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Mia Farrow no filme 'A Semente do Diabo' (1968)
© DRMia Farrow no filme 'A Semente do Diabo' (1968)

Os melhores filmes de terror na Netflix

Estes são os melhores filmes de terror na Netflix, ideais para uma noite sem pregar olho.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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A história do cinema de terror já vai longa. Desde o início do século XX que inúmeros realizadores expandem e redefinem os limites do género. Esta amplitude referencial e estética está bem patente na nossa lista dos 100 melhores filmes de terror de sempre. Já a oferta de filmes de terror na Netflix é muito limitada, mas encontram-se lá clássicos absolutos como A Semente do Diabo (1968, na foto), de Roman Polanski, ou Shining (1980), de Stanley Kubrick. E uns quantos filmes mais recentes, com destaque para Um Lugar Silencioso (2018), de John John Krasinski.

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Os melhores filmes de terror na Netflix:

A Dança da Morte (1945)

É de Michael Redgrave, no papel de ventríloquo possuído pelo seu próprio boneco, de quem toda a gente se lembra nesta antologia de horrores produzida pela Ealing Studios e organizada com uma série de histórias contadas por convidados de um chá numa remota casa de férias. A qualidade das histórias varia, neste filme que é a primeira produção de terror após a II Guerra Mundial, período durante a qual o género andou desaparecido em Inglaterra. Mas o talento envolvido, isto é, a nata daquela importante produtora, continua a impressionar.

Drácula de Bram Stoker (1992)

Com direcção de Francis Ford Coppola, Drácula de Bram Stoker é, a par do Nosferatu original, o melhor de todos os filmes sobre o maior vampiro da ficção. O realizador parte dos factos históricos conhecidos sobre Vlad, o Empalador, para, sobre a batalha de vontades entre Van Helsing (Anthony Hopkins) e o vampiro, criar um sub-enredo carregado de romantismo completamente fiel ao original. Gary Oldman interpreta o papel como um homem movido pela raiva e pelo desejo de vingança, acrescentando substância psicológica e maldade em estado puro à personagem.

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O Renascer dos Mortos (2004)

Como muito bem sabem os aficionados de The Walking Dead, os zombies não só estão para durar como o cinema e a televisão que tratam das suas aventuras não lhes dão descanso. Pelo que não admira que em 2004, Zack Snyder, com argumento de George A. Romero, se atirasse a nova versão do clássico. O que admira é como o realizador enfrentou a sombra de um passado tão honroso e trouxe o tema para a actualidade, equilibrando cenas de violência ao mesmo tempo nojentas e arrepiantes com deliciosos pormenores sobre as personagens interpretadas por Sarah Polley, Ving Rhames e Mekhi Phifer.

Distrito 9 (2009)

Ninguém esperava um filme assim. Distrito 9 é produção de orçamento curto, primeira obra do realizador Neill Blomkamp, rodada na África do Sul. Não há estrelas entre o elenco e as referências culturais são obscuras. No entanto, é descarada a consciência política, e a brutalidade da violência é preenchida com terror no grau extremo da escala. Com certeza por isso, esta história de um homem que dá por si infectado por um esporo de origem extraterrestre rendeu mais de 200 milhões de dólares e foi nomeado para o Óscar de Melhor Filme.

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A Purga (2013)

Uma noite por ano, nos Estados Unidos, as pessoas podem cometer todos os crimes, com pouquíssimas restrições e sem repercussões judiciais. Eis a premissa distópica de uma das mais populares franquias de terror dos últimos anos. Mas antes do sucesso, das sequelas, das prequelas e dos spin-offs, em 2013, houve este modesto filme de invasão domiciliária protagonizado por Ethan Hawke e Lena Headey e realizado por James DeMonaco.

Nós (2019)

O segundo filme de Jordan Peele não chega aos calcanhares da sua fulgurante estreia atrás das câmaras, Foge. Mas vale a pena vê-lo. Começa com uma criança a encontrar algo de horrível na casa assombrada de uma feira popular, em meados dos 80s. E continua com ela crescida, a visitar a mesma zona com o marido e os dois filhos. Uma noite, o filho diz-lhe que está uma família no quintal, quando vê quatro sósias deles vestidos de vermelho, e a acção começa a desenvolver-se, à medida que as perguntas se amontoam. Sem resposta.

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