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Os melhores filmes para toda a família

Já está com saudades de uma sessão de cinema caseirinha? Eis os melhores filmes para toda a família.

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Seja pequena ou numerosa, toda a família tem de ver (ou rever) estes 20 títulos obrigatórios para filhos, pais e até avós. Há filmes para todos os gostos e muitas décadas: do fabuloso technicolor de O Feiticeiro de Oz à animação de Coco, passando por clássicos como Música No Coração ou Sozinho Em Casa. A sério, nem sequer se vai arrepender se optar por filmes mais antigos. Mesmo se isso significar aventurar-se por ficção-científica que já perdeu actualidade, mas não perdeu o pé no que importa: uma boa história. Mas, atenção, a ideia não é pôr os filmes a dar na televisão e ir à sua vida. É mesmo para se sentar com os miúdos – dos caçulas aos que já estão a entrar na fase complicada da adolescência – e, uma vez ou outra, dar-lhes apoio emocional ou explicar-lhes qualquer coisa que eles não percebam assim tão bem.

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Os melhores filmes para toda a família

O Feiticeiro de Oz (1939)

Um clássico de Hollywood, que continua a arrancar uaus há mais de 70 anos depois da estreia, graças ao seu imaginário – com macacos voadores, espantalhos velozes e bruxas boas – e à sua mensagem intemporal. Uma pessoa pode ir para fora e descobrir o mundo, viver aventuras e fazer novos amigos, mas no final nada sabe tão bem como regressar a casa. 

Aniki-Bóbó (1942)

Uma das mais memoráveis obras de Manoel Oliveira, tem por base o conto Meninos Milionários, de João Rodrigues de Freitas (1908 -1976), e retrata as aventuras e os amores de um grupo de crianças muito pobres que deambulam entre o Porto e Gaia, com especial foco no Carlitos (Horácio Silva) e no Eduardo (António Santos), ambos apaixonados pela Teresinha (Fernanda Matos), a única rapariga do grupo.

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Música no Coração (1965)

Continua a ser um sucesso, 50 anos e muitas gerações depois. A freira mais adorável da história do cinema (não, não estamos a falar de Whoopi Goldberg), a família numerosa von Trapp e as músicas, que mesmo quem nunca viu o filme sabe de cor, fazem deste clássico muito mais do que um frete na programação televisiva natalícia.

A Guerra das Estrelas (1977)

A long time ago, in a galaxy far, far away… George Lucas criou uma das aventuras mais icónicas da história do cinema. Seguimos Luke Skywalker, um jovem sonhador que acaba envolvido numa rebelião contra um império tirânico, ao lado de personagens inesquecíveis como a princesa Leia, Han Solo e o sábio Obi-Wan Kenobi. Com humor, acção e um forte espírito de aventura, este é daqueles filmes que atravessam gerações e conquistam o imaginário colectivo de milhões e milhões de espectadores em todo o planeta.

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E.T. – O Extraterrestre (1982)

Os serviços de streaming podem bem dar cabo da memória universal. Ou seja, é porreiro que toda a família se junte para ver séries actuais e filmes recentes, mas não deixe que a sua gente não conheça clássicos como E.T. – O Extraterrestre, ficção-científica primordial à boleia de Steven Spielberg. Até porque o tema (uma criança que conhece um alien e o tenta devolver ao seu planeta de origem) nunca sai de moda.

Karate Kid – O Momento da Verdade (1984)

Achava que íamos deixar o nosso eterno melhor amigo Daniel San (Ralph Macchio) de fora desta lista? Era só o que faltava. Muito menos podíamos esquecer Mr. Miyagi, esse grande mestre, o mesmo que ensinou Daniel San a lutar da mesma maneira que nos ensinou a limpar os vidros do carro: “wax on, wax off”. Mal acabe o filme relembre aos seus filhos que amanhã é dia de lavar o carro. 

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Regresso ao Futuro (1985)

Quem nunca quis viajar no tempo ou está a mentir ou não tem ambição. Marty McFly (interpretado pelo enorme Michael J. Fox), realizado por Robert Zemeckis, é um dos maiores filmes de culto de sempre. E perfeito para ver em família. Perfeito, sobretudo, para convencer os seus filhos a não se cruzarem consigo no passado. Se para Marty não deu bom resultado, imagine para os seus pequenos. É que nem todos vão ter um Dr. Brown (Christopher Lloyd) para resolver a questão. 

Sozinho em Casa (1990)

Kevin McCallister aprende a estar sozinho da pior maneira, aprende que o after-shave arde da pior maneira. Um bando de ladrões apaixona-se pela sua casa quando os seus pais vão de viagem e se esqueçam dele em casa. Mas, como se costuma dizer, em casa mandamos nós” e mesmo um pequeno miúdo consegue fazer frente a ladrões desajeitados. E sim, ainda que já saibamos todos os melhores momentos de cor, nunca é demais.

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O Estranho Mundo de Jack (1993)

Nunca o Natal foi tão macabro. Ou não estivéssemos a falar do Natal de Tim Burton. Monstros, fantasmas, bruxas, vampiros e lobisomens substituem renas, duendes, luzinhas e pais Natal, numa história que, afinal, até acaba bem: com um beijo apaixonado num cemitério.

A Viagem de Chihiro (2001)

Até está disposto a ver desenhos-animados com os miúdos, mas recusa-se a assistir a uma história infantilóide? Escolha então o mundo mágico do realizador japonês Hayao Miyazaki e acompanhe a difícil jornada de Chihiro. Distinguido com o Urso de Ouro no Festival de Berlim e com o Óscar na categoria de Melhor Filme de Animação, é uma referência para todas as gerações. 

