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O Ozon abriu no Estádio Municipal de Oeiras. Além de aulas de força e condicionamento, pensadas para principiantes e atletas, há corrida e pilates aos sábados.

Marco Lapa e Francisco Mota da Costa queriam abrir um ginásio diferente daqueles que já conheciam, mas não queriam associá-lo exclusivamente a modalidades como o crossfit ou o hyrox. Nasceu então o Ozon, em Setembro do ano passado, no Estádio Municipal de Oeiras. “O nosso objectivo é que as pessoas que vêm ter connosco se sintam preparadas para o dia-a-dia, cada uma com o seu nível de exigência. Temos desde pessoas que nunca tinham treinado na vida, que entraram aqui e nunca tinham pegado num peso – e que hoje já treinam de forma regular –, a atletas que querem preparar-se para provas”, diz à Time Out Marco Lapa.
“Queremos que o Ozon sirva para proteger o dia-a-dia das pessoas, de dentro para fora. É isso que nos comprometemos a fazer aqui”, continua o proprietário, explicando que o nome do espaço surgiu a partir da palavra ozono, que actua como escudo protetor da Terra. Desde que abriram, contam já com mais de 100 sócios, que vêm para as aulas de grupo e para treinar sozinhos.
Há três aulas principais: de força, pensadas para aumentar a potência, estabilidade e resistência muscular, às segundas e sextas-feiras; de condicionamento, que aumentam a performance, resistência e queimam calorias de forma mais eficaz, às terças e quintas-feiras; e de força e condicionamento, que juntam treino de potência com estímulos de condicionamento físico, às quartas-feiras. Todos os dias, há seis sessões de uma hora, que começam às 06.00 e terminam às 20.00, sendo que existem dois blocos para quem quer treinar de maneira livre, entre as 08.00 e as 12.00 e entre as 14.00 e as 18.00.
Aos sábados, existe ainda um clube de corrida, power pilates (modalidade de alta intensidade focada na mobilidade e força) e mais duas aulas: a Ozon Duo e a Ozon Pro. A primeira baseia-se em exercícios em pares ou equipas, enquanto a segunda é específica para quem quer entrar em competições. “A Ozon Pro é uma aula de hora e meia, feita para quem quer competir num hyrox ou num hybrid day. Tem uma intensidade mais elevada e, por isso, limitamos o acesso a quem já está habituado a treinar e quer competir”, elucida Tatiana Leitão, club manager do Ozon.
As mensalidades vão dos 70€, com acesso a duas entradas por semana, aos 100€, com livre trânsito, acesso ao clube de corrida e à aula Ozon Pro e outras regalias, como check-in trimestral com um treinador e 10% de desconto em peças de merchandise Ozon e no café. Também há packs apenas para sessões Ozon Pro, entre os 22,50€ e os 150€.
Mas há mais no Ozon, neste caso, batidos da Smood. A marca, fundada em 2025 por Gustavo Mesquita com mais três amigos, já teve uma loja em Campo de Ourique, mas desde Janeiro encontra-se no ginásio em Oeiras. Logo à entrada, há algumas mesas junto ao balcão, para quem, depois do treino, queira sentar-se enquanto bebe um batido.
“Durante três, quatro meses, estivemos dentro da cozinha, a fazer cada copo com a ajuda de nutricionistas e amigos até chegar à fórmula certa. A intenção da Smood é fazer batidos que ajudam a parte mental e o intestino. São batidos de frutas 100% naturais, às quais se adiciona proteína, creatina ou ácido hialurónico e colagénio”, explica Gustavo Mesquita, que viveu nos Estados Unidos, onde diz ter notado o potencial de crescimento deste mercado.
São dez as variedades de batidos, cujos preços variam entre os 6,90€ e os 9,90€. O Mystic, por exemplo, leva morango, manga, canela, banana, tâmara, iogurte sem açúcar, água de coco, colagénio e ácido hialurónico; o Bold, banana, manga, tâmara, proteína de pistáchio e leite de amêndoa; o Savage, manga, maracujá, tâmara, água e leite de coco e iogurte; e o Sunny, laranja, morango, cenoura, manga, iogurte, tâmara e raiz de dente de leão. “Trabalhamos com frutas orgânicas, que são pré-selecionadas, cortadas e depois embaladas a vácuo e ultracongeladas. Qualquer tipo de leite, seja vegetal ou não, é sem açúcar, o iogurte é vegano e adoçado através da tâmara. Utilizamos tudo o que é mais biológico possível”, afirma Gustavo.
Os complementos (que têm um custo adicional) incluem desde creatina e proteína a matcha, gengibre e cacau. A partir do final de Março, mais opções, além das três primeiras, vão passar a estar disponíveis no Ozon, que é, para já, o único ginásio onde vai encontrar a Smood. O plano dos sócios é expandir e associarem-se a outros espaços do género em Lisboa.
Rua São Salvador da Baía (Oeiras). Seg-Sex 06.00-20.00, Sáb 08.30-12.30
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