MAMAR, DORMIR, REPETIR

Os primeiros meses são intensos, de ritmo acelerado e noites curtas. Num loop infinito entre mamadas e sestas, cresce o maior vínculo de todos: o do bebé com a família.
Clube do Bebé
D.R.
Time Out em associação com Clube Nestlé Baby&me
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Leite materno: muito mais do que alimento

Para a Organização Mundial de Saúde, o leite materno deve ser o alimento exclusivo dos bebés até aos seis meses, sendo que é nele que se encontram todos os nutrientes, incluindo vitaminas e minerais assim como anticorpos e componentes bioativos necessários ao adequado desenvolvimento do bebé nesta fase. É o chamado “alimento vivo”, já que a sua composição se adapta às necessidades do recém-nascido ao longo do dia e ao longo do tempo, muito especialmente durante o primeiro ano de idade. De manhã e à tarde, tem mais proteína e ferro, importantes para a actividade, enquanto que à noite contém mais melatonina e gorduras, que auxiliam o sono e a saciedade, diminuindo os despertares nocturnos. Além de nutritivo, desenvolve o sistema imunitário do bebé, prevenindo infecções como otites e gastroenterites e reduzindo o risco futuro de doenças como asma, obesidade e diabetes. Há, no entanto, uma estrela que fica de fora deste elenco perfeito: a vitamina D. O leite materno garante praticamente todas as necessidades nutricionais do bebé durante os primeiros meses, com exceção desta vitamina, razão pela qual se recomenda suplementação universal e profilática com 400 UI durante os primeiros 12 meses de vida. Se não souber por onde começar experimente o NANCARE Vitamina D. E, depois disso, vale a pena falar com o pediatra sobre a necessidade de manter a suplementação: a vitamina D é determinante para o desenvolvimento, sabemos que está muitas vezes em défice, o aporte pela alimentação é reduzido (ainda mais em bebés, com pequenas quantidades ingeridas, regimes restritos ou vegetarianos e alguns hábitos alimentares menos equilibrados) e, para mais, as recomendações dermatológicas indicam que não se apanhe sol diretamente até aos 24 meses. Mas, até para a mamã, dar de mamar tem as suas vantagens. Previne hemorragias no pós-parto, ajuda na recuperação do corpo, promove a involução uterina e reduz o risco de cancro da mama e ovário. De igual modo, a amamentação fortalece o vínculo afetivo entre mãe e bebé, tanto através do pele com pele, como da libertação de ocitocina – “a hormona do amor” – estimulada pela sucção por parte do bebé. O leite materno alivia ainda a mãe de algum esforço e preocupação, por estar sempre pronto e à temperatura ideal. Mais do que alimento, é carinho, proteção e amor. Ao longo desta fase, é importante que os pais tenham acesso a informação clara e fiável, como a disponibilizada pelo Nestlé Baby&me, para apoiar decisões informadas sobre nutrição e desenvolvimento.

Guia Express: dicas para a pega na amamentação

- “Uma boa pega traduz-se pelo conforto de ambos”. O bebé deve ter a boca bem aberta, lábios virados para fora e o queixo encostado à mama. 
- A mãe não deve sentir dor: os mamilos não ficam feridos e a mama fica mais macia no fim da mamada.
- Traga o bebé até à mama, nunca o contrário. 
- Alinhe barriga com barriga: cabeça, ombros e tronco numa linha reta. 
- Alterne as mamas: deixe uma esvaziar bem antes de trocar. 
- Se precisar, procure um profissional de saúde especialista para melhorar a pega.

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