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Como à arte não pode faltar natureza, os arquitectos Gonçalo Ribeiro Telles e António Viana Barreto desenharam para os espaços da Fundação Gulbenkian um jardim que se tornou um dos símbolos da cidade, como lugar de ócio, contemplação, percurso, namoro e leitura. Em 2025, o terreno junto ao Centro de Arte Moderna (CAM) reabriu com novos ares sob o projecto do paisagista Vladimir Djurovic, que colaborou com o responsável pela renovação do Centro de Arte Moderna (CAM), o japonês Kengo Kuma. Se de um lado dos jardins, temos as sombras, os riachos, os patos, o bambu, do outro, continuam os espaços poéticos e de ligação total ao ritmo da natureza.
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