Vale a pena trocar o Porto pela Pícua?

Muitos acham que sim. A Time Out dá-lhe cinco razões para fugir ao rebuliço da cidade.
Parque da Pícua
Eduardo Martins | O Parque da Pícua é um excelente local para a prática de exercício
Time Out em associação com Vizta
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Na Pícua, em Águas Santas, ainda se consegue ter o melhor dos dois mundos: espaço para respirar sem perder o Porto de vista. A cidade continua suficientemente perto para os jantares improvisados, os concertos ao fim-de-semana ou a rotina de trabalho, mas o dia-a-dia já acontece longe do trânsito, do barulho e da sensação constante de correria. Nos últimos anos, esta zona da Maia começou a atrair famílias e jovens casais que procuram casas maiores, ruas mais calmas e uma vida menos acelerada, sem abdicar da proximidade à cidade. A lógica não é trocar o Porto pela periferia; é continuar ligado a tudo o que a cidade tem, mas viver com mais margem para aproveitar o resto.

Cinco razões para trocar o Porto pela Pícua

O Porto continua ali ao lado

Continua a ser fácil trabalhar no Porto, combinar um jantar durante a semana, ir a um concerto ou encontrar amigos sem transformar qualquer programa numa operação logística. A proximidade permite manter a rotina praticamente intacta, mas com a sensação de chegar a casa e deixar para trás o ritmo frenético da cidade.

A partir da Quinta da Pícua, em Águas Santas, o centro do Porto fica a menos de 20 minutos de carro e a pouco mais de meia hora de transportes públicos.

O Parque da Pícua faz parte do quotidiano

Aqui, os espaços verdes não são um plano de fim-de-semana -- fazem parte do dia-a-dia. O Parque da Pícua tornou-se um ponto de encontro natural para quem vive na zona, seja para correr ao fim da tarde, passear o cão, levar as crianças ao parque infantil ou simplesmente aproveitar algum tempo ao ar livre. 

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As casas aqui são outra coisa

Mais luz, mais área, varandas maiores e menos sensação de aperto. Fora do centro, a relação entre espaço e qualidade de vida muda bastante, sobretudo para famílias, para quem trabalha a partir de casa ou simplesmente para quem já se cansou de viver apertado.

Há vida de bairro

A Pícua mantém um lado residencial e tranquilo, mas nem por isso é aborrecida – sobretudo para famíliasrestaurantes (como o Francesinha do Mar ou o Madjé), padarias, cafés e comércio local que ajudam a criar uma sensação de comunidade difícil de encontrar em zonas mais aceleradas da cidade. 

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O ritmo é outro

Talvez seja essa a grande mudança. Há menos ruído, menos stress. O dia-a-dia torna-se mais leve e sobra mais espaço (físico e mental) para aproveitar a casa, o bairro e o tempo livre. 

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