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A saudade é um lugar melancolicamente perdido no tempo, irrecuperável, e uma palavra intraduzível para outras línguas. É como o fado: uma coisa muito nossa. Saudade é também o nome da nova exposição do Museu Berardo que traz uma reflexão sobre a relação entre Portugal e a China – aquilo que era outrora e o que é agora. Algo que no Berardo se traduzirá em obras de 16 artistas chineses e portugueses com selecção de Yuko Hasegawa, curadora-chefe do Museu Nacional de Arte Moderna de Tóquio. Cada peça, da pintura ao neón, apresenta uma abordagem diferente ao conceito de saudade e dá uma perspectiva sobre a diversidade cultural e os denominadores comuns que compõem as relações sino-portuguesas. Esta aglutinação dos acervos culturais dos dois países é uma parceria entre o Berardo e a Fosun Foundation, e junta artistas como André Sousa, José Pedro Croft, Vasco Araújo, Joana Vasconcelos, Pedro Valdez Cardoso, Luísa Jacinto e Rui Moreira.
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