Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores restaurantes no Bairro Alto

Os melhores restaurantes no Bairro Alto

Nas ruas mais boémias da cidade também se come bem. Estes são os melhores restaurantes do Bairro Alto

Publicidade
Cultura do Hamburguer
©Inês Félix

Corremos o Bairro Alto e cruzámo-nos com mais de 100 restaurantes pelo caminho, nem todos merecedores de nota, é certo. Mas nas ruas mais boémias da cidade há mais do que bares com promoções em mojitos gigantes. O bairro está revitalizado e há restaurantes a dar-lhe novo fôlego. Da cozinha de autor de chefs como Ljubomir Stanisic ou André Lança Cordeiro ao restaurante israelita, passando por bons italianos, comida do Médio Oriente, mexicana ou a mais tradicional portuguesa, estes são os melhores restaurantes no Bairro Alto para almoçar sem confusão, fazer um jantar pré-noite de copos ou ter uma experiência gastronómica.

Recomendado: Os melhores restaurantes na Lapa e na Madragoa

Os melhores restaurantes no Bairro Alto

1
100 Maneiras, Ljubomir Stanisic
Fabrice Demoulin/100 Maneiras
Restaurantes

100

Bairro Alto

O 100 de Ljubomir Stanisic é uma viagem empolgante, com muito rock, não apenas pelo mundo, mas pela vida do chef. O restaurante tem um ambiente íntimo e sofisticado, mas ao mesmo tempo descontraído. Há um menu de degustação (110€, sem bebidas) que se estende por sete momentos, todos eles identificados como se de um livro se tratasse: em capa, prefácios, capítulos, posfácio e conclusão. O conselho é que vá com tempo, que ninguém lê um livro a correr. E lembre-se que este livro está sempre a ser rescrito e uma ou outra coisa pode mudar na experiência para respeitar a sazonalidade e a disponibilidade dos ingredientes. Nesta cozinha, o chef só abre o livro com o que é fresco e da época.

2
Essencial
©Duarte Drago
Restaurantes

Essencial

Grande Lisboa

Na cozinha de André Lança Cordeiro impera um minimalismo delicado que nos ensina uma máxima incontornável: menos é mais. Depois da aventura no Local, o chef português regressou ao activo com um novo desafio, o restaurante Essencial, na Rua da Rosa. E mostra-nos, pelo caminho, que é mesmo na simplicidade que podemos encontrar as melhores coisas da vida. Na carta, os pratos são uma ode ao minimalismo, sem que a parte gustativa e visual seja descurada. Lavagante e daikon (11€), pâté en croûte e pickles (9€), flor de curgete recheada (7€), linguado com couve coração (19€) e bochechas de porco, cantarelos e batata (17€) são algumas das referências. À sobremesa, não há como escapar ao incrível mil-folhas com caramelo salgado (5€).  

Publicidade
3
Miolo
©Duarte Drago
Restaurantes, Padarias

Miolo

Bairro Alto

João Luc e Catarina Terenas abriram o Miolo para ser um  pequeno café-restaurante que aposta nos produtos sustentáveis e na portugalidade dos materiais. Aqui, tudo é pensado para evitar o desperdício: as colheres do café são de madeira; o plástico não entra, dando lugar ao cartão reciclável e ao vidro. No menu, toda a produção é caseira à excepção do pão – de fermentação lenta e feito exclusivamente com cereais portugueses que todos os dias chega da padaria Gleba. Entre as opções há sandes com pão de batata-doce roxa com courgette grelhada, tomate, pasta de azeitona e pesto (5,50€), pão chapata com queijo da Serra amanteigado, presunto e tomate seco (6€) ou uma das sugestões da casa, o pão de hambúrguer brioche com bochecha de porco estufada em vinho do Porto, cebola roxa caramelizada e toucinho crocante (7,50€).

4
Casanostra
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Casanostra

Bairro Alto

Maria Paolo Porru, a italiana responsável pelo Casanova à beira-Tejo e o restaurante de pizza à fatia Pizza a Pezzi, abriu o Casanostra em pleno Bairro Alto há 32 anos. A clientela do mundo da política e das artes ajudou a torná-lo num ícone mas no final de contas é a vera cucina italiana que se serve aqui que merece todos os títulos, começando pela burrata que vem de Andria e é servida com lâminas de trufa na época dela. Nos pratos há todos os clássicos, como o rotolo di ricotta e spinachi, a lasanha de carne, o spaggheti alla carbonara com um toque de alecrim picante, nos segundos pratos há pratos de peixe e de carne, onde está o ossobuco alla milanese.

