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Adega das Gravatas
Fotografia: Ana Luzia

Os melhores restaurantes em Carnide

Estes restaurantes em Carnide são tradicionais e bons e valem o desvio ao fim da coroa do metro

Escrito por
Inês Garcia
e
Francisca Dias Real
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Carnide é uma zona residencial por excelência. Mas é mais do que isso. E não é só a Feira da Luz, com a sua animação e loiças a bom preço, que arrasta os lisboetas à freguesia naquela altura do ano. Também há os restaurantes, motivo de romaria nos restantes dias. São do mais tradicional que há, mas elevaram-se de simples tascas portuguesas a espaços de gabarito. Com um bom serviço, humilde e simpático, e sem nunca descurar na qualidade à mesa. Muitos servem bons nacos de carne na pedra, mas também há pratos tradicionais alentejanos ou, entre outras coisas, um polvo à lagareiro tenro. 

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Os melhores restaurantes em Carnide

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  • Carnide/Colégio Militar
  • preço 2 de 4

Pertence à Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar e isso nota-se pela arquitectura severa em pedra e pelos estandartes militares. À entrada, as montras descobertas, uma de carne e outra de peixe, ditam o que vai para  a mesa, e a comida serve-se em quantidades generosas, normalmente em pratos-travessa. Prove o polvo à lagareiro (14,90€), tenro e bem regado, o cantaril para dois (ao quilo) ou a espetada de vitela (13,95€). Se for corajoso, atire-se às 350 gramas de bife bem grelhado (12,80€). Também há pratos do dia fixos e a massada de peixe é um ex-líbris, às quartas. Aos domingos opte pelo cabritinho ou pelo cozido (no Inverno). A garrafeira é razão de cobiça, com mais de meia centena de referências. Se preferir, tem a esplanada com lugares ao sol no jardim interior.

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  • Carnide/Colégio Militar
A tabuleta de ardósia à entrada dita as especialidades desta pequena casa de Carnide, que além de muita tradição tem pratos que mais ninguém serve no bairro – é o caso do t-bone suculento para partilhar com alguém (36,90€) ou o magret de pato (13,90€). É obrigatório provar as migas alentejanas com carne de alguidar (9,50€) e o bacalhau à Adega (13,90€) com vinagrete de pimentos. A decoração é peculiar, entre o tradicional e o industrial, e quando a casa enche Alexandra, a dona, leva a clientela para o Sancho Panza, do outro lado da rua e também sob sua alçada – até final de Setembro este espaço serve de sala, antes de voltar à carga. 
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Os bibelôs de tecto dão o nome a esta casa, um dos restaurantes mais emblemáticos de Carnide, com boa comida portuguesa, especialmente grelhados, e centenas de gravatas a enfeitar a sala. O bife na pedra (um senhor naco para duas pessoas), o polvo à lagareiro, com muito azeite e batata a murro, ou a açorda de gambas são apostas seguras para almoços e jantares, mais ou menos demorados. No fim não se esqueça de praticar o desapego e deixar a sua gravata para irem renovando a colecção.

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  • preço 3 de 4

Foi a Dona Gertrudes que trouxe as suas especialidades da Serra D’Ossa para a capital. Desde então, este templo de cozinha alentejana foi passando da avó para o filho e do filho para o neto. Mas nestas mudanças de testemunho nunca perdeu nem a identidade vincada nem as especialidades: há sempre sopa de cação (15€), pezinhos de porco de coentrada (13,50€), sopa de tomate com carne de garoupa e ovo escalfado (16,50€) ou o mítico arroz de pombo bravo (tudo para comer até ao fim, para ver os galitos desenhados no fundo dos pratos).

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  • Carnide/Colégio Militar

A tradição não se mede aos palmos, até porque neste caso dá lugar a três salas de refeição, com poemas de autores portugueses a dar ambiente à coisa. A vitrine de carnes d’O Miudinho lava os olhos a qualquer um, sendo que quase tudo vai para a grelha, ou não fossem os grelhados a especialidade da casa (e do bairro). Opte pelo porco ibérico, as costelinhas de borrego ou secretos de porco preto – tudo no churrasco, assim como o cherne, o salmonete e o choco que vão à brasa. Não saia sem provar o arroz de garoupa e o pica-pau, rematando com o leite creme caseiro.

 

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Onde antes morava o Coreto das Gravatas, a casa que se dizia especialista em pratos de choco, está agora o Coreto do Bairro, um restaurante onde o naco volta a ser rei, tal como os petiscos, das codornizes fritas (8€) à salada de polvo (8€).

