense veio o do Cais do Sodré, no LX Boutique Hotel, que além de bom sushi a puxar para uma fusão (de forma controlada) há umas saladas excelentes que fazem as vezes de refeição e que a forma de acabar com chave de ouro é com uma tarte tatin à frente.

Perfeito para: pedir um combinado de sushi daqueles à campeão.

Obrigatório provar: os hot philadelphia (não há como fugir-lhes).

A Time Out diz
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5
Go Juu - Sashimi
©DR
Restaurantes, Japonês

Go Juu

icon-location-pin Avenidas Novas

Abriu portas em 2015 por uma equipa de antigos discípulos do Aya e tem vindo a galgar caminho pela gastronomia tradicional do Japão até chegar ao top 5 dos melhores japoneses da Grande Lisboa, onde garantiu lugar cativo. Pelo menos se continuar a servir uma cozinha de matéria-prima fresquíssima, a respeitar os pratos tradicionais do Japão e a ter um serviço sem falhas. Abre ao público aos almoços de terça a domingo e aos jantares de quarta; e de quinta a sábado recebe (não só, mas quase) os clientes do Clube Go Juu.

Perfeito para: quem gosta de cozinha tradicional japonesa.

Obrigatório provar: o toro, isto é, parte da barriga do atum.

A Time Out diz
6
ceviche hikidashi
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Japonês

Hikidashi

icon-location-pin Campo de Ourique

É “o japonês” de Campo de Ourique, um restaurante forrado a madeira, com uma só mesa comprida que acompanha o trabalho dos sushimen espalhados pelo comprido balcão. A chefiar tudo e todos, de fita na cabeça, está Agnaldo Ferreira, um nome durante anos associado a Olivier, que em boa hora se atirou num projecto a solo, onde a matéria-prima é de qualidade e a fusão a sério também tem lugar. Fusão quê? Falamos do toro grelhado com espinafres e molho de sésamo, da wagyu bowl ou do simples sushi to sashimi.

Perfeito para: quem prefere uma refeição ombro com ombro e não frente a frente.

Obrigatório provar: o salmon tartar, com com mostarda kizami e gema de ovo de codorniz.

A Time Out diz
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7
Kampai - Sashimi
©DR
Restaurantes, Japonês

Kampai

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Antes de os Açores entrarem na rota de viagem de muitos portugueses (obrigada Ryanair), já a sua matéria-prima tinha entrado na rota deste restaurante na fronteira entre São Bento e a Estrela, com portas abertas desde 2010. Grande parte dos peixes servidos, quer em sashimi, quer em chirashi, niguiri ou temaki, vêm do arquipélago açoriano. Ora isso significa cruzar-se com lírios, atuns, pargos e encharéus que os sushimen trabalham da forma mais pura possível. Nota: tem um parque de estacionamento para clientes.

Perfeito para: descobrir que há mais no sushi para além de salmão e atum.

Obrigatório provar: o sashimi moriwase, variedade de peixe cru salteado.

8
Restaurante Kanazawa
Fotografia:Arlindo Camacho
Restaurantes

Kanazawa

icon-location-pin Belém

Tomoaki Kanazawa abriu, no final de 2015, o restaurante com que sempre sonhou: oito lugares, cozinha japonesa de degustação, sazonalidade e proximidade com os clientes. Em meados de 2017, teve de voltar para o Japão e deixou a cozinha nas mãos de Paulo Morais, chef conhecido da nossa praça, que mantém exactamente a mesma filosofia do restaurante, com menus ultracriativos que mudam todos os meses. Há quatro, entre os 60€ e os 150€, a reserva tem de ser feita online com antecedência, e é uma experiência única.

Perfeito para: ter a verdadeira experiência kaiseki em Lisboa.

Obrigatório provar: tudo o que o chef Paulo Morais servir.

