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As 15 séries da HBO que tem de ver

Clássicos obrigatórios e novidades que dão que falar: são estas as séries da HBO que não pode perder

Big Little Lies
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Se a vida já estava difícil com tanta oferta, com a chegada da HBO ficou ainda mais complicado gerir a agenda – e não falamos apenas da vida social, mas do calendário de estreias de séries. A pensar nisso, fizemos-lhe uma selecção das séries na HBO que vale a pena ver e que nunca o farão perder tempo. Recuperamos os clássicos que não pode perder e as novidades que têm dado que falar. De Os Sopranos e A Guerra dos Tronos até ao mais recente fenómeno Years and Years, estas são as 15 séries na HBO que tem de ver.

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As 15 séries da HBO que tem de ver

1

A Guerra dos Tronos

É o maior fenómeno televisivo dos últimos anos, tendo conquistado até aqueles que diziam que não gostavam de séries de fantasia. Adaptada dos livros de George R.R. Martin, As Crónicas de Gelo e Fogo editados em Portugal pela Saída de Emergência, A Guerra dos Tronos ensinou-nos a esperar o inesperado. Não é um cliché: esta foi a primeira série que matou protagonistas a torto e a direito. Este ano, chegou ao fim. Oito temporadas depois. Mas não se apoquente, a HBO tem vários projectos em mãos com este universo. 

2

A Amiga Genial

Mais um fenómeno, agora dos livros: a tetralogia A Amiga Genial, de Elena Ferrante (editada em Portugal pela Relógio d’Água), deu uma série. A estreia foi no final do ano passado, mas por cá só agora pode ser vista. São oito episódios que contam a história das jovens Lila e Lenù, protagonizadas por Elisa del Genio e Ludovica Nasti, em crianças, e Margherita Mazzucco e Gaia Girace, em adolescentes. Elena Ferrante, o pseudónimo literário da autora que teima em manter-se no anonimato, colaborou na escrita do argumento.

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3

Barry

Pode um assassino ser boa pessoa? Barry Berkman, brilhantemente interpretado por Bill Hader, acredita que sim e luta todos os dias para se convencer disso – até porque só é contratado para matar os tipos maus de quem ninguém vai ter saudades. Foi assim que o vimos na primeira e surpreendente temporada de Barry, uma comédia negra que tanto nos põe a rir como a ter pena da fragilidade humana.

4

Big Little Lies

Foi anunciada como uma minissérie de uma temporada apenas, mas o sucesso foi tal que a HBO anunciou mais uma leva de episódios. Big Little Lies, a série que trouxe Hollywood para a televisão, foi o melhor que vimos em 2017, em parte pelo efeito surpresa que causou. Uma história de mulheres, protagonizada por Shailene Woodley, Laura Dern, Nicole Kidman e Reese Witherspoon – as duas últimas são também as produtoras. Destaque para a interpretação dos miúdos e para a banda sonora de luxo. A segunda temporada estreou-se agora e junta-se um peso pesado: Meryl Streep.

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5

Chernobyl

Mais do que recordar-nos tudo o que aconteceu no dia 26 de Abril de 1986, esta série mostra-nos a dura realidade de todos aqueles que sofreram directamente com as explosões num dos reactores da central nuclear de Chernobil. Ainda mal se sabia que se tratava do pior desastre nuclear da história da Humanidade com marcas ainda bem presentes nos dias de hoje. Chernobyl, de apenas cinco episódios, conquistou a crítica e o público num raro momento de consenso na televisão.  

6

Irmãos de Armas

Steven Spielberg e Tom Hanks foram os produtores executivos desta série da HBO que adapta e dramatiza o livro do historiador Stephen E. Ambrose, sobre os pára-quedistas da companhia “Easy” da 101ª Divisão Aerotransportada do Exército dos EUA, desde a recruta até à rendição do Japão e ao final da II Guerra Mundial. Irmãos de Armas (Band of Brothers, no original americano) teve um orçamento de blockbuster: 125 milhões de dólares.

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7

Roma

Três pesos-pesados da televisão mundial, BBC, HBO e RAI juntaram forças para pôr de pé esta ambiciosa série passada na Roma antiga e rodada em Itália, que conta com John Milius entre os seus criadores, e apresenta uma pormenorizada recriação de época. A acção passa-se no século I aC, seguindo dois militares romanos, Lucius Vorenus e Titus Pullus, que se vêem envolvidos nos principais acontecimentos dessa era.