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Junto à saída do metro, a Tasquíssima eleva-se de uma pequena zona ajardinada. Não é só café, nem só restaurante, é uma combinação feliz de ambos que trouxe ao bairro uma esplanada agradável e refeições a preços de amigo. Durante a semana há pratos de dia (6,5€-8,5€), sempre com uma opção de carne, peixe e vegetariana,  sempre preparados com produtos da época para seguir a sazonalidade. E tome nota: às segundas é sempre dia de grelhados no carvão de carne e às quintas vai o peixe à brasa. Na ementa fixa, há bitoques (7€), tostas em pão alentejano (3€-5€) e hamburgueres (4€), e uma longa lista de opções para quem quer petiscar: chouriço assado (4,5€), pica-pau (6,5€), ovos rotos (5€) ou ovos com farinheira (5,5€).

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Há tantas Parreirinhas em Lisboa quanto Florestas ou Covas Fundas. Esta de Carnide fica mesmo no centro histórico e tem todos os clássicos da gastronomia tradicional portuguesa, bem servidos e com atendimento simpático. Há bife à Parreirinha (12,95€), nacos na pedra (44,95€/kg) ou espetadas de novilho, porco ou mistas. No campeonato dos peixes, a ementa tem bacalhau especial na brasa (14,45€), arroz ou massada de tamboril (22,95€), espetadas de lulas (12,95€), salmonetes ou sardinhas na grelha. Todos os dias há pratos do dia diferentes, do arroz de pato às queixadas com migas ou mão de vaca.

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Em pleno Largo de Carnide, no número 39, o Carvoeiro de Palma leva para a mesa especialidades grelhadas, tanto de peixe como de carne 
– prove o robalinho (11,5€) e o costelão de novilho (13,75€).

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Este pequeno espaço de Carnide, com poucos lugares no interior e uma esplanada coberta nas traseiras, serve petiscos a toda a hora – perfeito para ir com amigos que gostam de picar tudo o que há na ementa. Há as clássicas tábuas de enchidos ou queijos (8€), batatas bravas (4€), morcela com maçã reineta (6,5€), moelas (6,9€), asinhas de frango (5,8€) e picadinho de polvo (8,9€). Regue com um bom vinho da carta.
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A especialidade desta casa são os nacos na pedra, do porco preto (15,50€) ao rosbife (14,90€), da picanha (13,50€) ao novilho (12,90€). Tudo quanto é grelha serve-se no Paço de Carnide, mais um daqueles restaurantes onde precisa de chegar de estômago vazio para começar com os enchidos (vendidos à unidade), os queijos da Serra e de Borba ou os sempre clássicos e seguros ovos com farinheira. Para acabar a refeição, e declarar este o dia de folga da dieta, peça o bolo folhado com doce de ovos (3,50€).  

Os melhores restaurantes em Lisboa por zona

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Em poucas zonas da cidade se acha restauração com tanta diversidade, com tanta qualidade e para tantos gostos e carteiras. Ora veja: entre Alcântara e Ajuda tanto há bons restaurantes tradicionais, que ainda seguem as regras da comidinha caseira e a preços acessíveis, como comida dos Açores, bom peixe e marisco, sempre fresco, terraços da moda para ver aquele pôr-do-sol e onde se come e bebe bem e pode ainda arriscar-se em sabores internacionais russos, com um dos poucos restaurantes desta nacionalidade.

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A fome arranja-se facilmente com uma corrida pelo passeio que acompanha a margem do rio, ou mesmo com umas pedaladas de bicicleta. Uma paragem talvez para a observação de turistas junto dos Jerónimos e dos Pastéis de Belém ou até para uma voltinha no Museu Berardo. Deixe as selfies com vista para a ponte 25 de Abril para depois e comece a pensar em talheres. Esta lista dos melhores restaurantes de Belém começa numa estrela Michelin e muita atenção ao produto e acaba numa tasca com a estrela benfiquista nas paredes e muito foco na dobrada. 

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Benfica ainda é um daqueles bairros em que pode (e deve) dizer bom dia à vizinha que está a estender a roupa – se for novato nas redondezas, ou estiver só à procura de um bom restaurante para almoçar ou jantar, vai ser logo bem visto e com sorte leva uma ou outra recomendação para o caminho. Das cervejarias com fama para mariscadas à grande, aos restaurantes de peixe e outros de bons nacos na pedra, há bons restaurantes em Benfica para fugir ao centro da cidade, aos sítios da moda e às filas intermináveis.

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