Os melhores restaurantes japoneses em Lisboa
Peixe cru, petiscos, caldinhos e pratos quentes de sabores exóticos. Prove tudo num dos melhores restaurantes japoneses em Lisboa.
A cozinha japonesa apareceu em Lisboa nos anos 1980 mas só nos anos 2000 atingiu o seu boom. Nos últimos anos a oferta de restaurantes tem crescido em larga escala por toda a cidade, em parte por culpa dos buffets de sushi que democratizaram a relação dos portugueses com estas pecinhas de arroz e peixe cru. Nem tudo o que abriu, porém, tem a qualidade de matéria-prima desejada ou mãos que a saibam tratar como merece. Comida japonesa não é, de todo, só sushi, mas há já umas boas mãos-cheias de restaurantes que servem sushi de qualidade confeccionado com talento, seja ele mais ou menos tradicional. Até porque a qualidade do peixe português é uma dádiva para os sushimen a operar em Lisboa, sejam eles mais tradicionais ou adeptos da cozinha de fusão. Porém, há cada vez mais restaurantes japoneses onde o sushi assume o papel secundário e mostram o melhor da gastronomia do Japão. Comprove-o num destes 22 restaurantes japoneses em Lisboa.
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Os melhores restaurantes japoneses em Lisboa
Afuri
Afuri é uma marca consolidada em Tóquio, onde tem 11 restaurantes, e que em 2016 começou a expandir-se via Portland. O Instagram do paraíso hipster da América encheu-se imediatamente do yuzu ramen que dá fama ao Afuri, e o mais provável é que as finas texturas deste prato de assinatura comecem a brotar nos telemóveis e a abrir-nos o apetite. Chegou a Lisboa no fim de Agosto de 2018 e a ementa é forte nos ramens (tem uma versão vegan também), tem um par de pratos de grelhados e inclui os inevitáveis nigiris, sashimis e sushi rolls.
Ajitama Ramen Bistro
A brincadeira do supper club de ramen de António Carvalhão e João Ferreira correu tão bem que acabou em restaurante à séria. Entretanto estiveram 17 dias no Japão num curso intensivo com o sensei Takeshi Koitani, no curso de Ramen Chefs da Rajuku, uma das melhores escolas do país, e voltaram mais prós, preparados para abrir o Ajitama Ramen Bistro, na Avenida Duque de Loulé. Aqui têm um menu muito mais completo, com entradas e cinco ramens diferentes, apresentados no menu do menos intenso para o mais intenso, uma escala que nada tem a ver com picante mas sim com o sabor do caldo. Além do ramen, têm dois outros pratos japoneses, um caril japonês e o gyudon, com carne de vaca fatiada com base de arroz japonês. Aconselhamos a acompanhar tudo com um dos sete cocktails, da Sakerinha de morango a algumas reinterpretações de bebidas clássicas mas com destilados japoneses, como o Mojichu, a versão japonesa do mojito, com shoshu e ginger beer.
Aron Sushi
Aron Vargas, um dos discípulos de Takashi Yoshitake (Aya), já tinha um belíssimo restaurante ao pé da Gulbenkian, mas decidiu duplicar a receita no Mercado 31 de Janeiro, onde montou uma tasca japonesa com duas salas pequenas. O peixe vem, claro, das bancas mesmo ali ao lado e tem desde opções mais clássicas a outras criações do chef. O espaço do Mercado 31 de Janeiro, e este o nosso preferido por ter o ambiente típico de uma tasca japonesa e por estar mesmo junto à fonte, de onde vem o peixe. O forte é o sushi e o sashimi, mas não deixe de provar o Ika mentaiko, uma maravilha feita de lulas e pasta de ovas de bacalhau.
Avenida SushiCafé
Trocou o nome e o apelido em 2017, de forma a distanciar-se mais daquilo que faz o resto do grupo Sushicafé em Lisboa. Afinal, esta é a jóia da coroa da empresa e o sítio onde o chef Daniel Rente põe a sua criatividade toda em pleno funcionamento. Com a mudança de nome vieram juntar-se às peças mais tradicionais outras aventuras que misturam a gastronomia japonesa com sabores internacionais e matéria-prima nacional. Vai um sashimi em pedra de sal dos Himalaias? Ou um maki com caranguejo no interior e wagyu por fora?
