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Gosto mórbido, curiosidade abrangente ou saber lidar com o tema da morte? Na semana em que os cemitérios de Lisboa (e não só) se abrem à comunidade, as motivações para lá ir são muitas. Este ano, além do bestseller das visitas nocturnas, pode aprender-se a fazer urnas em cerâmica, há visitas maçónicas e discussões filosóficas sobre a morte. A programação cruza o património funerário com a história, a arquitectura, a arqueologia, a natureza, a filosofia e a antropologia, este ano, também em parceria com o festival "Falar sobre a morte (nunca matou ninguém)", do Goethe-Institut. Os pontos de visita e de encontro são vários: o Cemitério Alemão de Lisboa, o Britânico, o dos Prazeres, o do Alto de São João, o de Carnide ou o do Lavradio (Barreiro), mas também a Casa Ásia, o Museu Arqueológico do Carmo ou o FabLab Lisboa. Todas as actividades são gratuitas (o programa completo está aqui), mas a inscrição é obrigatória, pelo e-mail (cemiterios.visitas@cm-lisboa.pt).
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