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Amarante
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Destinos a menos de uma hora do Porto

Fugir ao fim-de-semana? Às vezes não é fácil. Temos destinos a menos de uma hora do Porto para sair da rotina e acabar a semana em grande.

Escrito por
Editores da Time Out Porto
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Chegámos ao fim-de-semana e o que mais apetece é dar umas escapadinhas. As que sugerimos são rápidas, fáceis, baratas e cheias de surpresas, para fins-de-semana ou férias grandes. A equipa da Time Out traz-lhe uma lista de destinos até uma hora do Porto com os respectivos roteiros: onde dormir, passear, comer, beber e descansar. Neste campeonato, Portugal não o vai desiludir. 

Claro, se quiser ficar por cá, também existem opções para escapadinhas românticas, por exemplo. Se quiser fazer algo em família, pode sempre reunir toda a gente e reservar mesa num restaurante. O que não faltam são opções. 

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Destinos a menos de uma hora do Porto

Vila Nova de Cerveira, Moledo e Caminha
© Luis Lagadouro / Município de Vila Nova de Cerveira

Vila Nova de Cerveira, Moledo e Caminha

Esta trilogia é conhecida por muitos e, normalmente, quem vai a um local também dá um salto aos outros. Afinal, é tudo vizinhança. Cerveira, que deve ser o ponto de partida, reúne o melhor de dois mundos: praias e cultura. Neste último departamento, há o Convento de SanPayo, o Aquamuseu do Rio Minho, o Castelo e o Miradouro de Vila Nova de Cerveira, o Cervo, várias capelas e o Forte da Atalaia. Claro que para ver isto tudo vai ser preciso descansar pelo meio e, para isso, pode escolher o Hotel Rural da Quinta da Malaposta, do século XIX, onde estão presentes características do movimento Romântico, ou o Hotel Turismo do Minho, já deste século, com um spa para recuperar as energias. E quem vai a Cerveira, vai também a Moledo e Caminha.

São muitos os portuenses que vão a Moledo para fazer praia, embora o vento seja um visitante habitual. Contudo, se se desviar até à Praia da Mariana, em Afife, pode ser que não esteja tanta ventania. E, já que está por lá, aproveite para provar o robalo ao sal com algas do restaurante A Mariana. Outra opção é o Pra Lá Caminha, famoso pelas sandes com nomes estranhos, como “Luís Ah Leão!!!” e “Alminhas de Merda” (sim, isto come-se e é bom).

A terceira paragem é Vila Praia de Âncora, em Caminha. Depois de uns mergulhos no mar, almoce no Amândio, onde é provável que se fique pelas entradas servidas por lá. A meio da tarde vá ao Pincho, em Amonde, onde encontra um conjunto de lagoas e quedas de água. Quando voltar a Cerveira, termine o dia com os crepes do Luar e com os pimentos padrón do Palma. Para um copo e um pezinho de dança depois do jantar, a Rua Direita está à sua espera.

Ponte de Lima
©Miguel Costa

Ponte de Lima

Ponte de Lima já teve a oportunidade de ser promovida a cidade, mas recusou. Quis continuar a ser a vila mais antiga de Portugal, um pedaço do Minho rústico, histórico e onde a natureza ainda parece intacta. Não é por acaso que é conhecida como a capital dos jardins: não só por causa do Festival Internacional dos Jardins, mas também por outros espaços verdes seráficos, como o escultórico Parque Temático do Arnado, que parece um mundo à parte, com o Jardim Romano, o Jardim Labirinto, o Jardim Renascença, o Jardim Barroco e o horto botânico.

Outro sítio especial são as Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos, uma paisagem protegida a norte do Rio Lima com 350 hectares, espécies vegetais raras e vários bichinhos. Quanto ao alojamento, o Carmo’s Boutique Hotel e a Mercearia da Vila são boas hipóteses. Nos comes e bebes, vá à confiança: em Ponte de Lima não há invenções gourmet, onde quer que se vá pode comer-se bem, barato e em grandes quantidades, do sarrabulho ao polvo à lagareiro.

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Lamego
© DR

Lamego

Há paisagens que são um calmante mais eficaz do que muitos comprimidos que andam por aí. O caso do Douro é exemplar. Para não ultrapassar uma hora de viagem, sugerimos uma visita a Lamego. Recarregar baterias é a palavra-chave: pode deitar-se e acordar com uma vista inspiradora no Douro Royal Valley Hotel & Spa, um design hotel inaugurado em 2009; ou, se estiver disposto a desgraçar a conta bancária, viver que nem um rei no Six Senses Douro Valley, uma quinta do século XIX transformada num hotel com quartos e suítes espalhadas por uma floresta à beira-rio.