Aya Bistrôt
O Aya passa completamente despercebido numa rua da Cova da Piedade: tem aparência de snack bar e só os caracteres japoneses na montra indicam outra coisa. Na cozinha está Cícero, sushiman brasileiro discípulo de Takashi Yoshitake, que faz aqui uma cozinha tradicional japonesa utilizando bom peixe fresco – o crítico da Time Out Alfredo Lacerda deu-lhe quatro estrelas muito por culpa do peixe bem trabalhado e dos preços, mais acessíveis do que os grandes de Lisboa.
Bonsai
No topo das preferências, continua a estar o velhinho Bonsai, da Rua da Rosa, no Bairro Alto. Recentemente, houve mais uma mudança de chef, com Lucas Azevedo a dar lugar a Shinya Koike, mas como sempre tem acontecido não é de esperar uma alteração nem no perfil da cozinha, nem no jazz que soa baixinho, nem nas portas de correr para a rua, sempre fechadas. O menu de almoço subiu de preço (12€), mas continua a ser um bom negócio, tal como o sushi e o sashimi.
Go Juu
O Go Juu, junto à Gulbenkian, tem uma cozinha lindíssima de frios e quentes e um balcão com vista para toda a operação. O sashimi é dos mais elegantes e seguros de Lisboa e dá quase sempre direito a peças do melhor toro, a barriga do atum. Abre ao público aos almoços de terça a domingo e aos jantares de quarta; e de quinta a sábado recebe (não só, mas quase) os clientes do Clube Go Juu.
Confraria Lx
Depois de ter conquistado Cascais, a marca Confraria estendeu a qualidade ao Cais do Sodré, para onde a equipa de sushimen tratou de trazer as melhores receitas da casa. No piso térreo do Lx Boutique Hotel, no Cais do Sodré, o sushi tradicional e de fusão convive bem com diversas opções inspiradas na gastronomia ocidental: do usuzukuri de salmão, um carpaccio temperado com lima, molho ponzu trufado e pequenas porções de gelatina de maracujá, ao ceviche limeño, que junta marisco, peixe branco, batata doce e leite de tigre, e ao gunkan collection, uma degustação de cinco gunkans new style selecionados pelo chef. Não esqueça a sobremesa: peça a tarte tatin.
Kampai
Antes de os Açores entrarem na rota de viagem de muitos portugueses (obrigada Ryanair), já a sua matéria-prima tinha entrado na rota deste restaurante na fronteira entre São Bento e a Estrela, com portas abertas desde 2010. Grande parte dos peixes servidos, quer em sashimi, quer em chirashi, niguiri ou temaki, vêm do arquipélago açoriano. Ora isso significa cruzar-se com lírios, atuns, pargos e encharéus que os sushimen trabalham da forma mais pura possível. Nota: tem um parque de estacionamento para clientes.
Hikidashi
No campeonato dos restaurantes japoneses de fusão, as alternativas continuam a ser muitas. Entre os nossos preferidos está o Hikidashi, em Campo de Ourique, com o seu balcão comprido em madeira, onde se pode apreciar a técnica de Agnaldo Ferreira e companhia. Entre os pratos a destacar estão o wagyu bowl (fatias de carne wagyu sobre arroz branco, gema de codorniz, algas e cebolinho) ou o ussuzukuri (feito de lâminas de peixe sobre gelo com molho ponzu).
Nómada
Onde também há ussuzukuri é no Nómada, outro valor seguro da fusão, na zona do Campo Pequeno, que refresca o peixe com um vinagrete de hortelã, coentros e maracujá. O restaurante foi aberto por ex-funcionários do Sushic (entretanto falecido) e tem-se afirmado como uma casa de eleição para brincar com peixes crus, braseados ou marinados, molhos e frutas tropicais.
