A caminho do recinto


Quem já foi ao NOS ALIVE sabe que a chegada a Algés tem um ritual próprio. Quem se estreia este ano aprende depressa: sair na estação de comboios de Algés, seguir a corrente, confirmar bilhete, pulseira, horário, grupo, bateria do telemóvel e testar a paciência com algumas filas. Pelo terceiro ano consecutivo, a experiência Heineken começa logo na estação, antes da entrada no recinto e antes do primeiro concerto do dia.
A ativação da marca é simples: mostra que, naquele caminho até ao festival, já há milhares de pessoas à volta que podem gostar do mesmo género musical, ter artistas preferidos em comum ou estar a caminho do mesmo palco. No fundo, a estação deixa de ser só ponto de passagem e passa a ser o primeiro lembrete de que um festival também se faz de encontros improváveis. E os números ajudam a explicar porquê: segundo dados da Heineken, 59% dos fãs dizem que as suas amizades mais próximas nasceram de uma paixão partilhada, 75% afirmam que a comunidade de fãs os ajudou a conhecer novas pessoas e quase dois em cada três criaram novas ligações quando alguém lhes ofereceu uma cerveja num evento desportivo ou de música ao vivo. Há quem lhe chame coincidência. A Heineken prefere chamar-lhe o possível início de uma nova ligação ou até amizade.








