Os melhores chocolates em Lisboa

A cidade está cheia de gulosos. Se é um deles, saiba onde pode comprar os melhores chocolates em Lisboa, dos bolos aos brigadeiros, passando pelas trufas e bombons
©DR Chocolates da Arcádia
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As feiras de chocolate tornaram-se eventos gourmet de massas. Apareceram mercados e mercadinhos da especialidade por todo o país e são um sucesso. Há quem diga que o cacau é um vício, há quem garanta que tem substâncias psicotrópicas – e isso poderá explicar em parte o fenómeno. Seja o que for, é bom, e Lisboa tem cada vez melhor oferta, seja em estado bruto, seja transformado em alta pastelaria. Reunimos os melhores chocolates de Lisboa numa só lista de tentações. Passamos por barras que mais parecem de ouro, imaginamos pirâmides de brigadeiros, salivamos por bolos que se desfazem na boca.   

Os melhores chocolates de Lisboa

Linguas de gato da arcádia
©DR
Compras

Arcádia

icon-location-pin Chiado

Se há, a Arcádia tem, seja qual for o tamanho ou feitio pretendido. E só quem vive noutro planeta é que não conhece o chocolate da família Bastos. A fábrica, que foi fundada no Porto em 1933, e já conta com nove lojas espalhadas pela capital e arredores, ficou famosa pelas suas línguas de gato de chocolate. Com os anos, especializou-se na confecção de chocolates com sabores, como os de tangerina, limão e caramelo, ou com frutos secos incorporados, como os bombons com nozes. Apostou também nos chocolates de origem, feitos com cacau de diferentes países, e ainda em vender delicados bombons recheados com vinho do Porto, whisky ou aguardente. Importa falar das amêndoas de licor, que demoram cerca de dois meses a serem confeccionadas. O resultado são drageias divertidas em forma de leitões, bebés, cenouras, ervilhas, morangos e cerejas. Surpreendido? Nós avisámos.

A Time Out diz
casa pereira
Fotografia: Manuel Manso
Compras, Chocolates e doces

Casa Pereira

icon-location-pin Chiado

Entrar na Casa Pereira é como viajar no tempo. De repente, estamos nos agitados anos 30 e atrás do balcão de mármore pesam-se chás, grãos de café e chocolates numa balança que resistiu até aos dias de hoje. Nas vitrinas da mítica loja alfacinha – há já oito gerações na mesma família – perfilam-se chocolates nacionais, como os bombons da Imperial e da Avianense, e estrangeiros, de onde se destacam os de origem belga. Entre estes estão as famosas cascas de laranja cobertas com chocolate negro e os bombons de ginja, duas das grandes especialidades desta casa que conquista glutões há já quase um século.

A Time Out diz
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Chocolates da Denegro
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Denegro

icon-location-pin Lisboa

Saudade. É a mais portuguesa de todas as palavras e dá nome à tablete de chocolate preto ou de leite que se vende na Denegro, oficina artesanal de chocolates, aberta desde 2008. Feita por António Marques, o chef chocolateiro da casa, a tablete Saudade inspirou-se nas suas memórias de infância e leva pasta de cacau, açúcar, manteiga de cacau e baunilha.

Os bombons são outro dos ex-libris da casa. São caros? São. Mas está aqui muito trabalhinho. Cada bombom da DeNegro demora três dias a fazer e deve ser consumido no máximo em 15 dias (ainda não há registos de um bombom que tenha durado tanto tempo). As vitrinas desta chocolataria estão carregadas de bombons frescos de lima e manjericão, de maracujá, de framboesa e champanhe que apelam a um lado mais romântico dos clientes, e de cardamomo, que vão bem, por exemplo, com um gin ao fim do dia. 

Chocolates da Siopa
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Siopa Chocolatier

icon-location-pin Campo de Ourique

Já não precisa de arranjar desculpas para ir parar a Cascais, só para visitar a loja de bombons de Francisco Siopa no Mercado da Vila. A 30 quilómetros de distância, há uma banca no Mercado de Campo de Ourique. Prepare-se para ser surpreendido, pois estes bombons que mais parecem obras de arte saídas da mão de Pollock, feitos com chocolate Callebaut com 70% de cacau, têm tanto de bom como de arrojado. Azeite, ovas de sardinha, queijo Roquefort, foie gras, flor de sal, cogumelos e até de vinagre, mel e limão são alguns dos sabores mais extravagantes. Desde Abril de 2016 há também barras de chocolate de leite e negro. Não se desgrace, por favor. 

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cafélia
Fotografia: Ana Luzia
Compras, Chocolates e doces

Cafélia

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

O tamanho não importa e a Cafélia sabe disso. Assim, não se deixe impressionar pelas dimensões reduzidas do espaço, porque aqui dentro há mais de 60 anos de histórias para contar. Esta loja na Avenida de Roma – com milhões de grãos de café que vão até ao tecto – transforma-se num local de romaria por alturas da Páscoa. As vitrinas enchem-se de ovos e amêndoas de todas as cores. “Temos amêndoas de chocolate de leite, amargo, branco e umas lilases, revestidas por uma fina capa de açúcar. Mas também temos ovos de chocolate da Avianense, que é uma marca nacional boa, que não faz desses sucedâneos que se vendem para aí”, garante Paulo, especialista em doçaria e com 36 anos de casa.  

