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Num novo espaço com 700 metros quadrados, a galeria MOVART expõe o trabalho de dois artistas com raízes africanas, dando continuidade à sua missão de criar pontes entre os dois continentes. Em "Coisas do Coração e Não Coisas", Fidel Évora "apresenta uma investigação visual e conceptual sobre a transição da imagem analógica para a digital". O artista desconstrói e reconfigura imagens de arquivos históricos, cinema, livros e plataformas digitais através de um processo manual e fotográfico baseado na serigrafia, a sua técnica de eleição. Em simultâneo, Jules Be Kuti leva à galeria a exposição "Fragment from an Invisible Masculinity". Num conjunto de telas, reflecte uma "investigação visual sobre a complexidade da identidade masculina negra". "Inspirado pela sua infância em França, marcada pela presença de figuras masculinas, o artista constrói uma narrativa sensível e multifacetada, onde força e vulnerabilidade coexistem."
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