Kanazawa
Tomoaki Kanazawa abriu, no final de 2015, o restaurante com que sempre sonhou: oito lugares, cozinha japonesa de degustação, sazonalidade e proximidade com os clientes. Em meados de 2017, teve de voltar para o Japão e deixou a cozinha nas mãos de Paulo Morais, chef conhecido da nossa praça, que mantém exactamente a mesma filosofia do restaurante, com menus ultracriativos que mudam todos os meses. Há quatro, entre os 60€ e os 150€, a reserva tem de ser feita online com antecedência, e é uma experiência única.
Miss Jappa
O Miss Jappa, restaurante japonês chefiado por Anna Lins, a primeira chef portuguesa a especializar-se em cozinha asiática, tem uma boa amostra de tudo o que se come no Japão. Há pratos como o espadarte em crosta ao prato quente yosenabe, com peixe, mariscos e vegetais, com assinatura de Lins. Mas a gestão da cozinha do restaurante está a cargo do chef Rui Santos, o anterior sous chef. Para começar a refeição, se for com amigos, peça a já clássica roleta russsa de seis gunkan, onde um tem uma malagueta.
Midori
E eis que, ao fim de 25 anos, o Midori mudou e ganhou uma estrela Michelin. Dos cento e muitos lugares sobram apenas 18, da sala gigantesca ficou apenas um pedaço, mais intimista, com umas vidraças para poder apreciar os jardins do Penha Longa. À frente da cozinha, porém, mantém-se o chef Pedro Almeida, que apostou em refeições kaiseki, ou seja, de pequenos pratos tradicionais japoneses, tanto em menus de degustação, como à la carte, mas com muita rotatividade. A cozinha é “japonesa, de inspiração portuguesa.”
Rabo d'Pêxe
Pode trazer ao Rabo d’Pêxe (sim, para pronunciar à açoriana) o seu avô a quem a ideia da comida crua causa arrepios e dividir um peixe. Como? Escolhe o exemplar na montra à entrada e eles fazem metade em sushi, metade na grelha. Há também combinados de sushi, pratos surf and turf e uma esplanada coberta no Inverno idílica para dias de frio.
Tasca Kome
No meio de tantos restaurantes para inglês ver da Baixa, está instalada a Tasca Kome para português ver. O trabalho de Yuko Yamamoto, japonesa radicada em Portugal há mais de uma década, vai muito para além do sushi e estende-se a pratos tradicionais do Japão, feitos com os produtos de mercado da época. São já famosas as takoyaki (bolas de polvo fritas), o zukedon de salmão (salmão marinado sobre arroz de sushi) ou o ika somen (sashimi de lula).
Tomo
É curioso ver a herança deixada por Tomoaki Kanazawa em Lisboa, tanto pelo que ensinou, como por estar actualmente no Japão e ter ainda em Lisboa dois restaurantes com o seu nome. O Tomo foi a sua primeira morada em nome próprio, um sítio onde muitos iam para o ver ao balcão manejar a faca e inventar criações. Passou-o aos antigos colaboradores, que seguiram a linha de japonês tradicional, onde ainda se comem um dos melhores pratos de sushi to sashimi de Lisboa. Há menus de almoço a partir dos 15,50€.
Soão
Ao lado do Cinema City de Alvalade, uma enorme cabeça dourada sopra os ventos quentes e secos vindos do Oriente – o soão –, candeeiros em papel de arroz com caracteres chineses, um mapa-mundo de seda. Esta taberna asiática, chefiada por Luís Cardoso, ex-pupilo de Takashi Yoshitake (o fundador do Aya, referência incontornável da gastronomia japonesa em Portugal), conta com dois pisos com ambientes distintos, muita atenção ao pormenor, pratos de seis países da Ásia, cocktails de autor e cerimónias do chá. Uma parte da carta é dedicada por inteiro ao sushi e sashimi.
Tsubaki
Uma viagem pela cozinha japonesa é a proposta do restaurante do Turim Saldanha Hotel, que abriu em 2015 com a ajuda de Paulo Morais. Entretanto ficou Miguel Bértolo na cozinha e agora está tudo nas mãos de Flávio Barbosa, um seguidor de Morais. A grande aposta do Tsubaki é o novo menu exclusivo para os jantares de sextas e sábados. É um all you can eat deluxe (19€) com sopa miso e todo o tipo de sushi. Peça a sangria de saké (12€) para acompanhar. Ao almoço, também há um all you can eat (14,80€), mas aqui não pode escolher o que vem para a mesa – sim, aqui a comida vem até si, nem precisa de se levantar.