8

Sete Palmos de Terra

Já sabemos que vamos todos morrer, mas não é fácil alguém conseguir deixar-nos a rir com isso. E esse é um dos muitos méritos de Sete Palmos de Terra, criada por Alan Ball, argumentista de Beleza Americana. E qual a melhor forma para falar da morte senão através de uma agência funerária? Aqui nas mãos dos disfuncionais Fisher. Eles lidam, com todo o profissionalismo, com a morte, a não ser quando lhes desaparece alguém querido. Mas a vida continua.

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9

Sopranos

Em 2019 não há ninguém que não tenha ouvido falar de Sopranos. E não é por acaso: esta foi a série que marcou uma viragem na televisão, que provou que a qualidade na ficção não se resumia ao cinema. Nem as duas décadas que separam a estreia da série fazem esquecer James Gandolfini no papel de Tony Soprano, o pai de família e chefe da máfia de Nova Jérsia que recorre frequentemente à sua terapeuta para superar os problemas nos negócios e na vida privada. Criada por David Chase, a série, que chegou ao fim seis temporadas depois em 2007, venceu 21 Emmys e cinco Globos de Ouro.

10

State of The Union

A vida já foi mais fácil e feliz para Louise (Rosamund Pike) e Tom (Chris O’Dowd) e por isso é que juntos procuram uma terapeuta conjugal, daí o nome da série. Por aqui não se debate o estado da nação, mas o estado das coisas lá de casa. Cada episódio acontece num pub, precisamente antes da sessão de terapia. Uma comédia perfeita para quem não tem muito tempo a perder: não há episódios com mais de 12 minutos. Nick Hornby, nomeado para os Óscares com os argumentos de Brooklyn e Uma Outra Educação, é o autor.

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11

The Leftovers

Criada por Damon Lindelof, um dos cérebros por detrás de Lost, e Tom Perrotta, o escritor do livro homónimo, The Leftovers é uma das melhores séries dos últimos anos. A acção começa três anos depois do desaparecimento súbito e literal de 140 milhões de pessoas (mais ou menos 2% da população mundial), um acontecimento traumático que mudou o mundo de maneiras que não são imediatamente óbvias. Uma boa premissa, que se torna excepcional precisamente porque os autores optam por centrar a histórica num pequeno grupo de pessoas e não nas consequências sociológicas deste evento.

12

The Wire

Aclamada como uma das melhores séries de sempre, The Wire (2002-2008) é a história do crime e do mundo da droga nas ruas de Baltimore. Criada por David Simone, a série continua actual nos dias de hoje, mostrando que a justiça e a verdade nem sempre está do lado da polícia. A decadência das instituições e a violência das ruas são um retrato muitas vezes real do que se passa no mundo.

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13

True Detective

A primeira temporada chegou em 2012, com Matthew McConaughey e Woody Harrelson como protagonistas, e arrebatou a crítica. As expectativas elevaram-se e à nova leva de episódios, em 2015, seguiram-se vozes de descontentamento. A segunda temporada da série policial de antologia não estava ao nível e as audiências sofreram. A terceira temporada estava anunciada, mas nunca foi chegando até 2019. Mahershala Ali é o protagonista e True Detective parece ter voltado à ribalta.

14

Veep

À sétima e última temporada, Selina Meyer (Julia Louis-Dreyfus) tenta regressar à Casa Branca, candidatando-se a Presidente, não de todos os americanos mas dos verdadeiros americanos – “E depois logo se vê o que é que isso significa”, diz às tantas. Como se pode ver, ela continua egocêntrica e, muito provavelmente, incompetente. Não parece ter aprendido grande coisa durante o tempo em que foi vice e Presidente. Não tivesse Veep aparecido em 2012, ainda antes de imaginarmos que Donald Trump seria Presidente, e seria fácil dizer de onde vinha a inspiração de Armando Iannucci. Mas, na verdade, Iannucci aproveitou o sucesso de The Thick of It e criou uma versão adaptada à realidade política norte-americana. Conseguiu com isso um novo sucesso, que conquistou Emmys em todos os anos em que concorreu.

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15

Years And Years

O drama familiar futurista Years And Years, escrito por Russell T. Davies, marca o regresso de Emma Thompson ao pequeno ecrã. A série segue a dispersa família Lyons, que converge para um momento crucial: o nascimento do mais novo membro do clã, Lincoln. Nos quinze anos seguintes, à medida que a Grã-Bretanha cai num futuro cada vez mais instável, a família navega nas suas próprias reviravoltas, triunfos e tragédias.

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