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Durante três dias, o Cine Incrível, em Almada, recebe concertos e actividades dedicadas ao jazz manouche, num programa que cruza tradição e contemporaneidade.

Inspirado na herança do lendário guitarrista Django Reinhardt, o Cine Incrível volta a receber o Festival Jazz Manouche de Almada. De 8 a 10 de Maio, a quinta edição deste evento conta com um programa que junta nomes nacionais e internacionais em torno do gypsy jazz, cruzando tradição e contemporaneidade e afirmando-se como uma das principais montras deste estilo em Portugal.
Ao longo de três dias, sobem ao palco músicos vindos de França e Espanha, mas também de Portugal, num cartaz que procura equilibrar nomes consolidados e projectos mais recentes. A abertura, a 8 de Maio, fica a cargo do David Regueiro Trio, liderado pelo guitarrista galego, que se junta ao violinista francês Thomas Kretzschmar. O projecto, que nasce de colaborações anteriores em festivais europeus, apresenta-se em quarteto com Gonçalo Mendonça e Juyma Estévez, propondo um repertório que percorre várias linguagens do jazz manouche.
No dia seguinte, 9 de Maio, é a vez do Nouveau Quintette du Hot Club de France, um projecto que recupera o legado do histórico quinteto associado a Reinhardt e Stéphane Grappelli. Liderado por Duved Dunayevsky e Daniel Garlitsky, o grupo revisita repertórios do swing das décadas de 1910 a 1940, entre clássicos e composições originais, numa abordagem que tenta manter a matriz do som original ao mesmo tempo que o projecta para o presente.
O último dia, 10 de Maio, começa mais cedo, com uma aula de dança orientada pela escola Blues & Swing Lisboa, parceira do festival desde a primeira edição, antes de subir ao palco a banda lisboeta Stomping at Six. O grupo, composto por seis músicos, trabalha sobre o universo do jazz e do blues das décadas de 1920 a 1940, incluindo adaptações de outros repertórios – até fado – dentro desta linguagem.
Rua Capitão Leitão, 1 (Almada). 8-10 Mai (Sex-Dom). 17€-35€
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