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O Den Gamle By venceu o prémio de Museu Europeu do Ano. Saiba tudo sobre este espaço ao ar livre na Dinamarca.

Existem museus gigantescos por aí que encabeçam muitas bucket lists – e nós compilámos recentemente o crème de la crème, aqueles para os quais vale efectivamente a pena viajar –, mas os prémios de Museu Europeu do Ano (European Museum of the Year Awards) fazem um trabalho fantástico a destacar espaços novos ou remodelados que demonstram um engenho particularmente impressionante.
A cerimónia de 2026 realizou-se em Bilbau no passado sábado, 13 de Junho, e o Den Gamle By (o Museu Nacional ao Ar Livre de História e Cultura Urbana) da Dinamarca foi o grande vencedor.
Descrito como um espaço feito “por pessoas comuns para pessoas comuns”, o centro sediado em Aarhus é actualmente composto por quatro exposições diferentes que viajam pelo período de 1600 a 2014, apresentando tudo, desde cavalos a vaguear livremente até uma bilheteira retro da Scandinavian Airlines.
A ideia principal por detrás deste museu, em vez de criar mais uma experiência estática, foi antes deixá-lo evoluir e ser moldado pelas comunidades locais.
Segundo o comité do prémio, “os voluntários desempenham um papel central, contribuindo com conhecimento especializado e experiência pessoal para as narrativas exploradas, enquanto projectos participativos integram profundamente o museu na vida cívica”, cita a Euronews.
E o painel de jurados disse que “a sustentabilidade é um tema cada vez mais predominante nas recém-desenvolvidas actividades do museu, que incluem o cultivo e a promoção de variedades de plantas tradicionais, cursos de jardinagem e workshops sobre reparação de roupas e edifícios.”
Soa bastante divertido. Se pretende fazer uma visita a este lugar, a entrada para um adulto custa 205 coroas dinamarquesas (cerca de 27€), mas crianças com menos de 18 anos entram de forma gratuita (embora tenha de lhes garantir um bilhete na mesma). Encontre todas as outras informações de que necessita no site oficial do Den Gamle By.
No entanto, este não foi o único museu reconhecido na cerimónia: o Young V&A de Londres ganhou o Prémio de Museu do Conselho da Europa; o Instituto Museu da Loucura em Trate, na Eslovénia, ganhou algo chamado Prémio Kenneth Hudson para Coragem Institucional e Integridade Profissional; e o Museu da Civilização Rural de Mendrisiotto, localizado em Stabio, na Suíça, arrecadou o Prémio Museu de Portimão para Acolhimento, Inclusão e Pertença.
Após o encerramento das candidaturas (que ocorre na Primavera), um comité de avaliadores analisa cada uma delas quanto à elegibilidade antes de serem sujeitas a visitas ao local e à potencial inclusão na lista de finalistas.
Cada museu que entra nesta cobiçada lista é depois visitado anonimamente por um membro do júri; no fim, todos se reúnem para decidir as nomeações, as menções honrosas e os grandes vencedores. Qualquer instituição que chegue às nomeações finais recebe uma carta em Janeiro a informar do facto, e a entrega de prémios ocorre no final da Primavera ou no início do Verão.
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