 

A Time Out diz
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9
Tataki de Carapau
©DR
Restaurantes, Japonês

Midori

icon-location-pin Sintra

E eis que, ao fim de 25 anos, o Midori mudou. Dos cento e muitos lugares sobram apenas 18, da sala gigantesca ficou apenas um pedaço, mais intimista, com umas vidraças para poder apreciar os jardins do Penha Longa. À frente da cozinha, porém, mantém-se o chef Pedro Almeida, que apostou em refeições kaiseki, ou seja, de pequenos pratos tradicionais japoneses, tanto em menus de degustação, como à la carte, mas com muita rotatividade. A cozinha é, disse na altura da mudança à imprensa, “japonesa, de inspiração portuguesa.”

Perfeito para: uma experiência japonesa que pode vir a atrair o olho do Guia Michelin.

Obrigatório provar: cubos de toro, puré de feijão frade e nato (feijão japonês fermentado).

10
Nómada - Sashimi
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Fusão

Nómada

icon-location-pin Avenidas Novas

Idealizado por ex-funcionários do mítico Sushic, em Almada, o Nómada é um restaurante de cozinha japonesa assumidamente de fusão, com espaço para criações de assinatura, gunkans, temakis, makis, ceviches e até carpaccios. Espere peixe de qualidade e com grande variedade (alguns dos Açores), muita técnica, algumas combinaçõe interessantes, mas também fritos, molhos e açúcares. Recomendações? O tataki de atum, o prato de sashimi e o fofo de chá verde com gelado de melão e gengibre.

Perfeito para: os fanáticos de sushi de fusão – mas em bom.

Obrigatório provar: o aji tártaro, carapau braseado, marinado e servido com crocantes.

A Time Out diz
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11
yakuza
©DR
Restaurantes, Japonês

Yakuza

icon-location-pin Princípe Real

Já lá vão uns anos desde que Olivier decidiu meter-se nos caminhos do sushi. Primeiro com o Yakuza do Tivoli Forum, depois num espaço partilhado com o Olivier Avenida e agora num bonito restaurante no Príncipe Real. O Yakuza First Floor tem várias salas à escolha, um enorme balcão para quem gosta de ver os sushimen em acção e uma ementa cheia de fusões e especialidades com assinatura do chef. Destaque para os gunkans, aqui bem criativos, para o sashimi de toro e para os pratos na robata. Ao almoço tem um menu a 15€. 

Perfeito para: quem gosta de incluir toro na refeição sempre que vai a um japonês.

Obrigatório provar: os menos japoneses – mas muito bem feitos – tacos de peixe.

A Time Out diz
12
salada de algas do rabo d'pêxe
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Rabod'Pêxe

icon-location-pin Avenidas Novas

Foi chefiado até ao último Verão por Paulo Morais e tem agora à frente a equipa formada por esse grande sushiman da cidade. O mais interessante, porém, é que pode trazer ao Rabod’Pêxe (sim, para pronunciar à açoriana) o seu avô a quem a ideia da comida crua causa arrepios e dividir um peixe. Como? Escolhe o exemplar na montra à entrada e eles fazem metade em sushi, metade na grelha. Há também combinados de sushi, pratos surf and turf e uma esplanada coberta no Inverno idílica para dias de frio.

Perfeito para: comer sushi, peixe grelhado e um prego na mesma refeição.

Obrigatório provar: a tempura de camarão com amêndoa com aioli de lima.

A Time Out diz
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13
ceviche tasca kome
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Tasca Kome

icon-location-pin Baixa Pombalina

No meio de tantos restaurantes para inglês ver da Baixa, está instalada a Tasca Kome para português ver. O trabalho de Yuko Yamamoto, japonesa radicada em Portugal há mais de uma década, vai muito para além do sushi e estende-se a pratos tradicionais do Japão, feitos com os produtos de mercado da época. São já famosas as takoyaki (bolas de polvo fritas), o zukedon de salmão (salmão marinado sobre arroz de sushi) ou o ika somen (sashimi de lula). Além dos imbatíveis menus de almoço a 9,50€

Perfeito para: almoçar na Baixa sem lhe assaltarem a carteira.