Publicidade
5
Queimado
©Inês Félix
Restaurantes

Queimado

Bairro Alto

Neste restaurante é tudo cozinhado ou terminado no carvão, mas não vale a pena levar o nome à letra – nada vai sair queimado. Aos almoços há um menu a 14€, com entrada, prato e bebida, sempre a rodar. Já o menu de jantar é de partilha, tem nove opções, só usa produtos locais e regionais e vai mudando consoante as estações do ano – tudo a preços acessíveis e com a recomendação de três a quatro pratos para duas pessoas. Ao domingo, uma vez por mês, há “uma espécie de brunch”, a começar às 16.00 e a durar "até tarde", com comida composta e um DJ a animar o dia.

6
taqueria patrón
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Mexicano

Taquería Patrón

Bairro Alto

Chama-se Taquería Patron e tomou de assalto o espaço do antigo Etílico, bar que ficou famoso nos seus últimos anos pelas festas gay. Carlos Mañe veio de propósito do México para assumir a cozinha da Taquería Patron e a carta é toda da sua responsabilidade e como o nome indica, os tacos são a especialidade. Há de porco, vaca, frango. Ou, devíamos dizer cochinita, lomitos e pollo? Os preços rondam os 8 euros para um prato com três tacos. 

Publicidade
7
Restaurante El Clandestino
Fotografia:Ana Luzia
Restaurantes

El Clandestino

Chiado/Cais do Sodré

Se a ideia era passar despercebido, então a operação falhou. Apesar de não haver ponchos nem sombreros a denunciá-lo, a verdade é que a localização deste novo restaurante – que fica mesmo ali na fronteira entre o Bairro Alto e o Príncipe Real – não foi a melhor para o manter na clandestinidade. Contudo, lá dentro, o contrabando acontece com sucesso. Directos da cozinha envidraçada para as mesas de madeira pintada saem tacos, ceviches e margaritas sem pudor e à vista de toda a gente. Todas as terças há #tacotuesday: por cada taco pedido, será entregue outro taco. E tem muito por onde escolher.

8
Restaurantes

Sinal Vermelho

Bairro Alto

Pare e entre neste Sinal Vermelho. Servem comida tradicional portuguesa, incluindo grelhados e pratos de tacho, com preços ligeiramente acima dos da típica tasca (a própria decoração é mais cuidada), mas com excelente qualidade e com doses grandes, boas para partilhar. Comece com uma trilogia de entradinhas típicas, com misto de enchidos, salada de polvo e pataniscas de bacalhau, enquanto se decide ora pelo bacalhau assado à lagareiro, com batatas a murro e azeite quente aromatizado com coentros, ou a carne de porco à alentejana.

Publicidade
9
Acarajé da Carol
©Inês Félix
Restaurantes, Brasileiro

Acarajé da Carol

Bairro Alto

A brasileira Carol começou por fazer acarajés por encomenda e em 2017 encontrou um espaço à sua medida no Bairro Alto, onde serve em doses generosas os nomes que primeiro nos vêm à cabeça quando se pensa em receituário baiano: moqueca de peixe, escondidinhos de carne de sol, vegetariano ou de camarão, e bolinhos pequenos como acarajés, abarás ou bolinhos de estudante. Ao domingo à feijoada brasileira com tudo a que tem direito. 

10
Restaurantes

Casa Cabaças

Grande Lisboa

Não aceitam reservas e o mais provável é apanhar logo fila à porta quando chegar. Mas vale a pena a espera para entrar neste pequeno restaurante no Bairro Alto, especializado em nacos na pedra (a parte mais chata é mesmo o cheiro a fumo, mas tudo compensa). Além do naco na pedra (10€), há picanha na pedra (10,50€), bons bifes e opções de peixe grelhado. 

Publicidade
11
Valdo Gatti
©DR
Restaurantes, Italiano

Valdo Gatti

Grande Lisboa

Difícil é não querer pôr os pés nesta pizzaria mais do que uma vez por semana. A Valdo Gatti é uma pizzaria biológica no meio do Bairro Alto, com uma carta de 12 pizzas polvilhadas com produtos nacionais naturais e italianos DOP. A massa das pizzas, feita pelo pizzaiolo António Menghi com farinha semi-integral, fica 48 horas numa câmara de fermentação antes de ir para o forno de lenha. Para acompanhar há sumos prensados a frio e o vinho da casa, também ele biológico.

