No dia 8 de Julho, o Teatro Variedades comemora 100 anos com uma programação especial, que inclui uma visita aos bastidores, uma peça de teatro e um espectáculo de dança na fachada do edifício do Parque Mayer. Eis o programa:
13.30 - visita guiada ao edifício renovado pelo atelier Aires Mateus, com acesso a zonas como os bastidores, acessos de cena ou áreas técnicas. "Entre histórias e curiosidades, a visita percorre também a ligação do teatro à vida cultural da cidade." A inscrição deve fazer-se através do email gestaodepublicos@teatrovariedades.pt.
18.00 - apresentação do livro 100 Anos de Variedades, da jornalista e investigadora Paula Gomes Magalhães e com edição da Imprensa Nacional – Casa da Moeda. O livro recua à data de inauguração, 1926, prosseguindo até à actualidade.
18.45 - inauguração da exposição "Um Lugar chamado Variedades", com curadoria de José Daniel Ferreira e Mário Nascimento (Museu de Lisboa), que reúne objectos, testemunhos e registos dos últimos 100 anos de actividade do teatro, como testemunhos em áudio de espectadores, técnicos e artistas.
19.15 - o espectáculo de dança Axis acontece em frente à fachada do edifício, onde os corpos suspensos de Magalie Lanriot e Morgane Stephan criam diferentes dinâmicas relacionais.
20.00 - estreia "Variedades (...como uma ópera bufa erótica e satírica)", de Fernando Heitor, Flávio Gil e João Paulo Soares (e que integra a programação do Festival de Almada), pensada especificamente para o centenário. O espectáculo, musicado ao vivo, percorre um século de história do Teatro Variedades, através de dez personagens assíduas do Parque Mayer. (Bilhetes entre 14€ e 22€)
21.30 - exibição do filme O Parque das Ilusões (Perdigão Queiroga, 1963), em cópia digitalizada pela Cinemateca Portuguesa. A sessão abre o ciclo Rostos do Variedades, que se prolonga até 31 de Julho com sete sessões gratuitas – quatro no Cinecapitólio Rooftop e três no Cinema São Jorge –, com longas-metragens protagonizadas por actores com Beatriz Costa, Milú, Laura Alves, António Silva, Maria Matos, Hermínia Silva e Ribeirinho.
À excepção da peça "Variedades (...como uma ópera bufa erótica e satírica)", todos os eventos são de entrada livre.

