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Romance sem sair do sofá: as melhores séries românticas da Netflix

Do lamechas ao inesperado, o amor domina o serviço de streaming. Estas são as melhores séries românticas na Netflix.

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O romance continua a ser um dos motores mais fiáveis da ficção televisiva, e a Netflix soube explorá-lo como poucos. Das comédias românticas leves aos intensos dramas sentimentais, passando por histórias de crescimento pessoal, triângulos amorosos e paixões que atravessam fronteiras culturais, há séries para todos os humores e fases da vida. Algumas apostam no escapismo puro, outras aproximam-se mais da realidade emocional de quem as vê, mas todas partilham o mesmo objectivo: falar de amor, nas suas várias formas. Esta selecção reúne títulos que merecem atenção, ideais para ver a dois, sozinho ou em modo maratona, sem pressas e sem culpas.

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Séries românticas para ver na Netflix

Emily em Paris

Esta comédia romântica leve e assumidamente escapista, criada por Darren Star, acompanha Emily Cooper, uma jovem americana que se muda de Chicago para Paris para trabalhar numa agência de marketing. Entre choques culturais, paixões complicadas e dilemas profissionais, a série aposta num romance colorido, ritmado por moda exuberante, cenários parisienses idealizados e triângulos amorosos recorrentes.

Amor Ocasional

Nesta comédia romântica francesa, a vida da protagonista Elsa parece ser um desastre: odeia o trabalho na cave da câmara municipal, vive no consultório do pai com todas as suas coisas em caixas e continua sem ultrapassar o seu ex que a traiu há dois anos com a mulher de quem agora está noivo. Mas tudo muda quando as suas duas amigas decidem pôr em prática um plano secreto para a ajudar.

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Bridgerton

De uma capicua destas ninguém estava à espera: Bridgerton foi visto por 82 milhões de subscritores em 28 dias, tornando-se no maior fenómeno de popularidade da Netflix. É obra. Mesmo tendo em conta o toque de Midas da ShondaLand (Anatomia de Grey, How to Get Away with Murder). Desta vez, a produtora de Shonda Rhimes lança-se na adaptação dos best-sellers de Julia Quinn sobre a alta sociedade britânica no período da Regência. Com cenários exuberantes, a história anda à volta da família Bridgerton, dos seus luxos, intrigas e traições. A série manda, e bem, a verdade histórica às urtigas com um elenco multirracial.

Crashing

Foi de curta duração a vida desta Crashing. Mas ainda assim vale a pena a consulta desta série que nos leva às peripécias amorosas e quotidianas de um grupo de seis jovens adultos que vivem pacificamente como cuidadores de uma propriedade. Acontece que essa propriedade é um hospital desactivado, com regras para os que lá fazem casa, mas que facilmente serão quebradas.

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Easy

Cada episódio, uma história, novos personagens. Amor, sexo, tecnologia. Eis uma série romântica dos tempos modernos. A vida como ela é, apaixonante, complexa, divertida e, tantas vezes, caótica. São três temporadas com a cidade de Chicago como pano de fundo. Verdade seja dita, é Chicago, mas às vezes podia ser Lisboa.

Heartstopper

A série de banda desenhada de Alice Oseman foi lançada no Tumblr em 2016, virou livro em 2019 depois de uma campanha no Kickstarter que juntou quase 70 mil euros e em 2022 foi transformada numa série da Netflix. Heartstopper é a história da relação entre Charlie e Nick, dois adolescentes numa escola só de rapazes. Charlie é abertamente gay e um pouco nerd e Nick um jogador de rugby e o seu novo companheiro de secretária na escola.

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Guia Astrológico para Corações Partidos

Alice trabalha numa cadeia televisiva e embora seja a funcionária mais competente, não parece haver perspectiva de subir na carreira. Em cima dessa desgraça, uma outra: o ex-namorado planeia casar-se e, ao mesmo tempo, está quase a dar as boas-vindas à paternidade. Mas a vida de Alice pode sofrer uma reviravolta quando conhece Tio, um dos actores da bem-sucedida novela da televisão onde trabalha, que é também um guru do universo, tornando-se o seu 'guia astrológico para corações partidos'. O nome desta série italiana com que já conta com duas temporadas.

Love

Nos seus melhores momentos, Love foi uma comédia romântica quase perfeita, com uma sensibilidade indie e um espectro referencial que ia de Woody Allen a Judd Apatow – um dos criadores, com Lesley Arfin e Paul Rust. Os argumentistas souberam desde o início aproveitar o facto de estarem a contar uma história serializada, e de não terem de se cingir à hora e meia ou duas horas de um filme, e é isso que eleva a série acima das suas referências cinematográficas.

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My First First Love

Esta série romântica sul-coreana foca temas como o primeiro amor e a transição da adolescência para a idade madura. Cinco amigos, todos na casa dos 20 anos, moram juntos na mesma casa, andam à procura do amor, com maior ou menor sucesso, e nesse processo vão conhecer alegrias e tristezas, acalentar esperanças e sofrer decepções.

Os Bons Amantes

Criada pelo realizador nova-iorquino Spike Lee, a partir do filme do mesmo nome e com o mesmo entrecho que o revelou ao mundo em 1986, Os Bons Amantes (She’s Gotta Have It, na versão original) é uma história de libertação sexual e relações complicadas – amorosas, mas não só. Neste caso, a libertação de Nola Darling, uma mulher negra a viver na Brooklyn cada vez mais gentrificada nos nossos dias.

