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As melhores séries para ver na Netflix

São as melhores séries disponíveis na Netflix em Portugal. Tudo o que tem de fazer é sentar-se e escolher

The Witcher
©Netflix Henry Cavill em The Witcher
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Começou timidamente em Portugal, com uma mão cheia de bons conteúdos e algumas apostas menos conseguidas. Com o passar dos anos, ganhou terreno, fez muitos de nós trocar as noitadas na rua pelas noites no sofá e na cama, e é difícil imaginar a vida sem saber que a temos ali. Filmes, séries, documentários, docusséries, há muito material para ver e fazer verdadeiras maratonas visuais sem sair de casa (e mesmo se o quiser fazer, é só levá-la no telefone). Junte-se à febre do streaming e conheça as melhores séries para ver na Netflix.

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As melhores séries para ver na Netflix

Adventure Time

A maravilhosa série animada de Pendleton Ward é um dos objectos culturais mais importantes da década passada. Com o dedo no zeitgeist, esta ficção pós-apocalíptica sobre as aventuras de um rapaz e o seu cão num mundo mágico desconstrói e recontextualiza os contos de fadas clássicos e a ficção fantástica e, apesar de aparentemente ser para crianças, é uma meditação adulta sobre um mundo à beira do fim.

After Life

Há alguma forma de falarmos de suicídio sem ficarmos nervosos? Sem surpresa, Ricky Gervais mostra-nos que sim. After Life, escrita, realizada e protagonizada pelo criador de The Office, é uma comédia dramática, às vezes difícil de se ver, sobre um homem em sofrimento. Fica até difícil de se falar em comédia quando o tema no centro de tudo é tão pesado, mas Gervais quebra as regras, uma vez mais, e desmistifica tudo o que pensamos saber sobre televisão.

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Archer

Archer já foi uma sitcom de espiões pós-moderna, um casamento miserável (e passivo-agressivo) entre 007 e Arrested Development. E assim continuou até à quinta temporada, estreada em 2014 e intitulada Archer Vice, quando o criador Adam Reed trocou as histórias de espiões por uma paródia a Miami Vice. A partir daí, Archer tornou-se uma série antológica que olha para o passado e formatos pop caídos em desuso e faz comédia com as suas convenções.

Arrested Development

Foram exibidos 53 episódios desta sitcom pós-moderna e com tendência para quebrar normas narrativas entre Novembro de 2003 e Fevereiro de 2006, nos Estados Unidos. Duas temporadas e meia, antes de a série ser cancelada pela Fox. Chegava ao assim ao fim uma das mais brilhantes comédias americanas até que em Maio de 2013, quase dez anos depois da estreia do primeiro episódio, uma quarta temporada chegou à Netflix. Agora tem cinco temporadas à sua espera.

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Big Mouth

A adolescência é um lugar estranho. E, para muitos, difícil. Mas convenhamos que é uma fonte inesgotável de material cómico, mais e menos doce, muitas vezes grosseiro, como atestam inúmeras séries e filmes. Esta série animada foi criada pelo humorista Nick Kroll e o seu amigo de infância Andrew Goldberg, nome ligado a Family Guy e American Dad, e segue um grupo de amigos que enfrenta a estranheza de crescer.

Black Mirror

Charlie Brooker é o autor de uma das séries mais relevantes dos últimos anos. Neste caso, uma antologia de ficção científica com actores e enredos diferentes em todos episódios, à moda de A Quinta Dimensão, mas sintonizada com o espírito dos tempos – a ansiedade e dependência tecnológicas e a sua intercepção com o espaço público são recorrentes. Começou no Channel 4 britânico, mas à terceira temporada passou para a Netflix e lá continua.

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Black Sails

Criada por Jonathan E. Steinberg Robert Levine, esta série norte-americana funciona como uma prequela – passa-se cerca de duas décadas antes – de A Ilha do Tesouro, o romance de aventuras de Robert Louis Stevenson. Black Sails centra-se num grupo de piratas que operam em Nassau, nas Bahamas: o capitão Charles Vane, o governador Woodes Rogers, Jack Rackham e Anne Bonny.

Bloodline

Dos criadores de Damages, Bloodline é um thriller dramático que explora os demónios à espreita sob a superfície de uma família americana contemporânea. Os Rayburns são pilares da sua comunidade de Florida Keys, mas o seu passado contém segredos sombrios que eles esperam que permaneçam enterrados. O que nem sempre é fácil.

