Em Novembro, arte e antiguidades têm encontro marcado na Sociedade Nacional de Belas Artes

A 7.ª edição da Feira de Outono, que acontece nos entre 10 a 15 de Novembro, conta com 15 expositores dedicados à antiguidades, arte, joalharia, cerâmica e design. Há bilhetes especiais para os leitores da Time Out.
Feira de Outono
Manuel Castilho (stand 06) | | Objeto de Adivinhação em forma de Crocodilo. Kuba, República Democrática do Congo, século XIX/XX. Proveniência: Coleção James Hooper.
Time Out em parceria com Associação Portuguesa de Antiquários
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De 11 a 15 de Novembro, a Feira de Outono regressa à Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, para a sua 7ª edição, com 15 expositores. Organizada pela Associação Portuguesa de Antiquários (APA) desde 2018, a Feira reúne antiquários, galerias de arte e ateliers de design.

Feira de Outono
J. Baptista (stand 04)À esquerda, jarra Art Decó Mestre Ourives Silva & Martins (Porto), e à direita, jarra de prata Art Decó Mestre Ourives Manuel Alexandre de Almeida Júnior (Porto)

Entre os participantes está J. Baptista, casa histórica de antiquários e ourivesaria, leva à Feira jóias, pratas, arte sacra, escultura e pedras preciosas. Também Isabel Lopes da Silva, que há mais de 35 anos reúne na sua loja jóias, pratas e objectos sobretudo das décadas de 1930 a 1970. O espólio reflecte o gosto pessoal da proprietária, especialista neste período. Já a Aristopassagem cruza antiguidades com design moderno e arte contemporânea, numa selecção que junta mobiliário, peças decorativas e objectos de colecção.

O Atelier Daciano da Costa, que se dedica à preservação e divulgação da obra do designer que dá nome ao espaço, uma figura pioneira na afirmação do design em Portugal, também vai lá estar. Entre as peças destacadas pela organização estão as Cadeiras Reitoria, num percurso que vai da obra às reedições. A arte contemporânea está também representada pela Galeria Bessa Pereira, com presença em Lisboa e Milão, que cruza arte moderna e contemporânea com mobiliário de design e artes decorativas, pela Galeria São Mamede, ligada ao modernismo e à arte contemporânea portuguesa, fundada em 1968 e que tem entre as obras destacadas para esta edição Le Vase Bleu, de Vieira da Silva, de cerca de 1976, e pela Trema Arte Contemporânea, fundada em Lisboa em 1992, com um trabalho centrado na pintura, escultura e instalação.

A lista de expositores completa-se com Kukas, criadora de joalharia de autor, que tem entre as peças identificadas na documentação da Feira uma pulseira em prata e prata dourada com quartzo rutilado, de 2025, numa homenagem a Fabergé; Manuel Castilho, cujo trabalho se concentra na arte indo-portuguesa, oriental e europeia, com especial interesse pelo mobiliário; Manuela Verde Lírio, especializada em escultura, mobiliário indo-português e japonês e pintura, e que apresenta, entre as peças destacadas, uma escultura indo-portuguesa de Nossa Senhora do século XVI; e Miguel Arruda Antiguidades, casa fundada em 1986, dedicada a mobiliário e pintura dos séculos XVII a XX, porcelana da Companhia das Índias e arte sacra.

Também participam a Porcelana da China de Maria Eduarda Mota, especializada em porcelana chinesa de exportação, nomeadamente da Companhia das Índias; Ricardo Hogan Antiguidades, que trabalha áreas como a arte indo-portuguesa, arte sacra, escultura, joalharia e pratas; Rota do Tempo de João Ramada Antiguidades, projecto criado em 2010, que reúne desde pintura e mobiliário a peças de arte sacra e apresenta, na documentação desta edição, um presépio italiano do século XVIII em terracota policromada; e Tomás Branquinho da Fonseca, à frente de uma galeria lisboeta dedicada à arte e antiguidades dos séculos XVI ao XXI, com uma obra de Sonia Delaunay de 1939, em guache sobre papel, entre as peças destacadas.

Entre porcelanas, peças de colecção, antiguidades e criação contemporânea, há muito para descobrir, mesmo para quem chega sem uma lista de compras definida.

A inauguração está marcada para 10 de Novembro, entre as 18.00 e as 22.00, com um cocktail reservado a convidados e leitores da Time Out com bilhete. A entrada dá também direito ao levantamento do catálogo da Feira. Nos restantes dias, a Feira abre ao público de 11 a 14 de Novembro, das 15.00 às 21.00, e no domingo, dia 15, das 15.00 às 19.00.

Então e como é que funcionam os bilhetes?

Porque nunca queremos que lhe falte nada, deixamos aqui boas notícias. Os bilhetes gerais custam 12 euros, por pessoa, e 20 euros, para duas pessoas. Para os leitores da Time Out, estão disponíveis 50 bilhetes exclusivos para a inauguração, a 40 euros cada, com acesso ao evento, à cocktail hour e direito ao levantamento do catálogo da Feira. Para reservar, basta enviar um e-mail para apa@apa.pt, com “Time Out” no assunto, e efectuar o pagamento antecipado por transferência bancária. Após o envio do comprovativo de pagamento para o mesmo endereço, será remetido o bilhete digital.

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