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"As fronteiras mais difíceis de atravessar não estão inscritas em qualquer mapa. (...) Estão nos olhares, na burocracia, nos arquivos." É assim que Rui Prata, fundador do Imago Lisboa Photo Festival e curador da exposição "Invisible Borders", apresenta os trabalhos de Alina Zaharia, Gloria Oyarzabal, Grace Ribeiro, Patrik Rastenberger, Omar Victor Diop e Wendel A. White, como "alerta entre a subtileza e a brutalidade do racismo". "Estas obras não denunciam apenas as formas explícitas e veladas de exclusão racial, mas propõem também modos de resistência, reparação e reimaginação." A exposição está durante o mês na Sociedade Nacional de Belas Artes e a entrada é livre.
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