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Alfândega do Porto: um lugar para descobrir animais extintos

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O Museu Natural de Londres é o responsável pela exposição Extinção – O Início ou o Fim, que chegou agora à Invicta e vai ficar na Alfândega do Porto até 8 de Outubro. O objectivo é permitir uma reflexão sobre o fenómeno da extinção, que rodeia o Homem, muitas vezes provocada por ele, e à qual acabará por não escapar.

Na mostra, que apresenta mais de 60 espécies de várias partes do mundo, em vias de extinção, extintas ou salvas, vai poder encontrar representados, por exemplo, os extintos golfinho de Baiji e o tigre-de-dentes-de-sabre.

Os visitantes são recebidos pelo crânio de um dinossauro, com a primeira ideia da exposição escrita ao lado: "As espécies que conhecemos hoje representam menos de 1% de toda a vida que existiu na Terra". A biodiversidade do planeta está exposta no corredor de entrada da mostra, através de fotografias e vídeos. Dos ecrãs, saltam à vista perguntas como "A extinção é um fim ou um início?", "É mais importante salvar umas espécies que outras?", "O que irá causar a extinção do ser humano?".

Na exposição, que se divide em duas partes, uma dedicada às espécies extintas e outra às que foram salvas ou ainda o podem ser, salvo uma ou outra excepção, todos os espécimes são reais.

No último painel reflecte-se sobre a possível extinção humana e, perto do fim, é feito um convite ao debate sobre as espécies que se devem salvar ou até, trazer de volta à vida, o que já é possível com uma uma amostra bem conservada e completa do ADN do animal extinto.

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