Obrigatório provar: o zukedon de salmão (foi capa da Time Out e tudo).

A Time Out diz
14
Tomo - Atum frito com molho picante
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Japonês

Tomo

icon-location-pin Oeiras

É curioso ver a herança deixada por Tomoaki Kanazawa em Lisboa, tanto pelo que ensinou, como por estar actualmente no Japão e ter ainda em Lisboa dois restaurantes com o seu nome. O Tomo foi a sua primeira morada em nome próprio, um sítio onde muitos iam para o ver ao balcão manejar a faca e inventar criações. Passou-o aos antigos colaboradores, que seguiram a linha de japonês tradicional, onde ainda se comem um dos melhores pratos de sushi to sashimi de Lisboa. Há menus de almoço a partir dos 15,50€.

Perfeito para: conhecer o legado de um dos grandes chefs japoneses que Lisboa conheceu.

Obrigatório provar: o sashimi de toro.

A Time Out diz
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15
Os pratos de sashimi de Luís Cardoso são montados em 3D
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Asiático contemporâneo

Soão

icon-location-pin Alvalade

Ao lado do Cinema City de Alvalade, uma enorme cabeça dourada sopra os ventos quentes e secos vindos do Oriente – o soão –, candeeiros em papel de arroz com caracteres chineses, um mapa-mundo de seda. Esta taberna asiática, chefiada por Luís Cardoso, ex-pupilo de Takashi Yoshitake (o fundador do Aya, referência incontornável da gastronomia japonesa em Portugal), conta com dois pisos com ambientes distintos, muita atenção ao pormenor, pratos de seis países da Ásia, cocktails de autor e cerimónias do chá. Uma parte da carta é dedicada por inteiro ao sushi e sashimi. 

Perfeito para: viajar sem ter de fazer escalas

Obrigatório provar: o rolo de camarão tigre e yuzu e micro legumes

16
Aya Bistrôt
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Japonês

Aya Bistrôt

icon-location-pin Grande Lisboa

O Aya passa completamente despercebido numa rua da Cova da Piedade: tem aparência de snack bar e só os caracteres japoneses na montra indicam outra coisa. Na cozinha está Cícero, sushiman brasileiro discípulo de Takashi Yoshitake, que faz aqui uma cozinha tradicional japonesa utilizando bom peixe fresco – o crítico da Time Out Alfredo Lacerda deu-lhe quatro estrelas muito por culpa do peixe bem trabalhado e dos preços, mais acessíveis do que os grandes de Lisboa.

Perfeito para: fugir às massas e ir comer bom sushi à outra banda

Obrigatório provar: o aji com o carapau em cubos

A Time Out diz
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17
All you can eat deluxe Tsubaki
©DR
Restaurantes

Tsubaki

icon-location-pin São Sebastião

Uma viagem pela cozinha japonesa é a proposta do restaurante do Turim Saldanha Hotel, que abriu em 2015 com a ajuda de Paulo Morais. Entretanto ficou Miguel Bértolo na cozinha e agora está tudo nas mãos de Flávio Barbosa, um seguidor de Morais. A grande aposta do Tsubaki é o novo menu exclusivo para os jantares de sextas e sábados. É um all you can eat deluxe (19€) com sopa miso e todo o tipo de sushi. Peça a sangria de saké (12€) para acompanhar. Ao almoço, também há um all you can eat (14,80€), mas aqui não pode escolher o que vem para a mesa – sim, aqui a comida vem até si, nem precisa de se levantar.