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BoJack Horseman

Poucas séries retratam a depressão de uma forma tão genuína e destemida como BoJack Horseman – um feito notável quando falamos de uma comédia animada sobre um cavalo antropomórfico que é uma estrela de televisão tornada irrelevante pelo tempo. Mas não é só isso que a torna especial. Criada por Raphael Bob-Waksberg, com Will Arnett, Amy Sedaris, Alison Brie, Paul F. Tompkins e Aaron Paul nos papéis principais, é verdadeiramente hilariante, uma brilhante e bem escrita sátira de Hollywood.

Breaking Bad

Digamos o que dissermos, sem Breaking Bad Bryan Cranston não tinha tanto mediatismo. Se calhar, nem sequer tinha uma biografia. E apostamos que não é exagero dizer que Walter White foi o nosso bandido preferido durante anos, aquele que nos fazia companhia em serões desconcertantes. Um professor de química, que após lhe ser diagnosticado cancro, percebe que fazer e traficar metanfetaminas pode ser um fim de vida mais divertido. Cinco temporadas de ficar sem unhas para roer.

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Brooklyn Nine-Nine

Jake Peralta (Andy Sandberg) é um talentoso polícia com um registo de detenções invejável, ainda que um pouco calão. Isso muda quando o capitão Ray Holt (Andre Braugher), um homem com muito a provar, se torna o novo comandante da 99ª esquadra de Brooklyn. Enquanto Holt lembra Peralta de respeitar o distintivo, Amy Santiago (Melissa Fumero), uma colega super competitiva, começa a aproximar-se do histórico de detenções. Algo que fará mexer o nosso "herói" numa direcção atabalhoada e de gargalhadas garantidas.

Demolidor

Esta série de acção contemplativa, ainda que violenta, subiu a fasquia para os super-heróis na televisão. Tirou-as do (cada vez maior e mais lucrativo) nicho geek e mostrou que podiam ser séries de prestígio e qualidade, bem filmadas e capazes de chegar a toda a gente. A primeira temporada, criada por Drew Goddard e ancorada na relação antagónica entre o Demolidor (Charlie Cox) e Wilson Fisk (Vincent D'Onofrio), continua a ser a melhor.

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Downton Abbey

É a mais memorável e premiada série histórica desta década. Criada por Julian Fellowes, também o principal argumentista, Downton Abbey retrata o início do século XX (concretamente, o período entre 1912 e 1926) pelos olhos da aristocrática família Crawley e dos seus criados. O desastre do Titanic, a I Guerra Mundial, o surto de gripe espanhola, a luta pela independência irlandesa, entre outros acontecimentos marcantes, sucedem-se à medida que acompanhamos as vidas dos personagens.

Family Business

Quando a história de Family Business começa, Joseph, de 35 anos, trabalha no moribundo talho kosher de Paris que o pai lhe confiou. Com o talho crivado de dívidas e pouquíssima clientela, Joseph ouve certo dia que o governo vai legalizar o consumo de marijuana. Assim, mobiliza toda a família e os amigos mais chegados para mudar de ramo radicalmente e transformar o talho kosher Hazan naquilo que ele passa a referir como a “loja potcher Hazan”.

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Formula 1: Drive To Survive

Ser piloto de Fórmula 1 pode parecer fácil. Receber milhões para conduzir uma máquina mais parecida a um avião do que propriamente a um carro encanta miúdos e graúdos. Mas há um lado que não aparece nas câmeras. Rivalidades, desaires, consagrações, dificuldades técnicas, acidentes, pressão para ser bem sucedido; é isto que cabe em Formula 1: Drive to Survive, a série produzida por James Gay-Rees (Amy, Senna) que acompanha o percurso de vários pilotos.

Friends

Amigos, amigos, séries à parte. Só que como é que resolvemos isto quando falamos de Friends? A produção criada por David Crane e Marta Kauffman foi vista por milhões e nomeada 62 vezes para os prémios Emmy. Retrata o conjunto de peripécias de seis amigos, na sua grande maioria solteiros, que começam a cruzar vivências e hábitos. Num drama forçado que precipita o riso.

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Godless

É da década de 80 do século XIX que o líder criminoso Frank Griffin (Jeff Daniels) abre caça ao ex-protegido Roy Goode (Jack O'Connell), depois deste deixar o seu gangue. Pelo caminho, cego pela vingança, Frank e o grupo aterrorizam e matam quem se atravesse no caminho. A perseguição leva-o até La Belle, no Novo México - uma cidade que, depois de um desastre numa mina, é habitada praticamente só por mulheres.

House of Cards

Foi a primeira série original a meter o nome da Netflix no mapa, em 2013. Criada por Beau Willimon, a partir de uma minissérie da BBC de 1990, girou durante cinco temporadas em torno de Frank Underwood, interpretado por Kevin Spacey, até ao despedimento, depois de ter sido acusado de assédio sexual. Na sexta e última temporada, a protagonista é Robin Wright, vulgo Claire Underwood, a sua mulher e a presidente dos Estados Unidos.

