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©Suzanne Hanover/NetflixGillian Jacobs e Paul Rust em Love

As melhores séries românticas para ver na Netflix

Do lamechas ao menos óbvio, o amor é tema forte no serviço de streaming. Conheça as melhores séries românticas na Netflix.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Ah, o amor. O romance, a paixão, as caras metades e tudo o mais que cabe na temática. Opções não faltam no serviço de streaming para viver o tema intensamente; quer seja de forma pegajosa ou não tanto, a Netflix conta com diversidade suficiente para agradar a todos os lados da barricada. Prepare-se para uma maratona séria de romantismo: vá buscar a manta, a caneca favorita, faça um chá e abuse da cama e do sofá porque preparamos uma selecção de vários títulos a ter em conta. São as melhores séries românticas para ver na Netflix.

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Séries românticas para ver na Netflix

1. Amor Ocasional

Nesta comédia romântica francesa, a vida da protagonista Elsa parece ser um desastre: odeia o trabalho na cave da câmara municipal, vive no consultório do pai com todas as suas coisas em caixas e continua sem ultrapassar o seu ex que a traiu há dois anos com a mulher de quem agora está noivo. Mas tudo muda quando as suas duas amigas decidem pôr em prática um plano secreto para a ajudar.

2. Bridgerton

De uma capicua destas ninguém estava à espera: Bridgerton foi visto por 82 milhões de subscritores em 28 dias, tornando-se no maior fenómeno de popularidade da Netflix. É obra. Mesmo tendo em conta o toque de Midas da ShondaLand (Anatomia de Grey, How to Get Away with Murder). Desta vez, a produtora de Shonda Rhimes lança-se na adaptação dos best-sellers de Julia Quinn sobre a alta sociedade britânica no período da Regência. Com cenários exuberantes, a história anda à volta da família Bridgerton, dos seus luxos, intrigas e traições. A série manda, e bem, a verdade histórica às urtigas com um elenco multirracial.

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3. Crashing

Foi de curta duração a vida desta Crashing. Mas ainda assim vale a pena a consulta desta série que nos leva às peripécias amorosas e quotidianas de um grupo de seis jovens adultos que vivem pacificamente como cuidadores de uma propriedade. Acontece que essa propriedade é um hospital desactivado, com regras para os que lá fazem casa, mas que facilmente serão quebradas.

4. Easy

Cada episódio, uma história, novos personagens. Amor, sexo, tecnologia. Eis uma série romântica dos tempos modernos. A vida como ela é, apaixonante, complexa, divertida e, tantas vezes, caótica. São três temporadas com a cidade de Chicago como pano de fundo. Verdade seja dita, é Chicago, mas às vezes podia ser Lisboa.

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5. Eu, Tu e Ela

You Me Her centra-se na relação de um casal cuja vida sexual está em declínio. O resultado? Uma sequência de reviravoltas e decisões surpreendentes que lhes empurra o quotidiano para direcções que nenhum dos dois esperava. O que começa como uma reunião impulsiva entre Jack (Greg Poehler) e Izzy (Priscilla Faia), uma acompanhante, acaba por se transformar num caso a três envolvendo a esposa de Jack, Emma (Rachel Blanchard), que mantém os seus próprios segredos. O acordo evolui, entretanto, de um compromisso financeiro para um romance com consequências reais. No fundo, You Me Her é um retrato actual e bem conseguido de uma relação poliamorosa.

6. Heartstopper

A série de banda desenhada de Alice Oseman foi lançada no Tumblr em 2016, virou livro em 2019 depois de uma campanha no Kickstarter que juntou quase 70 mil euros e em 2022 foi transformada numa série da Netflix. Heartstopper é a história da relação entre Charlie e Nick, dois adolescentes numa escola só de rapazes. Charlie é abertamente gay e um pouco nerd e Nick um jogador de rugby e o seu novo companheiro de secretária na escola.

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7. Guia Astrológico para Corações Partidos

Alice trabalha numa cadeia televisiva e embora seja a funcionária mais competente, não parece haver perspectiva de subir na carreira. Em cima dessa desgraça, uma outra: o ex-namorado planeia casar-se e, ao mesmo tempo, está quase a dar as boas-vindas à paternidade. Mas a vida de Alice pode sofrer uma reviravolta quando conhece Tio, um dos actores da bem-sucedida novela da televisão onde trabalha, que é também um guru do universo, tornando-se o seu 'guia astrológico para corações partidos'. O nome desta série italiana com que já conta com duas temporadas.

8. Love

Nos seus melhores momentos, Love foi uma comédia romântica quase perfeita, com uma sensibilidade indie e um espectro referencial que ia de Woody Allen a Judd Apatow – um dos criadores, com Lesley Arfin e Paul Rust. Os argumentistas souberam desde o início aproveitar o facto de estarem a contar uma história serializada, e de não terem de se cingir à hora e meia ou duas horas de um filme, e é isso que eleva a série acima das suas referências cinematográficas.