12
Zé Varunca - Sopa de Tomate
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Zé Varunca

Bairro Alto

Os donos do Zé Varunca são de Estremoz e a comida que hoje fazem e servem em Lisboa é igual à que se come na zona do Alto Alentejo de onde vêm. O receituário é o que se espera: cozido de grão com vagens, sopa de cação, migas e açordas, sopa de tomate, ensopado de borrego, pezinhos de coentrada e por aí fora em doses que alimentam uma família.

Publicidade
13
Restaurantes, Italiano

M’Arrecreo

Bairro Alto

Nesta pizzaria no Bairro Alto serve-se a verdade pizza napolitana. A equipa de pizzaiolos é formada pela Associazione Verace Pizza Napoletana, a maioria dos ingredientes são importados de Itália e a massa fica a repousar entre 16 a 24 horas. A refeição pode, e deve, começar com o cuoppo napoletano, com um croquete de batata, pecorino romano, mozzarella e pimenta preta, um arancino de arroz com tomate e mozzarella e uma fritura de spaghetti com bechamel, mozzarella e salame napoli (5€). Depois há 17 pizzas, entre as quais a da casa, a M’Arrecreo, com tomate San Marzano DOP, mozzarella di bufala Campana DOP, ventricina picante, nduja e cebola roxa ou a Gennaro, com provola affumicata, pancetta e creme al tartufo. 

14
Restaurante daTerra
Duarte Drago
Restaurantes, Vegetariano

daTerra

Bairro Alto

Encha o prato e a barriga de iguarias vegans sem se preocupar com a saúde ou com o preço. No buffet vegan daTerra pode comer tudo o que conseguir a um preço fixo – 8,50€ ao almoço, de segunda a sexta, e 11,50€ ao jantar e nas refeições de fins-de-semana (sem bebidas ou sobremesas incluídas). Para lá dos inúmeros petiscos vegetarianos dispostos no balcão central, estão sempre ao dispor uma sopa e três pratos quentes, comuns a todos os restaurantes. Mas as opções mudam todos os dias – pode encontrar uma francesinha vegan, um rolo de seitan e cogumelos selvagens, uma lasanha de bróculos e queijo, legumes assados com molho de caril ou até tofu com migas de grelos e frutos secos. Se não gosta de surpresas e prefere conhecer os pratos do dia em antecipação, basta visitar a ementa semanal, publicada no site do restaurante.

Publicidade
15
Tapa Bucho gastrobar
©Manuel Manso
Restaurantes, Europeu

Tapabucho - Gastrobar

Bairro Alto

Este gastrobar assenta na ideia de beber um copo, comer qualquer coisa depois e ir ficando – a carta de bebidas é, aliás, bem maior que a de comida, com muitas referências de vinho e alguns cocktails. Querem ser um refúgio de bons petiscos para fugir das armadilhas do Bairro Alto e chamar pessoas: conte com ovos rotos com cebolada, nuggets de pato ou batatas bravas com aioli.

16
Yallah
©Manuel Manso
Restaurantes, Libanês

Yallah

Chiado

“É uma mistura do Médio Oriente. Não é um restaurante libanês, israelita ou sírio”, diz Hagay, o dono, esclarecendo que este não é um sítio para formalismos e que ele próprio não é chef, é um entusiasta da cozinha, perfeccionista, que cozinha de raiz tudo o que se faz aqui. Há uma mesa comunitária com dez lugares sempre posta, com os talheres no meio para cada um se servir como se estivesse em casa, mas a ideia é também pegar e levar. Ou pegar e yallah – “yallah”  significa qualquer coisa como “bora lá” e é uma expressão transversal a vários países do Médio Oriente. O menu é pequeno, como a cozinha, mas é tudo caseiro e feito com ingredientes frescos. Tem os clássicos hummus (6€) e babaganoush (7€), servidos em pratos de barro, em doses generosas, para comer com pão pita (1,50€) e com a mão, sem pudores. Há salada de beringela com feta, romã e coentros (7€), tahine com alcaparras e salsa (6€) ou um falafel crocante (5€/quatro unidades).

