Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa

Um roteiro pelos melhores restaurantes peruanos em Lisboa para beber piscos e provar ceviches, tiraditos e causas.
ceviche puro da cevicheria
Fotografia: Arlindo Camacho Ceviche puro da Cevicheria
Por Inês Garcia |
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A cozinha peruana é uma das que mais curiosidade desperta na cidade: o Qosqo foi pioneiro desta gastronomia ali para os lados da Sé e o chef Kiko com A Cevicheria criou o buzz máximo em torno dos pratos do Peru.

Entretanto o grupo Portugália abriu o Segundo Muelle, o chef peruano Diego Muñoz juntou-se ao império Avillez e abriu uma Cantina dentro do Bairro e até aprendemos o que é a cozinha nikkei.

Mas há mais palavras-chave para além do ceviche que deve conhecer quando entrar num restaurante peruano (e esqueça essa ideia de ser tudo comida crua): as causas, ou causitas, são pratos em que o ingrediente principal é a batata; os tiraditos são fatias de peixe, finas, ao estilo carpaccio, mas temperadas com diferentes molhos, ají é uma malagueta com muitas variedades; anticuchos são espetadas na brasa; chicharrón são pedaços de carne ou peixe panados e os tacu tacu pastéis feitos com arroz e feijão e vários recheios possíveis. 

Pelo meio, brinda-se com pisco sours, cocktails que juntam aguardente de uva pisco com limão. 

Siga o roteiro dos melhores restaurantes peruanos em Lisboa.

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Os melhores restaurantes peruanos em Lisboa

A Cevicheria
© Ana Luzia
Restaurantes, Global

A Cevicheria

icon-location-pin Princípe Real

Durante a viagem que fez pelo mundo, a cozinhar em casas de famílias, o chef Kiko Martins apaixonou-se pelo prato tradicional do Peru. Trouxe-o para A Cevicheria, um pequeno restaurante com um belíssimo balcão e um polvo gigante no tecto, onde não é possível marcar mesa. O ceviche puro com peixe branco, puré de batata-doce, cebola, algas e leite de tigre vale a espera. Há, também, ceviche de atum, de salmão ou o português, com bacalhau, polvo, puré de tremoço e creme de tomate e causas de polvo, com puré de batata preto, polvo assado, cebola, pimento padrón e courato ou a causa mista, com cavala fumada, maionese de rábano, tártaro de salmão, vieira, kimchi e wasabi. De sobremesa, prove o brownie com cremoso de chocolate, amendoim, suspiro de ají panca e banana.

A Time Out diz
Segundo Muelle
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Segundo Muelle

icon-location-pin Cais do Sodré

É uma marca franchisada trazida aos lisboetas pelo grupo Portugália. A ementa está organizada pelas diferentes raízes da cozinha peruana: começa pelos clássicos, passa para os pratos de mar, onde há quatro ceviches e dois tiraditos, o mediterrâneo, com tártaros e pulpo al carbon, o oriente, com os makis, e os crioulos, onde se destaca um dos best-sellers, o risotto de quinoa com lombo salteado. No campeonato das bebidas, além do mais conhecido pisco sour, há chilcanos, bebidas feitas também à base de pisco mas com ginger ale e sumos de lima, melancia, maracujá, laranja ou frutas do bosque.

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A Time Out diz
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Waka Cevicheria
©DR
Restaurantes, Peruano

Waka Cevicheria

icon-location-pin Cascais

O Waka, dos mesmos donos da Confraria, abriu em Cascais em 2016 e ganhou logo o título de primeiro restaurante de cozinha nikkei em Portugal – uma cozinha influenciada pela comunidade de imigrantes japoneses no Peru. É um restaurante pequeno, que nasceu como laboratório do Nikkei (o restaurante dentro do Vela Latina que entrou no nosso lote dos melhores novos restaurantes de 2017). A carta é pequena mas representativa desta gastronomia: nas entradas há cevichito chips, um peixe branco marinado em pimenta amarela sobre chips de batata doce (5,90€), há três ceviches, de peixe branco, polvo e camarão; atum, pepino e quinoa crocante ou salmão, que podem ser pedidos individualmente ou em trio (19,90€), tiraditos e causitas.

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Qosqo

O restaurante na Rua dos Bacalhoeiros foi o primeiro a especializar-se em gastronomia peruana, em 2012, pela mão de Gabriela Ruiz Gordon, e mantém-se forte. O ceviche é feito sempre no momento do pedido e sempre com garoupa: existe na versão clássica, misto, com camarões, polvo e lulas, frito, com molho de ají lima ou com ají amarillo. Há tiraditos de garoupa, de atum com maracujá, em versão nikkei ou de polvo com um molho de azeitona; três tipos de causas recheadas. Mas a carta permite conhecer ainda outros pratos principais característicos do Peru, como o chifita, um frago panado com panco e arroz chaufa, de influência japonesa; risotto de quinoa com verduras. Há ainda tacu tacu, uns pastéis de feijão e arroz, crocantes, que acompanham com marisco ou carne em cubos. As sobremesas também merecem referência, até porque há muitas, da bomba suspiro de limeña, um creme de leite com ovos e vinho do Porto e duas consistências, o bombom de Aguaymanto (physalis banhado em ganache de chocolate) ou o vulcão de chocolate com quinoa. 

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Cantina peruana
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Peruano

Cantina Peruana

icon-location-pin Chiado

O Bairro do Avillez ganhou uma Cantina Peruana no primeiro andar, no Verão de 2017. O restaurante de Diego Muñoz e José Avillez tem um pisco bar – com quatro variedades de pisco disponíveis –  e uma ementa de pratos para partilhar, dos tiraditos aos ceviches. Há pratos dos seis mundos que influenciaram a gastronomia peruana: o cru e o frio, com peixes e mariscos da costa e onde encaixam os ceviches; o brasas, com comida de rua e onde o termo a registar é o anticucho (espetadas); o frituras, com chicharrón de calamar (aros de lula frita) ou de gamba em tempura (gambas em tempura); o andino, com quinoa e milho, o de influência chinesa do work e o doce, das sobremesas.

A Time Out diz
Nikkei - Vela Latina
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Peruano

Nikkei

icon-location-pin Belém

O Vela Latina levou um extreme makeover – culpa de Viviene e Jorge Leote, da Confraria Lx, que compraram 50% da sociedade – e o Nikkei, com uma cozinha influenciada pela comunidade de imigrantes japoneses no Peru, faz parte da nova vida. Serve ceviches – o mais tradicional é o waka, com mistura de mariscos, peixe branco, leite de tigre e batata doce (12,90€), mas há o andino, com salmão, manga, cebola roxa, molho cítrico, quinoa para dar alguma crocância e esferificações de licor amaretto (12,90€), o de aji amarillo ou o nikkei, com atum e molho defumado com shiso (13,90€) – tiraditos de peixe branco, salmão ou vieira, causitas de salmão, polvo, caranguejo ou atum (6,90€) e outros pratos quentes à carta. Outros das referências é a comida de rua peruana, onde se destacam os ribs. Nenhuma refeição fica completa sem um prato de churros caseiros, com gelado de baunilha e duas tacinhas com doce de leite e chocolate negro para os mergulhar.

Comer o mundo em Lisboa

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Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes, Pan-asiático

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Muito Bey - Tapas
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

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Fotografia:Ana Luzia
Restaurantes, Pizza

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comida de santo, feijoada brasileira
Arlindo Camacho
Restaurantes, Brasileiro

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