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Winona Ryder e Gary Oldman em 'Dracula'
© DRWinona Ryder e Gary Oldman em 'Dracula'

Os melhores filmes de terror na Netflix

Estes são os melhores filmes de terror na Netflix, ideais para uma noite de susto.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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A história do cinema de terror já vai longa. Desde o início do século XX que inúmeros realizadores expandem e redefinem os limites do género. Esta amplitude referencial e estética está bem patente na nossa lista dos 100 melhores filmes de terror de sempre. Já a oferta de filmes de terror na Netflix é muito limitada, mas encontram-se lá alguns filmes indispensáveis, como o Drácula de Bram Stoker, adaptado ao cinema por Francis Ford Coppola, ou esse clássico de culto que é A Dança da Morte.

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Os melhores filmes de terror na Netflix

A Dança da Morte (1945)

É de Michael Redgrave, no papel de ventríloquo possuído pelo seu próprio boneco, de quem toda a gente se lembra nesta antologia de horrores produzida pela Ealing Studios e organizada com uma série de histórias contadas por convidados de um chá numa remota casa de férias. A qualidade das histórias varia, neste filme que é a primeira produção de terror após a II Guerra Mundial, período durante a qual o género andou desaparecido em Inglaterra. Mas o talento envolvido, isto é, a nata daquela importante produtora, continua a impressionar.

Drácula de Bram Stoker (1992)

Com direcção de Francis Ford Coppola, Drácula de Bram Stoker é, a par do Nosferatu original, o melhor de todos os filmes sobre o maior vampiro da ficção. O realizador parte dos factos históricos conhecidos sobre Vlad, o Empalador, para, sobre a batalha de vontades entre Van Helsing (Anthony Hopkins) e o vampiro, criar um sub-enredo carregado de romantismo completamente fiel ao original. Gary Oldman interpreta o papel como um homem movido pela raiva e pelo desejo de vingança, acrescentando substância psicológica e maldade em estado puro à personagem.

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O Renascer dos Mortos (2004)

Como muito bem sabem os aficionados de The Walking Dead, os zombies não só estão para durar como o cinema e a televisão que tratam das suas aventuras não lhes dão descanso. Pelo que não admira que em 2004, Zack Snyder, com argumento de George A. Romero, se atirasse a nova versão do clássico. O que admira é como o realizador enfrentou a sombra de um passado tão honroso e trouxe o tema para a actualidade, equilibrando cenas de violência ao mesmo tempo nojentas e arrepiantes com deliciosos pormenores sobre as personagens interpretadas por Sarah Polley, Ving Rhames e Mekhi Phifer.

Distrito 9 (2009)

Ninguém esperava um filme assim. Distrito 9 é produção de orçamento curto, primeira obra do realizador Neill Blomkamp, rodada na África do Sul. Não há estrelas entre o elenco e as referências culturais são obscuras. No entanto, é descarada a consciência política, e a brutalidade da violência é preenchida com terror no grau extremo da escala. Com certeza por isso, esta história de um homem que dá por si infectado por um esporo de origem extraterrestre rendeu mais de 200 milhões de dólares e foi nomeado para o Óscar de Melhor Filme.

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A Purga (2013)

Uma noite por ano, nos Estados Unidos, as pessoas podem cometer todos os crimes, com pouquíssimas restrições e sem repercussões judiciais. Eis a premissa distópica de uma das mais populares franquias de terror dos últimos anos. Mas antes do sucesso, das sequelas, das prequelas e dos spin-offs, em 2013, houve este modesto filme de invasão domiciliária protagonizado por Ethan Hawke e Lena Headey e realizado por James DeMonaco.

Nós (2019)

O segundo filme de Jordan Peele não chega aos calcanhares da sua fulgurante estreia atrás das câmaras, Foge. Mas vale a pena vê-lo. Começa com uma criança a encontrar algo de horrível na casa assombrada de uma feira popular, em meados dos 80s. E continua com ela crescida, a visitar a mesma zona com o marido e os dois filhos. Uma noite, o filho diz-lhe que está uma família no quintal, quando vê quatro sósias deles vestidos de vermelho, e a acção começa a desenvolver-se, à medida que as perguntas se amontoam. Sem resposta.

Mais filmes para ver

  • Filmes

Essa ideia de o cinema português ser uma seca… Enfim, só em parte é verdade. Aliás, existindo desde 1896, com milhares de realizações, alguém se havia de safar. E safou-se. Nas várias fases do cinema português, há filmes e realizadores de se lhes tirar o chapéu, incluindo alguns, até mais do que uma vez, reconhecidos internacionalmente. É natural por isso que, quando se fala nos filmes portugueses obrigatórios, haja nomes de realizadores que se repetem. Porque, como em tudo o resto na vida, alguns cineastas são pura e simplesmente melhores do que outros.

