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Londres lidera um ranking novinho em folha que mede a eficácia com que as cidades estão a usar a IA para melhorar a vida dos residentes.

Afinal, Londres não é apenas antiga e bonita, também é inteligente. A gigante da consultoria Boston Consulting Group (BCG) acaba de publicar o seu primeiro Índice de Cidades Inteligentes, avaliando 61 das maiores cidades do mundo quanto à eficácia com que estão a usar a IA e a tecnologia digital para melhorar a vida das pessoas que lá vivem.
O índice pontua cada cidade em cinco áreas, incluindo resultados, estratégia, adopção, implementação e “facilitadores” mais amplos como financiamento, talento e infra-estruturas. A ponderação inclui a satisfação dos residentes com as aplicações da autarquia e quantas pessoas realmente usam a IA no dia-a-dia. Com base nessas pontuações, as cidades são ordenadas num de quatro níveis: líder, em aceleração, emergente ou em desenvolvimento.
Londres lidera a lista para 2026, tendo a BCG afirmado que obteve a pontuação mais alta de todas nos resultados para os residentes, desde a qualidade de vida até às oportunidades económicas. Logo atrás estão o Dubai, Nova Iorque, Washington D.C. e Amesterdão, a fechar o top cinco.
O relatório também mostra que o entusiasmo pela IA não se confina aos habituais pólos tecnológicos do mundo. Cidades por toda a África, Ásia e Médio Oriente relataram alguns dos maiores níveis de entusiasmo por parte dos residentes no uso de ferramentas de IA generativa no quotidiano, provando que esta não é, afinal, uma história puramente de Silicon Valley ou Shenzhen.
Claro que também sabemos uma ou duas coisas sobre fazer rankings de cidades, por isso, se procura uma perspectiva diferente sobre onde é bom viver, leia a lista da Time Out das melhores cidades do mundo para 2026 (encabeçada por Melbourne), ou descubra quais as cidades que estão na vanguarda em espaços verdes e acesso à natureza.
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