Lá fora, no mundo real, aproveite o facto de Lamego ser o berço do espumante para visitar as Caves da Murganheira (Abadia Velha, Ucanha). Depois do vinho, a religião: vá conhecer a Sé de Lamego, uma catedral gótica, e o imponente Santuário de Nossa Senhora dos Remédios. Em Lamego também se inventou, há mais de 50 anos, uma bola especial: o local certo para provar bolas caseiras recheadas de presunto e fiambre, vinha d’alhos, bacalhau ou frango é a Pastelaria da Sé.

Amarante
©Marco Duarte

Amarante

Em Amarante, a pouco mais de meia hora do Porto, encontra o local ideal para descansar e, quem sabe, aprender um pouco de história. Para ficar alojado, aconselhamos a Casa da Calçada, porque um hotel que já foi palácio é sempre uma escolha acertada; ou o Hostel des Artes, se preferir algo menos opulento e caro.

Depois de assentar arraiais, parta à descoberta do património românico da cidade, que se traduz em igrejas, mosteiros e uma ponte. Pode e deve visitar também a Igreja de São Gonçalo e o Convento de São Gonçalo, onde está o Museu Amadeo de Souza-Cardoso, que apresenta obras do célebre pintor amarantino e de outros artistas, como António Carneiro.

Se lhe der a fome após a visita, pode degustar os indecentes doces de São Gonçalo, vendidos nas barraquinhas ao lado do convento. A forma fálica destas iguarias vai gerar risos e, com certeza, muitas fotografias para o Instagram. Mas não coma demais, porque ao pé da ponte de São Gonçalo vai encontrar a Confeitaria da Ponte, onde se pode deliciar com os tradicionais papos d’anjo, as lérias, os foguetes e as brisas do Tâmega. Para digerir o açúcar, vá passear pela Serra do Marão ou mergulhar na piscina com cascatas do Parque Aquático de Amarante, que tem uma bela vista para o rio Tâmega.

Quando estiver pronto para o jantar, pode optar por um restaurante com uma estrela Michelin, o Largo do Paço, no hotel Casa da Calçada, ou pelas tabernas e tascos típicos, como a Taberna do Coelho, a Taberna Xandoca e a Taberna Don Rodrigo.

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Castelo de Paiva
© DR

Castelo de Paiva

Neste caso, a nossa sugestão é atracar no Rio Douro Hotel & Spa, um hotel camuflado numa encosta que domina o rio Douro, junto à localidade de Raiva, e ficar lá o máximo de tempo possível. Mesmo se sofrer de bicho carpinteiro, o mais provável é não querer sair de lá. Os quartos têm vista para o rio e para as colinas verdejantes do Douro. O hotel tem uma piscina exterior com horizonte em cima do rio, um spa com piscina interior, sauna, serviços de massagem e tratamentos de beleza, um ginásio e um restaurante panorâmico.

Se fizer mesmo questão de sair do hotel, aproveite para experimentar os restaurantes tradicionais O Cantinho e a Casa de São Pedro, e visitar os monumentos da Rota do Românico de Penafiel e Paredes, localidades vizinhas.

Arouca
© DR

Arouca

Dizemos isto sem medos: Arouca é das vilas mais bonitas do país. Basta ver imagens da Serra de Montemuro, a oitava maior elevação de Portugal continental, e da Serra da Freita, com cumes que ultrapassam os 1000 metros de altitude. Na Serra da Freita estão duas coisas que qualquer pessoa tem de ver antes de morrer: a Frecha da Mizarela e as Pedras Parideiras. A primeira é uma cascata - tem 900 metros de altitude, sendo uma das maiores da Europa. Já as Pedras Parideiras, um fenómeno geológico raro, são pedras que brotam de uma rocha-mãe (há a crença de que dormir com uma destas pedras debaixo da almofada aumenta a fertilidade).

Em Arouca vale a pena visitar as aldeias históricas das redondezas – sítios como Albergaria da Serra, Cabreiros e Cando, imersos na natureza em estado puro e agreste – e fazer um rali de vitela arouquesa, cabrito assado e doçaria conventual, os principais petiscos desta região. A Tasquinha da Quinta, o Décio e a Casa no Campo são alguns dos bons restaurantes de Arouca. Para descobrir o riquíssimo património geológico deve estar atento às actividades e conselhos do Arouca Geopark e aos percursos pedestres disponibilizados no site da Quinta da Mestra, uma design house em plena aldeia onde pode e deve ficar instalado.

