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Cafetaria, Thank You Mama, Chocolate Quente
©Gabriell VieiraThank You Mama

Cafés em Lisboa para se abrigar do frio

É tempo de procurar abrigo em cafés acolhedores. Partilhamos sugestões para todos os dias da semana e mais além.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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A estação Outono/Inverno já chegou, as temperaturas baixaram e os planos agora são feitos a pensar em fugir ao frio e à chuva. Cadeirões, sofás, mantas. Tostas, chás, cappuccinos. E porque não uma sopinha? É tudo com que sonhamos estar rodeados até à Primavera do próximo ano, certo? Sugerimos então um pacote completo de cafés, alguns que até lhe sugerem uma viagem a outro país sem ter de ir apanhar frio para o aeroporto. Desde o mais saudável ao que tem o melhor bolo de chocolate da cidade, ou mesmo o que até vende a louça da casa. Nesse caso, nem vai precisar de ir fazer compras para a rua: é um dois em um, com a vantagem de sair de estômago cheio.

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Cafés em Lisboa para se abrigar do frio

  • Restaurantes
  • Cafés
  • Lisboa

Entrar no novo Thank You Mama, nos Anjos, é como entrar na cozinha lá de casa. Cheira a chocolate e a café. No centro, há uma ilha de madeira com bancos altos, atrás estão o lavatório e a loiça e à frente, junto à janela, umas mesas que convidam a ficar para mais uma chávena. Neste espaço informal, mas bonito, que contempla ainda uma sala para artistas exporem os seus trabalhos e para workshops relacionados com a transformação dos grãos de café e cacau, todos são bem-vindos, incluindo amigos de quatro patas. Aqui, a estrela é o café, mas há bagels e babka para acompanhar.

Para se aquecer: o bagel Pepa, com bacon, cebola caramelizada, ovo e maionese sriracha (6,80€) e um babycinno (1€) a acompanhar.

  • Restaurantes
  • Cafés
  • Alcântara

O bolo da Landeau dispensa apresentações e já está em várias partes da cidade. Sofia Landeau, fundadora da marca, tem aumentado o índice de felicidade dos lisboetas em três camadas: bolo, mousse e chocolate em pó. O bolo de chocolate que a Time Out chegou a eleger como o melhor da cidade e que chegou às páginas do The New York Times é razão mais que suficiente para uma romaria à Lx Factory (ou ao Chiado e El Corte Inglés) e a um lanche calórico, mas sem remorsos. Vale a pena, acredite.

Para se aquecer: a clássica fatia de Landeau (3,70€), com um chocolate quente, puro ou com leite (3€), numa combinação pensada claramente para os mais gulosos.

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  • Restaurantes
  • Cafés
  • Santos
  • preço 2 de 4

O simpático Heim, que significa “casa” na Ucrânia, de onde vêm os donos, está sempre cheio de cabelos loiros e peles claras (escaldadas pelo sol), tudo malta nova nos seus 20s-30s, que não traz guias na mão (deve trazê-los no telemóvel). A sala é pequena mas bem aproveitada, a cozinha parece ir pelo mesmo caminho. Por isso avisam, num papel emoldurado e escrito em inglês, que a boa comida demora tempo a ser feita. Ou seja, é ir sem pressa. Entre o pedido e a vinda dos pratos para a mesa contam-se uns 20/25 minutos. Valem a pena? Sim. Tanto para comer a omelete com queijo e salada, alta, macia, como as waffles de fruta e caramelo.

Para se aquecer: Qualquer um dos quatro brunches (14€-16€). O verde, mais saudável, traz uma boa torrada de abacate e ovos estrelados no ponto, além de iogurte com granola, fruta e mel.

  • Restaurantes
  • Francês
  • Estrela/Lapa/Santos

O brunch do La Boulangerie, com uma justificada legião de fãs, é uma das razões pelas quais vale a pena procurar este café-pastelaria em dias de frio. A oferta – com pães variados, croissants, queijos, frutas e ovos  faz com certeza subir a temperatura do corpo. E o tempo que demora a deitar abaixo tudo o que vem para a mesa surte o mesmo efeito. Depois, como a fábrica é aberta para a sala de refeições, há aquele cheirinho a croissants e pães acabados de fazer que, se não traz memórias das míticas idas aos bolos fora de horas na adolescência, pelo menos deixa vontade de nunca abandonar o espaço.

Para se aquecer: o pain au chocolat, acabado de sair do forno, feito como manda a regra, com sticks de chocolate. Preço: 2,20€

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  • Restaurantes
  • Pastelarias
  • Sintra

É costume ver o termómetro do carro descer uns graus significativos à medida que se avança IC19 fora, em direcção a Sintra – o mesmo fenómeno acontece no caminho da serra. É também costume que uma boa parte das horas passadas na vila sejam ao ar livre. Quer se escolha o Castelo dos Mouros, o Palácio da Pena ou Monserrate. O Café Saudade é, então, o sítio ideal para um pré ou pós-passeio. Tanto pelos scones XL que serve, como pelas tostas quentinhas em bolo do caco. Isto para não falar dos vários chás da casa e das bebidas com café, servidas em grandes canecas. O espaço tem salas e saletas, algumas só com lugar para duas pessoas, logo, pode bem funcionar como extensão da sua sala de estar.  