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Outlander

No amor, o timing é tudo. Em Outlander, é mais ainda. Ou não falássemos nós de uma história de amor separada por dois séculos. Claire vivia em 1945 quando foi subitamente transportada para o ano de 1743, onde conheceu Jamie Fraser por quem se apaixonou. Mas não bastava a separação do tempo para abalar o amor, o casal conhece-se num período conturbado, numa Escócia dominada por guerras de clãs. Na Netflix pode ver as seis temporadas desta história adaptada dos livros de Diana Gabaldon.

Partir do Zero

Adaptada do livro de memórias de da actriz Tembi Locke, chamado From Scratch: A Memoir of Love, Sicily and Finding Home (2019), esta é uma história sobre uma artista norte-americana que viaja até Itália para estar mais perto das suas fontes de inspiração, até se apaixonar por um chef italiano. Uma história de amor que põe os dois à prova entre os dois continentes contada numa minissérie de oito episódios, estreada em 2022. A produtora é a Hello Sunshine, fundada por Reese Witherspoon, e os protagonistas Zoe Saldana (Avatar, Guardiões da Galáxia) e Eugenio Mastrandrea (The Equalizer 3: Capítulo Final). Sugerimos que faça acompanhar a visualização com um pacote de lenços para limpar as lágrimas.
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Sem Deus

Eacute; no final do século XIX, na década de 1880, que o líder criminoso Frank Griffin (Jeff Daniels) abre caça ao ex-protegido Roy Goode (Jack O'Connell), depois deste deixar o gangue. Pelo caminho, cego pela vingança, Frank e o grupo aterrorizam e matam quem se atravesse no caminho. A perseguição leva-o até La Belle, no Novo México, uma cidade que, depois de um desastre na mina de carvão, é habitada praticamente só por mulheres. Apesar da veia trágica, em Sem Deus cabe também um enredo amoroso de várias vertentes: amores proibidos, amores não correspondidos, luxúria e desejo de aprovação. A série, de uma só temporada, venceu três Emmy.

Sex Education

Criada por Laurie Nunn para a Netflix, Sex Education é uma comédia adolescente à moda americana, apesar da sua localização e elenco britânicos. Conta a história de Otis Milburn (Asa Butterfield), um adolescente desajeitado e desconfortável com a sua própria sexualidade, mas óptimo a aconselhar os colegas da escola e a resolver os problemas sexuais e amorosos alheios. Até ao dia em que, ele próprio, descobre o amor e se rende aos prazeres carnais.

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The End of the F***ing World

A história é negra, mas divertida e romântica. The End of the F***ing World não é uma comédia romântica normal, mas não deixa de nos lembrar os amores adolescentes. É disso mesmo que se trata. Do amor entre Alyssa (Jessica Barden) e James (Alex Lawther). Ele um psicopata que se fartou de matar pequenos animais e decidiu matar uma pessoa, ela uma rapariga insurrecta e descontente. Juntos partem estrada fora, sem rumo ou regras.

Young Royals

É da Suécia que vem esta série centrada em Wilhelm, um jovem príncipe da casa real sueca que chega ao prestigiado colégio interno que vai frequentar, ao mesmo tempo que pondera um futuro longe das obrigações reais e uma vida de cidadão comum. Só que, inesperadamente, Wilhelm torna-se o próximo na linha de sucessão ao trono, pondo-o perante um dilema: o dever ou a vontade de quebrar com a tradição? A terceira e última temporada está a caminho.

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Riverdale

Inspirada nos clássicos Archie Comics, esta série tornou-se um fenómeno global ao misturar romance, mistério e drama adolescente. Archie (KJ Apa, Songbird), Betty (Lili Reinhart, Hustlers), Veronica (Camila Mendes, Do Revenge) e Jughead (Cole Sprouse, Five Feet Apart) vêem as suas vidas mudadas quando um crime abala a pacata cidade de Riverdale. Entre relações proibidas, segredos familiares e traições, as narrativas interligadas e o elenco diverso ajudaram a transformar Riverdale num clássico moderno do género.

Ninguém Quer Isto 

Num enredo que mistura humor e tensão emocional, uma podcaster agnóstica sobre sexo (Kristen Bell, The Good Place) e um rabino recém-solteiro (Adam Brody, The OC) começam uma relação improvável. Entre as suas vidas completamente diferentes e as interferências das famílias, o casal tenta perceber se o amor pode superar as suas crenças, os desafios culturais e as expectativas externas. Apesar de algumas críticas sobre como a religião judaica foi interpretada nesta produção, a inegável química entre os protagonistas deixará os espectadores com vontade de devorar os episódios.

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Eu e os Rapazes da Família Walter 

Após perder a sua família num trágico acidente, Jackie Howard (Nikki Rodriguez) vê-se obrigada a deixar a vida privilegiada em Manhattan para viver com a amiga da mãe e a sua grande família no Colorado. Entre os dez filhos de Katherine e George, Jackie logo se vê dividida entre dois irmãos: o desportista misterioso Cole (Noah LaLonde) e o calmo e estudioso Alex (Ashby Gentry). A jovem tenta equilibrar os sentimentos conflitantes e o seu sonho de entrar em Princeton, enquanto se perde numa teia de paixões, tensões e dilemas familiares. A série explora os desafios do amor jovem, numa narrativa que promete conquistar os fãs de romance adolescente.

Valéria

Valeria (Diana Gómez, La Casa de Papel) é uma escritora que se vê presa num impasse tanto na sua carreira como no casamento com o marido. Em busca de equilíbrio, ela encontra apoio nas suas três melhores amigas – Carmen (Paula Malia), Lola (Silvia Alonso) e Nerea (Teresa Riott) – que, tal como ela, tentam lidar com os desafios do amor, da amizade e da vida adulta. Num tom semelhante a Sexo e a Cidade, esta série espanhola explora as emoções e os dilemas das mulheres modernas, sem nunca esquecer os momentos de humor da série que inspirou esta produção espanhola.

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