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Guimarães
© DR

Guimarães

Começando pelos clássicos, entre no teleférico e suba até ao pulmão verde (e miradouro) da cidade, o Parque e Santuário da Penha. Para respirar história, visite o Castelo de Guimarães, o Paço dos Duques de Bragança, a Muralha Medieval, a Praça de Santiago e o Largo do Toural, zona central onde gravitam várias lojas, restaurantes e bares da cidade. Exemplos: a mítica Adega dos Caquinhos, cujos rojões à minhota e restantes pratos 100% tradicionais são regados com o vernáculo da dona da casa; a Cervejaria Martins, onde, segundo os nativos, se servem os melhores finos de Guimarães; a cinquentenária Confeitaria Clarinha; a livraria Luís Pinto dos Santos, instalada numa adega de uma casa do século XVIII; e o rol de bares do centro histórico. Sem esquecer A Cozinha, restaurante do chef António Loureiro que foi distinguido com uma estrela Michelin. 

Para sentir o pulsar cultural de Guimarães, visite a Plataforma das Artes, o Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura (CAAA), o Centro Cultural Vila Flor e os seus jardins, o São Mamede e a Cor de Tangerina, uma cooperativa cultural, casa de chá e restaurante vegetariano com um jardim bucólico. Para dormir, aposte nos apartamentos amorosos Guimarães Studios Lounge, no hotel de charme Hotel da Oliveira, ou no Hotel Fundador.

Braga
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Braga

Depois de Guimarães, nada como dar um salto a Braga, que tem distracções mais do que suficientes para preencher um fim-de-semana. A recomendável Galeria Mário Sequeira, o Santuário do Bom Jesus do Monte, célebre exemplo do neoclássico português, o Mosteiro de Tibães, a arquitectura contemporânea da Capela Árvore da Vida, a Sé de Braga, que é a catedral mais antiga de Portugal, a livraria Centésima Página e o Museu Nogueira da Silva, com um belo jardim, são paragens essenciais.

Quando chegar a hora de almoço, vá conhecer a Casa de Pasto das Carvalheiras (da Palmeira, na versão original portuense) com os seus mini-pratos criativos, e o Arcoense, onde a comida tradicional portuguesa é levada muito a sério. E como ir a Braga e não comer frigideiras é pecado, passe pelo café Frigideiras do Cantinho.

Caso um dia não lhe chegue para a explorar a cidade, fique hospedado no bonito hotel Bracara Augusta, que fica numa casa com mais de 400 anos. 

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Viana do Castelo
© DR

Viana do Castelo

Viana é um bom exemplo de uma cidade pequena que consegue ter uma vida cultural desperta e com pontos de interesse. Testemunhos disso são a loja de design/ galeria Objectos Misturados, o Dínamo 10, espaço de co-working com actividades culturais, o À Moda Antiga, mercearia/loja/ café com exposições e bons petiscos, ou o Mercado na Loja, cafetaria/loja gourmet com lanches, almoços e brunches altamente recomendáveis. Para matar a fome, vá ao Manuel Natário (não confundir com o Zé Natário), meca das bolas de Berlim e frigideiras.

Voltando ao roteiro cultural, dê um salto ao Museu do Traje, ao Museu de Artes Decorativas, à Biblioteca Municipal, de Álvaro Siza Vieira, ao Centro Cultural, desenhado por Souto de Moura, ao navio-museu Gil Eannes e ao Santuário de Santa Luzia, no cimo do monte Santa Luzia, uma das basílicas e um dos miradouros mais fantásticos do país.

Em Agosto há as Festas de Nossa Senhora da Agonia, ponto alto da vida da cidade. Convencido? Se sim, aproveite para ficar hospedado na Fábrica do Chocolate, hotel, restaurante e museu instalado na antiga fábrica da Avianense, ou na Casa Melo Alvim, um edifício senhorial no centro histórico.

Torreira e Furadouro
© Marco Duarte

Torreira e Furadouro

Andar de carro minutos e minutos seguidos ao lado da Ria de Aveiro é bonito e sabe a férias. Se é daqueles que não sobrevive sem praia e fotossíntese, é um bom plano passar uns dias na Torreira e no Furadouro antes de dar um salto a Aveiro. Para pernoitar, pode apostar na Pousada da Ria, que fica no istmo que une Murtosa às praias de São Jacinto, em plena ria, ou no Furadouro Boutique Hotel Beach & Spa

Quando o apetite abrir, o restaurante Avenida Praia, com peixe fresco, ou a pizzaria Calábria Mar, ambos na Torreira, são capazes de saciar toda a família e amigos para a tarde que se segue: uma visita (romântica ou não) às espantosas Dunas de São Jacinto – uma reserva natural feita de areais, pequenos bosques e lagoas – ou um passeio pelas praias da Torreira, de Monte Branco, de Cortegaça ou do Furadouro, com areais a perder de vista. Ao jantar vá ao Furadouro comer peixe fresco, mais exactamente ao Café Cervejaria O Tasco, que tem sempre fila à porta – que se mistura com o fumo do grelhador. Depois é hora de beber um copo no Café da Praia ou na Esplanada da Ria, na Torreira.