Chocolataria Equador
©DR
Restaurantes

Chocolataria Equador

icon-location-pin Bairro Alto

Os olhos também comem e começam logo a comer na montra desta loja. O olfacto também não fica indiferente perante o perfume que emana para a rua. E o paladar, esse, vai ficar eternamente agradecido se obedecer ao coração e atravessar a ombreira da porta desta chocolataria no Chiado. Lá dentro, a diáspora começa no Brasil e passa pelo Equador, Cuba e Madagáscar – países de onde vem o melhor cacau, garantem os donos, que abriram a primeira loja no Porto, em 2010. Este é depois transformado em tabletes de chocolate com 83% de cacau. Algumas delas de travo exótico, com sabores a caril, pimenta, bagas goji e gengibre. Mas outras há bem portuguesas, como as de vinho do Porto ou as de ginja (criadas de propósito para a cidade de Lisboa).

Os bombons (0,95€/uni) dão cor à loja: são 12 variedades, todos com uma base de chocolate 60% de cacau. São feitos na fábrica de Leça do Balio, em Matosinhos, pelo mestre chocolateiro Miguel Tendim e há recheios de café, maracujá, manga, yuzu e canela, pimenta da Jamaica e cássis e de violeta.

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Landeau Chocolate - Bolo de Chocolate
Fotografia: Ana Luzia
Compras

Landeau

icon-location-pin Chiado

Passe pelo Chiado ou pela Lx Factory (ou mesmo pelo El Corte Ingles) para ver de perto, e provar, a criação de Sofia Landeau. Em qualquer dos destinos, mantenha a balança com rédea curta, porque a ameaça espreita. O bolo é de chorar por mais (e entra directamente para aquele combate urbano do "melhor bolo de chocolate de Lisboa e arredores"). 

Restaurantes

Oh! Brigadeiro

icon-location-pin Sete Rios/Praça de Espanha

Brigadeiros de vários sabores, bolo de brigadeiro, brownie, cookies. Já está convencido, certo? O nome deixa pouco à imaginação, o que não é necessariamente mau. Eis uma loja especializada na confecção de brigadeiros gourmet, preparados artesanalmente. 

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bonbons
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Leonidas

icon-location-pin Grande Lisboa

Avisamos já que dificilmente sairá de mãos a abanar desta chocolataria. A Leonidas, que foi buscar o nome ao mestre confeiteiro que criou um dos melhores chocolates do mundo, abriu a primeira loja na Bélgica em 1913. Mais de um século depois (e para nosso contentamento), chegou ao Rato pelas mãos de Ricardo e Isabel, que foram à origem buscar mais de 80 variedades de bombons. Os pralinés, pelos quais são mundialmente conhecidos, são um sucesso, mas as trufas de chocolate e os bombons de ganache com chocolate negro, laranja, framboesas ou rum não lhes ficam nada atrás. O segredo? “É tudo feito com os melhores produtos do mundo. Os frutos secos vêm da Turquia e as cerejas de França. E é tudo fresco, claro, o que dá ao chocolate uma cremosidade única”, explica Ricardo.

Avenida Álvares Cabral, 62 D (Rato). 21 901 3415.

Muito açúcar no Ponto Mais Doce da Cidade
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Pastelarias

O Ponto Mais Doce da Cidade

icon-location-pin Lisboa

As estrelinhas da companhia são os brigadeiros, aquela perdição à base de leite condensado, manteiga e...chocolate, claro. A opção do formato bolo também não é de excluir dos planos, mas nada como imaginar uma enorme pirâmide feita com estas gostosuras de origem brasileira. Escolher o sabor é outra das dores de cabeça. A lista viaja pelo amendim, avelã, laranja, café e muitas outras sugestões. 

Uma doçura de cidade

pasteis de nata da aloma
©DR
Restaurantes, Pastelarias

Os melhores pastéis de nata em Lisboa

O pastel de nata é um ex-líbris português que deixa lisboetas e turistas de água na boca – por esse mundo fora não é difícil encontrar aquela tentativa de reproduzir uma portuguese custard tart, mas nunca é bem a mesma coisa. O recheio não pode ser demasiado doce, a massa tem de ser estaladiça e pouco gordurosa, e têm de ser tão bons mornos como frios. Parece simples mas requer técnica pasteleira à séria. Embarque numa viagem pelas pastelarias com os melhores pastéis de nata em Lisboa e, depois de experimentar todos, escolha o seu preferido.

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tiramissu do bella ciao
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Italiano

Os três melhores sítios para comer tiramisu

Mascarpone, palitos la reine, café, licor e cacau: são estes os ingredientes que tornam o tiramisu muito mais do que a melhor sobremesa de Itália, mas uma das melhores de todo o mundo. Em Lisboa, não faltam belos exemplares do doce que nasceu em Treviso (já terá Monica Bellucci experimentado algum?). Estes são os três melhores sítios para comer tiramisu.

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