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Projecto-piloto da Metropolitano de Lisboa envolve piquete de assistência 24 horas, sete dias por semana, nas escadas rolantes e elevadores das estações Baixa-Chiado e Aeroporto.

O Metro de Lisboa vai experimentar um novo modelo para tentar que a resolução de avarias nas escadas rolantes e elevadores das estações Baixa-Chiado e Aeroporto seja mais rápida e eficaz, noticiou o Lisboa Para Pessoas. O projecto-piloto implica a "afectação permanente de equipas técnicas dedicadas, em regime 24 horas por dia em cada uma dessas estações", explica a empresa, que adjudicou um contrato com a subsidiária portuguesa da Kone no valor de cerca de seis milhões de euros. No mesmo contrato está também prevista a "assistência técnica para manutenção completa" dos equipamentos das duas estações.
O objectivo é "garantir a fiabilidade dos equipamentos mecânicos e melhorar os tempos de resposta às ocorrências, num contexto de elevada intensidade de utilização e de exigência acrescida ao nível da acessibilidade", pelo menos durante os 62 meses (cerca de cinco anos) de duração do contrato, que ainda não foi assinado.
Desde 2018, foram investidos 22,5 milhões de euros na instalação, substituição e modernização de elevadores, escadas e tapetes mecânicos, tendo sido instalados ou encontrando-se em processo de instalação 39 elevadores e 33 escadas mecânicas em diversas estações da rede, de acordo com a Metropolitano de Lisboa. Apesar do montante, a questão da acessibilidade é uma das maiores geradoras de queixas quanto ao serviço prestado pela empresa.
A decisão de testar um novo modelo para a resolução do problema na Baixa-Chiado e Aeroporto foi anunciada em Setembro, pouco depois de um protesto da associação Fórum Cidadania Lx, que afirmava serem "raros" os meses que as escadas rolantes funcionavam "a 100%". A situação foi então descrita como "vergonhosa e revoltante".
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