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Novo festival mostra documentários sobre o mar, espécies marinhas e comunidades que dependem do oceano. São três dias para mergulhar através do cinema.

O oceano representa 70% do planeta Terra, mas, segundo investigadores, conhecemos apenas 19% do mar profundo. Para todos os curiosos e interessados na vida marinha e nos seus mistérios, Lisboa tem um novo evento à sua medida. O Festival de Cinema Subaquático estreia-se, entre 13 e 15 de Fevereiro, no Cinema São Jorge, propondo três dias de programação dedicados ao oceano, à exploração científica e à reflexão ambiental.
A sessão de abertura acontece a 13 de Fevereiro, às 21.00, na Sala Manoel de Oliveira, com a exibição de Diving Into The Darkness. O documentário acompanha a exploradora Jill Heinerth, uma das mais reconhecidas mergulhadoras de grutas submersas do mundo, numa viagem pelas maiores profundezas do planeta.
A restante programação organiza-se em vários blocos temáticos que exploram diferentes dimensões do universo marinho. Um dos eixos centra-se na relação entre humanos e tubarões, através de documentários que investigam o comércio de barbatanas e carne destes animais na Europa, denunciam capturas ilegais e analisam os impactos da lentidão das respostas políticas na preservação de espécies ameaçadas.
Outro conjunto de sessões dedica-se à diversidade biológica e ao funcionamento dos ecossistemas marinhos, reunindo histórias pessoais ligadas ao mar, encontros com espécies pelágicas e retratos de áreas marinhas protegidas onde a conservação convive com práticas tradicionais de pesca.
A programação inclui ainda filmes sobre macrovida marinha, estações de limpeza dos recifes e o papel destas interacções na manutenção da saúde dos oceanos, além de propostas pensadas para sensibilizar o público mais jovem para a preservação ambiental.
O festival tem sessões orientadas para famílias, com histórias que cruzam ciência e educação ambiental, como o retrato de uma comunidade costeira de Moçambique onde o ensino da natação se transforma numa ferramenta de inclusão social e protecção marítima, ou documentários sobre o impacto de espécies invasoras nos ecossistemas da Península Ibérica e sobre a preservação dos recifes de coral.
Por fim, há sessões dedicadas a espécies como crocodilos, mantas gigantes e tartarugas-verdes, apresentadas em documentários que procuram desconstruir mitos e revelar o papel ecológico destes animais. A programação completa pode ser consultada online.
Av. da Liberdade 175 (Avenida da Liberdade). 13-15 Fev (Sex-Dom) Vários horários. 4€-6€
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