No NOS ALIVE, a Heineken quer provar que os fãs têm mais amigos

Há coisas que só acontecem num festival: fazer amizade numa fila, descobrir uma banda por acaso, perder o grupo durante cinco minutos e ganhar outro pelo caminho.
Heineken - NOS ALIVE
D.R. | Heineken - NOS ALIVE
Time Out em associação com Heineken
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Este ano, a Heineken leva esta ideia ao NOS ALIVE e quer mostrar que, quando se ouve e conhece a mesma canção, os desconhecidos transformam-se em amigos mais depressa.

Há festivaleiros para todos os gostos: os que querem chegar cedo para garantir lugar perto do palco, os que passam o tempo todo a decidir onde comer, os que dizem “já vos encontro” com a confiança de quem nunca tentou encontrar ninguém no meio de milhares de pessoas, e os que voltam de uma ida rápida ao bar com três amigos novos e uma recomendação de concerto que não estava nos planos. 

No NOS ALIVE, essa espécie de caos organizado faz parte da graça. Toda a gente vem por motivos ligeiramente diferentes – uma banda que acompanha desde a adolescência, um artista descoberto no Spotify há duas semanas, o concerto que todos os amigos querem ver, ou só pela vontade de estar ali, no meio da música, dos palcos, da multidão. Mas há uma coisa que liga tudo: em algum ponto do recinto, há sempre alguém com gostos mais parecidos com os seus do que imagina.

A Heineken pegou precisamente nessa ideia e decidiu levá-la para o Passeio Marítimo de Algés. Com o mote de que “Os fãs têm mais amigos”, cruzou dados de consumo de música em Portugal para perceber quantos fãs de cada género musical vão estar no NOS ALIVE e calcular as milhares de ligações possíveis entre pessoas com gostos semelhantes. Isto, trocado por miúdos, quer dizer que antes de entrar no recinto, talvez já esteja rodeado de potenciais companheiros de concerto. Só ainda não sabe quem são.

A caminho do recinto

Quem já foi ao NOS ALIVE sabe que a chegada a Algés tem um ritual próprio. Quem se estreia este ano aprende depressa: sair na estação de comboios de Algés, seguir a corrente, confirmar bilhete, pulseira, horário, grupo, bateria do telemóvel e testar a paciência com algumas filas. Pelo terceiro ano consecutivo, a experiência Heineken começa logo na estação, antes da entrada no recinto e antes do primeiro concerto do dia.

ativação da marca é simples: mostra que, naquele caminho até ao festival, já há milhares de pessoas à volta que podem gostar do mesmo género musical, ter artistas preferidos em comum ou estar a caminho do mesmo palco. No fundo, a estação deixa de ser só ponto de passagem e passa a ser o primeiro lembrete de que um festival também se faz de encontros improváveis. E os números ajudam a explicar porquê: segundo dados da Heineken, 59% dos fãs dizem que as suas amizades mais próximas nasceram de uma paixão partilhada, 75% afirmam que a comunidade de fãs os ajudou a conhecer novas pessoas e quase dois em cada três criaram novas ligações quando alguém lhes ofereceu uma cerveja num evento desportivo ou de música ao vivo. Há quem lhe chame coincidência. Heineken prefere chamar-lhe o possível início de uma nova ligação ou até amizade.

O ponto de encontro

Já dentro do recinto, a Heineken House é o espaço pensado para elevar a vida social dos fãs, onde esta ideia ganha corpo. Não é apenas uma paragem entre concertos, nem só um sítio para recuperar fôlego antes da próxima corrida entre palcos. É o ponto de encontro onde a música, os brindes e as conversas se cruzam com uma missão bastante simples: aproximar pessoas que talvez nunca metessem conversa, mas que afinal têm mais em comum do que pensavam.

Num festival, isto não é propriamente difícil de imaginar. Basta alguém comentar o alinhamento, defender um artista com demasiada paixão ou perguntar “também vais ver este concerto?” para nascer uma potencial relação. A Heineken House aproveita a deixa e dá-lhe um empurrão tecnológico.

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Clink primeiro, conversa depois

É aqui que entra o Clinker, a grande novidade que a Heineken apresenta nesta edição do NOS ALIVE. À primeira vista, parece apenas uma smartband que pode ser encaixada em copos e latas Heineken. Mas a graça está no que acontece depois.

O processo é simples: cada fã associa o Clinker ao seu perfil musical do Spotify através de um QR Code, sem precisar de descarregar uma aplicação. A partir daí, basta fazer um brinde com outro fã e esperar pelo "clink". Quando dois dispositivos entram em contacto, o Clinker compara gostos musicais e identifica pontos em comum entre artistas, géneros e preferências. O resultado aparece em luzes: laranja intermitente para uma afinidade musical moderada, verde em rotação para um match mais forte.

O Clinker não promete amizades instantâneas, nem precisa. O que faz é tornar visível uma coisa que já acontece em todos os festivais: pessoas a aproximarem-se porque gostam das mesmas coisas. A diferença é que, desta vez, um brinde pode vir com confirmação luminosa de compatibilidade. Já houve formas mais estranhas de começar uma amizade.

Deu match? Siga para o palco

Depois de se descobrir quem gosta do mesmo, é hora de viver isso em conjunto. E é aí que o Palco Heineken entra na história. Se o Clinker ajuda a encontrar afinidades, o palco é onde essas afinidades deixam de ser números, luzes ou playlists e passam a ser concertos, refrões, danças e brindes partilhados. E há muito por onde escolher: pelo Palco Heineken vão passar nomes como Pixies, The War On Drugs, Zara Larsson, Matt Berninger, Dogstar, Xinobi e Noiserv. Antes do cabeça de cartaz de cada dia, vale a pena olhar para cima: o já emblemático espectáculo de drones volta a ocupar o céu do Passeio Marítimo de Algés, este ano com 750 drones – mais 250 do que na edição anterior.

É no Palco Heineken que a música volta a juntar pessoas sem pedir grandes explicações. De repente, já não interessa se se conheceram há cinco minutos ou se vieram no mesmo grupo desde casa. Estão a ver o mesmo concerto, a cantar a mesma música e a viver aquele momento lado a lado. Como uma linguagem universal.

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No fim, ninguém canta sozinho

A música aproxima, os festivais aceleram esse encontro e, às vezes, basta um gosto em comum para transformar um desconhecido em companhia para o próximo concerto. Afinal, no meio da multidão, há mais gente parecida consigo do que pensava. E talvez seja essa a melhor prova de que os fãs têm mesmo mais amigos.

NOS ALIVE, Passeio Marítimo de Algés. Qui-Sáb, 9-11 Jul

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