Perfeito para: comer sushi até cair

Obrigatório provar: sangria de saké

18
Unique Sushi Lab
©Manuel Manso
Restaurantes, Japonês

Unique Sushi Lab

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

A cozinha japonesa em Lisboa já evoluiu dos combinados básicos apenas com salmão, atum e peixe branco, por isso o sushiman brasileiro Johnny Keep não receou quando pôs niguiris de amêijoa japonesa, de enguia braseada com ovo de codorniz ou de ouriço mar na carta deste Unique Sushi Lab, a três passos da Avenida da Liberdade. Para provar um bocadinho de tudo, entre especialidades do chef e propostas do dia, há menus de combinados (entre os 15,90€ e os 26€).

Perfeito para: almoçar e ganhar um boost a meio do dia de trabalho

Obrigatório provar: o mysth, um rolo com enguia grelhada, abacate, cebola frita, tártaro de vieiras no topo e azeite trufado.

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19
Izakaya Tokkuri
©Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Izakaya Tokkuri

icon-location-pin Bairro Alto

A maneira mais fácil de encontrar o Izakaya Tokkuri é procurar por uma lanterna vermelha. Esta tasca com pratos japoneses e uma longa tabela de sakés fica na Travessa dos Fiéis de Deus, no meio do Bairro Alto. O restaurante é estreito, completamente revestido a madeira clara e tem um longo balcão com 21 lugares. É provável que a primeira sensação ao entrar seja precisamente de aperto, mas a experiência de um izakaya (bar, em japonês) começa precisamente aí. Não há uma carta em papel a mostrar o que se come e bebe – está tudo escrito em quadros de ardósia pendurados na parede. E são pratos mais substanciais e mais típicos do Japão do que o sushi e o sashimi, ainda que existam uns rolos e umas fatias de peixe. 

Perfeito para: conhecer à séria a bebida japonesa saké

Obrigatório provar: o nira reb, fígado com folha de alho (7€)

20
Izanagi
©Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Izanagi

icon-location-pin Alcântara

Começou por ser um projecto para mais um SushiCorner, descentralizado e a dar uma nova vida e novos ares vindos do Oriente às Docas, mas o chef Daniel Rente, ao comando da cozinha do SushiCafé há anos, em conjunto com os sócios do grupo “esgalhou uma ideia diferente” – nasceu o Izanagi, um restaurante japonês com uma oferta gastronómica semelhante à que se come nas ruas japonesas ou até em lojinhas do metro. 

Perfeito para: sair da confusão do centro da cidade mas comer num restaurante da moda na mesma

Obrigatório provar: o okonomiyaki, uma panqueca japonesa, redonda e alta, com legumes, camarão, queijo (13,25€) ou numa versão com legumes, calamares e camarão seco (11,50€), sempre com maionese japonesa e lascas de bonito, uma conserva seca, no topo e que chega ao prato em movimento.



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21
Afuri
Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Afuri

icon-location-pin Chiado

Afuri é uma marca consolidada em Tóquio, onde tem 11 restaurantes, e que em 2016 começou a expandir-se via Portland. O Instagram do paraíso hipster da América encheu-se imediatamente do yuzu ramen que dá fama ao Afuri, e o mais provável é que as finas texturas deste prato de assinatura comecem a brotar nos telemóveis e a abrir-nos o apetite. Chegou a Lisboa no fim de Agosto de 2018 e a ementa é forte nos ramens (tem uma versão vegan também), tem um par de pratos de grelhados e inclui os inevitáveis nigiris, sashimis e sushi rolls.

Perfeito para: comer um dos pratos japoneses que mais horas leva a fazer

Obrigatório provar: o tori karaage (10€), frango frito marinado em alho

Mais Japão em Lisboa

ARIGATO SUSHI HOUSE
©Pau Storch
Restaurantes, Japonês

Esta é a história do buffet de sushi em Portugal

Estranhou-se, depois entranhou-se. Os buffets de sushi viciaram muita gente nos últimos 10 anos. Em 2007, nasceu o Origami, agora Arigato (um restaurante no Campo Pequeno, outro no Parque das Nações) que pouco tempo depois criou o primeiro buffet de sushi com um preço mais democrático. Marcou o boom dos restaurantes de sushi para as massas em Lisboa e da moda do buffet.

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