Tsukiji
Paulo Morais, o chef português que há mais anos trabalha a cozinha japonesa, tem um novo restaurante em Belém mais virado para os oceanos, mas sempre com a Ásia em mente. Ao contrário do Kanazawa, onde mantém mantém uma cozinha kaiseki (o menu de degustação equivalente à alta-cozinha ocidental) e uns exclusivos oito lugares ao balcão, nesta nova aventura em Belém mostra outro registo. Não sendo um restaurante exclusivamente japonês, mantém o foco no peixe e no mar, mas mais ocidental e descontraído, ainda que com opções de sushi bem presentes e com máxima qualidade. Há 90 lugares (um número que vai subir para cerca de 120 quando o espaço ganhar uma esplanada) e três áreas de refeição, com uma forte componente de showcooking.
Unique Sushi Lab
A cozinha japonesa em Lisboa já evoluiu dos combinados básicos apenas com salmão, atum e peixe branco, por isso o sushiman brasileiro Johnny Keep não receou quando pôs niguiris de amêijoa japonesa, de enguia braseada com ovo de codorniz ou de ouriço mar na carta deste Unique Sushi Lab, a três passos da Avenida da Liberdade. Para provar um bocadinho de tudo, entre especialidades do chef e propostas do dia, há menus de combinados (entre os 15,90€ e os 26€).
Yakuza
Já lá vão uns anos desde que Olivier decidiu meter-se nos caminhos do sushi. Primeiro com o Yakuza do Tivoli Forum, depois num espaço partilhado com o Olivier Avenida e agora num bonito restaurante no Príncipe Real. O Yakuza First Floor tem várias salas à escolha, um enorme balcão para quem gosta de ver os sushimen em acção e uma ementa cheia de fusões e especialidades com assinatura do chef. Destaque para os gunkans, aqui bem criativos, para o sashimi de toro e para os pratos na robata. Ao almoço tem um menu executivo a preço acessível.
Mais Japão em Lisboa
Os melhores restaurantes para comer sushi em Lisboa
Quando falamos de sushi, é provável que ainda encontre algumas pedras no caminho: há quem continue a torcer o nariz ao peixe cru e quem ainda tenha dificuldades em separar o trigo do joio — que é como quem diz, em destacar o bom trabalho de sushimen sérios. Uma coisa é certa: a base tem de ter o peixe bem fresco, trabalhado em fatias de sashimi, em rolos com alga ou sem alga, temakis e por aí fora, sempre com um arroz bem temperado. Nesta lista também vai encontrar opções de sushi de fusão, que apesar de ser diabolizado por muitos é bem aceite junto de algumas pessoas com a mente aberta.
Os melhores sítios para comer ramen em Lisboa
Dantes, para comer um bom ramen teria de ser obrigatoriamente durante os meses de tempo frio (verdade seja dita continua a ser quando sabe melhor) e conjugar bem a sua agenda com a do Bonsai, o restaurante no Bairro Alto que continua a fazer a sopa japonesa – e bem – aos sábados. Entretanto os lisboetas começaram a estar mais atentos, e a arriscar mais, no que toca a comidas do mundo, e apareceram alguns sítios com bom ramen em Lisboa. O segredo desta sopa que veio do Japão para aquecer os alfacinhas está no caldo e nestes restaurantes em Lisboa há várias versões, todas boas para nos aquecer a alma.
Esta é a história do buffet de sushi em Portugal
Estranhou-se, depois entranhou-se. Os buffets de sushi viciaram muita gente nos últimos 10 anos. Em 2007, nasceu o Origami, agora Arigato (um restaurante no Campo Pequeno, outro no Parque das Nações) que pouco tempo depois criou o primeiro buffet de sushi com um preço mais democrático. Marcou o boom dos restaurantes de sushi para as massas em Lisboa e da moda do buffet.
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The EAT list
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