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O Grande Peixe (2003)

Adaptado do romance de Daniel Wallace, é a história de Edward Bloom, um homem que passou a vida a contar as viagens que fez à volta do mundo enquanto jovem (Ewan McGregor). Eram aventuras em que nunca se conseguia distinguir o que acontecera do que pertencia ao território da imaginação, de tão extraordinárias quase pareciam fantásticas, e apaixonavam todos os ouvintes, excepto uma pessoa: o seu filho. Mas quando Edward adoece, William, que é jornalista, decide investigar os contos do pai.

Nanny McPhee: A Ama Mágica (2005)

Os sete filhos de Cedric Brown (Colin Firth) conseguiram já levar a melhor sobre dezassete candidatas a ama. Eis que surge então a estranha e enigmática McPhee, que promete educar, finalmente, os seus terrivelmente mal-educados filhos. E, à medida que o comportamento dos pequenos começa a mudar, também a desagradável fisionomia da nova ama se torna mais doce, reforçando os mistérios à volta desta enigmática estranha que tanto as crianças como o seu pai aprendem a amar.

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Filho de Rambow – Um Novo Herói (2007)

O que acontece quando um miúdo que nunca conviveu com ninguém de fora da sua comunidade religiosa, nunca viu televisão nem ouviu música dá por si a protagonizar uma produção caseira, realizada por outro miúdo, que tenta copiar A Fúria do Herói? Uma comédia sobre a amizade e as diferenças culturais. No caso, num longo Verão inglês dos anos 1980. O filme de Garth Jennings foi distinguido em Locarno.

WALL-E (2008)

Fazer com que um filme cujo cenário é o planeta Terra à beira do fim seja adorado por crianças de todo o mundo é um feito. Um feito do WALL-E, que conta a história de um robot apaixonado. Se até agora não ligou nenhuma à conversa sobre a reciclagem que o seu filho trouxe da escola, sente-se com ele a ver este filme para toda a família e aprenda qualquer coisinha. 

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Up – Altamente (2009)

Os miúdos vão querer entrar para os escuteiros. Os pais vão delirar com a casa a voar, puxada por balões. As mães vão choramingar com a mais bela história de amor alguma vez contada pela Pixar, ao estilo de “até que a morte nos separe”. Amizade, velhice, amor e sonhos – tudo em apenas 96 minutos.  

Divertida-mente (2015)

Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojo são cinco emoções que habitam a mente de uma pré-adolescente que acaba de mudar de cidade, contra a sua vontade. Está a imaginar o rebuliço que vai dentro daquela cabeça, não está? A psicanálise infantil da Pixar estreou no Festival de Cannes e roubou todas as atenções nos Óscares de 2016. Se por esta altura nunca viu, está mais do que na hora – aproveite e a seguir veja a sequela, onde a culpa toda é da puberdade.

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Coco (2017)

Realizado por Lee Unkrich, um dos nomes grandes da casa (Toy Story 2 e 3, À Procura de Nemo) e pelo estreante Adrian Molina, Coco passa-se no México e inspira-se nas tradições da celebração do Dia dos Mortos e do respeito pelos desaparecidos. Apoiados na costumeira excelência técnica e estética da animação digital da Pixar, Unkrich e Molina assinam um filme sobrenatural e musical a transbordar de sentido de humor, inventividade visual e apego aos valores da família.

Fala-me de Um Dia Perfeito (2020)

Este é para ver com os mais crescidos. Baseado no best-seller internacional de Jennifer Niven, acompanha dois adolescentes, que lidam com problemas pessoais: Violet tenta lidar com a morte da irmã, enquanto Theodore enfrenta uma depressão profunda. Quando se aproximam num trabalho escolar, acabam por embarcar numa viagem pelo estado de Indiana para descobrir os seus lugares mais extraordinários – e, pelo caminho, encontram também uma inesperada ligação entre si. Um filme sensível sobre luto, saúde mental e a forma como, por vezes, outra pessoa pode iluminar os nossos dias mais escuros.

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Turning Red: Estranhamente Vermelho (2022)

Quando a puberdade bate à porta, tudo muda de repente. São as alterações físicas, que assustam e entusiasmam em igual medida; o constante vaivém de sentimentos, sempre à flor da pele; e os adultos que, afinal, já não nos servem para dar colo nem compreendem nada do que dizemos. A jovem Mei Lee não é excepção – tirando o facto de se transformar num gigante panda-vermelho, claro.

Flow – À Deriva (2025)

Sem quaisquer diálogos, este filme de animação independente sagrou-se como a primeira nomeação e vitória da Letónia na história da Academia de Cinema, tendo ganho o Óscar de Melhor Longa-Metragem de Animação em 2025. Profundamente deslumbrante, sereno e expressivo (apesar de 

“mudo”), acompanha um gato que tenta sobreviver num mundo pós-apocalíptico onde o nível da água sobe drasticamente, cruzando-se com outros animais numa viagem de sobrevivência. 

Filmes para crianças

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Será que os filmes da Disney são sensatos, divertidos e visualmente interessantes – perfeitos para toda a família? Ou são uma lamechice que só serve para fazer lavagem cerebral às crianças? Toda a gente tem uma opinião sobre os mais de 50 filmes de animação que foram lançados ao longo dos anos pela empresa de Walt Disney.

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