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Miradouros foram construídos já neste século no topo dos prédios municipais da Rua das Açucenas, mas estão num estado avançado de degradação.

"É um dos sítios com uma das mais surpreendentes e menos conhecidas vistas panorâmicas sobre o Tejo e parte da cidade de Lisboa", escreve o jornal Público. Mas o estado em que se encontram os miradouros do Alto da Ajuda, no topo dos edifícios municipais da Rua das Açucenas, deixa muito a desejar ao nível da conservação e até da segurança.
Construídos há cerca de 20 anos, "os pontos de observação entraram em obras, em Agosto de 2023, para resolver problemas estruturais relacionados com infiltrações nos edifícios situados em baixo, supostamente provenientes dos terraços", mas os trabalhos estão suspensos desde o ano passado, dá conta o mesmo jornal. Sendo a responsável pelo edificado a empresa municipal Gebalis, a Junta de Freguesia acusa-a, bem como à Câmara, de não intervir. A Gebalis, porém, reportou ao Público que resolverá o problema até ao final do ano. Mas há dúvidas de que tal aconteça entre os moradores e a Junta, meios em que circula a suposição de que a autarquia e a Gebalis terão decidido "acabar com os miradouros", pelo facto de serem inseguros, insalubres e um ponto de encontro de grupos de jovens durante a noite.
Perante o alegado silêncio da Gebalis e da Câmara, ao Público, o presidente da Junta de Freguesia da Ajuda, Jorge Marques, resumiu o seguinte: "A verdade é que, a partir de certa altura, deixámos de ver lá pessoas a trabalhar e aquilo está no estado que se vê. Aquilo está ao abandono."
No Verão de 2023, foi lançada uma petição, pela preservação dos miradouros do Alto da Ajuda. Assinaram-na 105 pessoas.
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