Museu de Arte Contemporânea Armando Martins, José Pedro Croft
© Francisco Romão Pereira | Peça de José Pedro Croft

MACAM – Museu de Arte Contemporânea Armando Martins

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A Time Out diz

Era um dos museus mais aguardados da cidade e, agora, está finalmente pronto a abrir portas. Dividido em quatro galerias, o MACAM é a nova casa da colecção privada do coleccionador Armando Martins, que contabiliza mais de 600 peças, sendo que aqui são apresentadas 215 numa exposição permanente, que inclui obras portuguesas e estrangeiras, de pintura, escultura, fotografia e vídeo que vão dos anos 70 ao dias de hoje, e duas exposições temporárias – uma centra-se na guerra, a outra na relação do ser humano com o meio ambiente. Além das exposições, vamos encontrar neste museu um hotel de cinco estrelas, um bar, que fica dentro de uma capela dessacralizada do século XVIII, e ainda um restaurante e um café.  

Detalhes

Endereço
Rua da Junqueira, 66
Lisboa
1300-343
Horário
Qua-Seg 10.00-19.00

Novidades

Peso-Contra-Peso

A tridimensionalidade está sob o foco na mais recente exposição do Museu de Arte Contemporânea Armando Martins. Em "Peso-Contra-Peso", as curadoras Adelaide Ginga e Carolina Quintela exploraram as três dimensões dentro da colecção do MACAM e organizaram as obras em núcleos temáticos – natureza, abstracção, escala, resistência e urbanismo. Entre os artistas que encontramos expostos, destaque para Alberto Carneiro, Ângela Ferreira, Daniel Buren, José Damasceno, Seung Yul Oh, Pedro Calapez, Alexandre Farto, Carlos Garaicoa, entre muitos outros.

Espaços Outros (Linha de falha)

Artistas portugueses e estrangeiros (cujas obras partem da Colecção Américo Marques) exploram, através da fotografia, as formas de construção, negociação e dissolução dos vínculos humanos. O ponto de partida é, quase sempre, a experiência amorosa, fazendo com que o visitante da exposição atravesse camadas como o desejo, a intimidade, a aproximação, a tensão, o afastamento e a perda. Aqui, a expressão "linha de falha" socorre-se do seu significado original – o de uma fractura na crosta terrestre onde duas placas tectónicas se encontram, acumulando tensão e, na deslocação, transformando a paisagem – para abarcar as relações humanas. Cada aproximação contém em si a possibilidade de mudança.
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