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CCB já tem novo director artístico: é belga e chama-se Serge Rangoni

Nomeado por unanimidade pelo Conselho de Administração do CCB, Serge Rangoni inicia funções a 2 de Fevereiro. Sucede a Aida Tavares, exonerada em Junho.

Mauro Gonçalves
Escrito por
Mauro Gonçalves
Editor Executivo, Time Out Lisboa
Serge Rangoni, director artístico das artes performativas do CCB
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O anúncio foi feito esta sexta-feira. Nomeado por unanimidade pelo Conselho de Administração do CCB, Serge Rangoni será o próximo director artístico para as artes performativas do Centro Cultural de Belém. Actualmente, ocupa o cargo de director-geral e artístico do Teatro de Liége. Em Lisboa, vai assumir funções a 2 de Fevereiro do próximo ano para um mandato de quatro anos.

Em comunicado, a administração do CCB destaca a "vasta experiência enquanto director artístico e gestor cultural", bem como a passagem pelo Museu de Arte Contemporânea de Grand-Hornu, na cidade belga de Mons, pelo Ministério da Cultura belga, entre 1997 e 1998, na qualidade de vice-secretário e pela presidência do Conselho de Administração da European Theatre Convention, entre 2017 e 2023.

"A proposta programática apresentada por Serge Rangoni destacou-se pela sua consistência e ambição, promovendo o cruzamento entre disciplinas artísticas e revelando uma particular atenção à singularidade dos espaços e da arquitectura do CCB. O equilíbrio entre a apresentação de grandes nomes das artes performativas e a valorização da criação nacional, articulada com a dimensão internacional que tão bem conhece, contribuirá para reforçar o papel do CCB como um dos grandes centros europeus de criação e difusão artística", refere a administração em comunicado.

Já Rangoni encara as novas funções como uma oportunidade de "pôr em prática uma visão que assenta na exigência artística, na abertura europeia e no enraizamento territorial, com o objectivo de promover o diálogo entre a criação lusófona e os olhares internacionais."

O belga Serge Rangoni sucede, assim, a Aida Tavares, que afirmou ter sido exonerada do cargo em Junho deste ano, como noticiou o Observador, depois de ter assumido funções no início de 2024. Apesar da sua saída envolta em polémica, no final de Julho, de acordo com o Expresso, Aida Tavares havia concorrido ao cargo e encontrava-se entre os candidatos finalistas.

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