A Cevicheria
Ana Luzia | A Cevicheria
Ana Luzia

Ceviches e tiraditos: os 6 melhores restaurantes peruanos em Lisboa

O roteiro com os melhores restaurantes peruanos da cidade, dos clássicos mais cobiçados aos tesouros escondidos.

Publicidade

Não é por acaso que a gastronomia peruana é tida por muitos como a mais rica da América Latina. No Peru, fazem-se coisas deliciosas como ceviches, tiraditos ou causas. Foi o Qosqo, junto à Sé, que nos apresentou esta cozinha há mais de dez anos. Mais tarde, o chef Kiko, com A Cevicheria, tornou-a ainda mais famosa. Entretanto, foram aparecendo outros espaços surpreendentes na cidade: de projectos focados em comida de rua a propostas de fusão nipo-peruana. Há várias opções para explorar (incluindo em Cascais). Siga o nosso guia e marque mesa nos melhores restaurantes peruanos em Lisboa.

Recomendado: Os melhores novos restaurantes em Lisboa (e arredores)

Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa

  • Peruano
  • Princípe Real

Durante a viagem que fez pelo mundo, a cozinhar em casas de famílias, o chef Kiko Martins apaixonou-se pelo prato tradicional do Peru. Trouxe-o para A Cevicheria, um pequeno restaurante com um belíssimo balcão e um polvo gigante no tecto. Além dos tradicionais ceviches, de salmão e pitaia ou atum e beterraba, e crudos, de barriga de atum, vieiras ou lírio, há ostras da Ria Formosa ou croquetes de gamba do Algarve como entrada, e bacalhau ou polvo como algumas das opções quentes.

  • Peruano
  • Cais do Sodré

Há ceviche, sim, mas não só. No Amaru Peruvian Street Lab, no Cais do Sodré, honra-se a comida peruana na sua forma mais descontraída – a comida de rua, aqui a da capital Lima – enquanto se bebem "unas copas". O ceviche, como o lo puro, com corvina em leite de tigre, é um chamariz, mas não deixe passar as entradas ou as empanadas. Nas bebidas vá pelo cocktail beerful chilcano, preparado com sumo de gengibre caseiro, pisco, cerveja e lima.

Publicidade
  • Peruano
  • Chiado/Cais do Sodré

Esta cevicheria da Bica nasceu de dois amores: o da lusa-alemã Katharina Goyke e do chileno Matías de Araujo um pelo outro, e o de ambos pela comida peruana. A estrela é o ceviche, seja o tradicional, com peixe branco; sejam as criações do chef como o nikkei, com atum, leite de tigre, yuzu-ponzu, alga wakame, edamame, amendoim japonês e abacate. Aqui, o ceviche não é uma entrada de preços carregados. É o prato principal, o único, nas suas variadas versões, e a ideia é cumprir a sua vocação popular e fazer com que deixe de ser uma excentricidade marginal.

  • Peruano
  • Cascais

No Miski pode viajar até ao Peru sem sair de Cascais. Este restaurante dedica-se à cozinha peruana de raízes profundas, moldada pela trajetória de Alfredo Raurau Mejia, que transformou um período de incerteza num projecto com uma identidade bem definida. Ceviches, pratos à base de quinoa, sopas e receitas andinas assumem o protagonismo num menu elaborado com ingredientes importados sempre que possível, perfeito para um ambiente em que a gastronomia, a música e os símbolos culturais se unem para proporcionar uma experiência autêntica.

Publicidade
  • Fusão
  • Chiado

Com provas dadas no país vizinho, o Ponja Nikkei conta a história da fusão japonesa e peruana que deu origem à cozinha nikkei. No menu não faltam, claro, os ceviches, como o clássico de corvina marinada em leite de tigre, batata-doce, cebola roxa, choclo, canchita (pipocas de milho), e óleo de coentros, assim como os tiraditos. Há nigiris e sashimi, mas também pratos quentes como um lombo salteado com mandioca. Para beber, o pisco é a estrela da companhia – o bar, aliás, está aberto todo o dia.

  • Peruano
  • Santa Maria Maior

Subir a Machu Pichu sem sair de Lisboa é no Qosqo. Este foi o primeiro restaurante da cidade a especializar-se em gastronomia peruana, em 2012, pela mão de Gabriela Ruiz Gordon. O projecto mantém uma presença forte na Rua dos Bacalhoeiros, assente numa identidade que preserva os sabores tradicionais. De uma ementa muito completa, o protagonismo divide-se entre os ceviches, com destaque para a versão de ají amarillo, e os tiraditos, entre os quais figura o de atum nikkei. A viagem gastronómica encerra com as causas, mantendo-se a receita clássica como uma das grandes referências da casa.

Mais comida da América Latina

Publicidade
Recomendado
    Últimas notícias
      Publicidade