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Love

Nos seus melhores momentos, Love foi uma comédia romântica quase perfeita, com uma sensibilidade indie e um espectro referencial que ia de Woody Allen a Judd Apatow – um dos criadores, com Lesley Arfin e Paul Rust. Os argumentistas souberam desde o início aproveitar o facto de estarem a contar uma história serializada, e de não terem de se cingir à hora e meia ou duas horas de um filme, e é isso que eleva Love acima das suas referências cinematográficas.

Mad Men

Aparentemente, é uma série sobre uma agência de publicidade. Mas basta ver um episódio para perceber que, mais do que isso, é uma meditação sobre a mudança dos costumes e valores numa das décadas mais mitificadas da história dos Estados Unidos: os 60s. Com um elenco superlativo, uma escrita irrepreensível e muito cuidado na recriação da época.

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Maniac

A oscarizada Emma Stone é a protagonista desta minissérie de dez episódios, ao lado de Jonah Hill, que também já foi nomeado para um Óscar. Além disso, o realizador é Cary Fukunaga, que filmou a primeira temporada de True Detective. E este trio maravilha faz magia neste série estranha sobre um ensaio clínico que promete curar todos os problemas (mentais e emocionais) dos pacientes. Mas as coisas não são tão simples como parecem.

Master of None

Dez curtas-metragens. Foi assim que o co-criador Alan Young se referiu, em 2015, aos dez episódios da primeira temporada de Master of None. Quando se vê a série de Aziz Ansari, que além de protagonista é também o principal argumentista e um dos realizadores, percebe-se porquê. Há uma história que se estende por toda a temporada, mas cada episódio é um objecto singular, que pode ser visto independentemente dos restantes.

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Mindhunter

Entrevistar assassinos para perceber o que os move é o mote desta série criada por Joe Penhall e dirigida por David Fincher, entre outros realizadores. Baseada numa história verídica, com assassinos de que já ouvimos falar, MINDHUNTER centra-se nos agentes Holden Ford (Jonathan Groff) e Bill Tench (Holt McCallany), da Unidade de Ciência Comportamental do FBI, juntamente com a psicóloga Wendy Carr (Anna Torv). Uma série negra e tensa, sem nunca ser demasiado explícita.

Narcos

Não é possível falar de Narcos sem falar de Pablo Escobar, muito por causa da interpretação do brasileiro Wagner Moura. Foi em torno do patrão do cartel de Medellín que a série foi erguida e orbitou ao longo das duas temporadas. Até que ele morreu. Mas, na ficção como na realidade, a vida continuou e o narcotráfico também, obrigando os criadores a seguir outros caminhos como o spin-off Narcos: Mexico.

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O Método Kominsky

Michael Douglas e Alan Arkin justificariam só por si a entrada desta série na lista. Dois senhores que habitualmente não vemos na televisão e que se juntaram nesta comédia que podia muito bem ser a história dos dois. Criada por Chuck Lorre (Dois Homens e Meio ou A Teoria do Big Bang), O Método Kominsky consegue pôr-nos a rir sobre um tema que tanto nos assusta: envelhecer. Não faltam conversas sobre a próstata, o viagra e a morte.

Orange Is The New Black

Inspirada pelo livro Orange Is the New Black: My Year in a Women's Prison, de Piper Kerman (na série Piper Chapman, interpretada por Taylor Schilling), a série de Jenji Kohan mostra a vida como ela é atrás das grades. E não tem medo de abordar questões de raça, género, privilégio e orientação sexual, entre vários assuntos pertinentes como o stress pós-traumático de guardas prisionais. 

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Os Malucos do Circo dos Monty Python

Isto até pedia um hashtag, mas por respeito a Terry Jones, Michael Palin, Eric Idle, John Cleese, Graham Chapman e Terry Gilliam não o faremos. Emitida de 1969 a 1974 na BBC, esta Monty Python’s Flying Circus (Os Malucos do Circo, chamaram-lhe em Portugal) é certamente dos objectos mais míticos que a comédia ja concebeu enquanto estilo. Um sem fim de sketches que aniquila, com um estilo inigualável, toda a sociedade britânica, os seus costumes e politiquices.

Peaky Blinders

Peaky Blinders é uma série sobre cortes de cabelo excepcionais e os homens que os desfilam. Pelo meio, conta uma história de crime, violência e stress pós-traumático, que acompanha a evolução do Reino Unido no período entre as duas guerras mundiais, a partir do ponto de vista de um gangue de criminosos baseado na realidade – os Peaky Blinders do título.

