Cérebro. Mais Vasto que o Céu

Arte
Cérebro. Mais Vasto que o Céu
Fotografia: Mariana Valle Lima "Cérebro. Mais Vasto que o Céu"

Será mais vasto que o céu. A exposição da Gulbenkian parte de um poema de Emily Dickinson (The brain is wider than the sky) e a sua missão é simples: celebrar a complexidade da mente humana através das suas múltiplas representações, da arte à ciência ou até a filosofia. Um neurónio gigante dá as boas-vindas aos visitantes e reage aos seus movimentos e, a partir daí, a interatividade é absoluta. Há um cérebro com 500 milhões de anos, uma orquestra de cérebros – aqui há um mecanismo que capta as suas ondas cerebrais e as transforma em sons – e, no último núcleo, os robots pintores de Leonel Moura fazem telas em tempo real durante todo o período da exposição. Os visitantes ainda podem jogar Mindball, um jogo de futebol mental em que dois jogadores movimentam uma bola com base nas suas ondas cerebrais.

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