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Coimbra
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Coimbra

Coimbra não tem o espírito e a graça de tempos passados, mas é uma cidade simpática para passar um fim-de-semana alargado. No que toca aos hotéis, pode escolher o luxuoso Quinta das Lágrimas (hotel, restaurante, spa, jardim e campo de golfe). Para uma opção mais em conta, não fica nada mal servido com o Hotel Vila Galé, que tem piscina exterior e interior e um pequeno-almoço pantagruélico.

A zona do Quebra-Costas, que liga o centro histórico à Alta de Coimbra, é ideal para passar uma tarde. Tem feiras, cafés, lojas, alguns concertos ao ar livre, sítios para ouvir fado de Coimbra (como o Fado ao Centro) e restaurantes, como o Fangas Mercearia Bar, bom para tomar um copo de vinho acompanhado de petiscos. Um dia bem passado inclui também uma visita ao Museu da Ciência da Universidade e ao Mosteiro e Convento de Santa Clara, cujas ruínas são um dos primeiros exemplares da arquitectura gótica do país. Coimbra é para ser percorrida a pé, entre as ruelas da Universidade e da Sé Velha e entre os recantos do lindíssimo Jardim das Sereias, na Sé Nova, e do Penedo da Saudade, parque e miradouro, que tem vários poemas de amor inscritos em pedras. Inclua também no plano conhecer Conímbriga, estação arqueológica romana a 16 quilómetros de Coimbra.

Aveiro
© DR

Aveiro

A Costa Nova merece a primeira referência: pela praia e pelos palheiros, as casinhas pintadas com listas verticais e horizontais de cores vivas. Depois de umas horas na praia, a melhor refeição é atirar-se a uma tripa de chocolate ou a uma bolacha americana com Nutella, os principais petiscos da rua principal da Costa Nova. Se quiser ficar hospedado nesta zona, os apartamentos Casa da Ria são uma boa opção. Outra actividade obrigatória é visitar as Salinas de Aveiro, onde também pode comprar sal lá para casa.

Passando para o centro da cidade, há o mercado de peixe José Estêvão na Praça do Peixe, local onde se encontram vários restaurantes onde comer peixe fresco, bares, lojas e cafés. Nesta zona fica o belíssimo Museu de Arte Nova. 

Outro ex-líbris de Aveiro são os mui adorados hambúrgueres do Ramona. Não convém falhar um passeio pelo canal central da Ria de Aveiro, a bordo de um moliceiro – atente nas quadras pimbas inscritas nos barcos. Para ficar alojado no centro de Aveiro, aposte no Hotel Moliceiro ou no Meliá Ria Hotel & Spa, ambos de quatro estrelas. 

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Curia
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Curia

Termas e leitões. Dupla improvável, mas com imenso potencial. Para fugir ao reboliço citadino, instale-se nas Termas da Curia, que são todo um programa: além de hotel e de spa, têm um campo de golf, um extenso parque e uma rota pelos vinhos da Bairrada. Pode também optar pelo Curia Palace, com spa, golf, jardins, campos de ténis e de futebol, uma quinta com animais para os mais novos e uma adega para os enófilos.

Está situada em plena Bairrada, onde o leitão é rei. Os restaurantes mais concorridos são o Pedro dos Leitões e a Meta dos Leitões. Aproveite a proximidade para visitar as Caves do Solar de São Domingos na Moita, que reúnem galerias escavadas na rocha, um museu e uma sala de provas de vinhos, e para ficar a conhecer vilas históricas como Ançã e Cantanhede.

Imperdível é um longo passeio pela principesca Serra do Buçaco, que parece saída de um filme, com a sua mata e o seu palácio real.

Há vida além do Porto

  • Viagens

A moda de baloiços panorâmicos foi adoptada pelos portugueses no Verão de 2020 e o número continua a crescer. Têm vista para o rio, para a serra ou para o campo e têm uma resistência acima da média. Uma excelente notícia para adultos que assim já se podem sentar e baloiçar sem ter medo de rebentarem com toda a estrutura, enquanto se recordam de uma infância leve e solta. E estão espalhados um pouco por todo o país, à espera dos visitantes que aproveitam para alimentar de imagens as suas redes sociais. Conheça alguns dos melhores baloiços do país e comece a planear a sua visita.

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  • Viagens

A praia e as piscinas de hotel não são a única opção se quiser dar uns mergulhos ou ir chapinhar com as crianças. As piscinas naturais, por exemplo, têm muitas vantagens e são mais abundantes do que se possa pensar. Normalmente no meio da natureza, permitem-no observar a beleza selvagem que o rodeia, enquanto nada em águas sem cloro. Já para não falar que são excelentes alternativas para fugir de enchentes. Fomos à procura das piscinas naturais em Portugal mais imperdíveis e partilhamos esta lista para o fazer sair de casa. Aproveite e junte a família. Mas com cuidados, não se esqueça.

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