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Sherlock

Nesta versão contemporânea das histórias do detective de Sir Arthur Conan Doyle, o Dr. John Watson é um veterano de guerra recém-chegado do Afeganistão. Já em solo britânico, Watson cruza caminho com o brilhante mas excêntrico Holmes, quando este, que atua como consultor da Scotland Yard, anuncia uma vaga para dividir um apartamento. Assim que os dois se mudam para Baker Street, começa uma vaga de mistérios por resolver.

Sons of Anarchy

A história começa com Jax, Clay (Ron Perlman) e quatro dos seus irmãos a saírem em liberdade condicional após 14 meses na prisão. Mas enquanto os seus companheiros do Sons of Anarchy Motorcycle Club Redwood Original (SAMCRO), os recebem de braços abertos, os rapazes vão descobrir que nem tudo está como era. Esta série vencedora de um Globo de Ouro é uma experiência imersiva, repleta de crime e violência.

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South Park

A já clássica sitcom animada de Trey Parker e Matt Stone está disponível na Netflix desde o final de 2019. Mas com um asterisco: por enquanto, só se encontra uma pequena fracção dos mais de 300 episódios da série no serviço de streaming. É o suficiente para uma pessoa se rir e matar saudades da pandilha de South Park, mas está longe, muito longe, de ser melhor maneira de acompanhar as suas aventuras.

Stranger Things

Foi um dos maiores fenómenos da Netflix e quando se estreou, em 2016, parecia que ninguém falava de outra coisa. Criada pelos irmãos Duffer, que antes tinham trabalhado na adaptação de Wayward Pines, é uma série de ficção científica nostálgica e encantadora que nos leva de volta para os anos 1980, com constantes citações e referências à década, dos filmes da Amblin e de Steven Spielberg ao terror de John Carpenter e aos retratos da adolescência de John Hughes.

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Suits

Suits conta a história de Mike Ross, um jovem brilhante que ganhava a vida a fazer exames de acesso à Ordem dos Advogados para outras pessoas. Um dia, Ross tropeça numa entrevista para uma das firmas mais reputadas de Manhattan, a Pearson-Hardman, e conhece Harvey Specter, uma das estrelas legais da empresa, que relutantemente o acaba por contratar. Contudo, ambos sabem o risco que enfrentam, já que Ross não é, oficialmente, um advogado. 

The Affair

A série explora os efeitos emocionais/psicológicos de dois casos. A jovem Alison e seu marido, Cole, lutam – pessoal e financeiramente – após uma tragédia. Noah, um professor estabelecido e potencial romancista, passa o Verão na propriedade dos sogros, nos Hamptons, com Helen, a sua mulher e os quatro filhos. Quando Noah conhece Alison, começam um caso. Para ela, o professor é uma fuga bem-vinda. Para ele, ela é uma distracção bonita. Mas tudo isto precipita um final com o qual terão de lidar e que mudará a vida de ambos.

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The End of the F***ing World

Inspirada na fulgurante banda desenhada (quase) homónima de Charles Forsman, The End of the F***ing World é uma história de violência e amor adolescente. Aliás, é uma história de amor, estrada e violência (por esta ordem), uma narrativa tipicamente americana, transferida para o Reino Unido nesta adaptação – é uma das muitas liberdades criativas tomadas pelo argumentista Charlie Covell. Protagonizada por Alex Lawther (James) e Jessica Barden (deslumbrante no papel de Alyssa).

The Witcher

Com base nos livros de culto do polaco Andrzej Sapkowski, The Witcher, que antes de chegar à televisão fez sucesso como jogo de vídeo, conta a história de Geralt de Rivia (Henry Cavill), um caçador de monstros solitário, que se vê forçado a juntar forças com a poderosa feiticeira Yennefer (Anya Chalotra) e a jovem princesa Cirilla (Freya Allan), guardiã de um importante segredo. De resto, conte com reinos, castelos, reis e rainhas. Guerras, batalhas épicas e muito sangue. Mortes inesperadas. Nudez e grandes banquetes. Sotaques diferentes e línguas de outros mundos.

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When They See Us

Em 1989 cinco jovens são acusados de cometer uma violação em Nova Iorque. Mas os Central Park Five, como ficaram conhecidos, mantiveram o estatuto de inocentes e passaram anos a contestar as condenações. Concebida e realizada por Ava DuVernay, a minissérie When They See Us decorre ao longo de um quarto de século, mostrando-nos os momentos iniciais do caso até à exoneração, em 2002. Michael K. Williams, John Leguizamo, Felicity Huffman e Blair Underwood são alguns dos nomes no ecrã.

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©Suzanne Hanover/Netflix
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©IMDB
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