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Partindo da floresta – neste caso, a de Monsanto –, o festival Silvestre apresenta um programa de performances, oficinas, caminhadas, filmes e conversas sobre a relação entre corpo, território e consciência ecológica. Há danças ancestrais, escuta, contemplação e partilha, afirmando-se o espaço natural como "lugar de encontro, criação e regeneração". O epicentro é o Centro de Interpretação de Monsanto, os espectáculos e actividades são gratuitos mas requerem inscrição e o alinhamento para o público em geral é este:
14 Out., quarta-feira
19.00 - performance ALARVE, de João dos Santos Martins
20.00 - SOPAS QUE ALIMENTAM, um momento de pausa, encontro e nutrição
15 Out., quinta-feira
14.30 - performance INNOMINĀTU, de Pedro Ramos
16 Out., sexta-feira
16.00 - caminhada pela biodiversidade do Parque Florestal de Monsanto
18.00 - filme "O Diabo do Entrudo", de Diogo Varela Silva (no auditório)
19.00 - SOPAS QUE ALIMENTAM, um momento de pausa, encontro e nutrição
20.00 - performance INNOMINĀTU, de Pedro Ramos
17 Out., sábado
09.30 - caminhada em Monsanto
11.00-13.00 - oficina DANÇAS ANCESTRAIS DE TRANSE E CONTEMPLAÇÃO , com Vera Eva Ham
14.30-17.30 - oficina para famílias NEM TODOS OS PÁSSAROS FAZEM NINHO, com Mariana Ramos
18.00 - filme URSONÂNCIAS, de Luís Margalhau (no auditório)
19.00 - SOPAS QUE ALIMENTAM, um momento de pausa, encontro e nutrição
20.00 - performance CARTOGRAFIA SONORA IMAGINÁRIA, de Paulo Rodrigues e Jorge Graça (no auditório)
21.00 - conversa RABISCOS E ESQUIZOGRAMAS (no auditório)
18 Out., domingo
10.00 - laboratório caminhante PRÁTICAS DE INCORPORAÇÃO ENTRE O INTERNO E O ENTORNO, com Pedro Ramos
12.00 - oficina de Danças Guineenses, com Anália Nanque
13.30 - SOPAS QUE ALIMENTAM, um momento de pausa, encontro e nutrição
15.00 - conversa ANCESTRALIDADE E PRÀTICAS DE REGENERAÇÃO, com Ilda Teresa Castro, Sofia Batalha e Vera Ham (no auditório)
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