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Processo de conservação e restauro arrancou esta segunda-feira, 26 de Janeiro. Em causa está a "preservação de um dos conjuntos de azulejaria mais relevantes do património português e europeu".

Começou esta segunda-feira, 26 de Janeiro, a primeira fase das obras de conservação e restauro dos revestimentos azulejares do Palácio Nacional de Sintra, que incluem as paredes e o pavimento da Sala Árabe e o pavimento da Câmara de D. Afonso VI. O projecto, sublinha a Parques de Sintra, "reforça a preservação de um dos conjuntos de azulejaria mais relevantes do património português e europeu". A intervenção, que poderá ser acompanhada pelo público, tem uma duração prevista de seis meses.
Além de visar o restauro em si, a campanha serve para definir novas "guidelines para intervenções de conservação e restauro de azulejos realizadas in situ". Pretende-se, assim, que seja "um motor de criação de conhecimento", sublinha a Parques de Sintra.
Na segunda fase (também com uma duração estimada de seis meses), será alvo de restauro a Gruta dos Banhos, abrangendo os revestimentos azulejares, os tectos em estuque e as arcadas em pedra. No total, a intervenção implica um investimento próximo dos 240 mil euros, acrescentando-se os custos associados à investigação, supervisão científica, formação profissional e comunicação, especifica a Parques de Sintra, que co-financia a acção com a World Monuments Fund – Portugal, com o apoio da The Robert W. Wilson Charitable Trust, Friends of Heritage Preservation e da Fundação Millennium bcp.
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