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  • Filmes

Este terá sido, provavelmente, um dos anos mais estranhos da história do cinema, assim como da humanidade, no geral. A pandemia veio baralhar as contas a todos, e a indústria cinematográfica atravessou um ano atípico, com rodagens e estreias canceladas ou adiadas.  As salas de cinema permanecem abertas (por agora), apesar do crescimento de novas infecções em todo o mundo. Num ano vivido a meio-gás, não vimos nenhum filme que merecesse mais de quatro estrelas. Mesmo assim, e tendo em conta que 2021 está aí, elaborámos uma lista com os melhores filmes que se estrearam em Portugal em 2020.

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  • Filmes

Primeira conclusão: há menos polícias – e os que há nem sempre são dos bons ou têm um papel importante – do que bandidos no cinema policial. Segunda conclusão: há muitos figurões, movendo-se na zona cinzenta da sociedade, manipulando o mal, mostrando as muitas formas do crime. Mais coisa menos coisa é assim neste género tão apreciado por Hollywood, por produtores de outras paragens, e principalmente pelo público, que tantas vezes simpatiza com o malfeitor, ou pelo menos com os seus motivos, como acontece em boa parte dos 20 filmes que seguem e que ao longo do tempo marcaram o cinema.

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Vamos à parte honesta: a adolescência é um interminável conjunto de situações estranhas, experiências novas, inesperadas, castigos sociais, dores de crescimento, paixões não correspondidas (ou sim). É também um poço sem fundo para todo o tipo de urgências, porque tudo é hoje, porque crescer é a única coisa que interessa, porque a idade adulta parece incrível. E como é que se retrata tudo o que cabe na psique de um teenager? Não há uma resposta empírica. O que há, são tentativas infindáveis, ao longo de décadas, em traduzi-las no ecrã para que tudo pareça um bocadinho mais simples. E a Netflix tem no seu catálogo alguns dos títulos que vão resumindo – mal ou bem – aqueles anos. Eis dez filmes de adolescentes para ver na Netflix.

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  • Filmes

A exemplo do western, o filme musical é um género clássico cuja morte é regularmente anunciada. Mas a verdade é que continuam a ser feitos musicais nos Estados Unidos e também, a espaços, na Europa. Certo é que a força não é a mesma que fez de títulos como O Feiticeiro de Oz ou Serenata à Chuva pedaços inesquecíveis de cinema, mas se as grandes produções dentro do género continuam a levar gente às salas de cinema e, mais tarde, aos sofás de casa, é um claro sinal de que alguma coisa continua a ser bem feita. Na lista que se segue encontra alguns desses exemplos; cinema bem feito, com um toque fresco, com uma visão diferente, com uma prestação memorável. São os melhores filmes musicais deste século. Recomendado: Os melhores e os piores filmes da Marvel

  • Filmes

Definir aquilo que podemos considerar como "filmes de luta" não é fácil. Há filmes que o são em parte, há filmes que o são num todo, há filmes com cenas de luta memoráveis, sequências inesquecíveis e filmes que, de argumento e execução tão fracos, acabamos por descartar. Aqui, o assunto luta serve de muitas formas. Há artes marciais, wrestling, boxe, luta de rua, há histórias que se constroem em torno dos punhos, há veracidade e ficção e ambas. A premissa foi combinar argumento e execução para chegar a uma obra digna, seja ela de produção megalómana Hollywoodesca ou independente, na lista que se segue tem opções para todos os gostos. Fique a conhecer os melhores filmes de luta no cinema. Recomendado: As 25 melhores séries de comédia

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  • Arte

Se sempre quis conhecer melhor a história daquele artista que admira ou perceber o contexto em que determinada obra foi concretizada (ou se, simplesmente, aprecia mergulhar em mentes e vidas alheias), a solução pode passar por uma sessão de cinema dedicada a nomes mais ou menos conhecidos da arte nacional ou internacional. Entre documentários que resgatam escultores ou fotógrafos do anonimato, biopics que funcionam como autênticas cápsulas do tempo e nos conduzem a certos episódios da vida dos artistas ou, até mesmo filmes que nos levam aos bastidores de trabalho de reputadas figuras da arte contemporânea portuguesa, há de tudo na Netflix ou no Filmin (uma espécie de Netflix para produções independentes). Escolha um (ou vários), prepare as pipocas e aproveite. Recomendado: 10 obras de arte que nos lembram como é bom estar em casa

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