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9. Lovesick

A premissa parece estranha, mas acaba por resultar numa bela comédia romântica, sem tabus: Dylan (Johnny Flynn) descobre que tem clamídia, uma doença sexualmente transmissível, que o obriga a contactar todas as suas antigas parceiras. É ao longo desse caminho que vamos conhecendo a sua vida sentimental, tal como vamos conhecendo melhor os seus melhores amigos, Luke (Daniel Ings) e Evie (Antonia Thomas). E é ao recordar as relações do passado que Dylan percebe o que correu mal e talvez quem é o seu verdadeiro amor.

10. Master of None

Dez curtas-metragens. Foi assim que o co-criador Alan Young se referiu, em 2015, aos dez primeiros episódios de Master of None – e esta descrição aplica-se também às duas temporadas seguintes. Quando se vê a série de Aziz Ansari, que além de protagonizar as duas primeiras épocas é também o principal argumentista e um dos realizadores, percebe-se porquê. Há um arco narrativo global, mas cada episódio é um objecto estética e narrativamente singular, que pode ser visto independentemente dos restantes.

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11. My First First Love

Esta série romântica sul-coreana foca temas como o primeiro amor e a transição da adolescência para a idade madura. Cinco amigos, todos na casa dos 20 anos, moram juntos na mesma casa, andam à procura do amor, com maior ou menor sucesso, e nesse processo vão conhecer alegrias e tristezas, acalentar esperanças e sofrer decepções.

12. Os Bons Amantes

Criada pelo realizador nova-iorquino Spike Lee, a partir do filme do mesmo nome e com o mesmo entrecho que o revelou ao mundo em 1986, Os Bons Amantes (She’s Gotta Have It, na versão original) é uma história de libertação sexual e relações complicadas – amorosas, mas não só. Neste caso, a libertação de Nola Darling, uma mulher negra a viver na Brooklyn cada vez mais gentrificada nos nossos dias.

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13. Outlander

No amor, o timing é tudo. Em Outlander, é mais ainda. Ou não falássemos nós de uma história de amor separada por dois séculos. Claire vivia em 1945 quando foi subitamente transportada para o ano de 1743, onde conheceu Jamie Fraser por quem se apaixonou. Mas não bastava a separação do tempo para abalar o amor, o casal conhece-se num período conturbado, numa Escócia dominada por guerras de clãs. Na Netflix pode ver as seis temporadas desta história adaptada dos livros de Diana Gabaldon.

14. Sem Deus

É no final do século XIX, na década de 1880, que o líder criminoso Frank Griffin (Jeff Daniels) abre caça ao ex-protegido Roy Goode (Jack O'Connell), depois deste deixar o gangue. Pelo caminho, cego pela vingança, Frank e o grupo aterrorizam e matam quem se atravesse no caminho. A perseguição leva-o até La Belle, no Novo México, uma cidade que, depois de um desastre na mina de carvão, é habitada praticamente só por mulheres. Apesar da veia trágica, em Sem Deus cabe também um enredo amoroso de várias vertentes: amores proibidos, amores não correspondidos, luxúria e desejo de aprovação. A série, de uma só temporada, venceu três Emmy.

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15. Sex Education

Criada por Laurie Nunn para a Netflix, Sex Education é uma comédia adolescente à moda americana, apesar da sua localização e elenco britânicos. Conta a história de Otis Milburn (Asa Butterfield), um adolescente desajeitado e desconfortável com a sua própria sexualidade, mas óptimo a aconselhar os colegas da escola e a resolver os problemas sexuais e amorosos alheios. Até ao dia em que, ele próprio, descobre o amor e se rende aos prazeres carnais.

16. The End of the F***ing World

A história é negra, mas divertida e romântica. The End of the F***ing World não é uma comédia romântica normal, mas não deixa de nos lembrar os amores adolescentes. É disso mesmo que se trata. Do amor entre Alyssa (Jessica Barden) e James (Alex Lawther). Ele um psicopata que se fartou de matar pequenos animais e decidiu matar uma pessoa, ela uma rapariga insurrecta e descontente. Juntos partem estrada fora, sem rumo ou regras.

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17. Young Royals

É da Suécia que vem esta série centrada em Wilhelm, um jovem príncipe da casa real sueca que chega ao prestigiado colégio interno que vai frequentar, ao mesmo tempo que pondera um futuro longe das obrigações reais e uma vida de cidadão comum. Só que, inesperadamente, Wilhelm torna-se o próximo na linha de sucessão ao trono, pondo-o perante um dilema: o dever ou a vontade de quebrar com a tradição? A terceira e última temporada está a caminho.

Mais Netflix

  • Filmes

Não há volta a dar: a criação e aquisição de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix (e de outros serviços de streaming). Só assim se explicam os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores de topo. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black ao mais recente fenómeno, Wednesday. Estas são as séries originais Netflix que tem de ver.

  • Filmes

A ideia era fazer uma lista com os conteúdos portugueses disponíveis na Netflix. À partida, poderia parecer que nos iríamos pôr à procura de uma agulha num palheiro. Só que não. Muito graças à ajuda dos criadores brasileiros, chegámos a uma lista com 20 sugestões de conteúdos falados em português, onde a grande maioria é falada em "português com açucar", como descreveu Eça de Queirós o sotaque do Brasil. Aqui dizemos-lhe o que filmes e séries valem a pena na plataforma de streaming, desde um documentário sobre a vida do elenco da memorável película brasileira A Cidade de Deus até Glória, o primeiro original português da Netflix.

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