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Carlos Moedas fecha jardins e aconselha teletrabalho como medidas preventivas

Presidente da Câmara de Lisboa deu "ordem imediata para o fecho de todos os jardins municipais". Chuva vai continuar pelo menos até domingo.

Rute Barbedo
Escrito por
Rute Barbedo
Jornalista
Praça da Alegria
DR | Praça da Alegria
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O perigo de queda de árvores, devido ao alagamento dos solos, está na base da "ordem imediata" de Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, para fechar todos os jardins municipais da cidade. Quanto à zona ribeirinha, onde há maior risco de inundações, o autarca garantiu esta tarde, de 4 de Fevereiro, a partir do Centro de Comando Operacional de Lisboa, que a situação está a ser monitorizada.

Numa mensagem também direccionada ao sector privado, indicou ainda que "todos os que possam estar em teletrabalho, que fiquem em teletrabalho". Não querendo "alarmar a população", o presidente pediu, ainda assim, "racionalidade" e uma atitude preventiva da parte de todos. "O que nos preocupa daqui até domingo é este acumular da persistência da chuva", afirmou.

De acordo com as contas da Câmara, a depressão Kristin provocou 504 ocorrências em Lisboa, na maior parte queda de árvores. Já a depressão Leonardo causou sobretudo inundações, de um total de 160 ocorrências.

As previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) apontam para uma situação de alerta amarelo, quanto à precipitação, até sábado, em Lisboa. Até sexta-feira, dia 13, não estão previstos dias sem chuva na região.

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