Publicidade
17
Sea Me
Restaurantes

Sea Me

Bairro Alto

O peixe e o marisco são quem assume o papel de protagonistas nesta peixaria moderna que já se tornou num clássico da cidade – faça reserva. A imagem dos niguiris de sardinha surge sempre que alguém diz Sea Me, verdade, mas há mais: boas mariscadas, peixe grelhado ou a homenagem fiel ao Japão com uma rodada de sushi valente. Com a chegada do chef Vasco Lello para refrescar carta e restaurante, vale a pena olhar com atenção para a carta e pedir sugestões do dia.

18
BAHR
©Manuel Manso
Restaurantes

BAHR

Chiado

O BAHR é o restaurante e bar do renovado Bairro Alto Hotel e foi um dos projectos gastronómicos mais aguardados de 2019, muito por culpa do chef Nuno Mendes, responsável por todo o projecto de restauração do novo Bairro Alto Hotel, das cartas do restaurante às do bar e até mesmo à do room service. A sala do restaurante, o primeiro projecto de design de interiores do The Studio, é simples mas carregada de detalhes; já a cozinha é totalmente aberta e de frente para as mesas de jantar, a transferir aromas para a sala e a permitir que todas as interações entre cozinheiros se vejam. O menu é fluido, respeita as estações do ano, e ao jantar divide-se entre alguns snacks – que nem são finger food nem entradas, mas um mix dos dois –, entradas, os principais, os acompanhamentos e as sobremesas.

Publicidade
19
Tantura
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mediterrâneo

Tantura

Bairro Alto

É o nome de uma pequena aldeia a norte de Telavive e também de um restaurante israelita no Bairro Alto. Elad e Itamar são os responsáveis por uma cozinha que junta influências do Norte de África, Médio Oriente e Sul da Europa, mas que não se esgota no hummus. Têm, por exemplo, uma secção da carta dedicada à shakshuka (o típico prato comido pelos israelitas de manhã), têm uma série de pitas, pão caseiro feito em forno de lenha e vários petiscos.

20
Restaurante Legaaal
Duarte Drago
Restaurantes, Francês

Legaaal

Bairro Alto

Plantado no Bairro Alto, o Legaaal – restaurante, loja de vinhos e loja de produtos com CBD (uma das substâncias encontradas na planta da cannabis, conhecida pelos seus efeitos terapêuticos) – casa o melhor vinho português e a melhor cozinha francesa a um preço baixo. Entre as entradas, destacam-se o dueto de tartare de peixe, que se aparenta a um “mil folhas”, só que com o salmão e a dourada como protagonistas, e o carpaccio de vaca. Guarde algum apetite para os pratos principais, generosamente servidos, como o entrecosto com batata ou o colorido filetes de robalo com beterraba e batata doce. Mas não vá lá se está com pressa. O tempo-médio de uma refeição completa é uma hora, explica o dono do restaurante: “Quando as pessoas chegam, digo-lhes logo 'Cuidado, aqui é para comer devagar, não vão conseguir fazer uma refeição em 20 minutos'.”  

Publicidade
21
Restaurantes

Príncipe do Calhariz

Grande Lisboa

É uma das tascas no Bairro Alto onde a comida não falha. O serviço pode ser demorado e o espaço muito barulhento, mas o que chega ao prato é caseiro e bem feito, como os grenadinos à Moçambicana, o frango assado ou o bife de atum. Tem outros pratos portugueses como o arroz de cação com gambas ou o de polvo malandrinho. Espreita as opções de peixes fritos, com variedade que vai das petingas fritas com arroz de tomate às lulas à sevilhana.

22
pregado de bak kwa do asiático
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Asiático contemporâneo

O Asiático

Chiado/Cais do Sodré

Foi o primeiro mergulho do chef Kiko Martins na Ásia, que descreve este seu bonito restaurante no Bairro Alto como uma viagem do Nepal ao Japão. Agora, à entrada, há A Barra Japonesa, com combinações de sushi contemporâneo. Lá dentro, n'O Asiático além de três menus que são a versão asiática do brunch ao fim-de-semana, há uma carta normal. É curta, dividida entre frios e quentes, e são recomendados entre três a quatro pratos para duas pessoas. Do Vietname trouxe os noodles com lavagante, gamba do Algarve, lula e papaia verde, do Laos um ceviche com atum, coco, citronela e lima kaffir, da Tailândia reinventou a tom yum e trouxe o arroz aromático para acompanhar uma barriga de leitão. Aceite o ritual do cocktail de entrada e prove o shoshu, com cereja.

