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Concurso destina-se a jovens com idade igual ou inferior a 35 anos e candidaturas estão abertas até 22 de Outubro. Casas deverão estar prontas em Junho de 2026, diz a Câmara.

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) lançou um novo concurso de renda acessível para o sorteio de 102 habitações, por reabilitar, no centro da cidade. A iniciativa é destinada a jovens até aos 35 anos (inclusive) e as candidaturas estão abertas até 22 de Outubro (às 17.00), informa a autarquia, em comunicado.
As habitações estão em reabilitação, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, sendo por isso obrigatório, em termos de financiamento, que as obras sejam concluídas até Junho de 2026. Em causa estão apartamentos nas freguesias da Misericórdia, Campo de Ourique, Estrela, Campolide, São Vicente e Santa Maria Maior. Pode ver-se mais detalhadamente na página da Plataforma Habitar Lisboa que 17 casas ficam na Vila Romão da Silva, em Campolide, e 24 são na Travessa do Tarujo, na mesma freguesia. Na freguesia de Santa Maria Maior (mais especificamente na Rua da Prata), há apenas um T1 disponível. Existem também cinco apartamentos na Rua de São José (paralela à Avenida da Liberdade, na freguesia de Santo António) e 14 na Rua da Verónica, junto à Feira da Ladra. Entre os apartamentos disponíveis, mais de metade (56) são da tipologia T1.
“Estamos apostados em devolver os bairros históricos, o coração da nossa Lisboa, aos jovens. Queremos que possam concretizar o sonho de viver no centro, com rendas acessíveis que estão ao seu alcance, mantendo assim viva a alma lisboeta para as próximas gerações”, afirma Carlos Moedas, a cerca de duas semanas das eleições autárquicas (realizam-se no dia 12 de Outubro).
Além desta iniciativa, está em curso outro concurso de renda acessível, este sem limitação etária, para 86 casas também em obra. As candidaturas estão igualmente abertas até 22 de Outubro.
Para poder aceder ao concurso de renda acessível jovem, o valor do rendimento global do agregado habitacional tem como limites mínimos 11.480 euros ou 17.220 euros anuais (consoante seja composto por uma ou mais pessoas). Por sua vez, o rendimento médio mensal do agregado não pode ultrapassar os 2090 euros (quatro vezes o indexante de apoios sociais).
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