Para se aquecer: o chá verde com jasmim, mistura da casa, feito com chá verde da Gorreana. Também vendem para fora. Preço: 2,50€

  • Restaurantes
  • Português
  • Estrela/Lapa/Santos

O Fauna & Flora serve pequenos-almoços, almoços e brunches à la carte e é grande apologista do brinner (o pequeno-almoço ao jantar). Está no top dos cafés mais instagramáveis da cidade. As panquecas são as grandes estrelas da carta (que tem também uma variedade grande de bowls e tostas): são altas e fofas, há desde as de aveia e banana com iogurte grego e compota caseira da época, às de frutos vermelhos com doce de leite. Há também uma versão salgada, com bacon crocante, ovo estrelado, maple syrup e cebola caramelizada.

Para se aquecer: a sopa do dia (2,80€) com ingredientes frescos, sazonais e locais.

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  • Restaurantes
  • Pastelarias
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 2 de 4

Numa rebuscada associação, a ligação entre o The Mill e os países nórdicos poderia ser razão para esta cafetaria do Poço dos Negros entrar na lista (no Norte da Europa faz mais frio, percebe?). Mas não, somos uma publicação muito séria, e o The Mill tem de entrar porque tem uma oferta da família dos cafés que só de ler aquece o corpo e a alma: bicas, pingados, piccolo lattes, galões, cappuccinos, americanos e mochas. Logo ao lado, desfilam bolos caseiros, como o bolo de laranja e amêndoa ou o brownie de alfarroba. Também serve almoços, na onda do saudável e tem à venda a loiça da casa, desenhada pelos donos. Nem precisa de ir fazer compras para a rua, olhe que sorte.

Para se aquecer: um flat white, uma meia de leite semelhante à nossa, mas na versão australiana. Preço: 2,60€

  • Bares
  • Castelo de São Jorge

Não há dias cinzentos que impeçam a luz de entrar pela enorme parede de vidro do Café da Garagem, no Teatro Taborda. A vista sobre Lisboa, com a Senhora do Monte lá em cima, surge logo à chegada. Tem uma esplanada, mas o  ambiente aconchegante lá dentro aquece mais nos dias frios, com uma fila de candeeiros retro a pender por cima de mesas propositadamente improvisadas com portas antigas e cavaletes e um velho piano ao fundo. A lista de torradas, ali uma espécie de bruschettas, inclui opções vegetarianas ou combinações de presunto com queijo de cabra e doce de tomate.

Para se aquecer: Torrada camponesa (6,5€) e um chocolate quente (3€)

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  • Restaurantes
  • Cafeteria
  • Sete Rios/Praça de Espanha

É o café mais bonito de Benfica 
e aportuguesou o brunch, chamando-lhe o que é realmente: um grande pequeno-almoço. Está disponível aos sábados e inclui ovos mexidos com torrada, sumo do dia, bebida quente (chá ou café) e tiborna (há quatro à escolha) com salada ou iogurte com granola e fruta. Pode ainda adicionar alguns extra como requeijão com doce.

Para aquecer: Scone com manteiga (1,50€) ou doce (+0,30€) e chocolate quente (2,20€)

  • Restaurantes
  • Cafés
  • Chiado/Cais do Sodré

No 71 da Poço dos Negros há um cantinho para que os dias sejam levados com calma e sabor. Entrar no Break é perceber que podemos esquecer a rotina por uns minutos e apaixonarmo-nos por uma cozinha de conforto, mesmo que a existência de Lisboa seja um alvoroço do lado de lá do vidro. A estética é simples, os azulejos e o inox da anterior existência do espaço, um bar, deram lugar à madeira e ao branco, acolhedor. A cozinha é, também ela, simples, e essa foi sempre a ideia. No menu há brunch, panquecas, iogurte com granola e framboesa, sumo naturais, tostas e tapas. 

Para se aquecer: Panqueca de doce de ovos e amêndoa tostada (5€) e um latte macchiato (2€).

Kit anti-frio

  • Restaurantes

As novidades na restauração multiplicam-se de tal forma que, à medida que damos conta destes restaurantes que abriram nos últimos meses, novas mesas já nos esperam. Felizmente, a pandemia começou a dar tréguas e aqueles projectos que tinham ficado em suspenso dão-se agora a conhecer. Há restaurantes a piscar o olho à estrela Michelin, comida democrática, refeições para qualquer hora, pratos daqui e do mundo. Fizemos-lhe um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa, e aqui à beira, abertos nos últimos meses. Não se sinta desactualizado e marque já mesa – é só escolher o que mais lhe apetece hoje.

  • Noite

A noite lisboeta está a recuperar e a prova disso são os novos hóspedes que vão aparecendo – e ainda bem. As novidades são das mais diversas espécies, com boa música, cocktails e seus derivados ou até cerveja artesanal. Nesta página espere sempre isto: os bares mais frescos da cidade. Por agora, estes são os novos bares em Lisboa que tem mesmo de conhecer. E se lhe dizemos isto é porque fomos lá, experimentámos e aconselhamos vivamente. Já decidiu onde é que vai beber um copo?

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