Publicidade
23
cabidela da adega das mercês
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Adega das Mercês

Bairro Alto

A Adega das Mercês pediu o nome emprestado à travessa que habita e o receituário ao Minho, de onde veio Alcino Santos, que toma conta do sítio. Nesta casa de comida tradicional tanto se come uma cabidela de galinha como deviam ser todas molho escuro e avinagrado e carne marinada em vinho verde, para lhe puxar pelo sabor e a deixar tenra como um bacalhau à minhota. O melhor é perguntar pelo prato do dia neste restaurante de ambiente escurecido e toalhas de papel.

24
Cantinho do Bem Estar
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Cantinho do Bem Estar

Bairro Alto

É uma tasca típica mas o nome pedia mais conforto, então Tiago Parente, alentejano de Monforte, tratou de arranjar umas almofadas arranjadinhas, a condizer com os azulejos da casa, e uns grandes e fotogénicos girassóis para pôr no balcão. “Eu só quero que as pessoas se sintam bem aqui”, diz o cozinheiro, que já recebeu a “Oprah antes de ela ser conhecida” e tem um artigo do The New York Times na parede a recomendar a visita. Serve boa comida alentejana em doses generosas.

Publicidade
25
Bonsai
© Ana Luzia
Restaurantes, Japonês

Bonsai

Chiado/Cais do Sodré

Encare este pequeno texto como uma lista de razões para ir ao Bonsai. Aqui vão elas: 1) serve há três décadas boa comida japonesa que não se esgota no sushi; 2) tem um menu de almoço muito completo por 12€; 3) nos meses frios, aos sábados, de 15 em 15 dias, há um ramen a sério que demora dias a ser preparado; 4) há quase sempre toro, a parte da barriga do atum. Convencido?

26
Sexy Beach da Cultura do Hamburguer
©Duarte Drago
Restaurantes

A Cultura do Hambúrguer 2

Bairro Alto

O enorme aglomerado de luzes suspensas chamará à atenção só por si, de noite ou de dia (sim, são assim tão luminosas), mas há muito mais a saber sobre este restaurante no Bairro Alto. Este número 57 recebeu durante três décadas um vaivém de políticos, intelectuais e figuras das várias artes – foi a casa do restaurante Pap’Açorda, que em 2016 se mudou para o Time Out Market. A nova vida deste espaço surge agora com a segunda Cultura do Hambúrguer, uma expansão do negócio que começou em 2014 na Rua das Salgadeiras, também no Bairro Alto.

Publicidade
27
Restaurantes

Cantinho da Rosa

Grande Lisboa

No caos do Bairro Alto ainda resiste este Cantinho da Rosa, um restaurante português com comida honesta, servida em travessas e em doses sempre generosas. Tem pratos do dia até ao sábado, sempre com uma opção de peixe e outra de carne. Encontre sardinhas assadas no tempo delas, robalinhos grelhados, bife espadarte grelhado, bifes à café ou iscas à leonesa. O atendimento é acolhedor.

28
La Bottega Piadina
©DR
Restaurantes, Italiano

La Piadina

Bairro Alto

Uma boa opção para refeições leves e rápidas, para comer no restaurante ou optar pelo grab&go e seguir viagem para uma noite de copos. A massa das piadinas é caseiro, aquecida na chapa, chegando à mesa aquecida pela chapa, e tem um conjunto de boas combinações: há a Mare, com stracchino, salmão fumado e rúcula, temperado a gotas de limão, o queijo a derreter no pão; a Bottega, com queijo provola fumado, presunto 
e rúcula ou a Grana, com grana padano, presunto, tomate, rúcula e balsâmico. Aqui é também o sítio certo para aceitar o pecado e lambuzar-se com uma piadina de Nutella.

Os melhores restaurantes por bairro

Bastardo - Tio Patinhas
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Os melhores restaurantes na Baixa

Bairro mal-amado pelos lisboetas, idolatrado pelos turistas, a Baixa continua a ter vários restaurantes que merecem a sua atenção. Quer ande à procura de boa comida portuguesa, de um japonês diferente dos congéneres da cidade ou de alguns clássicos que se mantêm com muita qualidade há vários anos. Estas são as nossas escolhas dos melhores restaurantes na Baixa.

Publicidade
The Food Temple - Esplanada
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Os melhores restaurantes na Mouraria

É o sítio ideal para quem quer visitar o que resta da Lisboa do fado e das tascas e para provar um pouco de tudo: chinês, goês e o mais típico do português. Se procura uma viagem pelos sabores do mundo opte por estes cinco restaurantes na Mouraria.

Publicidade